| C�ncer e envelhecimento | ||||
| Muitos estudos mostraram uma taxa elevada de c�ncer nas regi�es com n�veis baixos de magn�sio no solo e na �gua de beber. No Egito a taxa do c�ncer era somente de 10 % aproximadamente que Europa e na Am�rica. No trabalhador rural era praticamente inexistente. A diferen�a principal era uma entrada extremamente elevada do magn�sio de 2.5 a 3 g nestas popula��es livres de c�ncer, dez vezes mais do que em a maioria de pa�ses ocidentais.
O Dr. Seeger e o Dr. Budwig na Alemanha mostraram que o c�ncer � principalmente o resultado de um metabolismo defeituoso de energia no n�cleo das c�lulas, as mitoc�ndrias. Um decl�nio similar na produ��o de energia ocorre quando n�s envelhecemos. A maioria grande das enzimas envolvidos na produ��o da energia requer o magn�sio. Uma c�lula saud�vel tem o magn�sio elevado e n�veis baixos do c�lcio. At� 30% da energia das c�lulas s�o usadas para bombear o c�lcio fora das c�lulas. Quanto mais elevado o n�vel do c�lcio e mais baixo o n�vel do magn�sio no l�quido extracelular, mais pesado � para que as c�lulas bombeiem o c�lcio para fora. O resultado � que com n�veis baixos de magn�sio as mitoc�ndrias se calcificam gradualmente e a produ��o de energia diminui. N�s podemos dizer que nossa idade bioqu�mica est� determinada pela rela��o do magn�sio com o c�lcio dentro de nossas c�lulas. Os testes com S�ndrome cr�nica da fadiga mostraram que o suplemento do magn�sio resultou em n�veis de energia melhores. N�s usamos nossos m�sculos seletivamente contraindo-os. No m�sculo nivelado bioquimicamente a contra��o � provocada pelos �ons do c�lcio que fluem nas c�lulas do m�sculo. Quando relaxamos o c�lcio do m�sculo � bombeado para fora outra vez. Entretanto, enquanto n�s envelhecemos, mais e mais res�duos de c�lcio � preso nos m�sculos e estes se tornam mais contra�dos cada vez mais permanentemente, conduzindo � tens�o e as contra��es crescentes dos m�sculos. Junto com a calcifica��o das juntas, isto � a rigidez e a inflexibilidade t�picas da velhice. Quanto mais elevado � entrada de c�lcio relativo ao magn�sio, mais r�pido n�s calcificamos e envelhecemos. A maioria do c�lcio adicional em nossa dieta termina em nossos tecidos macios e em torno das juntas que conduzem � calcifica��o com deforma��es, arteriosclerose, as cataratas, as pedras nos rins e a artrite. O Dr. Seyle provou experimentalmente que o stress bioqu�mico pode conduzir � calcifica��o patol�gica de quase todos os �rg�os. Mais stress, mais calcifica��o, mais r�pido o envelhecimento. |
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