Este texto corresponde a um resumo incompleto [e, possivelmente, com erros] sobre o assunto indicado. O resumo deve servir apenas para uma consulta superficial. Para uma abordagem adequada, recomenda-se a leitura de literatura específica.
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NÓDULOS TIREOIDIANOS √

Definição: Os nódulos tireoidianos, também chamados de bócio nodular, são aumentos localizados na tireóide;

Classificação:

-nódulos císticos: constituídos apenas de líquidos;

-nódulos tóxicos: produzem hormônios tireodianos em excesso causando hipertireoidismo.

Etiologia: tireoidite de Hashimoto; nódulo dominante em bócio multinodular; cistos tireoidianos, paratireodianos ou tireoglossos; agenesia de lóbulo tireoidiano; hiperplasia ou cicatriz pós-cirúrgica; adenoma tireoidiano.

Fatores de risco: idade (maior em mais velhos; em crianças há maior chance de malignidade), sexo feminino (8M:1H; nos homens os nódulos possuem o dobro de chance de ser maligno), áreas geográficas deficientes de iodo; irradiação cervical da cabeça e pescoço; presença de patologias tireoidianas.

Exame físico: nódulo pétreo, adenomegalia cervical, baixa mobilidade e nódulo único sugerem ca;

Complicações:

Diagnóstico#: adenomegalia cervical; permanência do cisto do ducto tireoglosso; linfomas em região cervical; aneurismas; ca laringe; ca de tireóide não cursa com tireotoxicose.

Diagnóstico: punção aspirativa por agulha fina (PAAF); dosagem de TSH, T4 livre e Ac antitireoidianos; cintilografia; US

Um TSH suprimido ou subnormal sugere um adenoma funcional ou bócio multinodular tóxico; Um TSH aumentado sugere hipotireoidismo por provável doença auto imune.

A dosagem dos anticorpos anti-tireoglobulina, anti-microssomial ou anti-TPO permite  verificar a presença de patologia autoimune como a Tiroidite  de Hashimoto.

-A cintilografia com radioisótopo indica o estado funcional da glândula; nódulos não captantes (frios): malignidade; nódulos captantes quentes/mornos: benignidade; ausência de captação: tireoidite.

-A US é útil para confirmar a presença de uma massa, determinar a relação desta com a tireóide, analisar se a lesão é única ou múltipla e guiar a PAAF.

-A PAAF é usada para distinção entre benignidade e malignidade.

Tratamento: A conduta dependerá dos resultados dos exames e poderá ser com medicamentos, cirurgia, iodo radioativo, injeção de etanol ou simplesmente observação clínica com US seriados.

 



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