O sufixo cida significa aniquilador, matador, assassino. O �leo de Nim n�o � um produto com o tradicional efeito inseticida aniquilador caracter�stico das substancias petro-qu�micas largamente utilizadas na agricultura vez que n�o mata os insetos instantaneamente. Essa aparente desvantagem �, na verdade, uma grande vantagem conforme ser� devidamente explicado posteriormente. O �leo de Nim n�o possui efeito nocauteador ( efeito "knock-down") sobre os insetos e larvas. Tamb�m n�o funciona a longo prazo como os inseticidas biol�gicos tipo Bacillus turingensis (Dipel) dando margem a que os insetos continuem devastando a lavoura antes de morrerem. O seu efeito � imediato, porem, de outra forma, ou seja, ele atua imediatamente repelindo e/ou fazendo com que os insetos e larvas parem de se alimentar via efeito anti-alimentar ( efeito " anti-feeding"). Atua tamb�m via outros mecanismos a m�dio e longo prazo conforme ser� amplamente explicado adiante. Isso torna o �leo de Nim um excelente aliado do agricultor no controle efetivo de insetos e pragas e o coloca em posi��o de destaque como uma nova categoria de produtos ecologicamente corretos para a utiliza��o na agricultura do pr�ximo mil�nio. O planeta Terra n�o tem mais condi��es de absorver as milhares e milhares de toneladas de produtos petro-qu�micos venenosissimos usados atualmente na agricultura convencional que todos n�s sabemos ir�o gerar uma s�rie de problemas de sa�de. O �leo de Nim demonstrou ser totalmente isento de efeitos nocivos a todos os animais de sangue quente, peixes e a 6 esp�cies diferentes de minhocas e demais organismos de solo. Ou seja, o �leo de Nim � um novo conceito em termos de controle de insetos e pragas que tem auxiliado milhares e milhares de agricultores conscientes em diversos pa�ses. Os inseticidas sint�ticos origin�rios da petro-quimica matam indiscriminadamente os insetos e larvas, poluem o ambiente, intoxicam operadores, seus familiares, e at� mesmo os consumidores e portanto, e por isso mesmo, tem sido repudiados a n�vel mundial. N�o obstante serem extremamente t�xicos, esses produtos n�o conseguem de forma alguma controlar os insetos pois s�o formulados utilizando-se de apenas uma �nica mol�cula a qual � invariavelmente protegida por uma patente que d� direito ao seu detentor de comercializ�-la a pre�os muitas vezes exorbitantes amparados que est�o por registro efetuados junto a �rg�os oficiais do governo. Isto �, o governo n�o s� colabora como tamb�m oficializa e o que � pior monopoliza a venda desses produtos altamente t�xicos e portanto � fator determinante da intoxica��o generalizada da popula��o. Ocorre que os insetos , dotados de um maravilhoso mecanismo de defesa, desenvolvem resist�ncia a esses venenos em apenas 3 gera��es em alguns casos. Por isso � que em 1988 no E.P.A. ( Environment Protection Agency) j� haviam cerca de 50.000 produtos qu�micos registrados para uso na agricultura porque a cada 3 gera��es surgem novas variedades de insetos resistentes a essas mol�culas isoladas e portanto novas mol�culas tem que ser produzidas e patenteadas e colocadas no mercado. Esse processo n�o tem fim. A cada ano surgem venenos mais e mais poderosos. Inseticidas e fungicidas que antes controlavam os problemas na ordem de 1 a 2 kg por hectare agora est�o sendo fabricados para serem utilizados em doses de apenas 200 gramas por hectare. Esses tipos de mol�culas s�o por assim dizer cerca de 10 vezes mais venenosas que as anteriormente utilizadas, porem as multinacionais as apresentam como mais "seguras" ao meio ambiente pelo simples fato de que se usa menos produto. Menos produto para um mesmo efeito significa maior toxicidade e n�o menor toxicidade. Isso � um esc�rnio e uma afronta a intelig�ncia humana e cabe a voce agricultor dar um grande e rotundo "Basta !" a toda essa situa��o. Isso agora � poss�vel com a utiliza��o do �leo de Nim. Vejam por exemplo um resumo dos efeitos nocivos dos inseticidas sint�ticos: 1. Polui��o ambiental. 2. Danos a sa�de devido a n�veis elevados ( ou mesmo baixos) de res�duos. 3. Destrui��o indiscriminada de insetos sem nenhuma considera��o sobre o seu papel no meio ambiente muitas vezes ben�fico, como no caso dos inimigos naturais. 4. Envenenamento de animais de sangue quente como p�ssaros, gado, cria��o em geral e pessoas que tenham contacto com os mesmos. 5. Desenvolvimento de resist�ncia em insetos. 6. Ressurgimento de certas pragas secundarias e/ou principais que estavam sendo anteriormente controlada por insetos que foram destru�dos pelo agrot�xico. Com o seu desaparecimento houve menos concorr�ncia e novas pragas, ent�o, surgiram.