|
A família não acabou e nem
acabará
As
informações e os exemplos oferecidos pelos mais diversos meios de
comunicação parecem indicar uma verdadeira desagregação da
estrutura familiar, dando a entender como uma constituição falida,
uma constituição que já era. Puro e grande engano. As pesquisas
mostram exatamente o contrário. Mostram o interesse dos nossos
jovens em constituir e estabelecer a sua família dentro de
determinados parâmetros atuais.
Claro, existem pessoas e situações que não aceitam e nem
compactuam com essa tendência, embora em número bem menor, mas a
realidade está na necessidade demonstrada pelo ambiente
familiar. É nele onde, quer queira, quer não queira, a
pessoa sempre vai encontrar apoio,
colaboração e orientação pelos mais experientes. Uns recebem
esse apoio e colaboração mais intensamente. Outros não.
O relacionamento familiar sempre encontra maiores dificuldades
quando os filhos ou as filhas se casam vistos os diversos
enfoques da atualidade. Ou então, como está se tornando moda e ou
costume pouco sadio, quando eles vão "morar juntos". Não
é sadio, pois afastam, de início, um comprometimento maior e
solidez no relacionamento iniciado. Nada em assumir um compromisso.
Não deu certo, "tchau e benção" sem o menor respeito
com os próprios e os sentimentos do outro.
É bem verdade que os relacionamentos familiares sofreram grandes
transformações nos dias atuais. Aquele apego exagerado, aquele domínio
doentio, aquela necessidade de tentar dominar tudo, já não mais
prevalecem, como nunca deveriam prevalecer. E, se prevalecer
somente acarretam enormes desconfortos físicos e mentais podendo,
muitas vezes, desencadearem sérias doenças, físicas ou psíquicas.
Também, nos ambientes familiares, imperam em muitos deles, total
falta de caridade, compreensão, humildade e acima de tudo o
verdadeiro amor. Somente críticas, ciúmes, invejas e outras
infantilidades próprias de pessoas com dificuldades psíquicas ou
emocionais.
Um grande egocentrismo. O pior ainda ocorre, quando profissionais da
área, tidos como conselheiros e orientadores, apóiam toda
essa distorção. "Você precisa viver essas experiências"
afirmam alguns, esquecendo-se que, em termos
paranormais, estão simplesmente provocando e determinando uma
programação doentia e desaconselhável.
Existem várias maneiras menos traumáticas de desprogramação
mental sem certas agressividades que só destroem e em nada
constroem. É bastante lamentável e seriamente prejudicial esse
caminho do desamor.
O interessante é que, como você e eu observamos, tais
procedimentos ocorrem em quase todos os ambientes familiares. Com
maior ou menor intensidade, eles ocorrem. Até naqueles onde os
participantes não se afastam da igreja, estão sempre presentes nos
cultos e em outros eventos religiosos. Cumprem até difíceis
promessas mas, tristemente, não mudam o mundo interior. A
dicotomia e o péssimo relacionamento familiar exigem que essas
pessoas façam séria reavaliação de vida e dos seus conceitos
religiosos. Como dizia um grande amigo meu :- "Ou você muda de
vida e de ação, ou muda o seu nome de cristão."
Nem é preciso alertar que em termos da ação paranormal,
todo esse procedimento é catastrófico e pode ocasionar enormes
confusões, grande mal estar e inúmeras separações como todos nós
infelizmente temos visto. A paranormalidade, no caso, fica também
totalmente desestruturada.
Notamos nessa época natalina o imenso corre-corre das pessoas em
busca de presentes, baratos ou caros, para o "amigo
secreto", para os amigos e para os familiares, mesmo nas situações
desagradáveis já mencionadas. É um procedimento falso e incompatível
com os péssimos relacionamentos intrapessoais e interpessoais, pior
ainda, nos familiares.
Ora, o maior presente nas festas natalinas é exatamente oferecer o
Menino Deus de presente às pessoas. E essa oferta é feita
com gestos, atitudes, posturas e demais ações com forte dose
amorosa. Estamos no período do advento, a espera das
festividades que comemoram e relembram o nascimento do Menino
Deus, que se fez homem para salvar os homens.
Sem dúvida, isso só ocorre com muito amor, tendo como base
estrutural e fundamental Aquele que nos amou primeiro que nos deu
através do seu amor, o amor infinito de Cristo. Dê
esse presente aos seus, pois ele sempre será perene. Para
melhorar todo o nosso relacionamento humano, principalmente
familiar, é fundamental ter como farol e luz a Sagrada Família
e, assim, dê o presente do Amor.
Outras informações dos nossos trabalhos você poderá
obtê-las
através do e-mail- [email protected]
e nos sites www.geocities.com/cipaso
e www.sorocaba.com.br
-
Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa
Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
|