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| Atualização
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Publicado no Jornal
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Sorocaba,
29/09/99 | |
O trabalho mental ou um cheque

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Quantos entendem ser
bem melhor ter em mãos um cheque de valor razoável do que um
crescimento mental. É interessante observar a inversão de
valores. O desespero e a ganância materialista ofuscam o brilho
do bem-estar psíquico, físico e espiritual.
Esse equilíbrio integral, total, como é comum chamá-lo de holístico,
é básico para a vivência da felicidade. Sem ela, nada
subsiste. A felicidade só ocorre quando o mundo interior humano
está arejado, saudável, bem equilibrado em todos os aspectos.
Você que prefere um cheque de bom valor sabe perfeitamente que
ele jamais poderá comprar a felicidade. Muito menos sua paz
interior. Menos ainda a esperada e bela passagem para o eterno,
ao lado do Pai. Não adianta levar o seu cheque no caixão. Do
outro lado não existe banco para descontá-lo. Lá só têm
valor os bons atos praticados em vida. Eles sim são acolhidos
totalmente.
Essas conquistas fundamentais e que realmente valem ser
perseguidas somente ocorrem quando o homem viver em paz. Viver o
amor universal. Viver o amor cristão. Jamais alicerçadas no
materialismo. No valor de um cheque. No dinheiro acumulado sabe
lá como.
E isto é uma realidade facilmente constatada pela própria
vida. Quantos milionários, multimilionários e famosos se
suicidaram. Pouco valeu ou importou a fortuna possuída. A vida
mostra os fatos. Contra eles não existem argumentos.
Não resta a menor dúvida de que o bem-estar econômico, uma
boa conta bancária e dinheiro no bolso ajudam muito para alcançar
vários objetivos sociais e prazerosos. Claro que isto é uma
realidade. Porém, é lógico, tudo passa. A vida também mostra
este fato. Entretanto, só o amor permanece. A posse de bens é
boa, porém secundária.
Muito dinheiro, uma boa conta bancária, mas viver azarado,
acabrunhado, de mal humor, brigando com todos e com o mundo,
inclusive com o próprio, caracterizam posturas de uma pessoa
doente mentalmente. Tal uma doença física, limitativa das
atividades e da capacidade de usufruir da riqueza material, a
doença psíquica é mais dilacerante, pois aniquila a pessoa
emocional, psíquica e fisicamente. De pouco adianta toda a
riqueza, a cura integral ela não compra. Quando muito um bom
tratamento médico, talvez maior longevidade física, mas rápida
falência psíquica.
Parece lógico também que não há nenhum mal em possuir
riquezas materiais. Aliás, é um direito pelo bom uso e correto
direito de bem explorar os talentos que o Criador favoreceu
especificamente a cada um de nós. Ainda mais é uma obrigação
colocar esses talentos ao serviço próprio e ao dos outros, dos
irmãos. Do nosso próximo. Pena que na maioria das vezes esses
talentos são colocados somente a serviço próprio e, às
vezes, de forma indevida e injusta.
As riquezas materiais são bens secundárias. O primordial e básico
para a vivência da felicidade é estar em paz. Viver o amor
integralmente. Para isso, é necessário conhecer, compreender e
saber usar dos enormes talentos de cada um alicerçado na
capacidade mental que todos nós temos.
Por isso, é muito mais saudável, mais gratificante e bem mais
robusto trabalhar em primeiro lugar o poder mental, o
crescimento espiritual, para o equilíbrio do mundo interior.
Pelo trabalho e empenho, tudo o mais vem por acréscimo,
inclusive o cheque.
Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
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