Atualização semanal

Publicado no Jornal

Sorocaba, 25/06/2003
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Simplificar ou complicar?


Prof. Valter Franceschini - 7631,0 KNos nossos trabalhos de orientação e acompanhamento
parapsicológico, com muita freqüência encontramos pessoas que possuem uma enorme facilidade para complicar as situações das mais simples soluções.

Logo vem à mente aquele dito popular - "Por que simplificar quando podemos complicar?"

                 Realmente é muito interessante quando as pessoas, nos mais iversos relacionamentos, procuram valorizar suas ações ou desempenhos, criando obstáculos e confusões em tudo ou quase tudo.  Vêem em tudo algum problema, várias dificuldades e colocam objeções e julgamentos catastróficos
nas atitudes humanas. Principalmente nas dos mais próximos.

                  É fundamental parar e analisar se você está enquadrado e vem agindo com  esses propósitos para complicar ao invés de simplificar.

                  Fazer confusão e tomar medidas agressivas, deturpando atitudes, interpretando tudo com maldade, colocando afirmações como responsabilidades de outrem, quando na verdade nada daquilo ocorreu, é muito grave e demonstra total distorção mental e desvio psíquico.

                  Nestas circunstâncias é muito valioso procurar auxílio de profissionais da área e sanar o mal o quanto antes, além de, o que é evidente, tomar as medidas cautelares  o quanto antes para você não ficar prejudicado, moral e financeiramente.

                  Considerando ainda a ação da paranormalidade comum a todos, vamos encontrar um campo extremamente fértil para exteriorizar os mais doentios, desencontrados e agressivos fenômenos paranormais, principalmente quando o  autor é um paranormal ativo.

                  A tristeza está nas pessoas que não se apercebem das atitudes descontroladas que tomam. É verdade e ocorre freqüentemente que algumas pessoas apresentam vulnerabilidades psíquicas,  inclusive com doenças físicas, as quais estimulam e favorecem todo esse desequilíbrio no relacionamento humano.

                   Observadas essas atitudes descontroladas, o melhor e mais recomendável caminho está na procura do auxílio médico indicado e na assistência psíquica. Em muitas circunstâncias a medicação é básica e indispensável.

                   Entretanto, o que não pode ocorrer  e mais ainda acontecer é "deixar como está para ver como é que fica". Enquanto isso, o outro ou a outra, geralmente os mais próximos, sofrem as conseqüências dos atos mais inoportunos e indesejados praticados por essas pessoas com dificuldades físicas ou psíquicas.

                   Esse procedimento não deixa de evidenciar uma disfunção física ou psíquica, ou ambas, bem como também destaca um complexo de inferioridade com o firme propósito de, na agressão, dar uma satisfação ao próprio mundo interior complexado.

                   Vale lembrar o pensamento de William Shakespeare - "A culpa de sermos inferiores, caro Brutus, não está em nossos astros, mas em nós próprios."


Outras informações dos nossos trabalhos você poderá obtê-las através do e-mail- [email protected] e nos sites www.geocities.com/cipaso e www.sorocaba.com.br 


Cartas e consultas para a coluna Parapsicologia devem ser enviadas ao Prof. Franceschini A/C da Parâmetros Holísticos de Formação Humana, à rua Oswaldo Segamarchi, 15, bairro Santa Rosália, CEP. 18090-050 - Sorocaba - SP.

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