São muitas as
consultas e as constantes preocupações dos pais que, por
desconhecimento, estabeleceram as mais diversas programações
mentais negativas, pessimistas ou doentias em seus filhos,
inclusive já no útero. Não mais se questiona se o bebê
no útero recebe ou não estímulos cerebrais externos e,
com isso, refletem as emoções principalmente dos pais.
Esta é uma realidade bem evidenciada pelas modernas
pesquisas e de há muito tempo destacada e trabalhada pela
Parapsicologia.
Todos somos paranormais. A
paranormalidade é parte integrante do homem e a ela está
sujeito, apresentando sua exterirorização peculiar. Esses
estímulos cerebrais são os estímulos não-específicos
também perceptíveis pelo bebê no útero. São oriundos
dessa paranormalidade. São processados através daquele que
chamo de "6° Canal de Comunicação". O bebê, no
útero, apresenta e participa das emoções partidas de
origens externas. Sejam positivas ou negativas.
Tivemos muitas experiências trabalhando
pessoas com muitas marcas negativas programadas ainda no útero,
durante a gestação. Porém, tudo isso não é, em
absoluto, motivo de preocupação (não gosto dessa palavra,
pois ela indica que a pessoa se ocupa antecipadamente e se
cansa ou se estressa sem trabalho), como também de serem
essas marcas no mundo interior algo sem remédio. Situação
sem reverso. Claro que não é assim. O interessado deve,
isto sim, colocar os objetivos de uma boa reprogramação
mental como prioridade e trabalhar com muito interesse para
uma higienização mental, principalmente e por primeiro nos
pais.
Esse necessário reaprendizado emocional
irá reestruturar o mundo interior, na hipótese de você
ter cometido erros e incoveniências antes ou durante a
gestação do filho, com conhecimento ou sem conhecimento
das consequências. Por isso, você não deve se afligir e
entrar em desespero, mas sim procurar um bom esclarecimento
para ajudar na programação ou reprogramação mental,
tanto de você em primeiro, como do seu filho.
Sem a melhor programação ou reprogramação
mental como boa reeducação emocional dos pais, fica
praticamente quase impossível obter sucesso familiar. Nunca
devemos nos esquecer do peso do contágio psíquico (polipsiquismo)
e do campo energético, como ensina a Parapsicologia.
Essa mudança para melhor do mundo
interior para controlar as emoções, inserida nesse
contexto e controle, a ação e reflexos da paranormalidade
somente exigem empenho e persistência. Nada há de difícil
ou de impossível. Há, isto sim, a necessidade do
conhecimento das técnicas próprias e de dedicação nesse
aprendizado.
Como ensina John Gottman, Ph.D, no seu
livro "Inteligência Emocional e a Arte de Educar
Nossos Filhos" (Ed. Objetiva - 38ª Edição - Pág.
193), "pesquisas mostram que os pais mais sensíveis
aos estados de ânimo do bebê - aqueles, por exemplo, que
percebem quando ele precisa passar de uma atividade
altamente excitante a uma mais tranquila - estimulam mais
sua inteligência emocional.
Este estilo de preparação emocional dá
à criança mais oportunidade de experimentar passar de um
estado de grande excitação a um mais calmo". Os
resultados positivos quando as técnicas são bem aplicadas
apresentam resultados extraordinários. Por tudo, nada de
preocupação, mas sim de ação.