Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 09/09/98
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Os filhos e o ambiente familiar


Vem ganhando enorme espaço na mídia recente livro que defende a não influência dos pais na formação e no equilíbrio psíquico dos filhos. A Psicologia e a Psiquiatria sempre ensinaram e ensinam exatamente o contrário. A Parapsicologia mais ainda.

Os conceitos característicos da paranormalidade evidenciaram com nítida clareza a importante e bem marcante presença e influência dos pais no equilíbrio psíquico dos filhos. Essa participação está presente em todos os sentidos.

Os inúmeros conflitos observados na grande maioria dos casos deixam patente como são indispensáveis os estímulos dos pais na formação integral dos filhos. Ninguém os substitui. Nem os colegas.

Sem dúvida, é de difícil aceitação e mais difícil ainda acolher esses conceitos tornados públicos e que são divergentes da realidade dos fatos. Em termos parapsicológicos, são inegáveis a ação mental e a vibração energética do ambiente nas pessoas, principalmente as mais próximas. Quanto maiores os laços de relacionamento afetivo, maiores são os estímulos cerebrais sobre as pessoas.

Esta afirmação está perfeitamente de acordo com a realidade. Mais perfeita ainda quanto à ação da paranormalidade. Os estímulos cerebrais não-específicos, conhecidos como fenômenos PSI, não necessitam de palavras. Não necessitam de verbalização. Bastam os pensamentos ou a vibração do campo energético para influírem na ação e reação das pessoas. Mais fortes ainda são anotados na presença de sensitivos ou metagnomos.

Quanto mais ligados afetivamente, maior será a influência. E, é claro, é básico que esta influência seja sadia, positiva e otimista. Para tanto, os pais assim precisam viver, pois ninguém dá o que não tem. Apesar de todas as dificuldades, encarar a realidade da vida com muita esperança e decisão não é viver um mundo de ilusão. É saber transformar em efetiva realidade aquilo que se julgava ilusão. Ocorrendo o contrário, os resultados poderão ser desastrosos.

É preciso, pois, os pais entenderem a enorme responsabilidade que lhes cabe na educação e na harmonia psíquica dos filhos. Em termos psíquicos e paranormais, os pais são, sem dúvida, o apoio e o indispensável farol que vem iluminar os caminhos dos filhos.

Não devem negligenciar na obtenção de informações, cultura e melhor compreensão para exercerem sua necessária e insubstituível missão. É evidente que não se deve e nem é possível desconsiderar a influência dos amigos, dos colegas e da sociedade na estrutura da personalidade dos jovens. Por isso, é importante conhecer bem essas companhias. Porém, afastar os pais da influência psíquica e paranormal sobre os filhos é um passo estravagante e de enorme irresponsabilidade.

Talvez seria até possível para muitos pais acolherem os recentes conceitos da sua não-participação na vida dos filhos. Tal disposição estaria muito mais para acomodação e nítida fuga das responsabilidades paternas. Em hipótese alguma, acolhemos no universo parapsicológico e na conseqüente atividade da paranormalidade a não-participação efetiva dos pais na vida familiar e fundamentalmente na dos filhos.

Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

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