Ameaça Virtual
Um jovem idealista genial espera por uma grande oportunidade em seu campo de trabalho. Um grande empreendedor procura uma pessoa com grande espírito competitivo. Essa parece a oportunidade perfeita para ambos.
Tim Robbins não mostra um típico vilão, ele mostra um cara em diferentes níveis - ele representa Winston como alguém que realmente acredita que o que está fazendo é bom para o país, para o comércio e para o mundo.

Milo (Ryan Philippe, de Segundas Intenções) é um gênio da computação que está prestes a abrir uma empresa com seu amigo Teddy (Yee Jee Tso, de Past Perfect). Mas, quando vê a possibilidade de realizar seu sonho, que é trabalhar ao lado de seu herói profissional, Gary Winston (Tim Robbins, de Missão: Marte), dono da NURV, uma corporação multibilionária, Milo precisará deixar o amigo de lado.
Ao ingressar na NURV, Milo percebe que terá de dar tudo de si para se destacar. A recompensa vem quando Winston começa a se interessar pelo rapaz. Agora, com sua nova colega Lisa Calighan (Rachel Leigh Cook, de Ela é Demais) ele vai alcançar o topo. Mas a velocidade de crescimento da empresa atiça a desconfiança de Milo.
O jovem descobre uma série de irregularidades na NURV e decide investigar a empresa por conta própria e descobre que nada pode impedi-la de continuar ganhando. Agora, ele terá de enfrentar as conseqüências de seus atos.
Ameaça Virtual é dirigido por Peter Howitt, que também é ator e roteirista. Para ele, o mundo de hoje gira em torno da informação. "Informação é poder, é o que dizem, e agora o poder é controlado por um pequeno grupo de pessoas muito, muito ricas. Acho que é uma situação realmente volátil e essa história vai no coração disso de maneira muito intrigante", disse.
Para o produtor David Nicksay, de O Negociador, "Gary Winston tem de ser maior que a vida". Nicksay explica: "Ele tem de ser guiado, idiossincrático, charmoso, esperto como um chicote, e ainda ter um entusiasmo juvenil pela alegria da criação e capacidade de atos realmente nefastos". Mas para Tim Robbins, seu personagem não é tão monstruoso. "Eu gosto dele porque não se consegue descobri-lo. De um lado, vê-se um homem benevolente, generoso e brilhante, e de outro, vê-se que ele não conseguiu chegar onde está sem ter sido cruel, manipulador e impiedoso. Acho isso essencial para conduzir a complexidade de Winston", disse o ator.

"Tim tem a habilidade de mostrar total autoridade, ainda com uma certa vulnerabilidade que pode fazer de alguém como Gary Winston humano", elogia Peter Howitt. "Tim não mostra um típico vilão, ele mostra um cara em diferentes níveis - ele representa Winston como alguém que realmente acredita que o que está fazendo é bom para o país, para o comércio e para o mundo".
"Milo tinha de ser alguém com grandes sonhos. Ele é alguém que quer ser lembrado, que quer fazer a diferença, que quer entrar na história e ter uma casa e um carro veloz também", disse o diretor, que escolheu Ryan Phillipe para o protagonista. "Ryan é um jovem com os pés no chão e tão inteligente que parece realmente incorporar seu personagem", completou.

 

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