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Fugindo da escravidão do mundo
interior
Todos
nós ficamos aborrecidos e mesmo chocados com notícias sobre
os mais diversos trabalhos escravos. São empresários
e proprietários de imóveis rurais que dominam, mandam e escravizam
trabalhadores, impondo-lhes obrigações quase impossíveis de serem
cumpridas e, assim, impedem o livre direito de ir e vir do cidadão.
Grande exploração humana.
Também a ninguém é desconhecido o tráfico
escandaloso de mulheres brasileiras e de outros paises emergentes em
dificuldades de empregos, explorados em diversos países, forçadas
a viverem da prostituição, visto que foram enganadas com
promessas incentivadoras de bons empregos, ótimos salários e
aquela vida nababesca. Terrível
escravidão que leva ao desespero, às doenças e até ao suicídio.
Toda essa imagem de escravidão choca e pode até gerar grave
revolta contra tão lastimável situação.
Entretanto, creio que situação semelhante de escravidão
ocorre com muitas pessoas. E isto é pior ainda. Refiro-me àquela
escravidão com fundamento nas inúmeras influências devastadoras e
tremendamente doentias e negativas oriundas das marcas
arquivadas no mundo interior humano, durante toda a vida, desde o útero.
Marcas profundamente doentias, negativas e pessimistas que lá estão
arquivadas acarretando os mais desastrosos e aniquilantes
comportamentos humanos. O que dizer então da terrível escravidão
dos vícios, das drogas lícitas ou ilícitas, da prostituição?
O interessante é que elas, para a grande maioria das pessoas, não
causam a mesma repugnância e condenação da escravidão exposta
nua e cruamente através das camadas sociais.
Quantas vezes, você e eu, ouvimos comentários:-"Você é um
escravo, bobo do seu chefe, da sua mulher"; "Você é uma
escrava do seu marido e da sua família"; "O Brasil
ainda é um país escravo". Porém, seria normal perguntar :- E
você não seria um escravo do seu mundo interior desestruturado,
negativo, doentio e pessimista? Qual
seria a sua resposta depois de uma séria e humilde análise
introspectiva?
Triste e infelizmente quase sempre deparamos com muitas
respostas positivas referentes a esse questionamento.
Tristemente ainda verificamos que para essa escravidão
há um conformismo, uma aceitação e uma grande acomodação de
postura. Não ocorre o mesmo protesto veemente como o da
escravidão social.
Não resta a menor dúvida que tal postura humana denigre e solapa a
imagem da pessoa. Claro que também leva à amplitude da escravidão
interior nas várias atitudes nos relacionamentos nos mais
diversos segmentos.
Realmente é muito triste ser escravo daqueles pensamentos mórbidos,
pensamentos derrotistas, pensamentos doentios, pessimistas. Ser
escravo dos vícios, das dependências químicas que destroem
e impedem a realização de qualquer projeto de vida. Enfim,
ser escravo de um mundo interior, desencontrado, desequilibrado e
destrutivo, programado e criado pela própria pessoa é
carregar um fardo pesado demais.
Espero também, que estas minhas observações não devam ser
confundidas como simples propostas e normas de auto-ajuda. Estas,
quase sempre correspondem a uma pequena camada de verniz a qual se
solta no primeiro e simples impacto das dificuldades da vida.
Proponho, isto sim, a uma análise mais profunda bem mais
robusta com o objetivo de programar e reprogramar o mundo interior
(Pantomnésia) e, assim, fugir da triste escravidão estruturada e
alimentada pela própria pessoa sofredora.
Como alerta o poeta :- "Se há sol dentro de você, seu mundo
será colorido. Se o seu mundo é cinzento, você pode pintar de
azul. Se a sala está escura, abra a janela, acenda a luz. Abrir as
janelas e deixar a luz entrar."
Não há motivo para mais sofrimento. Basta abrir a janela e deixar
a luz entrar. Melhor ainda, a luz de Deus a qual possibilita a sua
fuga da escravidão do mundo interior.
Outras informações dos nossos trabalhos você poderá
obtê-las
através do e-mail- [email protected]
e também no site www.sorocaba.com.br
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Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa
Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
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