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Epidemiologia: mais comum em crianças entre 4-11a
Distribuição Geográfica:
Etiologia: parvovirus humano B19; vírus DNA
Transmissão: via respiratória; transfusão sanguínea; transplante de órgãos;
Período de Incubação: 4-20d
Fisiopatologia: há formação de complexos ag-ac que podem se localizar em articulações (artrite) ou vasos (vasculite);
O vírus é altamente contagioso e se replica preferencialmente em células com grande atividade mitótica, tais como as do sistema eritropoiético, células endoteliais, do miocárdio, e especialmente os eritoblastos e seus precursores.
A viremia ocorre 6 a 8 dias após a exposição e persiste por 4 a 7 dias. O ‘rash” cutâneo, devido à deposição de complexos imunes, aparece 16 dias após a exposição e 8 dias após a viremia e acomete preferencialmente a face (“face tapeada”), podendo porém atingir o tronco e membros;
em pacientes com processos hemolíticos crônicos como a anemia falciforme, talassemia e esferocitose hereditária, uma aplasia medular transitória pode ocorrer
Quadro clínico: A principal manisfetação clínica é o eritema infeccioso, mas o B19 também está relacionado com artrite aguda (80% dos adultos e 10% das crianças), crise aplástica transitória (TAC), hidropsia fetal, trombocitopenia, além de agravamento em pacientes imunodeprimidos.
Outras manifestações clínicas incluem: anemia crônica, encefalite, meningite e vasculite
na criança, quadro característico de face esbofeteada que depois evolui para um exantema reticulado;
Complicações: anemia
crônica (sistema imune deficiente); crise aplástica transitória em paciente com
anemia hemolítica;
Diagnóstico: Atualmente são detectados os anticorpos IgG e IgM específicos para o B19 através de ensaios imunoenzimáticos com confirmação através de técnicas moleculares (Reação em cadeia pela polimerase -PCR ou hibridização).
Diagnóstico#: anemias