|
A novela "O clone", a
droga e a realidade
É
bastante comum ouvir de pessoas afirmações sobre alguém :-
"aquele lá vive viajando na maionese".
Causa enorme tristeza e, em alguns casos, relevante
desconforto mental, principalmente para os familiares, quando chega
ao conhecimento de que filhos, pais, mães ou parentes próximos, de
que algum deles está usando drogas. Lícitas e, pior ainda, ilícitas.
Mesmo em famílias bem estruturadas e de elevada cultura. O problema
está generalizado. É o modismo do desespero e dos inconformados.
Somente o drogado não se apercebe que o uso de drogas é um atalho
psíquico na falsa esperança de encontrar um pouco de conforto, de
estar "numa boa", de dar asas à imaginação, de
desenvolver a criatividade de ser "mais eu". Um
mundo ilusório. Uma falsa idéia de esperança e de segurança para
a libertação de vida. Vida independente de
todos e de tudo mas, desgraçadamente dependente das drogas. Triste
opção.
Na verdade, quem assim pensa, está "viajando na
maionese"percorrendo um caminho desastrado e, quase sempre, sem
volta.
Argumentam, com ares de doutorado, na ânsia incontida de procurar
qualquer desculpa para alicerçar seu terrível vício, como se tudo
fosse uma coisa boa, maravilhosa. Fazem apologia das drogas. Alegam,
como senhores da verdade e da sabedoria que, quem não aprova
"está por fora", "é quadrado e
antiquado". "Deveria experimentar para então analisar. A
maconha, por exemplo, não prejudica nada. É até remédio e está
sendo liberada."
Como gostam de ser enganados! Existem várias drogas ilícitas.
Todas, lógico, prejudiciais. Assim, a cannabis sativa, popularmente
maconha, acarreta entre outras reações doentias e inconvenientes ,
intoxicações, violências e graves transtornos mentais.
Sem dúvida que o efeito psico-ativo com provocação de alteração
mental do princípio ativo tetra-hidro-canabinol (THC)
poderá ser usado como medicamento. Aliás, pesquisas modernas e
avançadas têm reconhecido e indicado esse caminho já conhecido há
mais de 5.000 anos.
Entretanto, concluir que o uso indiscriminado da maconha vai ser
liberado como remédio é um tanto ingênuo mas, infelizmente, muito
eficaz para aqueles que lucram valores exorbitantes com
o consumo e venda da erva.
Somente procede assim e defende essa idéia quem quer arrumar algum
argumento para aquilo sem argumento. É um caminho para dar
cobertura a fraqueza de não sair desse mundo, quase sempre sem
volta. É aquela grande vontade de "viajar para o espaço
infinito"da plena alienação humana.
Para ser medicamento, cientificamente reconhecido, há todo um
processo científico de manipulação e industrialização,
rigorosamente controlado. Ora, o veneno da cobra também é
usado como medicamento. Quantas vidas o soro antiofídico salvou.
Agora, oferecer sua perna, seu braço, seu corpo enfim, para ser
picado por uma cobra venenosa é
extremamente perigoso e pode causar a morte. Basta não tomar as
urgentes providências e você morre. A droga é a mesma coisa. Ela
mata ou o inutiliza para a vida se você não a deixar.
Por tudo, só devemos elogiar e parabenizar a autora da novela
"O Clone" a qual, no horário nobre e com uma das maiores
audiências na TV, tem demonstrado com incrível nitidez e
devidamente enquadrada, mostrando e alertando dos enormes
prejuízos causados pelo uso de drogas. É uma admirável campanha
antidrogas que merece todo o nosso respeito e aplausos.
Os atores estão dando um banho de interpretação. Se você que usa
drogas, quaisquer delas, mas não sabe ou ainda não
compreendeu e não analisou o seu comportamento sob os efeitos das
drogas, pare, assista e reflita bem.
A personagem "Mel" bem como o personagem
"Lobato" são espelhos da sua vida. É uma verdadeira
desgraça, mas é assim mesmo.
Depois, as excelentes cenas vividas pelo ator no papel
de "Lobato" narrando e analisando as besteiras feitas pela
alienação por força dos efeitos destrutivos
provocados pelas drogas e a comparação concomitante das cenas
vividas pela também excelente "Mel" , oferecem uma visão
bem clara e dura do caminho sem volta do drogado.
Como aquela fala no drama de ficção mas de realidade atual e
presente em muitos lares esclarecendo que a família cansa, os
amigos cansam e se afastam, a profissão fica prejudicada e
aniquilada, a vida desaba, o amor se cansa e acaba...........e você
também.
VENÇA A DEPRESSÃO E VIVA A VIDA
Com uma visão totalmente diferente da tradicional e da
convencional com
base na correta aplicação das potencialidades humanas, você terá
subsídios
interessantes e bem práticos para entender melhor a razão do
grande mal do
século que é a depressão. Estes são os objetivos desse inovador
trabalho a
ser apresentado no próximo sábado, dia 20, das 14h30 às 19h30.
Durante o curso serão feitas demonstrações paranormais
aplicáveis à
metodologia para ajudar na recuperação física e psíquica.
O evento será no Auditório Parâmetros, à rua Oswaldo Segamarchi,15,Santa
Rosália. Maiores informações pelos fones 231.0958 ou
231.7750. Vagas
limitadas
Outras informações dos nossos trabalhos você poderá
obtê-las
através do e-mail- [email protected]
e nos sites www.geocities.com/cipaso
e www.sorocaba.com.br
-
Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa
Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
|