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Os idosos merecem proteção e
respeito.
Todos
nós esperamos que a recente publicação da Lei nº.10.741,
sancionada no dia 1º. de outubro do ano passado e vigorando
já em 2004, o tão comentado e ainda pouco conhecido Estatuto do
Idoso, não passe a ser mais uma lei de pouca aplicação positiva e
efetiva e, assim, muitos dos dispositivos nos seus
118 artigos, perambulem nos mais diversos comentários com falsas
esperanças e um belo sonho a se realizar, constantes só no papel.
Porém, sabemos que os sonhos de hoje serão
realidades do amanhã se efetivamente formos em busca dos mesmos.
É preciso, pois, procurar fazer valer essas normas pois, somente
alcançarão proteção, apoio e respeito, os idosos com mais de 60
anos se tomarem conhecimento
das medidas elencadas no novo Estatuo do Idoso o qual, por sinal,
tramitou por longos 07 anos no Congresso Nacional.
Entretanto, sem uma fácil explicação, mais simples e melhor
divulgação das normas da nova lei, a população de idosos no
Brasil, estimada em aproximadamente 15 milhões de brasileiros, essa
população dificilmente fará valer e respeitar seus direitos e
benefícios.
Os Poderes Públicos, em todas as esferas, federal, estadual e
municipal, devem ser os primeiros alvos das mais enérgicas
cobranças. Não parece uma tarefa fácil pois, as ações públicas
no aspecto social, neste nosso Brasil, ainda deixam muito a desejar.
Muita conversa, muitos discursos, muitas leis sem real aplicação,
sem forte divulgação, sem recursos financeiros, não passam de
normas que caem no vazio, ficam nas fantasias e utopias da
vida. Entretanto, o Estatuo do Idoso é lei e, como tal,
confere direitos, benefícios e obrigações. Por esta razão o
idoso deve ir à busca dos seus
direitos e benefícios, inclusive com todos os recursos das ações
jurídicas cabíveis.
Ponderando com maior atenção, será que seria necessária uma lei
específica determinando proteção e respeito aos idosos? Nas famílias
e na sociedade, imperando o respeito, a atenção, o amor, a vivência
gentil e carinhosa das pessoas, a lei estaria aplicada automática e
normalmente. Não existiria razão de normas legais tão duras para
exigirem o que de direito e respeito os idosos merecem.
Infelizmente e com tristeza, todos nós constatamos como os idosos,
neste nosso Brasil, costumeiramente são destratados, humilhados e
até motivo de zombarias. Para muitos somente atrapalham, são
"pesos mortos"depois, é claro, de terem seus bens e
rendas
desviados e usados indevida e maldosamente até pelos próprios
familiares. Enquanto eles têm condições e são fontes de
algum tipo de rendas, tudo bem. Depois são esquecidos, muitos
abandonados, sem meios, recursos e assistência.
Aliás, parece até distante aquela educação de berço. Os
pais orientavam - "Filho, quando você notar um idoso em situação
desconfortável, com dificuldade de locomoção, em pé em algum veículo
ou evento público, ofereça ajuda e também o seu lugar." E,
assim o filho obedecia com seriedade. Hoje, vemos até em
celebrações litúrgicas, os pais confortavelmente acomodados nos
bancos e cadeiras, com seus filhos jovens também acomodados, e
idosos ao seu lado em pé, com muita dificuldade, nem os pais e
muito menos os filhos oferecem qualquer ajuda.
Para tudo isso parece bem distante a aplicação das normas do
novo Estatuto do Idoso.
As atitudes inconvenientes e deseducadas para com o idoso, como para
qualquer pessoa, em termos paranormais, criam no ambiente um campo
energético desastrado, desequilibrado e bastante doentio. Não
há necessidade de muita pesquisa, basta simplesmente observar o que
ocorre nessas famílias ou ambientes onde imperam essa deselegância
e desrespeito com o próximo, principalmente com os idosos.
Compreender, entender e amparar o idoso não é mera sugestão
mas sim, uma atitude fundamental e de civilidade e de
respeito, independente de leis, normas ou regulamentos. Basta
vivenciar a verdadeira compreensão e a arte de saber amar.
Cabe também ao idoso a sua parte para um viver cada vez melhor. As
limitações físicas não impedem as boas e grandes realizações.
A história nos mostra quantos e quantos exemplos de pessoas, já
com muitos anos de vida, reconstruindo tudo, esforçando-se em
novos e modernos aprendizados, com experiência dos seus novos
e modernos projetos perfeitamente adaptados aos novos tempos.
Jamais pensar ou imaginar-se um simples "peso morto", sem
maiores objetivos, sem perspectivas e, como diz a letra do famoso
samba:- "deixa a vida me levar". Não deixe não. Você
pode e deve levar a sua vida, com muita determinação, com
entusiasmo, não se esquecendo que a mente nunca envelhece e muito
menos permite criar rugas na alma. No corpo elas aparecem, na alma
jamais. Agindo assim, você já colocou em prática
efetiva o seu próprio Estatuto do Idoso.
Outras informações dos nossos trabalhos você poderá
obtê-las
através do e-mail- [email protected]
e também no site www.sorocaba.com.br
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Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser
enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de
Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa
Rosália,
CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.
Se preferir, clique na figura para enviar um
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