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Classificação:
-local: restrita à próstata;
-localmente avançado: além da próstata, os tecidos ou órgãos, vizinhos estiverem comprometidos;
-avançado ou metastático:outro órgão a distância ou linfonodo está comprometido. Epidemiologia: raro antes dos 50 anos de Idade.
- T1 (tumor sem manifestação clinica, não é palpável nem visível por imagem); T2 (tumor confinado ao interior da prostata); T3 (tumor invade estruturas além dos limites da cápsula prostática); T4 (tumor fixo infave estruturas vizinhas além das vesículas seminais)
Patologia:
-tipo histológico mais freqüente: adenocarcinoma acinar;
Localização:
-localização de maior incidência: periférica (75%);
Quadro clínico: obstrução
da uretra prostática, com diminuição do jato da urina e dificuldade para
urinar; perda de peso, dor óssea, fraturas ósseas por traumatismos simples e
outros.
Fatores de risco:
Metástase: Geralmente ocorre metástase para os óssos da coluna, bacia, costelas e fêmures.
-vias de disseminação: linfática, hematogênica, contiguidade;
Diagnóstico: toque
prostático; dosagem de PSA (antígeno prostático específico) na circulação
(normal 0-4 ng/ml); US transretal da próstata com biópsia para o diagnóstico
definitivo da doença. Em fase avançada, glândula endurecida; consistência
pétrea; glândula fixa; endureciento de vesículas seminais.
Diagnóstico#: hiperplasia benigna da próstata;
prostatite crônica (o PSA pode estar elevado);
Tratamento:
-doença local (T1-T2): prostatectomia radical (extirpação de próstata e vesículas seminais) ou radioterapia;
-doença localmente: radioterapia, pois a cirurgia já não é capaz de remover a doença com segurança.
-donça avançada: forma sistêmica (hormonioterapia: bloqueio androgênico).