|
| Atualização
semanal |
Publicado no Jornal
|
Sorocaba,
21 a 28/10/ 97 | |
Objetos voadores e aportes
- Observar e participar dos fenômenos
com objetos voadores ou quando aparecem misteriosamente, sem dúvida,
é uma emoção interessante e esclarecedora. Estudar teorias,
narrações de livros e pesquisas nas mais diversas fontes literárias
é uma sensação bem diferente da participação nos fenômenos
do grupo poltergeist.
Quase sempre, quando pesquisamos esses fenômenos, eles já
aconteceram e não é muito fácil estar presente por ocasião
dos fatos. A nossa equipe de pesquisas de Campinas teve a
felicidade de participar e interagir com o fenômeno. Isso é ótimo
e muito motivador. Na residência de uma dentista em Campinas,
vasos, copos e demais utensílios voavam para todo lado. O
interessante é que eles batiam nas pessoas. Isso foge a regra
do convencional em Parapsicologia visto que, em princípio, tal
procedimento não deveria acontecer. Nós já estávamos
observando essas afirmações de paranormais ativos
descontrolados. Por estarem nessas condições, suas afirmações
eram acolhidas com reservas e até com desconfiança. Favorecia
a idéia de que eram fantasias desses paranormais descontrolados
o fato dos objetos baterem neles.
Afinal, o que vem a ser esse fenômeno paranormal da
psicocinesia? O reconhecido cientista e pesquisador René Sudre,
em seu livro "Tratado de Parapsicologia" nomeou esses
fenômenos de Hiloclastia ou Transportes. "Mas existem
outros fenômenos que implicam uma ação sobre a matéria numa
escala infinitamente menor e que, sendo normalmente impossíveis
à indústria do homem, aparecem muito mais como infrações às
leis da natureza. Nós denominamos estes fenômenos de
hiloclastia (de hyle, matéria, clao, romper, subjulgar). O tipo
desses fenômenos é o transporte, isto é, a penetração de um
objeto num recinto fechado".
O caso pesquisado em Campinas por Hélio Nery e dra. Márcia,
onde vasos e demais utensílios voavam de armários e
cristaleiras fechadas e sem qualquer danos aos móveis, é
significante e muito interessante porque os objetos bateram no Hélio
e, assim, podemos concluir que o pesquisador estava em sintonia
energética com o epicentro. Ele concordou com essa posição.
Aplicou-se pois a segunda lei do poder mental.
O Epicentro era uma jovem adolescente psiquicamente em
dificuldades. Ela estava provocando o fenômeno e a sintonia
energética atraiu os semelhantes. É a segunda lei; o
semelhante atrai o semelhante ou o igual atrai o igual. Para o
fenômeno cessar basta curar o epicentro, física e
psiquicamente. Basta equilibrar o seu campo energético. Tudo
volta ao normal, inclusive a paz transtornada no ambiente pela
superstição e o medo do sobrenatural. Na verdade nada há de
sobrenatural, mas sim o desconhecimento de paranormalidade
descontrolada.
Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
|
|