

No silêncio
da noite
Contemplo a imensidão do céu.
Sinto toda a sua magia,
o mistério envolvente da lua,
a beleza infinita das estrelas.
Em meu corpo reluz a luz prateada,
e meu rosto é acariciado pela brisa noturna.
Tão suave, refrescante, tão tropical
Uma doce brisa caliente...
Sinto-me transportar no nada
meu pensamento voa com a brisa.
Cada sopro, uma fase da vida,
Cada fase, um poema.
São tantas buscas e desencontros,
E uma estranha sensação contida...
Tanta beleza e magia
Perdida numa brisa noturna...
É quando o corpo estremece
E a mente padece nas lembranças quentes...
E então a ausência acontece
e a solidão nos entristece...
Quem será você?
Por onde andarás?
Por que em minha vida não acontece?...
Transporte minha voz, doce brisa caliente,
a todos cantos do continente.
Que a sensação que sinto em meus sonhos
Fique eternamente em minha mente
Assim como a suave brisa caliente...
ELZA
DURAN- Junho/99 – 02:35H