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O espelho do futuro

Com Joaquim Cruz, Zequinha Barbosa, Maureen Higa Magi, o Brasil j� sentiu o gostinho do sucesso no sucesso no esporte. E s�o nessas figuras do esporte nacional, que 70 crian�as da Escolinha de Atletismo da Funilense se espelham. A escolinha atende crian�as de 10 a 17 anos. � um trabalho de base, feito paa dar continuidade ao trabalho realizado pela equipe adulta. A Escolinha possui unidades em Campinas, Artur Nogueira e Cosm�polis.

"Com essas crian�as, estamos procurando mostrar todos o lado social do esporte", afirma N�lio Moura, coordenador da Escolinha e t�cnico da atleta Maureen Higa Maggi, medalha de ouro no salto triplo e prata nos 400 m com barreira no �ltimo Panamericano disputado em Winnipeg, Canad�, no ano passado.

Para a atleta Laurice Cristina, de 18 anos, a fam�lia tem um lado muito importante, n�o s� no desenvolvimento social, mas tamb�m no esportivo "Minha fam�lia sempre me ajudou, deu apoio e todo incentivo na minha carreira. Sem ela, com certeza, n�o estaria aqui", afirma a atleta, que treina h� 10 anos e � uma das mais experientes do grupo. Lau, como � conhecida, j� foi campe� do trof�u Brasil e convidada pela Confedera��o Brasileira de Atletismo para assistir o Mundial, disputado ano passado na �frica do Sul.

A vida dessas crian�as mudou radicalmente ap�s ingressarem na Escolinha. "Depois que comecei a treinar, melhorou a disciplina, e at� um ‘problema de respira��o’ que tinha, desapareceu", diz Karina Gomes, de 15 anos, que treina h� um ano e meio. "O esporte nos tira dos caminhos das drogas", � o que diz Gabriela Let�cia, 13 anos que treina h� oito meses. Para Cleber J�nior, 15 anos, que treina h� um ano, com a pr�tica do esporte, a falta de tempo faz com que todos criem um senso de responsabilidade. "O tempo ficou curto. Tivemos que aprender a nos organizar entre os treinos e a escola, sen�o complica", diz.

De acordo com o Coordenador e t�cnico N�lio Moura, a escolinha n�o tem como se expandir. "Estamos trabalhando no limite. Infelizmente n�o temos um apoio maci�o, inclusive por parte das prefeituras, para que nosso projeto chegue a mais cidades", afirma.

Giovana de Paula

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