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Descrição: doença infecciosa febril de início insidioso, causada pelo vírus Epstein Barr que cursa com linfadenopatia generalizada, hepatoesplenomegalia, dor de garganta, exudato, exantema (5%, pelo uso de ampicilina) e lesões no palato duro e mole.
Transmissão: inter-humano, pelo contato intimo de secreções orais (saliva)
Quadro clínico: A mononucleose infecciosa pode acompanhar-se de angina eritematosa, com engurgitamento linfonodal cervical, geralmente acentuado, podendo ser acompanhado por esplenomegalia; há leucocitose e linfocitose, com ou sem monocitose, e conseqüentemente, neutropenia.
Diagnóstico:
-clínico, associado ao leucograma, que revela leucocitose com linfócito atípicos;
-resposta sorológica, com presença de anticorpos heterófilos ou de anticorpos específicos; os anticorpos heterófilos na MI aglutinam hemácias de carneiro e não se ligam a rim de cobaia.
-demonstração do vírus, antígenos virais, ou DNA viral: cultura, hibridização, PCR
Obs: O EB parasita linfócitos B. Estes, uma vez ativados, passam a produzir todos os Ac que pudere, sendo em parte contidos pelos linfóticos T. Entretanto, o doente passa a ter IgM e IgG . Se o médico confundir os sintomas da MI com amigdalite e receitar penicilinas, o doente vai desenvolver exantema.