Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 23/06/98
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Reprogramando o medo irracional



Por onde apresentamos o nosso trabalho, o tema mais solicitado e mais sofrido é a emoção, sem lógica aparente, provocada pelo medo. Mais sofrido ainda é que a pessoa tem plena consciência do absurdo, mas mesmo assim ela não consegue vencer essas dificuldades.

Quantos casos trabalhamos, até em palco e frente às mais diversas platéias, reprogramando os mais variados medos, tais como chuva, tempestades, escuro, vento, dirigir, cobra, cachorro, gato, barata, tartaruga, ratos, ladeiras, falar em público, injeções, sexo e tantos outros. Facilmente encontramos pessoas que querem ajudar, afirmando "são bobagens, não fazem mal, são medos sem sentido, etc". As pessoas sabem bem disso e essas colocações irritam e aborrecem.

Observa-se atualmente um conceito muito arraigado de que tudo é síndrome do pânico. Sem dúvida, esse distúrbio existe, mas há muito de efeito psíquico e de péssima programação mental com alterações na ação da paranormalidade. Há necessidade de reprogramação e de programação correta do mundo interior. Trabalhar a pantomnésia (mundo interior) e corrigir ou substituir os maus programas mentais.

Elaboramos técnicas às quais as próprias pessoas aplicam para desvalorizar conceitos prejudiciais arraigados no mundo interior, às vezes desde o útero. A medicina projetada para o ano 2000 já vem utilizando a reprogramação mental virtual, mediante a vivência das situações desconfortáveis desencadeadas via computador, com programas especiais.

Sabemos que nada acontece no exterior sem antes acontecer no mundo interior humano. Essas técnicas aplicadas apresentam resultados extraordinários. Geralmente o tempo de sua aplicação varia de 15 a 30 minutos. Os resultados são imediatos e melhoram com a continuidade do treinamento. Não se trata de uma panacéia. É preciso perseverança na reprogramação mental.

Entretanto, é fundamental conhecer e trabalhar a paranormalidade do interessado. Aliás, sem entender corretamente de como age e as conseqüências da ação paranormal na vida, o caminho fica difícil, a jornada muito longa e os resultados insatisfatórios. Regra geral é o que se observa.

A reprogramação mental é básica para direcionar a ação cerebral e, em conseqüência, o mais equilibrado funcionamento do corpo humano. Sabemos que a 3ª Lei Básica do Poder Mental que estabelecemos esclarece: “O seu corpo reage de acordo como age a sua mente”. Acreditando numa mentira, acreditando em conceitos falsos e pseudo-perigosos, a pessoa passa a vivê-los com todos os reflexos correspondentes.

Sue Breton, psicólogo clínica, no seu livro "Gente Que se Preocupa Demais" (Ed. Angra - 1996) esclarece: "O medo, então, é a emoção provocada pelo cérebro diante de uma ameaça imediata e à qual o corpo responde preparando-se para fugir ou lutar. Quando o cérebro sinaliza que o perigo passou, o corpo reassume o seu funcionamento normal". Na hipótese de você aceitar um falso perigo, ficar abraçado a um fantasma que existe somente no seu mundo interior, o seu corpo não vai reassumir o funcionamento normal e fica constantemente preparado para o nada. Assim, o desgaste e o stress são permanentes.

Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

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