Este texto corresponde a um resumo incompleto [e, possivelmente, com erros] sobre o assunto indicado. O resumo deve servir apenas para uma consulta superficial. Para uma abordagem adequada, recomenda-se a leitura de literatura específica.
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FEBRE AMARELA √

Definição: Infecção viral cujo quadro típico tem evolução bifásica (período de infecção e de localização).

Classificação:

-Urbana (FAU):

-Silvestre (FAS):

Etiologia: Vírus amarílico, arbovírus do gênero Flavivírus e família Flaviviridae.

Reservatório:

-Urbana: homem.

-Silvestre: os macacos, sendo o homem um hospedeiro acidental.

Período de Incubação: 3-6d

Transmissão:

-FAU: picada do Aedes aegypti

-FAS: picada de mosquitos silvestres do gênero Haemophagus.

Período de Incubação: De 3 a 6 dias, após a picada do mosquito infectado.

Período de Transmissão: O sangue dos doentes é infectante 24 a 48 horas antes do aparecimento dos sintomas até 3 a 5 dias após. O período de incubação no Aedes aegypti, que se mantém infectado por toda a vida, é de 9 a 12 dias.

Quadro clínico: doença febril aguda, miálgica, com sintomas digestivos

Início repentino com febre, calafrios, cefaléia, mialgias, prostação, náuseas e vômitos, durando cerca de 3 dias; Após 2 dias no máximo, pode ter início o período de localização, caracterizado pela instalação IH e IRn, com icterícia, manifestações hemorrágicas (hematêmese, melena, epistaxe, sangramento vestibular e da cavidade oral, entre outras), oligúria hematúria, albuminúria e prostação intensa. O pulso se torna lento, apesar da temperatura elevada (sinal de Faget).

Achados Laboratoriais: transaminases↑; VHS↓ (0); linfocitose atípica;

Diagnóstico#: doenças febris; hepatite (o doente não viajou; o início é insidioso; a febre é banal; as transaminases muito elevadas; não há comprometimento renal); leptospirose (etiologia bacteriana; transaminases pouco ↑; neutropenia; VHS↑; hemorragias pulmonares graves); dengue (icterícia apenas no final da fase hemorrágica); malária (anemi sem hemorragia importante; esplenomegalia; transaminases↓);

Diagnóstico: clínico, epidemiológico e laboratorial: isolamento de vírus (certeza); conversão sorológica; teste de Mac-ELISA (IgM), ou imunohistoquímica.

Tratamento: sintomático de suporte, de acordo com as manifestações e evolução da doença.

Imunidade: parece haver efeito protetor em indivíduos que tiveram dengue.

Profilaxia: combate ao vetor nas grandes cidades; vacina de vírus vivos atenuados.

Obs: qualquer pessoa com sintomas de doença febril depois de uma viajem tem malária, até que se prove o contrário; a malária deve ser excluída pela realização de distensão sanguínea seriada.

 



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