Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 01/07/2005
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REALMENTE OS PAIS SÃO "QUADRADOS"E ANTIQUADOS?

Prof. Valter Franceschini - 7631,0 KProf.Válter Franceschini

 

 

Nesses longos anos da trajetória neste nosso trabalho de divulgação da ciência parapsicológica com ênfase da influência da paranormalidade na vida humana, temos  deparado constantemente com os mais sérios, graves e até destruidores conflitos nos relacionamentos familiares, com grande destaque nos relacionamentos entre pais e filhos.

                            Evidentemente, ninguém gosta ou aceita  facilmente certas admoestações, determinação de limites comportamentais ou outras regras restritivas de convivência familiar. Estas limitações e regras encontram, principalmente nos jovens, fortes, desrespeitosas e bem mal-educadas reações. 

                            Sem dúvida que os tempos modernos trouxeram novas orientações e diferentes normas educacionais. Porém, os valores humanos, o respeito ao próximo, principalmente aos pais, o sentido de cidadania, são naturalmente imutáveis. Infelizmente, porém, observamos nos dias atuais comportamentos dos filhos com os pais profundamente insustentáveis. Verdadeiras agressões, verbais ou físicas, impossíveis de serem aceitáveis há algum tempo. E olha, não tão distante assim.

                             É verdade que encontramos pais que não dão a mínima atenção aos filhos. Muitos não os vêem há um bom tempo. Outros, talvez, nunca amaram como os filhos queriam. Outros, ofereceram muito mais para os outros filhos e pouco para você. É possível que os pais não tenham boa conduta, bebem muito, são por demais mulherengos ou então aquelas mães ausentes com encontros nada recomendáveis. Eles estão sempre nervosos e são constantemente infelizes, reclamões, estressados, críticos. Enfim, não são bons exemplos.

                             Em tudo isso vale um pergunta. Será que os filhos analisaram a razão de toda essa conduta destemperada? Alguma vez procuraram oferecer ajuda? Alguma vez teve um diálogo aberto com os pais, sem julgamentos, críticas ou cobranças? Quase sempre nada disso aconteceu.

                             Basta os pais fazerem uma colocação que não agrada, logo vêm as respostas dos filhos com ares de imensa sabedoria da qual , regra geral,  passa ao longe, de pais "quadrados" do primeiro ao décimo grau ou então, totalmente antiquados. Imagine que o "quadradão" não aprova  o uso de drogas ilícitas e condena o fumo e álcool exagerados? Não tem cabimento essas desaprovações, pensam eles.

                             Esquecem, porém, de que  a experiência da vida dos pais é uma faculdade que só a própria vida oferece e somente ela outorga o diploma da experiência da vida por quem viveu e por ela passou. Mesmo para aqueles de pouca cultura acadêmica. A história mostra isso com muita freqüência.

                              Por outro lado deparamos com pais totalmente fora da realidade. Não podemos nos esquecer que as inúmeras e profundas mudanças apresentadas no mundo moderno estão confundindo e desestruturando os jovens, inclusive os adultos. Daí a necessidade de buscar informações, conhecimentos e orientações para estar no consciente das novas exigências comportamentais.

                               Qualquer extremo é muito prejudicial e pode carregar consigo total desequilíbrio do psiquismo, agravado pela paranormalidade desajustada que ele acarreta.

                               Há sempre um momento certo e uma hora certa para a devida orientação e determinação de normas limitativas as quais devem e precisam ser bem evidenciadas. Jamais tais atitudes poderiam ser interpretadas como quadradas e antiquadas. Sempre há um momento oportuno.

                                Não é possível desejar  que uma criança no pré-escolar resolva um complicado problema algébrico. Assim, não tem cabimento desejar que uma criança seja um juiz das desavenças e dos problemas da vida conjugal.

                                 Os limites e orientações são importantes mas sempre no momento indicado e na hora certa. Como ensina a educadora e assistente social Cynthia Whitham, MSW  no seu livro "A resposta é Não" (Ed.M. Books-1ª.ed.pag.87)-"Todos na família têm importância.Todo mundo tem seu devido valor. A parte mais difícil dessa igualdade de valores é que, freqüentemente, alguém da família não consegue o que quer quando quer. Uma  dura lição para um garotinho, mas, com certeza, alguém precisa ensiná-lo antes que se torne um adolescente."

O   professor Válter Franceschini é escritor, Conferencista parapsicólogo,  professor dos Fenômenos paranormais   (PSI),    contador economista e
administrador de empresas. Fones (15) 3231.0958 e 3231.7750


Outras informações dos nossos trabalhos você poderá obtê-las através do e-mail- [email protected] e também no site www.sorocaba.com.br 


Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

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