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FUGINDO
DA ESCRAVIDÃO DO MUNDO INTERIOR
Prof.Válter
Franceschini
Todos
nós ficamos aborrecidos e mesmo
chocados com notícias sobre os mais diversos trabalhos
escravos. São empresários e proprietários de imóveis
rurais que dominam, mandam e escravizam trabalhadores,
impondo-lhes obrigações quase impossíveis de serem cumpridas e,
assim, impedem o livre direito de ir e vir do cidadão. Grande
exploração humana.
Também a ninguém é desconhecido o
tráfico escandaloso de mulheres brasileiras e de outros paises
emergentes em dificuldades de empregos, exploradas em diversos
paises, forçadas a viverem da prostituição, visto que foram
enganadas com promessas incentivadoras de bons empregos, ótimos
salários e aquela vida nababesca. Terrível escravidão
que leva ao desespero, às doenças e até ao suicídio.
Toda essa imagem de escravidão choca
e pode até gerar grave revolta contra tão lastimável situação.
Entretanto, creio que situação semelhante de escravidão
ocorre com muitas pessoas. E isto é pior ainda. Refiro-me àquela
escravidão com fundamento nas inúmeras
influências devastadoras e tremendamente doentias e negativas
oriundas das marcas arquivadas no mundo interior humano,
durante toda a vida, desde o útero.
Marcas profundamente doentias, negativas e
pessimistas que lá estão arquivadas acarretando os mais
desastrosos e aniquilantes comportamentos humanos. O que dizer
então da terrível escravidão dos vícios, das drogas lícitas ou
ilícitas, da prostituição?
O interessante é que elas, para a grande
maioria das pessoas, não causam a mesma repugnância e condenação
da escravidão exposta nua e cruamente através das camadas
sociais.
Quantas vezes, você e eu, ouvimos comentários:-"Você é um
escravo, bobo do seu chefe, da sua mulher"; "Você é uma
escrava do seu marido e da sua família"; "O Brasil
ainda é um país escravo". Porém, seria normal perguntar :- E
você não seria um escravo do seu mundo interior desestruturado,
negativo, doentio e pessimista? Qual seria a sua resposta depois de
uma séria e humilde análise introspectiva?
Triste e infelizmente quase sempre deparamos com muitas
respostas positivas referentes a esse questionamento.
Tristemente ainda verificamos que para essa escravidão
há um conformismo, uma aceitação e uma grande acomodação de
postura. Não ocorre o mesmo protesto veemente como o da
escravidão social.
Não resta a menor dúvida que tal postura humana denigre e solapa a
imagem da pessoa. Claro que também leva a amplitude da
escravidão interior nas várias atitudes nos relacionamentos
nos mais diversos segmentos.
Realmente é muito triste ser escravo daqueles pensamentos
mórbidos, pensamentos derrotistas, pensamentos doentios,
pessimistas. Ser escravo dos vícios, das dependências químicas
que destroem e impedem a realização de qualquer
projeto de vida. Enfim, ser escravo de um mundo interior,
desencontrado, desequilibrado e destrutivo, programado e criado pela
própria pessoa é carregar um fardo pesado demais.
Espero também, que estas minhas observações não devam ser
confundidas como simples propostas e normas de auto-ajuda. Estas,
quase sempre correspondem a uma pequena camada de verniz a qual se
solta no primeiro e simples impacto das dificuldades da vida.
Proponho, isto sim, a uma análise mais profunda bem mais
robusta com o objetivo de programar e reprogramar o mundo interior
(Pantomnésia) e, assim, fugir da triste escravidão estruturada e
alimentada pela própria pessoa sofredora.
Como alerta o poeta :- "Se há sol
dentro de você, seu mundo será colorido. Se o seu mundo é
cinzento, você pode pintar de azul. Se a sala está escura, abra a
janela, acenda a luz. Abrir as janelas e deixar a luz entrar."
Não há motivo para mais sofrimento.
Basta abrir a janela e deixar a luz entrar. Melhor ainda, a luz de
Deus a qual possibilita a sua fuga da escravidão do mundo interior.
O professor Válter Franceschini é escritor,
Conferencista parapsicólogo, professor dos Fenômenos paranormais
(PSI), contador economista e
administrador de empresas. Fones (15) 3231.0958 e 3231.7750
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e também no site www.sorocaba.com.br
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Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa
Rosália,
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