Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 14/01/2005
felipe\ - 0,0 K

Você desculpa os erros alheios?

Prof. Valter Franceschini - 7631,0 K

 

 

É muito comum as pessoas ficarem desconcertadas, algumas
até revoltadas e agressivas quando deparam com erros e atitudes
inconvenientes dos outros, ainda mais quando essas pessoas são amigas e até bem próximas. As vezes ainda professam a mesma fé. Praticam os mesmos rituais religiosos mas, infelizmente,  na prática, estão distantes dos ensinamentos que dizem seguir.

                  Chega a escandalizar pois os seus atos e julgamentos em nada se identificam com as diretrizes e orientações  da crença abraçada.

                   Vale perguntar se realmente somos ou não a luz do mundo como muitas vezes nos julgamos ser?  Será que somos realmente a luz que ajuda  a iluminar e resolver os problemas ocasionados pela escuridão envolvendo as pessoas,  frente  aos mais diversos obstáculos do peregrinar humano?  Será que essa luz permanece obscurecida ou apagada nada iluminando e, com isso,  permite a continuidade  das trevas  que infernizam e dilaceram
a vida de muitas pessoas? Inclusive das próximas mais próximas?

                   Não resta dúvida que todos os problemas e obstáculos  não solucionados ou não transpostos  são como trevas atrapalhando o bem estar e a felicidade. Sem a luz brilhante que precisamos  ajudar a fortalecer não há como enfrentar destemidamente a escuridão que envolve muitas pessoas, as vezes a nós mesmos. Nenhuma treva subsiste diante de uma luz mesmo quando ainda não é tão ofuscante.

                    Basta observar a importância de um simples fósforo aceso quando numa noite escura ocorre  a falta de energia e a  escuridão envolve todo o ambiente. Como, após encontrado o fósforo,  aquela pequena chama é útil e ganha um grande  valor. Também constatamos a sua importância para acender a chama do fogão com o objetivo da utilização do fogo para preparar uma pequena ceia que seja. Por isso é que na falta é que se dá o devido valor a tudo.

                     Determina o preceito evangélico - "somos  o sal da terra e a  luz do mundo"-  Essa luz facilita muito a desculpar e compreender os erros alheios quase sempre provocados durante a escuridão do mundo interior humano.  Fica muito difícil essa compreensão quando damos as costas à luz.  Como ensina Zálkind Piatigórsky :- "Se deres as costas à luz nada
mais verás senão a tua própria sombra."

                    Para que a nossa luz possa brilhar cada vez mais intensamente e, desta forma, nos ajudar  a iluminar o próprio caminho e o dos outros é fundamental usar os nossos talentos, a nossa capacidade. Daí a importância do correto processo de equilíbrio do mundo interior através da boa programação  e da reprogramação mental. É uma técnica orientada nos nossos trabalhos a qual tem sua base na ciência parapsicológica.

                    Muitos cantam, louvam, pregam e professam exteriormente inúmeros rituais para apresentarem uma imagem supostamente religiosa e caridosa mas que na verdade prejudicam a própria pessoa e impedem o outro de seguir a luz da felicidade, da compreensão, do verdadeiro amor fraterno.

                      Lógico que compreender e desculpar os erros alheios não quer dizer aprová-los. Não quer   e nem pode caracterizar uma omissão vergonhosa e até covarde só e unicamente para manter aquela imagem de bonzinho, caridoso, compreensivo, exemplo de religiosidade  bem aplicada e bem vivida. Sabemos que o pecado de omissão é  tão ou mais prejudicial daquele de ação. Este fica evidente. Aquele encoberto.

                       Não há pessoas más. Há sim pessoas necessitando de amparo, de apoio, de cura física, psíquica e espiritual. Precisam de uma palavra amiga. Daquele ombro onde possa encontrar suporte para fugir da triste escuridão. Criticar,  censurar e condenar somente afastam as pessoas de Deus.

                        Há necessidade de um exemplo vivo que entenda e desculpe os erros alheios como ensina  C.Torres Pastorino, no seu famoso livro "Minutos de Sabedoria", pag.254, 36ª.edição, Editora Vozes:- "Seja você um exemplo vivo e desculpe os erros alheios, porque não há pessoas más: há enfermos e ignorantes da lei, que não sabem que volta para nós tudo o que fazemos aos outros, de mal ou de bem, de crítica ou de tolerância."



O   professor Válter Franceschini é escritor, Conferencista parapsicólogo,  professor dos Fenômenos paranormais   (PSI),    contador economista e
administrador de empresas. Fones (15) 3231.0958 e 3231.7750


Outras informações dos nossos trabalhos você poderá obtê-las através do e-mail- [email protected] e também no site www.sorocaba.com.br 


Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

Se preferir, clique na figura para enviar um

 
 
Hosted by www.Geocities.ws

1