Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 11/12/2002
felipe\ - 0,0 K

A família não acabou e nem acabará


Prof. Valter Franceschini - 7631,0 KAs informações e os exemplos oferecidos pelos mais diversos meios de comunicação parecem indicar uma verdadeira desagregação da estrutura familiar, dando a entender como uma constituição falida, uma constituição que já era. Puro e grande engano. As pesquisas mostram exatamente o contrário. Mostram o interesse dos nossos jovens em constituir e estabelecer a sua família dentro de determinados parâmetros atuais.

                          Claro, existem pessoas e situações que não aceitam e nem compactuam com essa tendência, embora em número bem menor, mas a realidade está na necessidade demonstrada  pelo ambiente familiar. É nele onde, quer queira, quer não queira,  a pessoa sempre vai encontrar apoio,
colaboração e orientação pelos mais experientes. Uns recebem esse apoio e colaboração mais intensamente. Outros não.

                           O relacionamento familiar sempre encontra maiores dificuldades quando os filhos ou  as filhas se casam vistos os diversos enfoques da atualidade. Ou então, como está se tornando moda e ou costume pouco sadio, quando eles vão "morar juntos". Não é sadio, pois afastam, de início, um comprometimento maior e solidez no relacionamento iniciado. Nada em assumir um compromisso. Não deu certo, "tchau e benção" sem o menor respeito com os próprios e os sentimentos do outro.

                            É bem verdade que os relacionamentos familiares sofreram grandes transformações nos dias atuais. Aquele apego exagerado, aquele domínio doentio, aquela necessidade de tentar dominar tudo, já não mais prevalecem, como nunca deveriam prevalecer.  E, se prevalecer somente acarretam enormes desconfortos físicos e mentais podendo, muitas vezes, desencadearem sérias doenças, físicas ou psíquicas.

                              Também, nos ambientes familiares, imperam em muitos deles, total falta de caridade, compreensão, humildade e acima de  tudo o verdadeiro amor. Somente críticas, ciúmes, invejas e outras infantilidades próprias de pessoas com dificuldades psíquicas ou emocionais.

                     Um grande egocentrismo. O pior ainda ocorre, quando profissionais da área, tidos como  conselheiros e orientadores, apóiam toda essa distorção. "Você precisa viver essas experiências" afirmam  alguns, esquecendo-se que, em  termos paranormais, estão simplesmente provocando e determinando uma programação doentia e desaconselhável.

                     Existem várias maneiras menos traumáticas de desprogramação mental sem certas agressividades que só destroem e em nada constroem. É bastante lamentável e seriamente prejudicial esse caminho do desamor.

                     O interessante é que, como você e eu observamos, tais procedimentos ocorrem em quase todos os ambientes familiares. Com maior ou menor intensidade, eles ocorrem. Até naqueles onde os participantes não se afastam da igreja, estão sempre presentes nos cultos e em outros eventos religiosos.  Cumprem até difíceis promessas mas, tristemente,  não mudam o mundo interior. A dicotomia e o péssimo relacionamento familiar exigem que essas pessoas façam séria reavaliação de vida e dos seus conceitos
religiosos. Como dizia um grande amigo meu :- "Ou você muda de vida e de ação, ou muda o seu nome de cristão."

                      Nem é preciso alertar que em termos  da ação paranormal, todo esse procedimento é catastrófico e pode ocasionar enormes confusões, grande mal estar e inúmeras separações como todos nós infelizmente temos visto. A paranormalidade, no caso, fica também totalmente desestruturada.

                       Notamos nessa época natalina o imenso corre-corre das pessoas em busca de presentes, baratos ou caros, para o "amigo secreto", para os amigos e para os familiares, mesmo nas situações  desagradáveis já mencionadas. É um procedimento falso e incompatível com os péssimos relacionamentos intrapessoais e interpessoais, pior ainda, nos familiares.              

                        Ora, o maior presente nas festas natalinas é exatamente oferecer o Menino Deus de presente às pessoas.  E essa oferta é feita com gestos, atitudes, posturas e demais ações com forte dose amorosa. Estamos no período do  advento, a espera das festividades que comemoram e relembram o nascimento do  Menino Deus, que se fez homem para salvar os  homens.

                        Sem dúvida, isso só  ocorre com muito amor, tendo como base estrutural e fundamental Aquele que nos amou primeiro que nos deu através do seu amor, o   amor infinito de Cristo. Dê esse presente aos seus, pois ele sempre será perene.  Para melhorar todo o nosso relacionamento humano, principalmente familiar, é fundamental ter como farol e luz a Sagrada  Família e, assim, dê o presente do Amor.


Outras informações dos nossos trabalhos você poderá obtê-las através do e-mail- [email protected] e nos sites www.geocities.com/cipaso e www.sorocaba.com.br 


Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

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