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O primeiro termo é o "nome genérico" (como para as espécies e híbridos naturais). Híbri-dos entre pais pertencentes ao mesmo gênero retêm, naturalmente, o nome do gênero dos pais. Híbridos entre pais de gêneros diferentes, formam novo gênero. Estes híbridos intergenéricos artificiais recebem um novo nome de gênero. O nome gené-rico que, como no híbrido intergenérico natural pode ser derivado do aproveitamento de elementos do nome dos gêneros que o originaram, devrá ser eufônico, simples e claro.
Exemplos : Sophrolaelia, Laeliocattleya, etc.
A situação se complica um pouco quando o nome destes gêneros são de difícil compo-sição ou quando são muitos gêneros que compõe o novo intergenérico, então a regra é formar um novo nome cuja determinação será sempre em "ara" e que não exceda a "oito sílabas".
Exemplos :
Laelia x Cattleya = Laeliocattleya ( 2 gêneros)*
Brassavola x Laelia x Cattleya = Brassolaeliocattleya ( 3 gêneros)*
Cochlioda x Miltonia x Odontoglossum = Vuylstekeara ( 3 gêneros)**
Brassavola x Laelia x Cattleya x Sophronitis = Potinara (4 gêneros)
Broughtonia x Sophronitis x Epidendrum x Laelia x Sophronitis = Buiara (5 gêneros)
Aspasia x Brassia x Cochlioda x Miltonia x Odontoglossum x Onci- dium = Brilliandeara (6 gêneros)
Aganisia x Batemannia x Colax x Otostylis x Promenaea x Zygopetalum x Zygosepalum = Masonara ( 7 gêneros) |
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