clipslogo.jpg (38712 bytes)

 

 

AGENDA CULTURAL

NOT�CIAS

BARES
RESTAURANTES

TURISMO

ClipsBR.gif (2133 bytes)

NOT�CIAS

Arquivo

Direito

Economia

Esporte
Inform�tica
Brasil
Mundo
Litteratus
Personalidades
Pol�tica
Opini�o
Participe
A Revista
Anuncie
Equipe

Mundo

Viol�ncia:   O ser humano em xeque

Estamos vivendo um per�odo muito conturbado de nossa hist�ria. No olhar, imperam medo e inseguran�a. Reflexos de situa��es traum�ticas de viol�ncia que passamos, ou assistimos.

Segundo o reitor da Universidade Ol�stica da Paz, o franc�s Pierre Vayo, o problema � mais grave do que pensamos por que a viol�ncia � uma quest�o cultural. "Precisamos lutar por uma cultura da paz para que prevale�a o conceito da n�o-conceito", diz. "Falta um alcance maior das palavras de Gandhi, hoje vemos crian�as que matam crian�as, que matam professores. Vivemos a viol�ncia pela viol�ncia", diz.

Mahatma Gandhi foi um l�der hindu que conseguiu expulsar os ingleses da ocupa��o que estavam promovendo na �ndia, sem nem um tiro sequer, apenas com as palavras, convencendo os hindus a n�o trabalharem, nem pagarem os impostos aos ingleses. Ele comandou um maci�o movimento em protesto contra a pobreza no campo, a carteliza��o das ind�strias t�xteis brit�nicas e o sistema de divis�o da sociedade por castas. Gandhi foi assassinado por um fan�tico em 1948.

Vayo ainda afirmou que a grande mola propulsora da viol�ncia s�o as drogas. "A coca�na causa onipot�ncia, o sujeito se acha capaz de tudo, e naquele momento, para ele, � capaz de tudo", afirma. Segundo ele, h� um caminho para se diminuir a viol�ncia. "Primeiro, n�o responder � viol�ncia com viol�ncia, segundo, responder � viol�ncia com amor, pois quem � violento tem medo, e terceiro, confiar na palavra, na verdade dita com amor", ensin Vayo.

Um dado contrastante com a nossa realidade � que um milh�o de pessoas assinaram o Acordo de Paz, proposto pela Universidade Ol�stica, enquanto que apenas 10 mil franceses assinaram. "Por isso afirmo, sim, que o Brasil possui uma cultura da paz", afirma Vayo

Para o comandante Regional da Pol�cia Militar, �lzio Nagalli, o caminho para se colocar um basta na situa��o ca�tica de viol�ncia a qual estamos submetidos passa pela educa��o. "� preciso investir nas escolas, na educa��o. Enquanto permanecermos com a pol�tica educacional vigente, a situa��o vai se complicar ainda mais" , diz Nagalli.

Algumas pessoas defendem que o caminho para a paz, seria a implanta��o da pena de morte, pois os pres�dios funcionam como verdadeiras "universidades do crime", e as pessoas saem de l� piores do que entraram. O Secretr�rio Municipal de Seguran�a, Ruyrillo Pedro de Magalh�es rebate essa tese, dizendo ser equivocada. "A quest�o � que a popula��o deve agir mais ativamente, e n�o ser passivo diante dessa situa��o. O homem tem rea��es boas, ou m�s, e nossa baliza � a lei. A simples implanta��o da pena de morte n�o resolveria em nada e pode at� piorar" , diz o Secret�rio.

"Infelizmente, achamos uma guerra muito natural. Guerras pela disputa de terras, que n�o s�o nossas, pois quando morremos, fica tudo aqui. Faz-se necess�ria uma a��o profunda, individual e tamb�m coletiva para que tenhamos consci�ncia de nosso dever para comigo e para o outro" , diz Pierre Vayo.

Giovana de Paula

Hosted by www.Geocities.ws

1