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| Atualização
semanal |
Publicado no Jornal
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Sorocaba,
26/05/99 | |
A prepotência no relacionamento familiar

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Assim como você, eu
também observo inúmeras famílias vivendo as mais sérias
desavenças com os conseqüentes resultados desastrosos,
acarretando com isso consideráveis prejuízos físicos e psíquicos
aos participantes com posturas inconvenientes e até doentias.
Sabemos que o Q.I. - Quociente de Inteligência - sem controlar
as emoções fica seriamente prejudicado e desvalorizado.
Controlar as emoções sem conhecer a ação da paranormalidade
é quase uma utopia.
É básico o esforço para equilibrar o campo energético
familiar. Esse equilíbrio exige o ajustamento físico, psíquico
e espiritual. Aí, para muitos, as coisas complicam. Falam bem
mais alto a prepotência, a ciência do `achiologismo'. Eu acho
isso, acho aquilo, entendo assim ou assado, mas a vida familiar
continua verdadeira confusão. Uma grande e verdadeira droga.
O marido se julga perfeito e ajustado, a mulher é a culpada de
tudo. A mulher, ao contrário, entende ser o marido o verdadeiro
culpado. Os filhos acham os pais serem os causadores da confusão
e das brigas. Por outro lado, os pais acham os filhos criadores
das maiores confusões, agressividade pelas posturas arrogantes,
doentias e desrespeitosas. Por tudo a desarmonia, encrencas e
brigas aumentam cada vez mais e, lógico, a solução correta e
adequada ficam bem mais difícil.
É preciso humildade para importante introspecção e, assim,
constatar onde as coisas não estão bem. Como está sendo e que
estou fazendo quanto ao investimento no melhor controle do poder
mental para saudável reflexo fisiológico. Também como está o
relacionamento com Deus.
Será que efetivamente há conhecimento suficiente nessa área?
Por acaso já houve interesse de como a paranormalidade atua e
interfere na vida das pessoas? Como compreender e assim poder
melhor trabalhar a ação paranormal? Afinal, ao menos acredito
nela?
É lógico, enquanto o homem ficar procurando as falhas nos
outros, ele se afasta e se esquiva das suas e não cresce mental
e espiritualmente. Nesta situação, ele somente complica e nada
resolve. Nada há de sabedoria.
Como diz Caio Miranda, "o verdadeiro sábio avalia
claramente o quanto ainda ignora e se torna desde logo humilde e
simples, condescendente e solidário, fraternal e honesto".
Por que não ser honesto consigo mesmo e, com isso, procurar
ajudar no melhor equilíbrio do ambiente familiar?
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Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
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