| O MARAVILHOSO N�MERO 7 INTRODU��O O n�mero Sete simboliza o estado de TOTALIDADE, e indica que se superou uma etapa especial em um dado momento. Tudo na Cria��o percorre Sete etapas de atividade; logo, vem automaticamente um momento de descanso. O Sete � o ponto final que obriga um repouso para em seguida come�ar uma nova s�rie de Sete passos. Nosso Sol tem Sete planetas em torno dele, porque est� regido pelo n�mero Sete, e os cientistas logo descobrir�o que qualquer outro planeta fora dos Sete originais, n�o pertence ao nosso Sistema. Sete s�o as cores do nosso prisma, Sete os sons musicais, Sete os dias da nossa semana, Sete os Dons do Esp�rito Santo, Sete os meses de gesta��o para que o ser humano possa viver ao ar, Sete s�o as idades do homem (7-14-21-28-35-42-49) para conseguir seu amadurecimento, autoridade e liberdade. Sete s�o os passos que percorre toda manifesta��o desde o momento em que se expressa o desejo, at� que se fa�a vis�vel � demonstra��o, Sete vezes o comprimento de sua cabe�a deve ter sua estatura total; se tiver mais, ou menos, n�o � harmonioso. Agora te apresento neste livro alguns outros "Setes" pouco conhecidos, mas muito importantes para seu desenvolvimento espiritual e sua evolu��o neste Sistema. Dou por certo... que voc� estudou e colocou em pr�tica a instru��o contida nos dois livretos de texto metaf�sico intitulados: "METAF�SICA AO ALCANCE DE TODOS" e "TE PRESENTEIO COM O QUE QUEIRAS". Se n�o o fez, perder� muito em compreens�o deste livro, j� que este � um ensinamento graduado, que vai despertando as c�lulas necess�rias para sua compreens�o e realiza��o. H� uma m�xima que diz: "Quando o disc�pulo est� pronto, aparece o Mestre". Se te interessa este livro que voc� tem nas m�os, quer dizer que chegou o momento de adquirir este ensinamento. Comece ent�o pelo princ�pio, para que n�o perca nada e que aproveite bem a sua presente encarna��o. N�o te custar�. A IRMANDADE SAINT GERMAIN 1. A Irmandade Saint Germain foi fundada por Conny M�ndez no ano de 1945, para agrupar todos os estudantes de Metaf�sica. 2. A Irmandade Saint Germain n�o tem nenhum tipo de personalidade jur�dica, sede, delimita��o f�sica, diretiva nem afilia��o legal, j� que � de car�ter puramente espiritual. 3. Voc� se faz membro da Irmandade Saint Germain automaticamente ao ler um livro de Metaf�sica de Conny M�ndez ou do Mestre Saint Germain, e estar totalmente de acordo com seus ensinamentos. 4. A Irmandade Saint Germain n�o � contr�ria a nenhuma religi�o, grupo espiritual, nem pessoas em espec�fico, sua atitude inclui amorosamente toda express�o de vida em todo plano, reino, elemento, religi�o, classe social, ra�a, sexo e nacionalidade. 5. Objetivos da Irmandade Saint Germain: I- O estudo da Lei do Mentalismo e as demais Leis Universais. II- A Pr�tica da Presen�a de Deus atrav�s do Cristo e do Verbo Poderoso do "EU SOU" que � o nome de Deus. (ver �xodo: cap.3,vers.14) III- Tornar conhecidos os Mestres Ascendidos da Grande Fraternidade Branca e seu ensinamento para esta Nova Idade, conhecida como "A Era de Ouro De Saint Germain". IV- Familiarizar a humanidade com o uso dos Sete Raios e especialmente o da Chama Violeta que � o Fogo Sagrado Transmutador. V- Que o ser humano conhe�a seus Sete Corpos e os Sete Planos de Manifesta��o. VI- Colocar em pr�tica a Lei do Amor Divino e o Perd�o para toda vida, tendo como m�xima: "Amor e Perd�o". VII- Que cada ser humano seja feliz e que esta felicidade seja um fato ao n�vel do seu lar, urbaniza��o, cidade, pa�s e planeta, para a vit�ria Da Ascens�o de todas as correntes de Vida e, em conseq��ncia, de todo o Planeta Terra. 6. A Irmandade Saint Germain n�o exerce nem ap�ia nenhum tipo de atividade que tenha algo a ver com comunica��es extra-sensoriais, magia negra, trabalhos, pr�ticas que atentem contra o livre arb�trio, ritos, cerim�nias, dietas, disciplinas f�sicas, obriga��es imposta por alguma personalidade, nem adivinha��es do futuro. Tampouco outorga graus, inicia��es, nem t�tulos, j� que reconhece que a n�vel Cr�stico todos os seres humanos s�o iguais. 7. A Irmandade Saint Germain tem cobertura planet�ria totalmente livre, j� que em qualquer parte do planeta pode-se reunir em seu nome qualquer n�mero de estudantes, sem nenhum tipo de lideran�a humana. A Irmandade Saint Germain tem como �nica autoridade e cabe�a o pr�prio Mestre Saint Germain. 8. A Irmandade Saint Germain tem como livros de texto: A S�rie de Livros de Metaf�sica de Conny M�ndez, os livros de Saint Germain e os dos Mestres Ascendidos. 9. Conny M�ndez diz que o estado normal de Metaf�sico, membro da Irmandade Saint Germain, o descreve o Salmo 91. 10. O T�tulo da Irmandade Saint Germain e sua afilia��o s�o de livre uso e ingresso segundo o qual podem-se congregar todos os Grupos, Oficinas, Funda��es e N�cleos de Metaf�sica do mundo inteiro, sem pedir permiss�o a nenhuma pessoa. Nela n�o existe nenhum tipo de exclus�o ou expuls�o, j� que as pr�prias pessoas se excluem da Irmandade ao deixar de praticar seus ensinamentos. 11. A Irmandade Saint Germain n�o est� ligada a nenhuma esp�cie de movimento pol�tico, e n�o aceita dentro de seus n�cleos de trabalho nenhum tipo de pol�mica, hostilidades, inf�mias, nem cr�ticas. N�o exige dinheiro pelo ensinamento, nem direta ou indiretamente. Arrecada seus fundos atrav�s de "A Doa��o Amorosa" e mediante a venda l�cita e autorizada de livros, fitas cassete e fotos dos Mestres. 12. A Irmandade Saint Germain e todos os seus membros no mundo inteiro est�o empenhados no trabalho de Boa Vontade Mundial, que os Mestres conhecem e servem. 13. A Irmandade Saint Germain tem por s�mbolo a Cruz de Malta com o Cora��o e a Tr�plice Chama, e por hino o "Eu Sou Perfeito" ambos autorizados por Conny M�ndez e que atualmente s�o de propriedade e livre uso de toda a humanidade. 14. O Esp�rito Envolvente do Mestre Saint Germain guiar� todo estudante e Grupos Espirituais que, segundo seu nome, se unam ao estudo da Idade Dourada. O PAI NOSSO Vamos tratar da ora��o que liga todas as religi�es. A chamada "PAI NOSSO". O Mestre Emmet Fox diz que esta ora��o � uma f�rmula compacta para o desenvolvimento espiritual; que foi composta pelo Mestre Jesus com sumo cuidado para o prop�sito espec�fico de efetuar uma mudan�a radical na alma. A ora��o est� feita em sete partes, ou cl�usulas. Primeira cl�usula: Pai nosso que estais no C�u. O mais pobre de todos os pais trata de que seus filhos n�o sofram, n�o lhes falte nada, e se o pai � rico, vela por seus filhos e os ajuda em propor��o � sua riqueza. Estar no C�u � uma condi��o de perfeita bem-aventuran�a em todos os sentidos. Se o pai � t�o bem-aventurado, t�o perfeito, t�o opulento, que vive e permanece "no c�u", � l�gico, e certo que fora de toda possibilidade de d�vida, ter� assegurado seus filhos � prova de toda a diversidade! Esta � a id�ia contida nas palavras "que estais no c�u". Tome-a, medite-a, aceite-a e USE-A em todas as circunst�ncias de sua vida. Como � a Verdade, ela o far� livre. Ao pronunciar as palavras PAI NOSSO, estar�s admitindo, confessando e afirmando que o seu pai, � tamb�m o pai de todos. Estar�s admitindo, confessando e afirmando que todos somos irm�os. Estar�s orando pelo pr�ximo e cumprindo com a Lei do Amor, j� que tudo o que vem depois na ora��o ser� procedido por este requisito: que o estar�s pedindo em nome de todos n�s, seus irm�os! Diga com esta inten��o e ...bendito seja irm�o! O filho sempre tem que ser da mesma natureza do pai. N�o se concebe que um cavalo possa engendrar uma cabra, que uma formiga possa engendrar uma abelha, que um p�ssaro possa emplumar uma orqu�dea, que um homem possa dar o ser a um rato. Se o pai � Esp�rito divino com todos os dons e poderes; se vive em estado de gra�a, pelo qual tudo o que deseja, idealiza, afirma ou decreta se manifesta ao instante, o filho participa do seu mesmo sangue, natureza, dons e poderes. N�o pode ser de outra maneira. Estamos, os filhos nos c�us, em estado de Gra�a e tudo o que temos que fazer � descobrir a forma de manifest�-lo. Estou te ensinando a manifest�-lo. Est�s no C�u, se voc� o deseja, isso n�o quer dizer que voc� tenha que se converter em um asceta, um m�rtir, um anacoreta, nada disso. Viva em seu mundo. O determinou o Pai Nosso. Goza do teu C�u, mas lembre de agradecer e diga uma vez por dia a Primeira Cl�usula com toda a aten��o e inten��o de que seja capaz. Segunda cl�usula: Santificado seja vosso nome. O nome de Deus � "EU SOU", voc� j� sabe. Disse o Esp�rito a Mois�s quando este perguntou. Voc� tamb�m sabe que n�o deve, nem pode qualificar este nome com coisa alguma que n�o seja a perfei��o, pois se diz, ou pensa EU SOU com qualquer afirma��o negativa ou imperfeita estar� mentindo, e o castigo � a manifesta��o em sua pessoa daquilo que voc� se atreveu a falar. Ao pronunciar as quatro palavras da segunda cl�usula, haver� expressado o desejo de que seus irm�os, seus pr�ximos e voc� mesmo conservem o nome de Deus Santificado, tal qual �. Ou seja, que voc� j� est� lan�ando a imagem e vibra��o de uma linguagem depurada de toda mentira, de toda inf�mia, de toda falsifica��o, erro, doen�a, de toda imperfei��o. Quando repetir a ora��o, pense na Verdade desta cl�usula... e que o Pai te ou�a, irm�o! Terceira cl�usula: Venha a n�s o vosso reino, seja feita Tua Vontade aqui na Terra como no C�u. J� te disse a inten��o do Pai, a Vontade do Pai para seus filhos � perfeita. Sua Sabedoria, Seu Amor, Sua Onipot�ncia disp�s assim; mas Sua Justi�a infinita tamb�m disp�s que ningu�m nem nada interfira entre Seus Filhos e o desejo que eles expressem. Um Pai t�o s�bio sabe que a uma crian�a se guia sem obrig�-la. Ensina-se sem for��-la, e que tem que sofrer quedas e tombos para aprender a caminhar. No Reino dos C�us a crian�a � soberana. Ningu�m a inibe, todo mundo respeita sua liberdade e seu desejo, mas � ensinada com imenso amor. A crian�a logo aprende que os mais velhos n�o falam para incomod�-la; que sempre � para advertir algo que as salvar� de uma conseq��ncia desagrad�vel. Esta � a condi��o do Reino. Por isso quando dizemos "Venha a n�s o Vosso Reino", estamos pedindo ao Pai que fa�a agrad�veis nossas rela��es com nossos irm�os, professores, guias, vizinhos, etc. � o amor o regente do Reino, o que dita a conduta, o que d� a incans�vel compreens�o. A Vontade do Pai � que os Mestres nos ensinem por irradia��o, por inspira��o direta ao cora��o, para que tenhamos uma evolu��o sem atrasos, sem trope�os. A Vontade do Pai, que assinalamos na Primeira Cl�usula, � a que regendo nos c�us, desejamos v�-la aqui na Terra, e � a que voltamos a pedir na Terceira Cl�usula. Quarta cl�usula: O p�o nosso de cada dia dai-nos hoje. A palavra P�O � o s�mbolo de tudo que podemos necessitar neste momento. Sabe-se que o p�o permanece fresco somente um dia; amanh� j� estar� duro, sem sabor. � por isso que a frase diz "De cada dia". O necessitamos hoje. O Pai disp�s que tudo o que vamos necessitando, � medida que sentimos a necessidade, se v� realizando. Isto tudo j� est� disposto. J� � nosso. A cl�usula o diz: O P�o Nosso...E De Cada Dia. Ao mesmo tempo reconhecemos que � NOSSO. N�o somente seu ou meu, mas de todos. Estamos ai pedindo que se d� a todos e a cada um o que lhe seja necess�rio em um momento oportuno. N�o se encha de p�nico crendo que algo vai atrasar-se, que as coisas n�o v�o ser suficientes, ou porque tenha medo que se acabem antes do tempo, etc. Voc� somente tem que enfrentar esta aparente necessidade com a frase que encabe�a esta cl�usula, ou suavemente reclamar o seu: "Pai, Voc� j� disp�s que eu tenha isto. Desejo em harmonia para todos, segundo a Gra�a e de maneira perfeita que seja manifestado, Obrigado Pai que j� me ouviste e que sempre me ouves!" A prova de que tudo nos foi concedido antes de pedirmos � a seguinte: certamente que no dia de hoje voc� tem tudo coberto, n�o � assim? Todo o dinheiro que � necess�rio voc� ter� para o dia de hoje, verdade? Amanh� ser� outro "hoje". O ano que vem ser� a seu tempo "Hoje". O mesmo na semana que vem, ou o m�s que vem. N�o se preocupe, pois o Pai disse: "Antes que chamem terei ouvido, e antes que terminem de falar terei respondido". Quinta cl�usula: Perdoa nossas d�vidas, assim como n�s perdoamos aos nossos devedores. Todas as faltas que cometemos s�o sempre o mau uso da energia divina, que nos � entregue por toneladas a cada minuto em cada batida do cora��o. Temos, pois grandes d�vidas com o Pai porque desperdi�amos Sua energia, esbanjando toneladas de energia em ataques de ira e de viol�ncia. Se pedirmos perd�o ao Pai instantaneamente, o dano n�o � t�o grande, o castigo n�o se materializa, primeiro porque "pecado reconhecido � pecado perdoado", e segundo porque o Pai sempre j� ter� nos perdoado. Somos nos mesmos que temos que nos perdoar, e isto n�s fazemos ao reconhecer que cometemos uma falta. Agora o ponto chave da cl�usula: Assim como n�s perdoamos aos nossos devedores. Assim como voc� se conduz com rela��o a seu pr�ximo, assim, pois deve esperar que o Pai se comporte com voc�. Mas, n�o � o Pai diretamente quem te d� "o troco", mas Suas Leis e Princ�pios. O Pai sempre � Miseric�rdia e Perd�o. S�o as Leis que d�o a cada um o seu merecido. Jesus comp�s a ora��o com tal maestria que n�s, ao pedir perd�o, se n�o tivermos perdoado a nosso irm�o antes, nos "travar� o pedido na garganta", n�o podemos seguir adiante e temos que sair para resolver as coisas o quanto antes. Se voc� � dos que v� que tudo est� se entorpecendo, que tudo o que voc� empreende, consegue a duras penas, com lutas gigantescas, que n�o passe pela sua cabe�a dizer que "voc� n�o tem sorte", ou que "tem muito azar", MENTIRA! O que acontece � que voc� � duro com o seu irm�o, n�o perdoou a algu�m, ou continuamente culpa a outros pelos seus fracassos. Primeiro perdoe a todo mundo. Obrigue-se a dizer esta frase antes de colocar sua cabe�a no travesseiro � noite: "Perd�o a tudo o que necessite o meu perd�o. A todo homem, mulher ou crian�a. Me perd�o a mim mesmo e pe�o perd�o ao Pai". E que suas palavras sejam sinceras, absolutas, amplas, pois se ficar em voc� algum pequeno ressentimento contra algu�m ou algo, ser� um muro entre voc� e o Pai. Um muro entre voc� e as manifesta��es de paz e prosperidade. De nenhuma maneira repita o ato de perd�o que voc� fa�a a algu�m, pois seria como reconhecer que o seu perd�o n�o tem grande valia. Cada vez que voc� lembrar diga sempre: "Eu j� o perdoei". Sexta cl�usula: N�o nos deixe cair em tenta��o, mas livrai-nos do mal. O Pai n�o nos manda tenta��es. A verdade desta frase � que quanto maior eleva��o voc� alcan�ar mais suscept�vel e sens�vel voc� ser�, e te esperam poderosas e sutis tenta��es contra as quais voc� deve estar em guarda. A pior de todas � o orgulho espiritual. Isto levanta um muro de a�o entre o individuo e seu Deus. Contra isto h� que afirmar constantemente a famosa frase do Mestre Jesus "Sou manso e humilde de cora��o". Este �ltimo te indica que � a peti��o do cora��o a que � contestada. Se voc� pede "N�o me deixe desperdi�ar oportunidades de fazer o Bem" ver� como � protegido contra o desperd�cio. Pois se voc� pede que n�o te deixe cair naquelas tenta��es sutis, ser� atendido e protegido, porque bem claro diz a B�blia "Se o filho pede p�o o Pai n�o lhe dar� uma serpente!". Dizem que o pior dos pecados � aquele do qual estamos conscientes. Pe�a ao Pai que te mostre as suas faltas ocultas. Pe�a ao Pai que n�o te deixe ser v�tima de coisas como trabalhar para sua pr�pria gl�ria, ou de exercer prefer�ncias pessoais em sua ajuda e servi�o � humanidade. Pe�a e te ser� dado. Bate e te ser� aberto. Busca e encontrar�s. Livrai-nos de todo mal. Isto n�o necessita explica��o, mas, sobretudo, pe�a que te fa�a compreender qu�o irreal � o chamado "mal". Isso n�o existe, j� que a apar�ncia de todo mal � simplesmente um estado onde impera o p�lo negativo, ao qual somente lhe falta o p�lo positivo para converter-se em Bem evidente. N�o pode existir algo que n�o tenha ambos p�los. O que esteja expressando unicamente seu p�lo negativo se equilibra e parece desaparecer quando � polarizado com o positivo... S�tima cl�usula: Pois seu � o Reino, o Poder e a Gl�ria. S�bia e potente afirma��o! Com ela voc� � obrigado a reconhecer ao Pai como �nica Presen�a e �nico Poder. Voc� � obrigado a dissolver o orgulho espiritual, a �ltima das faltas a ser superada. O exemplo de tremendo castigo que acarreta esta falta foi dado na "queda" do mais glorioso dos anjos, LUZBEL, que se converteu em L�CIFER pelo pecado do orgulho. Isto deve ser uma alegoria porque nenhum mestre cita a semelhante personagem; mas seja como for, a �ltima afirma��o do Pai Nosso tem a miss�o de libertar-nos do �ltimo dos perigos, sempre que seja dita com inten��o, fervor e devo��o sincera. OS SETE ASPECTOS DE DEUS Em que se diferenciam a Ci�ncia e a Religi�o? Em que a primeira representa a Sabedoria Divina e a segunda representa o Amor Divino? Assim como Aquele a quem chamamos Deus, ou o Criador, � Uno e Indivis�vel, toda a Cria��o � uma s�, vista segundo enumer�veis Prismas ou infinitas manifesta��es. A Ci�ncia e a Religi�o s�o uma s� coisa, vista segundo dois aspectos diferentes, como logo veremos. Formam um circulo em que uma se converte na outra e a outra se converte na primeira. Estudemos primeiro os Sete Principais Aspectos de Deus. Deus �: VIDA-AMOR-VERDADE-INTELIG�NCIA-UNIDADE-ESP�RITO-PRINC�PIO. No Livreto n�mero um chamamos "Alma" ao aspecto "Unidade", � somente uma quest�o de prefer�ncia. Deus � Vida. Deus est� em todas as partes. A Vida est� em todas as partes. A Vida � Deus. � seu Primeiro Aspecto. A Vida � indestrut�vel. Logo, a Morte n�o existe. Somente existe a Transforma��o, de uma forma em outra. � infantil pensar que Deus � um homem com caracteres humanos. A forma humana que apresentamos os habitantes deste planeta � somente para este planeta. A vida se manifesta em forma adequada a seu meio ambiente, assim como na �gua a vida existe em forma de peixe para poder circular e deslizar-se com fluidez no elemento �gua que o rodeia inteiramente. Assim, no elemento �gua n�o se requer pulm�es que inalem ar, desta maneira, em outros planetas onde n�o haja ar, os habitantes est�o conformados de uma maneira diferente aos humanos da terra. � absurdo pensar que porque em V�nus o calor n�o � suport�vel para um ser terrestre, isto signifique que n�o existe vida ali! A vida se manifesta em todos os lados. Em um pequeno pote de terra surge a vida em forma de uma pequena erva, porque esta � a forma que adota a vida em tal ambiente e condi��es. Deus n�o muda jamais porque � Princ�pio e um Princ�pio n�o pode mudar. A Vida, pois, n�o pode se converter em morte. Seria um contra senso. Vida n�o pode ser Morte, nem morte pode ser Vida. Logo, o que chamamos de morte n�o � verdade, j� que aquilo que pretenda contradizer um Princ�pio � mentira. A morte n�o tem perman�ncia. A Vida Sim. A morte � uma transi��o de um estado a outro. De um estado de Vida a outro estado de Vida, entenda-se, ou seja que o individuo termina uma etapa de sua evolu��o e se gradua � outra. A evolu��o � cont�nua. N�o se det�m jamais. Daqui a milhares de anos voc� estar� vivo em algum lado, evoluindo, transformando-se, com conhecimentos e poderes infinitamente superiores aos que voc� possui hoje. Pense que isso mesmo ter� acontecido a todo ser humano que tenha passado por este planeta em sua trajet�ria, em sua evolu��o. � urgente que voc� compreenda o que acabo de te dizer, porque mais adiante voc� vai saber de verdades que v�o te surpreender, mas ante as quais voc� n�o deve enfrentar-se em estado de incredulidade. Os que hoje n�o podem compreender que outros planetas est�o habitados com formas de vida que se acoplam �s condi��es qu�micas particulares do planeta, est�o na situa��o da r� em seu pequeno po�o, que tem que negar as copas das �rvores porque n�o consegue v�-las. A Vida � invis�vel. O que vemos s�o seus efeitos. Deus � invis�vel, mas o vemos em todas as partes atrav�s de Suas manifesta��es; voc� deve ent�o conservar sua mente aberta para reconhecer possibilidades em tudo, por mais estranho que pare�a. A Vida tem tr�s condi��es inequ�vocas: Sa�de, Alegria, Entusiasmo. Estes tr�s igualam = Felicidade. Diariamente agrade�a ao Pai porque voc� tem Vida, porque Ele est� manifestando-se atrav�s de voc�, em Seu aspecto Vida. Seu cora��o est� pulsando, logo t�m a Deus, a Vida, presente em voc�, A PULSA��O DO CORA��O � A PRIMEIRA PROVA DE VIDA. Esta � uma medita��o. Medite sobre a Vida. Quanto mais pense, analise, mais a manifestar�, mais alegre se sentir�, mais sa�de demonstrar�, mais feliz ser�. A tristeza � a perda do sentido de Deus em n�s. Quando sabemos que Deus � nossa Vida; que n�o pode morrer; que � alegria, sa�de e felicidade constante, n�o podemos dar lugar � tristeza. A B�blia diz: "Os filhos de Deus gritam de felicidade". Tamb�m diz: "A felicidade do Senhor � minha fortaleza". Quando voc� se sentir triste, comece a agradecer a Deus de que a Verdade � Vida e Alegria, Sa�de, Felicidade, e em poucos momentos se sentir� outro. A Vida � movimento. As crian�as est�o cheias de Vida e a manifestam em sua inquietude. Quando houver um doente, cure-o pensando que ele � Vida, a Vida � Sa�de, � Deus, portanto n�o pode estar doente. Est� movendo-se, seu cora��o est� batendo, portanto Deus est� se manifestando nele. Repreenda-o mentalmente: "Voc� n�o pode estar manifestando uma mentira". E se curar�. Contra a indiferen�a, a falta de ambi��o, a apatia, a displic�ncia, o conformismo, o estancamento, o atraso, a paralisia, a poliomielite, fale � eles mentalmente e diga que s�o mentiras, que n�o tem poder algum porque a �nica Presen�a e o �nico Poder � Deus e Deus � Vida, Entusiasmo, Sa�de, Energia, Felicidade. ___________________________________ VERDADE... Vamos dar como Segundo Aspecto a Verdade. N�o importa a ordem em que se coloque; todos os aspectos s�o somente um. A Verdade � uma Presen�a que Impera, eterna e constante. N�o importa a mentira que se esteja representando ou falando, a Verdade est� ai, vivente, presente. Invoque-a e se manifestar�. � uma Entidade Vivente porque � um Aspecto de Deus. � DEUS MESMO ATUANDO. Algu�m disse: "Em meio do vozerio mais barulhento, em que se esteja negando Deus a gritos, Ele est� calado, n�o se imp�e. Mas invoque Sua Presen�a e ver� Sua Manifesta��o". Isso � porque Ele � a Verdade. A Verdade Absoluta. Onde voc� presencie uma verdade relativa, reconhe�a que a Verdade Absoluta est� presente e a ver� com seus olhos. Quando algu�m tente te convencer de algo que voc� n�o esteja aceitando plenamente, diga mentalmente � situa��o que a Verdade Absoluta se encontra nela e voc� ver� acontecer algo que a trar� � vista. Jesus disse: "Conhe�a a Verdade e Ela os far� livres". Preste aten��o como Ele a trata; como pessoa, como entidade, ELA. A Verdade � a grande curadora junto com o Aspecto Vida. Quando voc� necessite de uma informa��o, quando suspeite de algum engano, quando for assinar algum documento, quando esteja passando por um processo judicial, expressando uma opini�o, etc, afirme que a Verdade se encontra nesta circunst�ncia, porque a Verdade � Deus e est� em todas as partes. Voc� ver� a Verdade manifestar-se, ante ela tudo fica calado. Uma mentira obriga a outra e logo outra, e outra. Al�m do mais, obriga a estar falando e protestando. A Verdade derruba tudo o que antes se afirmou falsamente, e tudo permanece em sil�ncio. O que acontece quando algu�m te acusa de algo? Se voc� o fez e o nega por medo, a situa��o se torna insuport�vel. Aparecem muitos acusadores e voc� se encontrar� envolto em uma gritaria complicad�ssima que n�o ter� fim. Por outro lado, aceite a acusa��o e diga: "� verdade, sim o fiz". Voc� ver� desvanecer-se a acusa��o junto com a ira do que vinha te atacando. O ver� envergonhado de sua pr�pria viol�ncia. O ver� elogiando-te. O ver� converter-se em seu amigo da alma. Jamais negue algo por orgulho, ou para n�o ficar mal, ou por medo do que possa acontecer. A Verdade � Deus. Quando o confesse, sabendo que voc� est� invocando-o ver� o Esp�rito Divino atuando entre os homens. A Verdade SEMPRE est� ao seu lado. Acostume-se a n�o tem�-la. A Verdade n�o pode te obrigar a mentir, como por exemplo, quando voc� estiver em uma situa��o em que dizer a verdade te acarretar� um problema. Quero dizer, quando a verdade implica a outro, delata alguma coisa vergonhosa, invoque-a e diga (como quem invoca a Deus mesmo), "Salve-me. N�o quero lesar a ningu�m. Voc� n�o pode nem me obrigar a mentir, nem me produzir problemas por lealdade a voc�!". E voc� ver� desaparecer a situa��o perigosa. O reconhecimento de Deus na Verdade te evitar� horas de trabalho e cansa�o quando esteja buscando uma informa��o, ou coisas assim como um objeto perdido, um lugar, uma casa, uma pessoa, etc. A informa��o que seja necess�ria vir� de alguma forma. Algo acontecer� que te compense. AMOR... Voc� j� ouviu falar muitas vezes: "Deus � AMOR". O Amor tamb�m � invis�vel. Todos os Aspectos de Deus s�o invis�veis. Mas todos s�o Absolutamente reais. Vemos os efeitos, e n�o os podemos negar. De modo que quando algu�m diga: "Sou ateu. N�o creio em Deus", voc� responder�: "Mentira", porque esta pessoa ama algu�m, a sua m�e, a seu filho ou ao seu cachorro. SEMPRE se ama algo, ainda que seja somente sua pr�pria comodidade. H� uma prefer�ncia; h� uma diferen�a entre o bem e o mal; h� um reconhecimento do bom. Logo, se cr� no bom. Logo, se cr� em Deus, ainda que n�o se esteja consciente disto, porque Deus � o Bem, Deus � o Bom, Deus � Bom. Jesus disse: "N�o me chame de Bom. H� somente um Bom... Deus". Deus est� em todas as partes. O Bem, o Bom est� em tudo. O n�mero chave do nosso universo � o 7. Se comp�e de tr�s unidades negativas e quatro unidades positivas; � o mesmo que dizer quatro brancas e tr�s pretas, quatro boas e tr�s m�s, quatro unidades de luz e tr�s de escurid�o. O fato � que o Bem sempre � maior que o Mal. O Positivo � maior que o Negativo. O Eu Superior � maior que o Eu Inferior. O anjo � mais poderoso que o diabo; e ao aben�oar o Bem contido nas sete unidades, se aumenta o Bem, porque voc� sabe que tudo o que uma pessoa aben�oa se engrandece. � um poder que temos todos, at� os mais ignorantes. Aben�oando o Bem desaparece o conte�do chamado "Mal". O que voc� aben�oa mostra de imediato seu aspecto Bom. Voc� reconheceu a Verdade, louvou a Deus, e isso te liberta do Mal que te esteja importunando. Prove-o; n�o acredite em mim sem comprov�-lo. � fac�limo comprov�-lo. Somente tem que dizer: "Bendigo o Bem nesta situa��o (ou condi��o) e quero v�-lo". Voc� se assombrar� com o resultado. Isto � amar o Bem. � amar a Deus. � amor. Se quiser impedir que algu�m te fa�a algum dano, diga mentalmente: "Te envolvo em meu circulo de amor". Voc� o ver� mudar no mesmo instante. Envolva a sua casa e todos os que se aproximem dela em seu circulo de amor. Jamais poder�o roubar ou lesar sua propriedade. Estas pessoas que est�o atormentadas porque o esposo (ou a esposa) lhe est� sendo "infiel", ou simplesmente que se apaixonaram por outro ou outra, que digam pensando no rival "Te envolvo em meu circulo de amor"; que persistam at� ver a mudan�a maravilhosa que acontece. N�o � indispens�vel sentir este Amor, basta a Boa Vontade de express�-lo. Boa Vontade j� � Amor. O Amor Divino jamais falha. Mas h� que compreender que o Amor Divino est� dentro do nosso cora��o, n�o se pode manipul�-lo de fora para dentro. Estando a Vida dentro do pulsar do cora��o, tamb�m estar�o todas as virtudes de Deus, e como esta � a Verdade ao afirm�-la come�a a exteriorizar-se. Os Sete Aspectos de Deus se entrela�am e se manifestam, separadamente ou conjuntamente, mas todos est�o unidos e est�o dentro de n�s. Isto � o Eu Superior ou o Cristo, a Verdade. N�o � verdade ent�o que somos "maus"; isto � somente uma falsa cren�a, mas como manifestamos tudo o que criamos, manifestamos �dio e maldade ao acreditar que somos "maus". Comece a decretar que voc� � perfeito(a) Filho(a) de Deus, com todas Suas Virtudes, voc� come�ar� a manifest�-las onde antes manifestava mentiras. No Livro n�mero 2 da s�rie "Metaf�sica ao alcance de todos", h� uma ora��o-exerc�cio do Mestre Emmet Fox para desenvolver o Amor Divino. � simplesmente uma s�rie de afirma��es da Verdade, que te transformar�. S�o Paulo disse: "Sois transformados pela renova��o de vossas mentes". Esta renova��o � o que se consegue com as declara��es da Verdade, as afirma��es baseadas na Verdade Divina. Quando voc� tenha se transformado, que n�o conserve em voc� o rancor, nem o �dio, unicamente boa vontade para tudo e todos; que n�o sinta desejos de ver ningu�m "castigado"; que jamais pense "bem feito, mereceu" com rela��o a ningu�m, voc� poder� curar somente pronunciando a palavra e em muitos casos somente com sua presen�a. Isto n�o quer dizer que voc� aprovar� um ato errado, mas n�o se tem �dio de uma crian�a que quebra um objeto valioso; lhe ensinamos, se reprova o ato, mas n�o o ator. H� algo de suma import�ncia; voc� nunca deve permitir que te enganem ou que abusem de voc�. Muitos acreditam que est�o expressando Amor Divino, cr�em estar perdoando, quando o que est�o fazendo � encobrir e at� ajudar a cometer desacertos. Isto n�o � outra coisa do que se fazer c�mplice do infrator e participar do carma ou "castigo" dele. Proteja seu direito, mas sem viol�ncia. Perdoe e esque�a, mas n�o aplauda aprovando o erro. Cure. O medo, a critica e a condena��o, destroem, impedem que se realizem os seus tratamentos. Se suas ora��es n�o est�o sendo respondidas, � certo que voc� n�o se livrou do rancor a algu�m, ou � algo como uma institui��o, uma religi�o, uma lembran�a, algo. Se voc� n�o se livrar do medo, seja do que for, � porque est� faltando com a Lei do Amor em algum lado. O Amor n�o � simplesmente sentir, n�o. � compartilhar, � ser conseq�ente, � ter lealdade, � desejar o bem, � ter bom humor, ter boa Vontade, � n�o querer lesar, � ter considera��o, � devolver o bem pelo mal, � amar o belo, � ter paci�ncia, ser Cortez, � obrar com bondade, � sorrir sempre. � compreender aos demais, � colocar-se no lugar dos outros, � defend�-los quando est�o ausentes. � ajudar, � apreciar o trabalho alheio, � ver todo o bem e n�o "sempre mal", sem ser hip�crita logicamente. � buscar o bem e a beleza em tudo, como fazia o Mestre Jesus por exemplo, quando andava por um caminho com os ap�stolos e se depararam com o cad�ver de um cachorro em estado de decomposi��o. Os ap�stolos taparam o nariz e os olhos, e levantaram os vertidos para n�o se contaminar. O Mestre olhou os restos do animalzinho e comentou: "Nem as p�rolas s�o t�o brancas como seus dentes". Amar � ensinar ao que n�o sabe e n�o critic�-lo e culp�-lo porque n�o sabe, e quando se v� que n�o sabe. Amor n�o � dar esmolas pela rua, nem dar tudo o que nos pedem. N�o � facilitar tudo o que falte � todos os que cheguem perto de n�s. H� pessoas que acreditam que � dever delas resolver integralmente todos os problemas dos outros; isto � impedir que evoluam por seus pr�prios esfor�os. � tirar seu carma e apropriar-se dele. Depois se queixam dos obst�culos e problemas que sofrem, e que acreditavam haver superado! O Amor � ser manso e humilde de cora��o, e ao repetir constantemente esta afirma��o o Amor vai se desenvolvendo em Voc� (EU SOU), etc. Se voc� tem medo de alguma coisa � porque est� pobre de Amor Divino. O que ama com Amor Divino sempre pensa a Verdade, "v�" a Verdade atrav�s da mentira cada vez que se apresenta um caso de doen�a, de crime, de injusti�a, de negatividade. O que est� no Amor Divino n�o conta suas fa�anhas, as curas que consegue, os problemas que resolve nos outros, porque sen�o seria prova de que ama a ele mesmo mais do que ama a Deus. Quando se est� fazendo um tratamento n�o se conta, n�o se fala aos outros o que se est� tratando, porque se dispersa a for�a. Quando Jesus curava pedia que n�o dissessem a ningu�m, j� que referi-lo � orgulho espiritual, ou considerar mais importante sua fa�anha, sua presen�a material. Quando voc� fizer um tratamento por voc� ou por outro, haver� um momento em que sentir� paz. A isto o Mestre Fox chamava de "a descida do Esp�rito Santo". Quando voc� sentir o Esp�rito Santo, deixe de pedir ou "tratar"; espere com f� e paz. Significa que o tratamento j� teve efeito; muitas vezes se sente desejos de suspirar, � um sinal seguro que o tratamento "chegou" � pessoa tratada. INTELIG�NCIA... � o Quarto Aspecto Principal de Deus. Deus n�o � somente inteligente, mas � A INTELIG�NCIA. Deus est� em todas as partes e � a Intelig�ncia, portanto, tudo cont�m intelig�ncia. Medite sobre isso, para que chegue a uma conclus�o assombrosa: que n�o somente os animais e as plantas s�o inteligentes, mas tamb�m os objetos inanimados!! S�o compostos de �tomos. Tudo est� feito de �tomos e o �tomo � inteligente. O n�cleo do �tomo � luz; essa luz � intelig�ncia, � Deus. � Energia. Move-se, circula, sente, se adere ao que conv�m ou repele o que n�o serve. Obedece a Lei de Atra��o, que em termos an�mico-religiosos � o Amor. O �tomo est� composto das duas principais faculdades ou condi��es (como queira chamar) universais: Intelig�ncia e Amor, o Pai e a M�e, o Positivo e o Negativo. � frente voc� se encontrar� novamente com este Aspecto da Lei de Gera��o. A subst�ncia de tudo o que existe � Intelig�ncia. � Energia At�mica, que � Deus. N�o vemos a Intelig�ncia. � invis�vel, mas vemos seus efeitos, como todos os Aspectos de Deus. Quando existirem coisas na sua vida que n�o caminham bem, fa�a um tratamento lembrando-as que s�o inteligentes e ver� tudo se acertar. N�o importa o que seja, seu corpo, seus �rg�os, seus aparelhos el�tricos, suas plantas, animais, at� sua roupa. Fale ao artigo e fa�a-o lembrar que tem intelig�ncia divina, e que n�o pode ir contra ela. Que foi inventado para trazer harmonia � sua vida e n�o pode ser que desarmonize. Ver� milagres, pois se est� lesada, responder� ao instante a qualquer tratamento f�sico que lhe fa�a. Se atribuirmos a Deus cada qualidade de um Deus infinitamente inteligente, amoroso, terno, justo, infinito e todo poderoso, Ele se manifestar� para n�s desta maneira. A B�blia diz que Deus nos comunica: "O que voc� pense que eu sou, isso serei para ti". Devemos fazer tratamentos para nos tornamos mais inteligentes, pelo menos tr�s vezes por semana. Quando as crian�as estejam tirando notas baixas nos estudos, se deve falar com o Eu Superior delas e recordar-lhes que Ele � a Intelig�ncia Divina. Responder�o imediatamente; as crian�as respondem sempre. E ao tratar a uma pessoa, este tratamento n�o se apaga jamais, e ainda que seja dentro de cinq�enta anos ou mais esta se mostrar� uma pessoa melhor e mais inteligente pelo tratamento que lhe foi feito quando era crian�a. Aben�oe a intelig�ncia de seus empregados, ou de seus companheiros de trabalho, de seus familiares, e em tudo que mostre sinais de estupidez, etc. Cada �rg�o e cada c�lula s�o inteligentes. Quando algu�m manifesta falta de vis�o, de ouvido, de sa�de, maus dentes, queda de cabelo, gordura excessiva, h� que faz�-lo saber que n�o seria inteligente haver formado um corpo que necessita de tudo isso para existir sobre este planeta, ou que se descomponham quando mais se necessitem. H� que falar com os �rg�os e as c�lulas e dizer isto a eles. Se voc� j� sabe isso e n�o pratica, voltar� para voc� o mal que voc� lhes faz, aumentando-se o problema. Quando a ra�a humana compreenda que Deus � Intelig�ncia e que est� em tudo, se eliminar� a cren�a na velhice e na morte tamb�m. Ter� desaparecido a doen�a e a fealdade. Estes Aspectos de Deus nos permitem pensar Nele de uma maneira inteligente, e isto � orar. Cada vez que voc� pense em um destes Aspectos, o estar� desenvolvendo em voc�. Cada vez que os afirme se aumentar�o em voc�. Quando se apresente um problema, lembre do Aspecto com o qual est� relacionado, decrete-o, afirme-o, relacione-o e se resolver�. UNIDADE... INDIVIDUALIDADE Deus � UNO. Voc� e eu somos individualiza��es do Deus �nico. Entenda que voc� n�o � o seu corpo e sim seu Eu Superior, seu Cristo, sua Chispa Divina, como quer que se chame, voc� � uma individualiza��o do Deus �nico. Seu corpo � parte da sua consci�ncia carnal, que foi feita para poder mover-se no planeta Terra. � somente o cobertor de tudo que voc� �. Voc� � a presen�a de Deus no lugar onde voc� se encontra, o qual n�o significa que voc� � um absurdo pequeno Deus pessoal! Voc� � como uma l�mpada, ou uma l�mpada na corrente el�trica; ao ser acesa apresenta luz, sem ser a �nica luz. A corrente est� presente em todo circuito, mas se faz consciente na l�mpada acesa, poder�amos dizer assim. Compreender que somos individualiza��es de Deus n�o pode nos fazer vaidosos. Deve nos dar humildade e confian�a em n�s mesmos, assim como nos livrar do medo. Deus se individualiza como homem, como anjo, como espa�o, como tempo, como c�lula, como �tomo, como sol, como luz. Individuo n�o significa "separado" como muita gente acredita. Ao contr�rio, significa "parte integral". Deus, porque � Deus, pode individualizar-se em inumer�veis seres diferentes. Sendo Ele a Vida, est� individualizado onde quer que haja vida. Para muitos isto ser� uma id�ia muito nova, e devem medit�-la at� que a compreendam; n�o se domina rapidamente. H� que pedir luz e cuidar-se de tirar conclus�es temer�rias. Quando de repente voc� tem que efetuar uma tarefa que te parece muito grande, voc� deve recorrer ao Aspecto de Deus "unidade", e crer que Deus atua atrav�s de voc�. Se voc� compreender isto ver� como a tarefa se desenvolver� maravilhosamente. O assunto ent�o se converte em "Nosso assunto", uno com Deus, em lugar de "Meu assunto", seu exclusivamente. O homem � o instrumento. Deus � o atuante. ESP�RITO... Deus � Esp�rito. O que � o Esp�rito? � aquele que, ainda que invis�vel, n�o pode ser destru�do, lesado, machucado, degradado de modo algum. O Esp�rito n�o pode envelhecer, nem morrer, nem deteriorar, nem se cansar. N�o pode conhecer pecado, nem ressentimento, nem desilus�o, � o oposto da mat�ria, mas quando se reconhece a condi��o espiritual, a mat�ria se acopla a ela. Isto quer dizer, a mat�ria se desgasta, mas o esp�rito n�o; � subst�ncia, o que n�o est� sujeito a decomposi��o nem a disc�rdia. Quando se pensa no esp�rito, com rela��o a uma condi��o material, o esp�rito provoca uma renova��o na condi��o mencionada, porque Esp�rito � o oposto � mat�ria. Voc� � esp�rito. Voc�, na Verdade, n�o morrer�. A mat�ria n�o � logicamente uma ilus�o. Existe e se desintegra, mas n�o � sua verdade. � somente um veiculo para mover o esp�rito na Terra. Ela atende e obedece �s ordens que lhes s�o dadas amorosamente, j� que as c�lulas s�o inteligentes e s�o entidades controladas pelo governo Elemental de seu Corpo, o qual � o mesmo que te integrou e desintegrou desde a primeira vez que voc� encarnou neste planeta. Ame-o. Fale-lhe. Agrade�a-lhe por seu servi�o desinteressado atrav�s de milhares de anos, pois os Elementais cumprem seu trabalho e o �nico que esperam � a gratid�o e amor daquele em quem efetuam sua miss�o. Voc� � superior a tudo isso: mat�ria, Elementais, c�lulas, etc. Voc� d� uma ordem quando pensa ou lembra que tudo o que est� vendo cont�m a Deus, � Perfei��o. Quando por fim voc� compreender que tudo � uma id�ia espiritual, uma cria��o de Deus (porque at� as falsas cria��es chamadas "cria��es humanas" s�o fabricadas com subst�ncia divina que o homem disp�e com o pensamento), ou seja, quando voc� "Conhecer a Verdade", seja um �rg�o lesado, seja uma condi��o negativa qualquer, estes recebem a ordem de manifestar a Verdade Espiritual e a cumprem. Estas ordens voc� pode dar a todo o animado e ao inanimado. Desde seu corpo e suas circunst�ncias, at� a seus sapatos, seu rel�gio, sua casa, uma cadeira, um telefone, o televisor, etc. Os objetos inanimados s�o id�ias espirituais dadas ao homem atrav�s de sua mente, que � parte da Mente Divina. Devem trabalhar com perfei��o, porque em perfei��o sa�ram da Mente Divina para o bem estar do homem, o Filho de Deus. Aqueles que ainda n�o est�o familiarizados com as leis espirituais estranhar�o estes dados. N�o acreditem em mim. Comprovem tudo e se n�o leram os livretos anteriores, comecem a l�-los cronologicamente para poder compreender o que est�o lendo. PRINCIPIO... O s�timo Aspecto Principal de Deus � Principio. O que � o Principio? Vamos considerar uns exemplos j� conhecidos por voc�s: "A �gua busca seu pr�prio n�vel" � um princ�pio. Toda �gua, em toda a Terra, jamais se dobra ou se quebra. Inclinando um copo de �gua para baixo, a �gua permanece horizontal, ou seja, busca seu pr�prio n�vel, horizontal. Isso n�o muda nunca. Voc� n�o pode obrig�-la a subir uma montanha verticalmente; pode impulsion�-la mecanicamente para que alcance o n�vel superior e por etapas ir levando-a at� em cima da montanha. Pode deix�-la cair de um n�vel superior a um n�vel inferior, mas em qualquer dos n�veis ela se mant�m na horizontal. Este � seu n�vel e ela se adapta a ele. "A mat�ria se expande quando exposta ao calor". � um princ�pio e por isso jamais varia. "A somat�ria dos �ngulos de qualquer triangulo � sempre 180 graus". Estes princ�pios s�o certos desde bilh�es de anos e continuar�o sendo certos at� daqui a bilh�es de anos. Jamais mudar�o em qualquer parte. Deus � o Princ�pio da Harmonia Perfeita, por conseguinte, o que fa�a Deus Criador tem que ser de acordo com a Harmonia Perfeita. Se n�o o estamos vendo assim, o defeito est� em nossa vista, interior ou exterior. As Ora��es Cient�ficas que estudamos nestes ensinamentos n�o tentam mudar as leis, nem pedem a Deus que transforme uma lei para nos comprazer. Nos sintoniza com o Princ�pio e vemos que o assunto nos sai perfeito. Assim como quando voc� quer escutar um programa especial no r�dio ou na televis�o, voc� sintoniza seu aparelho com a onda da esta��o; portanto, quando quiser proceder de certo modo, pense em Deus ou na Lei relacionada, ou na Entidade que se encarrega deste departamento (Mestre Ascencionado, Arcanjo, Eloim, etc.), ou simplesmente no seu Cristo Interior que � o seu Eu Superior e pe�a luz, ajuda, inspira��o, e ver� manifestar-se o que pede. Insista no seu direito de que a perfeita harmonia � a Lei do Ser, e que n�o se pode negar o que voc� pede, porque est� � uma poderos�ssima afirma��o, porque � a Verdade, e a Verdade � Deus. Estes sete Aspectos de Deus s�o, cada um, um elemento. Deus os cont�m todos de uma vez, assim como uma flor cont�m ao mesmo tempo fragr�ncia, cor, forma e textura. No entanto, podemos falar de cada aspecto separadamente. Deus � o nome dado pela religi�o e Criador-Mente � o nome metaf�sico e Causa � o nome que lhe d� a Ci�ncia. O Universo � o efeito da Causa, ou Deus. Deus � bom, � o Bem, logo o universo tem que ser bom. O Dr. Fox recomenda fazer o tratamento "Para o Amor Divino" e substituir a palavra amor pela do Aspecto que queira desenvolver em voc�. A Religi�o diz AMOR. A Ci�ncia diz Lei de Atra��o. A Religi�o diz Esp�rito. A Ci�ncia diz Causa e Efeito. A Religi�o diz VIDA. A Ci�ncia diz Lei de Gera��o. A Religi�o diz UNIDADE. A Ci�ncia diz Lei do Mentalismo. A Religi�o diz Bom e Mal. A Ci�ncia diz Positivo e Negativo, ou Polaridade. A Religi�o diz Deus � O Princ�pio de todas as coisas. A Ci�ncia diz Causa, e os Princ�pios. A seguir come�aremos estudar os Princ�pios. Voc� percebe como esta s�rie de Aspectos que apresentam as partes an�micas, sentimentais ou religiosas empatam com a parte cient�fica ou mental que lhe segue formando "um c�rculo?" O PRINC�PIO � uno; no entanto, agora vamos estud�-lo em um aspecto s�tuplo. OS SETE PRINC�PIOS UNIVERSAIS Mentalismo, Correspond�ncia, Vibra��o, Polaridade, Ritmo, Causa e Efeito, Gera��o. Repita esta lista na ordem dada at� que a decore, mas lembre-se sempre que a divis�o e enumera��o empregam-se unicamente para maior facilidade de compreens�o; j� que os sete princ�pios s�o uno, atuam conjuntamente, em tudo e sempre. Na primeira parte (Metaf�sica ao Alcance de Todos, n�mero 1) se estuda o Princ�pio do Mentalismo, que � a inicia��o � Verdade por tr�s de todo o vis�vel e palp�vel; ou seja, a inicia��o superior, a qual n�o se chega at� que o ser humano o deseja intuitivamente, a busca e a aceita e se sente feliz ao encontr�-la, porque reconhece nela a resposta as suas perguntas interiores. Se voc� em algum momento durante o processo destes estudos, sente desejos de discutir e rebater, n�o o fa�a. Simplesmente deixe de lado o ponto que seja dif�cil de aceitar e continue lendo tudo o mais. Se voc� n�o est� de acordo com nada, � in�til que siga lendo; te faltam passos ou degraus; voc� os encontrar� no curso de sua vida corrente. Estes estudos produzem paz e serenidade, e se a voc� o que produzem � desejo de entrar em pol�mica est� claro que ainda n�o chegou o momento de desejar a paz. Ainda quer guerra. At� agora, e atrav�s das duas partes anteriores, voc� teve vislumbres dos sete princ�pios. Nesta terceira parte detalharemos um pouco mais cada um dos seis princ�pios restantes, a partir do Princ�pio de Mentalismo que voc� j� conhece; e disse somente "um pouco mais" e n�o "a fundo" porque a amplitude se adquire meditando-os. � o seu pr�prio esp�rito que te instrui. Eu somente dirijo sua aten��o. "O reino dos c�us est� dentro de ti", disse o mestre Jesus, e tamb�m disse: "O reino de Deus est� ao alcance de sua m�o". Aquilo que chamamos "Deus" � infinito. Sem limita��es. Se dissermos que Deus � "isto", ou que � "aquilo", o estamos definindo e, conseq�entemente limitando-o. Deus n�o pode ser definido por n�s. A mente finita n�o pode conter o infinito. Equivaleria tentar p�r o mar em um bote. Mas, nada impede de encher e esvaziar o mesmo bote tantas vezes como se deseja, ou tantas vezes como seja necess�rio. Assim, n�s estudamos a Deus por partes. Cada parte nos d� um pouco mais de compreens�o, com o tempo vamos melhorando em qualidade, j� que quanto mais se contempla o Bem, tanto mais melhora o ser. Voc� j� viu sete partes ou aspectos de Deus: Deus � Amor, Vida, Verdade, Intelig�ncia, Unidade, Esp�rito e Princ�pio. Ao analisar est� �ltima das sete partes (o aspecto Princ�pio) vemos que se subdivide tamb�m em sete. � porque consiste em um Princ�pio �nico que tem sete faces, j� enumeradas acima. Nosso universo funciona sobre uma base s�tupla: sete aspectos de Deus, sete Princ�pios universais, sete anos em cada etapa do homem, sete planetas em volta do sol, sete notas musicais, sete cores do espectro, sete dias na semana, sete meses de gesta��o antes que o ser humano possa sobreviver ao ar, e assim sucessivamente. � medida que o homem vai se tornando consciente, vai descobrindo maiores dimens�es em tudo. No setor dos Princ�pios universais, alguns como Gera��o, Polaridade primeiro e mais tarde Ritmo e Vibra��o, foram sendo reconhecidos e aplicados cientificamente em certos e determinados estudos como a Biologia, Bot�nica, Eletricidade, M�sica, etc, mas se ignorava que podiam funcionar em toda cria��o, subjetiva e objetivamente. Sempre houve Mestres e Avatares, seres mais avan�ados que o resto da humanidade, que sabiam tudo o relacionado com os Princ�pios. Hoje a grande massa humana adquiriu a capacidade de compreender sete, e este conhecimento � acess�vel a todos. J� n�o s�o necess�rias aquelas organiza��es chamadas "ocultistas", �nicas conhecedoras da maneira de praticar e aplicar as leis imut�veis. O PRINC�PIO DO MENTALISMO Primeiro Princ�pio de Hermes, ou seja, o mais importante de todos os Princ�pios da Cria��o. Este Princ�pio voc� j� aprendeu no livreto de texto: METAF�SICA AO ALCANCE DE TODOS, N�MERO 1. Tem por lema "TUDO � MENTE". Voc� j� sabe que tudo � mente e o tem comprovado; eu repito aqui: N�o aceite nada que n�o possa comprovar. Saiba que, a coisa que voc� n�o possa saborear, deixe-a para mais tarde. J� sentir� o que eu chamo "o click", sem que tenha necessidade de consultar at� mesmo com outros mais adiantados. Voc� j� sabe que os pensamentos s�o "coisas"; s�o mat�ria. Manifestam-se no exterior. Convertem-se em sucessos, doen�as, trope�os ou pr�mios, desgra�as ou felicidades, dependendo se s�o negativos ou positivos, e que ningu�m tem culpa do que possa acontecer em sua vida. Somente voc� � o produtor de tudo o que venha ou te aconte�a. Tudo depende do clima mental em que voc� vive. Se voc� � constantemente mal humorado, n�o estranhe que te tratem mal. Se � contente, risonho, feliz, otimista, n�o estranhe que seja popular, amado, bem vindo em todos os lugares e que tudo que te acontece � bom. Temos livre arb�trio de escolher o Bem ou o Mal, o negativo ou o positivo. Fa�a-se segundo sua palavra! O que voc� espera que aconte�a, o que voc� decrete que aconte�a, acontecer�. O que negue, n�o acontecer�. Quando voc� muda o seu modo de pensar, se transforma a manifesta��o exterior. S�o Paulo o Ap�stolo o expressou: "Somos transformados pela renova��o de nossas mentes". Se voc� alimenta certas id�ias, n�o tem poder nem como mudar as conseq��ncias. Estas s�o as coisas que ver� acontecer no exterior. Cada condi��o e situa��o de sua vida � a encarna��o de uma cren�a que voc� tem no subconsciente. Est� alojada ali e produzindo seu igual no exterior. Suas verdadeiras cren�as s�o o que v� manifestar. Mas h� uma grande diferen�a entre o que voc� verdadeiramente cr�, o que voc� cr� que cr�, e o que cr� que deve crer. N�o � dif�cil distinguir entre estas tr�s coisas, porque ver� acontecer somente o que voc� realmente cr�, julgue voc� mesmo. Voc� ouviu dizer muitas vezes que somos feitos a imagem e semelhan�a de Deus. Isto significa que somos criadores como Ele. Deus criou os Universos com sua Mente. N�s criamos nosso mundo com nossa mente. O mundo em que vivemos n�o � nem mau nem bom; tudo se julga com o cristal que o vemos. Dou-te o seguinte exemplo: pense em uma l�mpada. Pense em uma de cem watts. Agora lhe coloque uma tela de cor verde; o ambiente e todos os objetos ser�o afetados. Todos t�m uma tonalidade verde. As cores limpas se sujaram. Os olhos se enegreceram. Tudo se escureceu. Agora mude esta tela e coloque uma vermelha. Tudo se transformou; os verdes se sujaram, os vermelhos se avivaram. S�o os mesmos objetos, mas vistos com outros olhos. Voc� sabe que por tr�s desta tela est� sempre a l�mpada branca de cem watts. O que voc� est� vendo n�o � mentira. Est� ali a cor, mas � somente uma apar�ncia. A cor verdadeira � outra. Voc� pode tirar esta cor no momento que queira. O mesmo acontece em sua vida. Mude sua cren�a, mude a posi��o mental que voc� est� mantendo e tudo se transformar�. E porque n�o se soube isto antes? Porque as religi�es, seitas ou outras organiza��es ocultistas n�o nos ensinaram? Isto perguntam os disc�pulos deste Novo Ensinamento. Porque todas as outras organiza��es que buscam a Verdade, s�o os passos que fomos dando em nossa evolu��o. Esses passos foram aparecendo na Terra � medida que os humanos podiam suport�-los, compreend�-los, absorv�-los. Todas as pessoas que est�o aderidas a estas seitas e religi�es � porque ainda as necessitam. Todas as que est�o estudando o Novo Ensinamento para a Era, j� superaram as demais. Esta instru��o � dos Iluminados e Iniciados. � a que estudavam os S�bios Astr�logos, os chamados "Magos" Reis que visitaram ao Menino Jesus em Bel�m, os Altos Sacerdotes companheiros de Mois�s; enfim, o que instru�a Hermes Trismegisto, o qual jamais esteve "oculto", somente para as mentes que ainda n�o podiam assimil�-lo. Hoje a maioria da humanidade j� est� suficientemente adulta para digerir os ensinamentos superiores, que come�am pela Psicologia, Metaf�sica, Princ�pios Herm�ticos e o que iremos dando em seu momento, nesta forma clara e simples. PRINC�PIO DE CORRESPOND�NCIA A primeira frase da B�blia diz: "No princ�pio Deus criou os c�us e a terra. A terra, por�m, estava sem forma e vazia...". Na segunda parte do livreto n�mero 1 (Significado Metaf�sico dos Dez Mandamentos) voc� aprendeu o simbolismo triplo que emprega a B�blia, e tamb�m obteve uma id�ia da forma em que atua o Princ�pio de Correspond�ncia, cujo lema � "Como � embaixo � em cima, como � em cima � embaixo", o que quer dizer que em nosso pr�prio ambiente terreno e em tudo que nos rodeia, podemos ler, decifrar, traduzir como ocorrem essas mesmas coisas em outros planos. Que toda a��o e toda condi��o t�m sua analogia ou sua correspond�ncia em todos os outros planos de exist�ncia, sempre levando em conta que, a medida que a vida se eleva, v�o-se ampliando as experi�ncias e os poderes. Vamos tomar um exemplo terreno, e de acordo com o Princ�pio de Correspond�ncia vamos deduzir como � realmente este "Deus" a quem nos instam a amar, apesar da imagem inconceb�vel de crueldade que Lhe d�o os ensinamentos. Quantas vezes voc� se sentiu inconformado, incomodado, ante o "grande mist�rio" de que os seres humanos nascem em pecado original por culpa de Ad�o e Eva? O que te soprou no ouvido seu senso comum? N�o te disse por acaso: "mas que dem�nios tenho eu a ver com um casal que existiu - se � que existiu - milhares de s�culos atr�s, e at� quando estaremos pagando a d�vida?" N�o te disse isso seu senso comum? E voc� n�o o obrigou a calar-se pelo simples fato de que os mais velhos te ensinaram a n�o analisar "os mist�rios divinos", sob pena de algum castigo terr�vel? E a frente daquele outro "grande mist�rio" que sempre te deixou perplexo: "Deus tudo sabe", voc� n�o se perguntou: "quer dizer ent�o que sabe antes de uma crian�a nascer se esta vai se condenar ou n�o ao fogo eterno? E antes de atrever-se a saber a pergunta que se desprende de voc�, algu�m te diz: Cala! N�o nos � permitido sondar os des�gnios de Deus!" E seu senso comum n�o te disse que a semelhante bestial crueldade n�o � poss�vel amar? O senso comum, este que algu�m classificou "o mais comum dos sentidos" � a express�o da Sabedoria Divina neste plano humano. Voc� j� o aprendeu na segunda parte. Se perceber que alguns dos que te rodeiam carecem de senso comum, voc� pode estar certo de que, se n�o � retardo mental, sua mente foi t�o freada e reprimida pelos que a rodeavam, que n�o se atreve a confiar em seu pr�prio discernimento, e sempre sai consultando a opini�o dos outros. Ent�o, o que manifesta em sua vida? Confus�o e disparates. A B�blia diz que o homem � feito a imagem e semelhan�a de Deus. O que faz um homem comum que vai dirigindo seu carro e uma crian�a atravessa na frente? N�o faz um esfor�o sobre-humano, freando com todo seu corpo, seus sentidos e reflexos? N�o esquece sua pr�pria vida, jogando o carro para o lado para salvar a vida da crian�a? De acordo com o grande mist�rio citado acima, o homem deveria seguir a insens�vel deidade que ele conhece, e continuando glacialmente seu caminho, passar por cima da crian�a deixando-a destripada no meio da rua!!! Pois se o homem, que � apenas um �tomo na Cria��o, coloca todos os seus pobres recursos em favor de uma crian�a desconhecida, o Deus infinito, Todo Poderoso, Nosso Pai, cuja ess�ncia formou aquele homem, tem infinitos recursos para redimir, proteger e salvar � sua infinita cria��o. Esta � a forma de aplicar na pr�tica o Princ�pio de Correspond�ncia que diz: "Como � em cima � embaixo, como � embaixo � em cima". Estudando a m�nada se chega ao anjo, disse Hermes. N�o podemos julgar e apreciar exatamente como � uma condi��o de vida superior �quela que estamos vivendo. Um pobre pensa de um rico: "Como seria agrad�vel ter tudo!" n�o o est� experimentando e n�o poder� apreciar totalmente at� que seja rico, ainda que possa antecipar o bem estar, julgando pelo que ele sente quando consegue satisfa��es, de acordo com o seu n�vel econ�mico. Isso mesmo ocorre entre planos ou dimens�es. A formiga vive na primeira dimens�o; a mente dela n�o passa de instinto. N�o lhe � poss�vel sequer calcular a vida de um homem. A isto quis chegar para explicar o termo "consci�ncia" que tanto usamos em Metaf�sica, quando mencionamos a "consci�ncia espiritual" e a "consci�ncia material", "o direito de consci�ncia", etc. � o estado de adiantamento ou de atraso; � o estar consciente de algo, em pleno conhecimento de algo pelo fato de estar experimentando na pr�pria carne, ou na pr�pria mente. Se fosse poss�vel para a formiga meditar sobre o homem, e se fosse poss�vel ensinar-lhe a aplicar o Princ�pio de Correspond�ncia, haveria que lhe dizer mais ou menos isto: "Um homem � um ser como voc�, que fabrica sua casa como voc�, que busca alimento como voc�, que tem seu governo como voc�, e suas regras para boa conviv�ncia como voc�". Nada, al�m disso, pode captar, porque nada mais entra no seu plano de consci�ncia. Em cada plano existem adiantados que j� est�o quase a ponto de ascender ao pr�ximo plano de consci�ncia, e que j� vislumbram ou pressentem as condi��es superiores. Entre os animais h� cachorros, cavalos, etc, dos quais se diz: "S� falta falar". Entre os homens surge um Jesus, por exemplo, que condescende em regressar a um plano inferior com o prop�sito de ensinar a evoluir. N�s j� estamos entre-planos, vivendo e aprendendo as condi��es do plano Mental, ao qual nos estamos graduando. Se diz de n�s que estamos desenvolvendo "a consci�ncia espiritual", ou seja, que estamos nos tornando conscientes de coisas insuspeitadas pela grande maioria que vive na "consci�ncia material". Por isso � que a grande maioria recusa a id�ia de que os discos-voadores podem ser naves espaciais dirigidas por super-homens, que v�m nos perscrutar, tal como n�s nos deter�amos a perscrutar a uma ave em seu ninho chocando seus ovos. N�o nos querem mal. Somente t�m curiosidade. Como � embaixo � em cima. O PRINC�PIO DE VIBRA��O Este � o Terceiro Princ�pio Herm�tico. Seu lema �: "Tudo est� em movimento, tudo vibra". Pensemos na h�lice de um avi�o; quando est� im�vel vemos as h�lices, duas p�s de madeira fixas em um eixo. Quando come�am a se movimentar, v�o acelerando e em pouco tempo n�o vemos nada! Tornam-se transparentes. Isto � o que acontece com a alta freq��ncia. Por isso � que n�o vemos os esp�ritos desencarnados. Eles vivem aqui no meio de n�s, mas em uma freq��ncia de vibra��o diferente de nossos corpos de carne e osso. A aparente imobilidade de uma rocha, que tamb�m se move em sua pr�pria freq��ncia de vibra��o, � porque sua freq��ncia vibrat�ria � excessivamente lenta. O pensamento positivo vibra em uma freq��ncia alt�ssima. Suas cores s�o brilhantes, claras e luminosas. O pensamento negativo vibra lentamente e suas cores s�o opacas. Quanto mais negativos, mais sombrio e mais baixo o "tom" de seu som. O pensamento positivo, como a mente que est� polarizada no plano positivo, n�o pode ser dominado por uma vibra��o baixa, a menos que haja algum conceito ou id�ia negativa "agarrada" em alguma parte do individuo. Ou a menos que o individuo permita que seu pensamento se torne negativo. Jesus disse: "O deus deste mundo vem a mim e n�o encontra nada em mim para agarrar-se". O deus deste mundo � o p�lo negativo, o qual impera na maioria das mentes. O p�lo positivo n�s j� estabelecemos, � de alta vibra��o. O p�lo negativo de baixa vibra��o. Os sons baixos s�o de vibra��o lenta. Os sons altos, de alta vibra��o. As cores escuras s�o de baixa freq��ncia. As cores brilhantes de alta freq��ncia. Tudo que � mat�ria est� sempre em movimento circular. Girando em torno de algo maior, como os planetas que giram em volta do sol. Este � o padr�o universal para tudo que seja material. Os herm�ticos sempre ensinaram o movimento vibrat�rio da luz, o calor, o magnetismo, a coes�o que � o princ�pio de atra��o molecular, que comumente chamamos de "Amor", o mesmo que este grande mist�rio chamado "a gravita��o" ou "gravidade". Hoje todo mundo conhece a rela��o entre o movimento e o som, ainda que n�o se tenha estudado no nosso plano terreno, ou seja, que ainda ningu�m o considera de grande import�ncia. Quem n�o percebeu o zumbido de um ventilador girando em m�xima velocidade? A rota��o vai produzindo diferentes sons musicais. Um avi�o que passa emite um som musical do qual se desprendem v�rios outros tons. Estes se chamam "harm�nicos" como sabem os m�sicos. Quando se toca uma nota musical qualquer, digamos em um piano, repercutem outras duas notas em oitavas mais altas. Os tons que soam s�o uma terceira e uma quinta nota do tom emitido. Esta combina��o harm�nica se chama "acorde maior", geralmente. O ouvido humano n�o percebe os sons que passam de certa freq��ncia. Quando algo gira emitindo um som que vai aumentando sua velocidade, passada a freq��ncia impercept�vel para o humano, come�a-se a ver graus de cor, come�ando pelo vermelho escuro. � medida que aumenta a velocidade, a cor fica mais brilhante, logo passa ao laranja, depois ao amarelo, da� ao verde, ao azul, ao anil e por fim ao violeta. Se a velocidade aumenta se torna branco, e da� para frente transformam-se nos chamados raios X, logo eletricidade e finalmente o magnetismo. A partir disso estaremos nos planos mentais e espirituais. Einstein dizia que quanto mais estudava a eletricidade, mais perto se encontrava do esp�rito. Para os humanos estas coisas ainda s�o inexplic�veis. Fazem parte dos planos sutis onde residem nossos corpos: Astral, Et�rico, Emocional, Mental e Espiritual. Os estados de animo vibram e lan�am ao espa�o essas vibra��es em sons e em cores. Todos os estados mentais se lan�am ao exterior do corpo que os cria, v�o chocando-se com corpos afins como fazem os instrumentos musicais, e estas vibra��es afetam em bem ou em mal a outras mentes, aumentando os estados emocionais e mentais que est�o de acordo com elas. Por exemplo, se algu�m se encoleriza, lan�a vibra��es de ira, as quais s�o atra�das magneticamente por outro que tamb�m est� encolerizado, umas aumentam as outras. O estado emocional vai piorando, e pode-se at� chegar ao crime quando as pessoas afetadas n�o t�m o h�bito de controlar-se. Os pensamentos e id�ias com respeito a Deus, sobre os Mestres de Sabedoria, sobre o Eu Superior ou sobre todo o nobre e puro tem vibra��es alt�ssimas. Estas elevam qualquer vibra��o menor, podendo curar doen�as, resolver problemas, etc. O PRINC�PIO DE POLARIDADE Lema: "Tudo � dual. Tudo tem dois p�los, tudo tem seu oposto, os semelhantes e os antag�nicos s�o o mesmo. Os opostos s�o id�nticos em sua natureza, mas diferentes em grau. Os extremos se tocam. Todos os paradoxos podem reconciliar-se". Este Quarto Grande Princ�pio Herm�tico encerra a verdade de que todas as coisas manifestadas t�m dois aspectos, dois p�los, que s�o os opostos com inumer�veis graus entre ambos extremos. Aqueles antigos e eternos paradoxos que confundiram as mentes como: "Tudo � e n�o � ao mesmo tempo". "A tese e a ant�tese s�o id�nticas em natureza", e "Os extremos se tocam", ficam explicadas quando se medita este Princ�pio. A Lei de Polaridade explica que, o que existe entre coisas diametralmente opostas � somente quest�o de graus, e afirma que todos os pares de opostos podem reconciliar-se mediante a aplica��o desta lei. Vamos examinar este Princ�pio nos diferentes planos. No plano f�sico encontramos que o calor e o frio s�o de id�ntica natureza, sendo a diferen�a somente quest�o de graus. O term�metro indica os graus de temperatura, sendo o p�lo inferior o chamado frio e o superior calor. Entre estes dois h� muitos graus de calor e frio, e destes graus o superior � mais quente, em rela��o com o inferior que � mais frio. N�o h� absolutamente um tipo fixo. Tudo � quest�o de rela��o e graus. N�o h� nenhum lugar no term�metro onde termine o calor e comece o frio. Absolutamente. Tudo se reduz a vibra��es mais ou menos elevadas ou baixas. As pr�prias palavras: "elevado" e "baixo" que estamos usando s�o somente dois p�los de uma mesma coisa. S�o relativos. Assim acontece igualmente com o Leste e o Oeste. Se viajarmos ao redor do mundo em dire��o ao Oriente, chegamos a um ponto que se chama Ocidente. Seguimos o suficiente para o Norte, logo nos encontraremos viajando para o Sul. O mesmo Princ�pio se manifesta na luz e na escurid�o, o que em resumo s�o a mesma coisa. Onde termina a escurid�o? Onde come�a a luz? Qual a diferen�a entre grande e pequeno? Entre duro e mole? Entre branco e preto? Entre positivo e negativo? Na escala musical � o mesmo. Partindo de Si, chegamos a encontrar o Si. O mesmo Princ�pio opera de id�ntica forma no plano mental. O Amor e o �dio s�o considerados como diametralmente opostos e irreconcili�veis; mas se aplicamos o Princ�pio de Polaridade encontramos que n�o existe nem um amor absoluto, nem um �dio absoluto diferente um do outro; os dois s�o somente termos aplicados aos dois p�los de uma mesma coisa. Come�ando em qualquer ponto da escala encontraremos mais amor e menos �dio se ascendemos por ela, ou menos amor e mais �dio se descendemos por ela. H� muitos graus de amor e de �dio, e existe tamb�m um ponto m�dio onde o agrado e o desagrado se misturam de tal forma que � imposs�vel distingu�-los. A coragem e o medo ficam tamb�m segundo a mesma regra. Os pares de opostos existem em tudo. Onde encontramos uma coisa, encontramos tamb�m seu oposto. Este �ltimo � o que permite transmutar um estado mental em outro, seguindo as linhas de polaridade. As coisas diferentes n�o podem transmutar-se umas nas outras, mas sim as da mesma classe. Por exemplo, o Amor n�o pode transmutar-se em Leste ou Oeste, mas pode transformar-se em �dio, e igualmente o �dio, mudando sua polaridade pode transformar-se em Amor. A coragem pode transformar-se em medo e vice-versa. As coisas duras podem tornar-se moles, e assim sucessivamente, efetuando-se sempre a transmuta��o entre coisas do mesmo tipo, mas de diferentes graus. Falando-se de um homem covarde, quando se elevam suas vibra��es mentais no comprimento de uma linha medo-coragem, se encher� de valentia e desprezar� o perigo. Igualmente o pregui�oso pode fazer-se ativo e en�rgico, polarizando-se simplesmente pelo comprimento da linha pregui�a-dilig�ncia. Uma vez entendido o Princ�pio de Polaridade se vem imediatamente as mudan�as mentais que desejamos ver em nossos inimigos, amigos, nossos filhos, empregados, etc, pois s�o poss�veis aplicando a Lei. � como produzir um deslizamento pelo comprimento de uma escala, a saber, n�o se trata de transmutar uma coisa em outra completamente diferente, mas de reduzi-la a uma simples mudan�a de grau de uma mesma coisa. Os estados mentais pertencem a inumer�veis classes, cada uma das quais tem seu oposto, e pelo comprimento de sua pr�pria linha � poss�vel a transmuta��o. O Esp�rito e a Mat�ria s�o p�los da mesma coisa, sendo os estados intermedi�rios, ou planos, somente quest�o de graus vibrat�rios. Estes dois p�los, em tudo o que existe, se classificam a eles mesmos por seu grau vibrat�rio, ou seja, sua freq��ncia em positivos e negativos. Assim o Amor � positivo, o �dio � negativo. A F� � positiva, o medo � negativo. A atividade � positiva com rela��o � in�rcia. A cor branca � positiva contra o negro negativo. A Verdade � positiva, a mentira negativa. A prosperidade � positiva, a car�ncia negativa. O superior � positivo, o inferior negativo. Devemos recordar que a tend�ncia da Natureza � em dire��o � atividade dominante do p�lo positivo. Al�m da mudan�a de p�lo dos nossos pr�prios estados mentais mediante a arte da Polariza��o, o fen�meno da influ�ncia mental em suas m�ltiplas fases demonstra que o princ�pio pode estender-se at� abarcar as influ�ncias mentais; isto �, que se pode produzir por indu��o estados mentais nos outros. Portanto, � poss�vel polarizar um ambiente, uma situa��o. A maioria dos resultados obtidos mediante os tratamentos mentais, se obt�m aplicando este Princ�pio. N�s, os estudantes de Metaf�sica, jamais empregamos este Princ�pio em outro sentido que n�o seja o Bem, pois como se ver� adiante, no Princ�pio do Ritmo e o de Causa e Efeito, que s�o as leis do bumerangue, o que fazemos para os outros nos � devolvido em id�ntica forma, cedo ou tarde. A pr�tica deste Princ�pio nos permite compreender melhor nossos pr�prios estados mentais, assim como o dos outros, e nos certifica de que estes estados s�o puramente quest�o de graus, podendo elevar as vibra��es interiores a vontade, mudando a polaridade e fazendo-nos donos destes graus em lugar de seus escravos. Esta Lei nos permite ajudar a outros inteligentemente, polarizando situa��es. Por exemplo: Voc� j� sabe saudar, reconhecer e despertar o Cristo em seus semelhantes. � simplesmente recordando que o Eu Superior, o EU SOU, a Verdade do pr�ximo � Perfei��o. Na linguagem da Nova Era se chama "O Conceito Imaculado". Quanto mais voc� empregue esta pr�tica, tanto mais se esquecer� dos defeitos que tenha visto, ou que via nos outros. Chegar� o momento em que n�o te afetar�o de nenhuma maneira, porque voc� se sentir� em perfeita seguran�a de que este pr�ximo e irm�o somente est�o manifestando uma mentira, que somente com sab�-lo, voc� eleva sua freq��ncia vibrat�ria at� o positivo, sua Verdade. As freq��ncia vibrat�rias de um metaf�sico treinado, freq�entemente transformam o ambiente em que penetra, simplesmente com sua presen�a. Somente com o seu olhar, seu sorriso, sua paz e sua alegria polariza os estados mentais. Com umas quantas palavras positivas transmuta conceitos alheios negativos que imperam no ambiente, porque muda o humor dos presentes, estes se enchem de esperan�a onde antes havia abatimento. Neste sentido, o poder de Jesus era t�o grande que ao curar os doentes em seu caminho lhes dizia: "N�o torne a pecar". O grau de realiza��o que tem ao estudante, o praticante, ao reconhecer o Conceito Imaculado nos demais, por cima ou apesar das apar�ncias que estejam manifestando, cura completamente ou melhora a condi��o. Tudo depende de sua pr�pria f�. Lembre-se que f� � conhecimento. O metaf�sico sabe que a doen�a � uma apar�ncia produzida por uma forma mental, cria��o do individuo. � ignor�ncia e credulidade. Sabe que a Verdade eterna � VIDA. Sabe que se algu�m est� manifestando uma doen�a � porque na realidade est� acreditando na forma mental que criou. (O Evangelho diz que est� "enfeiti�ado" pela sua pr�pria cria��o). Vamos dizer que esta CREN�A � a PERMAN�NCIA de sua pr�pria cria��o que est� vivendo. De acordo com o Princ�pio que estamos estudando, sabemos que j� � poss�vel POLARIZAR, transmutar a pr�pria cria��o, deslizando a mente para cima, pela linha do positivo, pensando na sa�de e na vida. A Vida � VIDA, n�o pode converter-se em MORTE. Pode-se pensar em morte e produzi-la, mas ao pensar em Vida se transmuta a morte em vida. A vida � indestrut�vel; est� previsto que ela mesma, se as mentes humanas n�o lhe fecham o caminho com suas falsas cren�as, falsas, mas ningu�m se intromete no livre arb�trio, que permite as mentes humanas criar o que elas queiram criar. Contra o que voc� escolher ningu�m pode ir contra, somente voc� mesmo. Se voc� prefere situar-se no p�lo negativo ter� tudo o que a ele pertence. Se preferir o p�lo positivo ter� tudo o que a ele pertence. Ao P�lo Positivo pertence o sorriso, ao negativo a cara feia. Se voc� quer mudar de p�lo em plena manifesta��o negativa, sorria, declare o Bem presente na manifesta��o, aben�oe-o e diga: "E quero v�-lo". Isto � tudo. Voc� ver� transmutar-se o negro em branco, o triste em alegre, o mal em bem. Prove-o. Polarize todas as situa��es que se apresentem, todos os ambientes onde voc� entre, todos os seres que falam com voc� e os escutar� exclamar: "Como me sinto bem!" Polarize a seus filhos, seus amigos, seus empregados, seus alunos, e assim voc� ser� o que chamou Jesus "O Sal da Terra". O n�o desej�vel se transforma mudando sua polaridade. Se voc� n�o sabe faz�-lo rapidamente, fa�a de grau em grau, de condi��o em condi��o, de p�lo em p�lo, de vibra��o em vibra��o. Primeiro h� que adquirir a arte de mudar a pr�pria polaridade, para depois poder mudar a dos outros. Assim como voc� pode transformar a polaridade dos outros, trazendo o Bem contigo, assim tamb�m se pode levar o negativo aonde voc� v�. Estes s�o os chamados "Pesados". Estes est�o sempre polarizados no p�lo negativo e o levam a todos os lugares. Para dominar a arte de polarizar, h� que pratic�-la, como tudo o que se deseja dominar. O Princ�pio de Polaridade � a Verdade. Os resultados dependem de quanto pratique o estudante. LEI DO RITMO "TUDO FLUI E REFLUI, TUDO TEM SEUS PER�ODOS DE AVAN�O E RETROCESSO, TUDO ASCENDE E DESCENDE, TUDO SE MOVE COMO UM P�NDULO, A MEDIDA DO SEU MOVIMENTO A DIREITA � O MESMO QUE A ESQUERDA; O RITMO � A COMPENSA��O". Este Princ�pio encerra a verdade de que tudo se manifesta em um determinado movimento de ida e volta; em tudo se manifesta uma oscila��o m�dia, um fluxo e um refluxo, um movimento semelhante ao do p�ndulo de um a outro p�lo, segundo o Princ�pio de Polaridade, com o qual o Ritmo esta estreitamente relacionado. O Ritmo se manifesta entre os dois p�los de tudo. Isto n�o significa que a oscila��o r�tmica vai at� os extremos de cada p�lo, pois isso acontece muito raramente; � muito dif�cil estabelecer os extremos opostos polares na maioria dos casos. Mas a oscila��o se efetua primeiro a um p�lo e depois at� o outro p�lo. Sempre h� uma oscila��o, um avan�o e um retrocesso, uma eleva��o e uma queda que se manifestam em todas as coisas e fen�menos do universo. Esta Lei rege tudo: s�is, mundos, mentes, energia, esp�rito, mat�ria, animais, vegetais, etc. Na hist�ria da vida o vemos em todas as coisas, na eleva��o e queda das Na��es, quero dizer, em todos os Planos este Princ�pio est� em fun��o. No Plano Espiritual, por exemplo, sempre h� uma emana��o seguida de uma absor��o. N�s, emanados de Deus nascemos (descemos � consci�ncia material) e logo morremos (somos absorvidos � consci�ncia espiritual). Este � nosso Grande Ritmo. � uma evolu��o R�tmica ascendente, em nosso nascer e morrer. � a Respira��o e a Aspira��o de Brahma, segundo dizem os Brahmanes. Os universos se criam, alcan�am o ponto mais baixo de materialidade e ent�o come�a a oscila��o de volta. Os S�is nascem, chegam ao �pice de seu Poder, e come�a o processo de regress�o e depois de Eones sem conta se convertem em grandes massas de material inerte, esperando outro impulso que os leve a outro novo ciclo de vida solar. Estes s�o os grandes Ritmos, mas ao Princ�pio, o vemos em tudo. Assim, nos grandes movimentos Filos�ficos; cria��es de qualquer tipo; governos, pol�ticos da �poca; nascem, crescem, chegam � maturidade, decaem, morrem; somente para renascer de novo. Tudo se repete uma e outra vez, igual ao pulso que � o menor ritmo que n�s podemos ver ou sentir; o dia e a noite, as esta��es, nada est� em repouso. Tudo tem seu pr�prio Ritmo. Tamb�m o vemos em todas as fases da atividade humana. As mar�s da vida fluem e refluem de acordo com a Lei, e assim vemos ocorrer nossos flutuantes estados de �nimo, nossos sentimentos, nossos estados mentais. Vemos que come�amos algo com grande entusiasmo, que n�o sabemos quando nem porque decai, e logo se restabelece e assim nos controla este Princ�pio, porque ele, como toda Lei � imut�vel. Sempre se cumpre; mas ao estud�-lo, reconhec�-lo e saber que ele sempre est� agindo, aprendemos a us�-lo como fazemos com a Lei do Mentalismo, ou da Causa e Efeito, ou da Polaridade. Isto quer dizer que estas Leis n�o s�o nem boas nem m�s. Simplesmente garantem o funcionamento harm�nico do Universo, e � nosso conhecimento e uso delas o que as faz boas ou m�s para cada um. Neste caso, por exemplo, sabemos que n�o se pode anular o Princ�pio do Ritmo, mas tamb�m n�o podemos permitir uma vez que conhecemos o Princ�pio, que jogue conosco e nos leve daqui para l�, como uma folha de palha, e aprendemos a "escapar" de seus efeitos at� certo grau. Grau que depende do dom�nio que se tenha deste Princ�pio. Aprendemos a us�-lo em vez de sermos usados por ele. Aprendemos a nos polarizar no ponto onde desejamos ficar e nos elevamos por cima da oscila��o pendular. Todo aquele que adquiriu certo grau de dom�nio sobre si mesmo executa isto at� certo ponto, consciente ou inconsciente. O Mestre o efetua conscientemente, e pelo dom�nio da Lei alcan�a um grau de equil�brio, estabilidade e firmeza mental quase imposs�veis de conceber pela maioria, que vai e vem em um continuo movimento ondulat�rio, sempre impulsionado pelo seu pr�prio Ritmo. Sabemos que h� dois planos de manifesta��es dos fen�menos mentais, ou seja, dois planos de consci�ncia, um superior e outro inferior. Ent�o, se nos elevamos ao plano Superior escapamos da oscila��o pendular e somente se manifesta no plano inferior. Em outras palavras, a oscila��o do pendulo se produz no plano inconsciente, portanto, nossa consci�ncia n�o fica afetada. A isto chamamos de Neutraliza��o. Sua opera��o consiste em elevar o EU sobre as vibra��es do plano inconsciente da atividade mental, de maneira que a oscila��o negativa do p�ndulo n�o se manifeste na consci�ncia e que n�o fiquemos afetados por ela. � o mesmo que colocar-se acima de uma coisa e permitir que esta passe por baixo. O que conhece e pratica a Lei se polariza a si mesmo no p�lo requerido, e por um procedimento semelhante a recusar, ou negar a participa��o na oscila��o retrograda, permanece em sua posi��o e permite ao pendulo oscilar para tr�s em plano inconsciente. LEI DE CAUSA E EFEITO A mente � um motor. Os pensamentos s�o for�a ou energia que a mente gera. Esta energia sai da nossa mente em vibra��es, em ondas que por obra e gra�a da Lei do Ritmo volta para n�s trazendo o futuro que recolhemos. Acabo de lhes dizer que o futuro � an�logo ao que semeamos. Quero dizer, que se voc� faz um bem a algu�m, ou se fala bem de algu�m, estas palavras ou este ato bom sai em vibra��es coloridas. Esta cor atrai as vibra��es de sua mesma cor e voltam para voc� aumentando o bem que fez. Acontecem coisas belas, coisas milagrosas, e voc� diz: Que casualidade, olha o que aconteceu hoje de manh�, que maravilha! N�o existem casualidades. N�o podem existir porque n�o existe a Lei da Casualidade. H� somente Leis exatas chamadas de Princ�pios, porque s�o imut�veis. O Princ�pio de Polaridade fixa o que voc� faz e diz em um dos dois p�los, positivo ou negativo. Ou seja, que o que pensa, diz ou faz, � positivo ou negativo. N�o existe um terceiro p�lo. Pensar ou falar mal de algu�m, � negativo; voc� semeou no p�lo negativo, sai na cor cinza ou negro, dependendo da quantidade de maldade que cont�m, recolhe em seu caminho quantidade de energia da mesma cor e volta para voc� com for�a aumentada. E, te acontece um choque, um acidente, sempre ser� algo desagrad�vel. A� tens, pois, a explica��o do que acontece. Se voc� critica, ser� criticado; se lesar a algu�m ou a algo, ser� lesado ou algo seu sofrer� um dano; se for injusto, duro, esta injusti�a volta para voc� com igual dureza. Essas causas que voc� semeia tem que dar seu fruto em efeitos, antes que voc� fique liberto. Se voc� semeia disc�rdias, tem que colher disc�rdia; se semear bondade, amor, ajuda, tem que colher bondade, amor, ajuda. O que semeie seja construtivo ou destrutivo, ver� voltar para voc�. Como as pessoas podem continuar acreditando que podem impunemente ser cru�is, caluniadores, mal humorados, violentos, mesquinhos e esperar ter sa�de, amor, fortuna, felicidade, ou seja, todas as coisas boas da vida, se somente semeiam coisas m�s? O mundo inteiro envia �dio, ego�smo, discuss�es, pleitos... e colhem a colheita em confus�o, caos, guerras e doen�as de todos os tipos. Nem sempre se pode devolver imediatamente a colheita. O planeta Terra tem uma grande quantidade de d�vidas acumuladas, de todo mundo, e se desafoga por onde pode, em tempestades, ciclones, terremotos, desastres marinhos, desmoronamentos, inunda��es, erup��es vulc�nicas, etc. Muitas vezes as pessoas a quem lesamos em alguma forma, morrem antes que fosse poss�vel saldar a conta com elas, e TEM que haver uma oportunidade para sald�-la no futuro, porque DEUS � INFINITA MISERIC�RDIA e n�o deixa a um filho seu em eterno castigo sem lhe dar a oportunidade de saldar suas d�vidas. Por isso � que Deus instituiu a Reencarna��o. Para dar oportunidade de pagar as d�vidas, e... para dar tamb�m oportunidade de cobrar o bem carnal e material que tenhamos merecido, que n�o se pode cobrar em um plano invis�vel e imaterial. N�o seria justo que fic�ssemos sem o pr�mio de nossos esfor�os e bondades, � l�gico que se trata de coisas que somente tem pr�mios mat�rias. N�o se pode ficar do lado de l� se h� coisas pendentes aqui. E deve-se lembrar que o lema destes estudos � "Conservo e mantenho a mente aberta". Voc�s ouvem, meditam e resolvem acreditar no que lhes parece justo, l�gico, razo�vel, de senso comum. O que n�o podem tragar ou aceitar deixem para depois. Algumas coisas s�o t�o novas para voc�s que ser� dif�cil aceit�-las de repente, por isso lhes recomendo que pensem com a mente ampla, aberta, sem fechar a porta imediatamente. Advirto-lhes desde agora, que as c�lulas do c�rebro v�o despertando pouco a pouco; se uma recebe uma id�ia nova, as c�lulas adormecidas que ainda n�o vibraram esta nova id�ia as despertar�. Quando voc� acorda, n�o sabe ainda muito bem o que lhe est� sendo dito. Logo ap�s, depois do banho, ou do caf� da manh�, voc� pode absorver o que foi dito, n�o � verdade? Lembrem-se da Lei de Correspond�ncia, "Como � em cima � embaixo". O mesmo acontece com as c�lulas que acabam de acordar, a Lei � igual para tudo. Voc�s j� come�am a ver que aquilo t�o raro e t�o misterioso que chamam de Reencarna��o tem sua raz�o de ser, baseado em harmonia e na Miseric�rdia Divina, e que n�o � uma coisa esdr�xula e louca. H� que conservar a mente aberta porque tudo tem uma explica��o. A Reencarna��o � uma Verdade, e a �nica explica��o l�gica da aparente injusti�a que se v�. Quando se observa a pessoas esplendidas, construtivas, passando situa��es dif�ceis, enquanto que outras chamadas "m�s" parecem estar gozando de todas as coisas boas da vida, pode-se estar certo de que n�o h� nenhum erro nem injusti�a. Cr� em Deus? Cr� que � bom ou justo? Ent�o como voc� pode acreditar que � injusto? Ah! Cada um est� encontrando-se com efeitos de causas pr�vias que ocasionaram algum dia, em alguma parte do passado e do qual n�o lembram. Se essas pessoas que tem dividas c�rmicas desejam em seu interior prestar servi�o a outros indiv�duos para balancear, equilibrar e apagar os maus sentimentos, escutem bem, ficam livres desta d�vida. Mas se n�o podem conseguir estes sentimentos e bons desejos, a vida os reunir� novamente tantas vezes quanto seja necess�rio, at� que se cumpra. E cada vez em associa��o mais pr�xima (�s vezes nascem como m�e e filho) porque a Lei do Amor � assim. Tenta dissolver inimizade com Amor. Quando entre duas pessoas existe uma atra��o de amor e harmonia, � certo que estiveram em contato e associa��o harmoniosa em vidas anteriores, e podem expandir esta qualidade t�o necess�ria no mundo. Quando notarem um sentimento de resist�ncia contra algu�m, � que as sensa��es lembram de uma associa��o discordante ou desagrad�vel. � muito confortante saber que o perd�o de Deus, pelo mau uso da sua energia, sempre est� a m�o, para aqueles que o desejam realmente. Aquele "Fogo Eterno" e "Castigo Eterno" que inventaram as religi�es da era passada para controlar o mundo atrav�s do medo, da supersti��o e da obedi�ncia cega, n�o � verdade. Qualquer que sejam as causas, o pecado, a imperfei��o, a impureza, o erro que tenha sido cometido, h� uma maneira consciente de transmutar estes erros. Sabem o que quer dizer transmutar? Dissolver, apagar completamente e sem custo nenhum. Quando os humanos percebem que eles mesmos s�o os causadores de todos os seus males, de todas suas calamidades, de todas as limita��es de seu mundo, imediatamente desejam arrumar as coisas, sinceramente. Este desejo � o que conta e � necess�rio que saibam que todo tipo de assist�ncia lhes � dada. At� chegar este momento, o homem ou a mulher se rebela contra as circunst�ncias e at� contra Deus, ou se submetem �s condi��es acreditando que s�o � vontade de Deus e logicamente, isto � mentira. AGORA: E ISTO � IMPORTANT�SSIMO QUE LEMBREM A TODO MOMENTO! Quando o estudante percebe que as fabrica��es da sua mente s�o t�o importantes que regem seu destino e at� o destino dos outros; quando percebe que todos os seus decretos se manifestam e que ningu�m, absolutamente ningu�m, somente ele mesmo pode ser culpado pelo que a ele ocorre, se enche de p�nico, e faz o de sempre: procura a quem culpar, a quem soltar o castigo. O que acontece? Que lhe solta o corpo, a mat�ria, imputando-lhe toda a responsabilidade, e procede a castig�-la da forma mais impiedosa. Como? N�o v�o acreditar em mim...com todas as antigas flagela��es e torturas a que se submetiam os "santos e m�rtires", porque isto � o que tem arquivado no subconsciente desde �pocas remotas do Cristianismo. Est� claro que ningu�m pega um chicote na m�o. Isso j� n�o se usa mais. Mas sim, passa a torturar-se mentalmente. Come�a a vigiar-se como pol�cia e a dizer para si: "N�o v�? J� caiu outra vez! J� fez de novo! J� vai sofrer novamente as mesmas conseq��ncias!". Logicamente, como isto � um decreto, voltam a acontecer �s mesmas conseq��ncias! Na verdade se ofereceu um poder de "carta branca" a uma forma mental de culpabilidade, fabricada especialmente para que continue nos torturando a cada deslize e que n�o nos deixe evoluir. Cada vez que voc� se encontre bloqueando, castigando, ralhando, com as resultantes torturas, lembre-se que basta com SABER QUE PECAMOS (para usa a frase cat�lica que voc� est� acostumado). AO SAB�-LO, quer dizer que voc� j� est� consciente do Bem e Mal. Agora � somente uma quest�o de tempo, e n�o muito tempo para que o seu subconsciente te bloqueie antes de cometer o mesmo "pecado" de novo. � o Princ�pio da Confiss�o. "Pecado confessado � meio perdoado", pois a confiss�o cat�lica tem somente um prop�sito: O de nos fazer conscientes de quando cometemos uma infra��o. O perd�o do sacerdote � nominal. O que realmente perdoa � o Cristo Interior. Quem nos dirige � Ele. Quem nos guia e ensina tamb�m � Ele. Tudo o que voc� tem que fazer � dizer e repetir mentalmente: "Meu Eu Superior, que � o Cristo Perfeito em mim � o encarregado de me conduzir sem torturas at� minha Ascens�o". E uma vez que voc� tenha realizado, meditado e compreendido isto, e j� n�o volte a "pecar" voluntariamente, abrem-se ent�o as primeiras portas do C�u, j� que tudo isto comprova que voc� colocou toda sua boa vontade, e o maior Mestre de todos os tempos, Jesus disse: "Paz na Terra aos homens de boa vontade". PRINC�PIO DE GERA��O O lema deste Princ�pio � "Tudo tem seu princ�pio Masculino e Feminino". Como todos os outros anteriores, este Princ�pio sempre est� em a��o. Nada pode existir sem o Princ�pio de Gera��o, ou seja, sem seu pai e sua m�e. Tudo, absolutamente tudo, tem pai e m�e, ou sua base feminina e sua base masculina. N�o �, como comumente se acredita, que a base seja o sexo. Esta palavra "sexo" se aplica somente �s diferen�as f�sicas que existe entre macho e f�mea, em uma pequen�ssima parte, ou setor, do plano f�sico. Pensem e o recordem. SEXO � A DIFEREN�A QUE EXISTE EXTERIORMENTE ENTRE MACHO E F�MEA NO GRANDE PLANO F�SICO. Ou seja, que o sexo N�O � Princ�pio de Gera��o. � simplesmente a presen�a do Masculino e Feminino em toda cria��o.Compreenda bem isto! Neste setor do Plano F�sico, o Princ�pio se reconhece, se manifesta ou se deixa ver pela diferen�a dos sexos. Nos planos mais elevados, o Princ�pio toma formas elevadas, mas cada ser cont�m em si mesmo os dois elementos do Princ�pio. O mundo atravessou milhares de conjecturas sobre a verdade, que se convertem em teorias, ensinamentos, seitas, organiza��es, cultos, religi�es. Tudo o que voc� escute dizer de seitas que praticam ensinamentos perniciosos, n�o s�o outra coisa que uma prostitui��o do Grande Princ�pio Natural de Gera��o. Tudo isso � antiquado, e caiu em desuso. A Verdade � sempre simples e natural. Para o puro, todas as coisas s�o puras. Para o ruim, tudo � ruim. A palavra "g�nero" significa "criar", "conceber", "produzir". No entanto, a palavra "sexo" se limita � vida org�nica. A Ci�ncia ainda n�o aceitou este Princ�pio como uma coisa universal, nem sequer o poder� conceber, porque a Ci�ncia est� situada no campo oposto. Quem est� montado sobre um cavalo, n�o v� as patas que o conduzem; enquanto n�o des�a e se situe objetivamente, n�o poder� ver a marcha destas patas. Assim, a Ci�ncia como a Religi�o, n�o sabem que um � representativo do Pai e que a outra � representativa da M�e. A Ci�ncia � a prova de que existe o Pai, ou seja, a Intelig�ncia. A Religi�o � a prova de que existe a M�e, ou seja, o Amor. Deus � Amor e Intelig�ncia, M�e e Pai, Negativo e Positivo. Estes s�o os dois Aspectos do Criador. � absurdo e rid�culo que a Ci�ncia e a Religi�o continuem como inimigos, o Pai contra a M�e e vice-versa! A Ci�ncia se burla da Religi�o e esta censura, critica e vitupera a Ci�ncia. Nesta Era de Ouro, Era de Saint Germain, uma est� descobrindo a outra, sem exatamente se dar conta disto. A Metaf�sica re�ne e explica esta Verdade. Nosso grande Mestre Emmet Fox chamou este ensinamento de "A Ora��o Cient�fica". H� que fazer um esclarecimento muito importante, � que, uma coisa � a Religi�o e outra � a "Igreja", pois a maioria dos humanos n�o conhece a diferen�a e confundem uma coisa com outra. Algumas vezes falam da Religi�o e outras da Igreja como se fossem a mesma coisa. A Religi�o � o conjunto de Verdades baseadas no Amor Universal, na Caridade, nos sentimentos filiais e fraternais, na pratica que encerra o "Amais uns aos outros" e no de "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao pr�ximo como a ti mesmo". A palavra Religi�o significa algo que est� duplamente ligado, ou seja, "re-ligado", unido por coes�o, e isso � absolutamente tudo. Tampouco necessita algo mais, j� que esta coes�o � conseguida pelo Amor. Anteriormente j� dissemos que a Lei de Atra��o, Ades�o e Coes�o � o nome que a Intelig�ncia (Ci�ncia, Pai) d� ao Amor. "Amor" � o termo que o cora��o (M�e) d� a Lei que atrai, une e adere com tal pot�ncia que nada pode separar. Tudo o que dali se desprende (fervor, devo��o, caridade, etc) s�o coisas t�picas da M�e. O papel que desempenha a m�e em uma fam�lia, religando e entrela�ando a todos seus filhos por meio de seu amor, seus cuidados, seus ensinamentos, sua devo��o; a atra��o que exerce sobre toda a fam�lia esta vibra��o que � a m�e, que ainda depois de morta segue exercendo sua influ�ncia invis�vel, recordando a todos que s�o irm�os ligados por um mesmo pai e religados por uma mesma m�e, isto � a Religi�o. A "IGREJA" � um organismo, ou uma organiza��o humana criada pelos homens. O termo vem de Ecclesia, palavra latina que significa reuni�o, ou seja, conjunto de coisas dispersas. Leva o objeto de reunir-se para orar, praticar obras piedosas, ensinar, etc. Mas depois de fundada a primeira Ecclesia, rapidamente degenerou-se num instrumento de amea�as, castigos, dogmas, regras, indulg�ncias e permiss�es especiais, tudo para obrigar lealdade � Ela. N�o a Religi�o, entenda-se, somente �s leis que a Ecclesia imp�s. Leis, obriga��es f�sicas e corporais, limita��es, ritos e observa��es obrigat�rias todas catalogadas por escribas ordenados por estas Ecclesias, especialmente parafraseadas para confundir os termos "Ecclesias" e "Religi�o" nas mentes ing�nuas dos tempos crist�os primitivos. Voc� agora compreende a diferen�a entre Igreja e Religi�o? S�o muito poucos os que amam um conjunto de regras duras, inflex�veis, que se baseiam no medo e na amea�a. Ainda os que aparentam ser mais adictos da Igreja, est�o somente aparentando dos l�bios para fora, sentindo-se amea�ados; mas em suas vidas privadas, principalmente em suas id�ias e sentimentos, atuam de forma totalmente oposta. A Ci�ncia por sua vez, atua com toda liberdade que lhe conv�m. Ela � masculina apesar de ser chamada de Ela.Est� baseada no intelecto terreno, e como n�o sente (porque o sentimento � uma coisa e a intelig�ncia � outra, como j� os fizemos ver) ningu�m a inibe, nem a obriga, nem lhe colocam travas, nem leis, nem regras, nem castigos. O �nico que lhe foi imposto � que n�o mate ao ser humano, e ela trata de salv�-lo a todo custo, mas mesmo assim, se permite matar aos animais, coisa t�o repreens�vel, j� que estes pertencem � evolu��o chamada "Elementais", que s�o nossos irm�os, com os mesmos direitos de viver que n�s! Isso voc� j� viu no livro de texto Metaf�sica ao Alcance de Todos, n�mero 1. A Ci�ncia desprovida de sentimento retalhou corpos em busca disso que ela ouve dizer "A alma", e n�o a encontrando na mat�ria de carne e osso, nega sua exist�ncia, e com toda convic��o nega a exist�ncia de Deus. A alma, em termos gerais, � o conjunto de corpos ou ve�culos inferiores, sutis, nos quais radicam os sentidos, os sentimentos, as emo��es, e seria demais dizer que quando se trabalha em um corpo morto do qual a alma se separou, n�o � poss�vel encontrar nenhuma marca deste sentimento, nem esse sentido chamado "a alma". No entanto, a Ci�ncia est� descobrindo coisas que a fazem pensar. Pensar em outro aspecto do assunto entenda-se. Primeiro encontrou que o �tomo n�o � o fim da mat�ria! O �tomo, este padr�o estabelecido da fam�lia humana n�o � o menor desenho da exist�ncia. Todavia se pode dividi-lo em uma multid�o de corp�sculos irm�os, filhinhos, etc, repetem o padr�o estabelecido at� o infinito. Claro! "Como � em cima � embaixo e vice-versa", n�o diz isto o Princ�pio de Correspond�ncia? Sempre encontramos a m�e com seus filhinhos girando ao seu redor. E j� que "Como � embaixo � tamb�m em cima", vamos ampliando o desenho at� nos encontrar quase ao n�vel de nossos olhos, pois o eterno padr�o o teremos sempre � vista no Sol, com seus planetas girando em sua volta, tal como o desenho do �tomo. A Ci�ncia, um pouco confusa com tantas evid�ncias do P�lo Feminino e do P�lo Masculino, primeiro tateou colocando nomes diferentes a estas manifesta��es. Primeiramente chamou P�lo Negativo ao Feminino e P�lo Positivo ao Masculino. Mas, passando o tempo, percebeu que n�o h� nada mais oposto ao negativo d�bil que este feminino que gera precisamente formas e novas energias! Depois empregaram o termo "c�todo" no lugar de negativo, mas agora resultou que o c�todo � o gerador de um torvelinho de corp�sculos, el�trons e fen�menos que desbarataram todas as teorias aceitas. O tal c�todo, pois, � o Princ�pio M�e dos fen�menos el�tricos e das t�o sutis formas de mat�ria que a Ci�ncia segue continuamente encontrando. Mais e mais se est� chamando ao c�todo de "P�lo Feminino", o qual � muito mais simp�tico que a alternativa de que "Os corp�sculos criadores est�o carregados de energia negativa!" ADVERT�NCIA N�o h� nada novo sob o sol. Nada do que voc� l� aqui � novo. Tudo j� foi dito por Enoch, Hermes... e principalmente na B�blia e na literatura teos�fica ditada pelos Ascencionados Mestres da sabedoria � Madame Helena P. Blavatsky, mulher t�o perseguida e mal interpretada nos tempos menos l�cidos, nada do qual pode negar seus maravilhosos dons medi�nicos. O que sim � novo � o estilo e a forma de apresentar este ensinamento, por ser moderno e simplificado. |