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As regras para a denomina��o cient�fica dos seres vivos, incluindo animais j� extintos, foram firmadas com base na obra de Lineu, no I Congresso Internacional de Nomenclatura Cient�fica, em 1898, e revistas em 1927, em Budapeste, Hungria. Se para um mesmo organismo forem dados nomes diferentes, por autores diver- sos, prevalece a primeira denomina��o. A finalidade dessa regra � evitar que a mesma esp�cie seja designada por diferentes nomes cient�ficos, o que acarretaria confus�o id�ntica � que existe com os nomes vulgares. Em casos excepcionais, � permitida a substitui��o de um nome cient�fico, mas pa ra isso adota-se uma nota��o especial, j� convencionada, que indica tratar-se de esp�cime reclassificado. Assim, quando um especialista altera a posi��o sistem� - tica de um ser que anteriormente j� recebera denomina��o cient�fica, e o coloca em outro g�nero, a nota��o taxion�mica correta deve assumir uma das formas abaixo:
A) Menciona-se o nome antigo entre par�nteses, depois do g�nero e antes do nome cient�fico.
B) Ou, ent�o, menciona-se o nome do organismo j� no novo g�nero e, a seguir, entre par�nteses, o nome do primeiro autor e a data em que denominou aquele ser; s� ent�o j� fora dos par�nteses, coloca-se o nome do segundo autor e a data em que reclassificou o esp�cime.
Para um entendimento da funcionalidade das divis�es taxion�micas dos seres � necess�rio o conhecimento de conceitos b�sicos, que est�o inseridos em con- juntos, e cada conjunto est�, por sua vez, inserido em um conjunto maior e mais abrangente. Estes conceitos s�o, em ordem crescente :
Esp�cies < G�neros < Fam�lias < Ordens < Classes < Filos (Ramos) < Reinos
Onde se l� que as esp�cies est�o inseridas nos g�neros, que est�o inseridos nas fam�lias, que est�o inseridas nas ordens, que est�o inseridas nas classes, que est�o inseridas nos filos (ramos), que por sua v�z est�o inseridos nos reinos. O porqu� da mudan�a sempre existe. Ser� por uma quest�o de comodidade que geralmente nossa posi��o � contraria �s modifica��es ? |
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