| A Vida � Sonho | ![]() |
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| �ndice de Fotos | |||||||||||||||||||
| Leia texto mais abaixo | |||||||||||||||||||
| Acima: Cl�sio (Segismundo) e S�rgio Tavares (Clotaldo) | |||||||||||||||||||
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| Acima: Alberto, Regina e Jura (Rei Bas�lio) | |||||||||||||||||||
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| Marli Guedes (Rosaura) e Cl�sio (Segismundo) | |||||||||||||||||||
| Miriam Lucy (Estrela) | |||||||||||||||||||
| Equipe de cria��o Adapta��o, Figurino, Ilumina��o e Dire��o: Ant�nio F�bio Dire��o de Atores: Alberto Bruno Assist�ncia de Dire��o: Zandra Ellery Trilha Sonora: Banda Zoe Cen�rio e Programa��o Visual: Jos� Nascentes Fotografias: Simone Santos M�scaras e Armaduras: Elias Siqueira Mendes Adere�os e Constru��o do Cen�rio: Valdeci Moreira, Jos� Nascentes e elenco Cabelos: Sheyla Ramos Apliques: Eudo Borges (ERE - Centro de Beleza) Confec��o de Figurinos: Beatriz de Souza Oliveira Divulga��o: Cl�udia Theo e Ant�nio F�bio Produ��o Executiva: Ant�nio F�bio e Alberto Bruno Agradecimentos: Fernando Marques, Gustavo Pacheco, F�tima Meira, S�rgio Tavares, Aldenie Zandra Fan�a, Zandra Ellery, Ana Cristina Castellani, Help Guerra, Escola Classe 102 Sul, Elias Siqueira Mendes, Sheyla Rramos, valdeci Moreira, Fernando Bressan, Lilian Fagundes, Beatriz de Souza Oliveira, Leonora Benvenuto, Regina Sant' Anna , Marno Matte, Simone Santos, Jos� Nascentes e Maur�cio Elenco S�rgio Tavares : Clotaldo Marli Guedes: Rosaura Daniel Paes: Clarim Miriam Lucy: Estrela Cl�sio Queiroz: Segismundo Gustavo Reinecken: Astolfo Lilian Fagundes: Criado 1 Valdeci Moreira: 1 Soldado Fernando Bressan: 2 Soldado Jos� Nascentes: Criado 2 Cl�udia Theo, Vera Barroso e Edriane Daher: Damas de Estrela Eduardo Alvin e Simone Santos: Corte de Astolfo Participa��es Especiais Jura Camilo: Rei Bas�lio Alberto Bruno, Marisa Guedes e Regina Sant'Anna: cantores B.C., S�rgio Luis, Beto, Diego e H�lio Miranda: M�sicos |
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| sobre A vida � Sonho: "O Rei Bas�lio, advertido por uma profecia de que seu herdeiro, o pr�ncipe Segismundo, seria causador de grandes males, mant�m o filho confinado em uma torre. Depois de muitos anos, o pai decide submeter o jovem a uma prova. Faz com que o narcotizem e o levem secretamente para seu pal�cio, dando-lhe uma oportunidade de revelar seu car�ter. Entretanto, o jovem pr�ncipe se comporta de forma t�o abomin�vel que seu pai percebe a impossibilidade absoluta de algum dia confiar-lhe a coroa e o reino. Manda que o narcotizem novamente e o levem de volta � torre. Quando o pr�ncipe acorda, fica convencido de que nunca saiu de l� e simplesmente esteve sonhando. Um motim popular o liberta mais tarde e o rapaz � coroado rei. Mas agora est� t�o temeroso de que essa realeza rec�m-adquirida acabe por se revelar apenas como um outro sonho que se conduz com discri��o e clem�ncia. Consequentemente, acaba por vencer a maldi��o que pesava sobre a sua cabe�a." Gassner, John - Mestres do Teatro I - Ed. Perspectiva Esse drama filos�fico profundo e original tem como tema o bom governo. A moderna especula��o que apresenta encontra suporte e apoio na moderna psiquiatria que assegura que os sonhos podem provocar a descarga de impulsos destrutivos. Calder�n de La Barca parece dizer que o sonho � o meio mais eficaz para neutralizar a gan�ncia de poder do homem. Al�m disso, o drama de Segismundo deve ser medido n�o apenas por sua liga��o com a estreita probabilidade e motiva��o psicol�gica mas tamb�m por seu poder de sugest�o e sua fantasia reflexiva. sobre o autor, Calder�n de La Barca: Calder�n de la Barca representou no teatro espanhol o esp�rito da Contra-Reforma, a ele levado com uma concep��o m�stica da id�ia de pecado e um sentido transcendental da vida humana". N�lson de Ara�jo - Hist�ria do teatro - Ed. UFBa Nascido em 1600 e falecido em 1681, sob as santas ordens que ele respeitou com firmeza duratne a sua vida, o poeta realmente deixou a sua marca na dramaturgia espanhola e europ�ia devido ao m�rito da obra. Tal influ�ncia foi imensa e nem sempre positiva. Se incentivou a atitude meditativa, tamb�m propagou o artificialismo. Faltava-lhe a arejada vitalidade e a riqueza do seu antecessor, Lope de Vega, e o desenho das suas personagens era viciado pelo crescente amaneiramento da vida espanhola durante o s�culo XVII. Das cento e vinte pe�as de sua autoria que nos chegaram �s m�os, 80 s�o Autos Sacramentais celebrando o mist�rio da eucaristia no dia de Corpus Christi e geralmente se constituem em alegorias � maneira das Moralidades inglesas. As restantes s�o de estilo variado: trag�dias de ci�mes e honra marital, com�dias, dramas camponese e sociais. Todos os g�neros t�m em comum, al�m do h�bil lirismo, a p�tina da realidade e da reflex�o. Calder�n alcan�a import�ncia internacional com o dram social, O Alcaide de Zalamea e a A Vida � Sonho, onde o dramaturgo sublima o seu amor pela dial�tica, que adquiriu dos jesu�tas que supervisionaram o in�cio de sua educa��o, num drama filos�fico profundo e original. |
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