| TE PRESENTEIO COM O QUE QUEIRAS INTRODU��O Supomos que voc� j� leu e estudou o livro n�mero 1 desta s�rie, intitulado: �Metaf�sica ao Alcance de Todos�, de Conny M�ndez. Para compreender bem estes ensinamentos da Nova Era, e para obter plenamente os benef�cios que eles encerram, � recomend�vel come�ar pelo princ�pio, que � O Princ�pio do Mentalismo, por que todo o Universo, tudo na Cria��o, est� baseado neste Princ�pio, e sem conhec�-lo se anda a cegas. Busque-o, adquira-o, n�o te pesar�. Estes estudos, conversas, confer�ncias e consultas s�o oferecidos gratuitamente. N�o se est� obrigado a pagar nada, se � que voc� n�o pode, ou n�o deseja aportar nada. Mas quando voc� comece a ver os benef�cios surpreendentes e as demonstra��es que ocorrem na sua vida, voc� vai desejar que todo mundo as possa gozar igualmente, e voluntariamente ir� querer aportar uma oferenda amorosa para ajudar a custear a impress�o da literatura e o aluguel do local onde se assiste �s confer�ncias.* De uma forma ou de outra, seja bem vindo; traga quem voc� quiser. Obrigada pela sua aten��o. *N.T: Esta � a tradu��o literal do livro, n�o se refere a esta tradu��o que voc� est� recebendo; pois a mesma � a nossa oferenda amorosa, por que j� recebemos benef�cios surpreendentes e demonstra��es maravilhosas em nossas vidas e queremos compartilh�-las. TE PRESENTEIO COM O QUE QUEIRAS 1) Escreva em um papel em ordem de import�ncia para voc�, todas as coisas que voc� deseja, sem medo de pedir muito, pois a for�a que voc� vai conhecer n�o sabe de limites. 2) Leia sua lista de manh� ao acordar e antes de dormir. 3) Pense constantemente nos seus desejos, goze imaginando-os, e sempre lembre de: �Obrigada Pai, que j� deu a ordem para que me sejam conferidos!�. 4) N�o conte para ningu�m o que voc� est� fazendo. Isto � muito importante, porque se voc� comenta com algu�m, se dissipa toda a for�a e n�o ver� realizados os teus desejos. Isto � tudo. Agora... Para sua maior satisfa��o, seja esplendido com voc� mesmo. N�o diga na sua lista que deseja uma casinha �ainda que seja pequenininha...�. Pe�a do tamanho que te convenha e te agrade plenamente.Se for dinheiro, mencione o valor, se � trabalho indique de que tipo, o sal�rio a que aspira, as condi��es e a localidade mais conveniente para voc�. Na sua primeira lista ponha coisas simples, para que voc� v� acostumando a ver ocorrer maravilhas, pois como voc� jamais fez isto, n�o vai acreditar que seja poss�vel; te advirto que esta d�vida pode custar que voc� n�o veja o que pediu. � natural que venham d�vidas e desconfian�a, por que a id�ia � muito nova para voc�. Mas quando sentir ascetismo, pessimismo, etc, pegue sua lista releia-a e d� gra�as novamente. Agradecer pelo que voc� ainda n�o viu � a forma mais positiva de manifestar a f�. Assim recomendou Jesus Cristo em v�rias ocasi�es como voc� lembrar�, antes de alimentar as cinco mil pessoas com cinco peixes e cinco p�es, quando olhou para o c�u e agradeceu no momento de partir o primeiro p�o. Ah..., voc� se surpreender� cada vez que leia sua lista; primeiro ter� que riscar alguns pontos por que j� estar�o realizados. Ent�o ter� que faz�-la de novo, colocando outros pontos nos lugares mais importantes. N�o se preocupe com isso, � natural, a todo mundo acontece. O que acontece � que o seu Eu Superior te mostra que muito desses desejos j� est�o ao alcance da sua m�o, enquanto que h� outros que n�o est�o tanto. Ah..., n�o fique �maquinando� a respeito de como estas coisas vir�o, porque � contra-producente. A Grande For�a Espiritual est� al�m da sua compreens�o humana. Aceite o que te d� com gratid�o, n�o a interrompa nem a restrinja, e sobretudo, que n�o passe pela sua cabe�a pensar, ou dizer, ou exclamar quando ver seus desejos realizados: �Como pode ser! Isto n�o parece poss�vel! Aparentemente isso ia acontecer de qualquer forma!� �NADA DISSO!!!� O que acontece � que a Grande For�a Espiritual (cujo nome verdadeiro � A Lei da Precipita��o) � completamente impessoal e coloca os seus dons nos lugares mais harmoniosos, mais naturais, aproveitando os canais j� estabelecidos em sua pr�pria vida. A ela n�o interessa o exibicionismo nem a surpresa. Somente cumpre o seu dever de dar, o que voc� pe�a, como melhor convenha. �Pedi, e dar-se-vos-�; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-�. Mateus 7, 7 a 11. A CHAVE MESTRA O motivo pelo qual h� v�rias li��es do Dr. Emmet Fox neste livro, � porque foi compilado, para ajudar a tirar os estudantes de apuros o mais r�pido poss�vel; e o Dr. Fox, meu mestre, foi e segue sendo (ainda que sua mat�ria n�o est� conosco) um especialista na arte de �tirar de apuros�. O artigo anterior foi feito para que voc� consiga tudo que deseja em um tempo m�nimo. Isto se faz para aliviar todas as condi��es que sejam insuport�veis. Diz o Dr. Fox: �Reduzi este ensaio o m�ximo poss�vel; queria reduzi-lo a poucas linhas. N�o � um tratado instrutivo, mas uma f�rmula para te tirar de calamidades. O estudo est� bem em seu pr�prio lugar e momento, mas n�o endireitar� as suas dificuldades. Somente o trabalho de elevar e transformar sua consci�ncia das coisas � que resolve um problema no exterior. Leia constantemente a Chave Mestra. Fa�a o que te indica, e se tiver persist�ncia voc� dominar� toda dificuldade. A Ora��o Cient�fica te tirar� de qualquer dificuldade existente. � a Chave Mestra da Harmonia e da Felicidade. A todos os que n�o conhe�am o Maior Poder do Universo, recomendo que experimentem o que aqui exponho para que obtenham os resultados que afirmamos. Deus � Onipotente e o homem � Sua Imagem e Semelhan�a, com dom�nio sobre todas as coisas. Isso diz a Doutrina Espiritual e � para ser levado a s�rio. N�o � prerrogativa do Santo ou do M�stico. � para todos os humanos. Quem quer que seja voc�, onde quer que esteja, a Chave Mestra da Harmonia est� em suas m�os agora. Isto significa que na Ora��o Cient�fica � Deus quem faz e n�o Voc�. Seu �nico trabalho � o de sair do meio para que Deus possa trabalhar atrav�s de voc�, que � somente um canal. Por isso � que os seus defeitos, suas limita��es n�o interferem nos resultados. N�o importa a que religi�o voc� perten�a. Deus � Deus, o �nico. Voc� � seu filho e isto basta a Ele. Agora a forma de trabalhar: Quando voc� se encontre em uma dificuldade, fa�a o poss�vel para N�O CONTINUAR PENSANDO NO PROBLEMA MAS PENSAR EM DEUS. Substitua o problema pelo pensamento em Deus. N�o importa que seja algo muito grande ou muito pequeno. N�o importa o que seja, o que importa � que voc� deixe de pensar nele. Pense em Deus. N�o importa que coisas pense de Deus. O que voc� saiba Dele, que � Onipotente, Onipresente, que � Amor, Sabedoria, Verdade, Intelig�ncia...que � Todo Poderoso, Infinito, n�o importa que saiba muito bem, pense de novo. E pense cada vez que voc� lembre do problema. N�o fique tenso. N�o tente adivinhar o que vai acontecer, nem como Deus vai resolver. Deixe para Ele. Ponha em Suas M�os como dizemos em metaf�sica, e esque�a. Voc� confiou seu problema ao maior especialista, mais s�bio, mais h�bil, que resolver� em perfeita harmonia para todo mundo, com total satisfa��o sua, mas n�o se meta em Seu caminho. N�o interfira com sua personalidade humana. �N�o d� fora�. A FORMA CORRETA DE ORAR O tratamento Espiritual, � a efetividade de elevar a mente, ou a consci�ncia por cima do n�vel do problema. Se voc� consegue elevar seu pensamento suficientemente em altura, o problema se resolver� por si mesmo. Na realidade esse � seu �nico problema: o de elevar o seu pensamento. Quanto mais �dif�cil� for o problema, significa que este conceito est� mais enterrado no seu subconsciente; portanto mais ainda ter� que elevar sua consci�ncia. Aquilo que se chama uma mol�stia menor, ceder� com uma pequena eleva��o. Aquilo que represente um problema grave, necessitar� uma eleva��o maior, e se � um grande perigo ou uma situa��o desesperada, requerer� mais trabalho espiritual para venc�-lo; mas esta � a �nica diferen�a. Mas n�o tente resolver seus problemas, ou o dos outros tentando compor os pensamentos. N�o � assim. Eleve sua consci�ncia e a A��o de Deus far� tudo. Isto significa que voc� tem que recordar a Verdade do Ser, a Verdade de Deus, a Verdade do Plano Espiritual, ou seja: COMO S�O AS CONDI��ES NO ESPIRITO? OU COMO � DEUS? COMO � O EU SUPERIOR? � perfeito agora e neste momento. N�o tem defeitos. Ali n�o existe a morte, nem a enfermidade, nem a pobreza, nem a luta, nem a inimizade, nem a guerra, nem o feio, nem o mau. E, ao �ver� a condi��o oposta a que voc� esta olhando no material, esta se transforma na Verdade. Jesus curou aos doentes, reformou aos pecadores, controlou as tempestades, e ressuscitou aos mortos porque podia elevar sua consci�ncia t�o alto como fosse necess�rio para conseguir seu intento. Para elevar sua consci�ncia, voc� tem que tirar sua aten��o do quadro material pelo momento, e concentra-se suavemente no quadro que representa a Verdade Espiritual. Isto voc� pode conseguir deixando de pensar no problema e lendo um dos seus livros metaf�sicos, ou dizendo algumas afirma��es (n�o como o papagaio, mas meditando), ou conversando com algum de seus mestres ou disc�pulos avan�ados. Eu conhe�o pessoas que conseguiram a eleva��o de consci�ncia folhando e relendo partes da B�blia, porque a lei de atra��o abrir� a B�blia onde corresponde ao seu problema. Um homem se salvou do afundamento de um grande transatl�ntico repetindo �Deus � amor�, at� que p�de realizar algo do que significa essa grande afirma��o. Voc� tamb�m pode empregar todos estes sistemas ao mesmo tempo, se voc� quiser. Somente lembre de n�o ficar tenso. N�o importa como voc� se eleve, contanto que eleve o seu pensamento acima do plano dos problemas. DEUS NOS NEG�CIOS Os neg�cios, sejam de compra e venda, contratos ou o que seja, s�o media��es entre pessoas; tem que ser satisfat�rio para ambas as partes. S�o ajustes entre indiv�duos. Seja a busca de emprego ou uma pessoa com certas condi��es apropriadas, equivale diz o Dr. Fox a buscar e encontrar Deus em ambos os lados do problema, ou seja, na pessoa que busca e na pessoa que oferece. O mesmo Deus est� conduzindo o assunto. Deus n�o pode dividir-se para se antagonizar, portanto, tem que haver um ponto de harmonia onde se encontram as duas pessoas. O mesmo Deus est� buscando satisfazer-se em cada um de seus filhos. N�o tente impor a sua vontade. Afirme que � a Vontade de Deus que se est� cumprindo em ambas as partes. Exponha a sua parte com toda simplicidade e honradez. Esque�a aquele costume de pensar que �o outro� est� fazendo jogo para levar vantagem. Lembre-se de que Deus tamb�m est� dentro dele, e voc� o ver� proceder com inteira justi�a. Tamb�m n�o tente voc� interess�-lo com exageros. N�o tente convenc�-lo. Lembre-se que se voc� n�o conseguir est� venda, ou este emprego, ou este empregado, somente significa que h� um melhor para voc�. N�o se apresse e n�o se apure. Deus jamais est� apurado. Ele trabalha sem esfor�o. No plano espiritual tudo vem �suavemente, suavemente�. N�o esque�a a f�rmula m�gica: �De acordo com a Vontade de Deus, em nome de Jesus Cristo; em harmonia para todo o mundo, segundo a gra�a e de maneira perfeita, desejo... Obrigada Pai que j� me escutou�. O VERBO PODEROSO Formula para orar corretamente EU SOU ESP�RITO DIVINO.Em Deus eu vivo, me movo e tenho meu ser.Eu formo parte da express�o de Deus e expresso perfeita harmonia.Eu individualizo a Onisci�ncia.Eu tenho direto conhecimento da verdade.Eu tenho perfeita intui��o.Eu tenho percep��o espiritual.EU SEI. Deus � minha Sabedoria, de modo que n�o posso errar.Deus � minha intelig�ncia, n�o posso sen�o pensar corretamente.N�o h� perda de tempo j� que Deus � o �nico que faz.Deus atua atrav�s de mim, de maneira que sempre estou atuando corretamente, e n�o h� perigo de que eu ore incorretamente.Eu penso o indicado, de maneira indicada, no momento apropriado.Meu trabalho sempre est� bem feito porque � o trabalho de Deus.O Esp�rito Santo sempre est� me inspirando.Meus pensamentos s�o frescos, novos, claros e poderosos como quer a Onipot�ncia.�Minhas ora��es s�o manufaturas do Esp�rito Santo, poderosas como a �guia e mansas como a pomba. Saem em nome de Deus mesmo e n�o podem voltar vazias. Cumprem aquilo que me agrada, e prosperam naquilo a que sejam dirigidas: Dou gra�as a Deus por isso�. Este �ltimo pensamento � de Isa�as 55,11 (As quatro ora��es seguintes s�o recomendadas pelo Dr. Emmet Fox). QUE � O AMOR? �Deus � amor, e aquele que more no amor mora em Deus, e Deus nele�. 1, Jo�o, 4: 16. O amor � o mais importante de tudo. � a Porta de Ouro do Para�so. Pe�a compreens�o do amor e medite diariamente. Desterre o medo; � o cumprimento de toda lei; cobre uma multid�o de pecados e � absolutamente invenc�vel. N�o h� dificuldade que n�o se possa vencer com suficiente amor. N�o h� enfermidade que n�o se cure com suficiente amor. N�o h� porta que n�o se abra com suficiente amor, nem abismo que n�o se possa saltar com suficiente amor. N�o h� muro que o suficiente amor n�o derrube, nem pecado que o suficiente amor n�o redima. N�o importa quanto enterrado esteja o erro; nem qu�o desesperador seja o panorama, nem qu�o grande o erro, nem quanto enrolado esteja o enredo. Se voc� puder amar o suficiente ser� o ser mais poderoso e feliz da Terra. A PRESEN�A (Poderos�ssima medita��o afirmativa para conseguir a eleva��o da consci�ncia) Deus � a �nica Presen�a e o �nico Poder.Deus est� plenamente presente aqui comigo agora.Deus � a �nica Presen�a real.Tudo o mais � mera sombra.Deus � o bem perfeito.Deus � causa unicamente de bem perfeito.Deus jamais envia doen�a, acidente, tenta��o, nem morte; nem mesmo autoriza estas coisas.Deus, o Bem, n�o causa outra coisa que n�o seja o Bem.Uma mesma fonte n�o pode produzir �guas doces e amargas. EU SOU esp�rito Divino.EU SOU filho de Deus.Em Deus me movo, vivo e tenho meu ser; de modo que n�o temo.Estou rodeado pela Paz de Deus e tudo est� bem.Eu n�o temo �s pessoas; n�o temo �s circunstancias; n�o temo a mim mesmo; pois Deus est� comigo. A paz de Deus preenche minha alma, e o temor n�o pode sequer me tocar. Eu n�o temo o passado. Eu n�o temo o presente. Eu n�o temo o futuro porque Deus est� comigo. O eterno Pai � minha morada e mais abaixo est�o os bra�os eternos. Nada jamais me poder� tocar que n�o seja a a��o direta de Deus mesmo e Deus � amor. Deus � a vida. Eu compreendo isto e o expresso.Deus � a verdade. Eu compreendo isto e o expresso.Deus � o amor Divino. Eu compreendo isto e o expresso. Eu envio pensamentos de amor, paz e sa�de a todo universo; � todas as �rvores, �s plantas e a tudo o que cresce; � todos os animais, �s aves, aos peixes, a cada homem, mulher e crian�a na terra, sem distin��o alguma. Se algu�m me feriu ou me fez algum mal, eu o perd�o volunt�ria e completamente agora, e todo este assunto se terminou para sempre. O solto e o deixo ir. Sou livre e ele � livre. Se restar algum ressentimento em mim, eu o entrego a meu cristo interior e fico livre. Deus � a Sabedoria infinita e est� Sabedoria � minha. Est� Sabedoria me guia e me dirige, de maneira que n�o posso errar. Cristo em mim � a l�mpada a meus p�s. Deus � a Vida infinita e est� Vida � minha Provid�ncia e minha Abund�ncia; assim, n�o pode faltar-me algo, n�o posso carecer de nada. Deus me criou e me mant�m. O Amor Divino previu tudo e proveu tudo. Uma s� mente, um s� Poder, um s� Princ�pio, um Deus, um Elemento. Est� mais perto de mim que meus p�s e minhas m�os, que minha pr�pria respira��o. Eu sou Esp�rito Divino.Sou o filho de Deus e na Presen�a de Deus vivo eternamente. Dou gra�as ao Pai pela harmonia Perfeita. Esta Invoca��o pode-se fazer combinando-a com as Chamas (Raios), quando o estudante as conhe�a. TRATAMENTO PARA DESENVOLVER O AMOR DIVINO Minha alma est� cheia de Amor Divino.Estou rodeado de Amor Divino.Eu irradio Amor e Paz para todo o mundo.Eu tenho consciente Amor Divino. Deus � Amor, e n�o existe outra coisa na cria��o al�m de Deus e Sua Express�o. Todos os seres humanos s�o express�es do Amor Divino, de maneira que eu n�o posso trope�ar com outra coisa que n�o seja express�o do Amor Divino.N�o pode acontecer outra coisa que n�o sejam as express�es do Amor Divino. Tudo isso � a verdade agora.Este � o caso atual, o atual estado das coisas.Eu n�o tenho que me esfor�ar para que isto aconte�a, o observo neste momento.O Amor Divino � a natureza do Ser.N�o h� sen�o Amor Divino e eu o sei. Eu compreendo perfeitamente o que � o Amor Divino.Eu tenho realiza��o consciente do Amor Divino.O Amor de Deus arde em mim e irradio para toda a humanidade.Eu sou um foco de Deus irradiando Amor Divino � todo aquele com quem eu me encontre, e para todo aquele em quem eu pense. Eu perd�o tudo, tudo o que necessite do meu perd�o, absolutamente tudo. O Amor Divino preenche meu cora��o e tudo est� perfeito.Agora irradio Amor � todo o universo, sem exce��o de ningu�m.Experimento Amor Divino.Eu manifesto Amor Divino.Dou gra�as a Deus por isto. ----------------------/////---------------------- As duas chaves do inferno s�o a critica e o ressentimento, chamado comumente de �rancor�.Estes podem ser destru�dos permanentemente pelo tratamento exposto acima. Quando o estudante conhe�a as Chamas (Raios), pode fazer este Tratamento aplicando a Chama Rosa. O Amor n�o se limita a sentir carinho pelo outro. O Amor tem muitas maneiras de manifestar-se, e uma das maiores � a de expressar o desejo de perdoar e de enviar aos outros o Bem. Buscar conhecer a Deus � am�-lo. Tentar purificar o pensamento � Amar a Deus. Tentar corrigir conceitos desagrad�veis, � amar ao pr�ximo por quem se sente este desagrado. Gostar da beleza e da arte � amor. Amor a Deus. �N�o h� temor no amor. O amor destr�i o temor. O temor tem tormento, e aquele que teme n�o foi aperfei�oado no amor�. 1, Jo�o, 4: 18 OS QUINZE PONTOS Para saber se estou realmente no Sendero. 1. Se sempre busco o bem em cada situa��o, pessoa ou coisa. 2. Se resolutamente dou as costas ao passado, seja bom ou mau, e vivo unicamente o presente e futuro. 3. Se perdoar a todo mundo sem exce��o, n�o importa o que fizeram; e logo me perd�o a mim mesmo de todo cora��o. 4. Se considerar meu trabalho ou tarefa di�ria como coisa sagrada, tratando de cumpri-la o melhor poss�vel (goste ou n�o). 5. Se fizer tudo o que est� em meu poder para manifestar um corpo sadio e um ambiente harmonioso ao meu redor. 6. Se tento prestar servi�o a todos os demais, sem faz�-lo de maneira manipuladora ou fastidiosa. 7. Se aproveitar todas as ocasi�es para fazer com que os outros conhe�am a Verdade, de forma s�bia e discreta. 8. Se evitar incondicionalmente a cr�tica, negando me a escut�-la ou apoi�-la. 9. Dedicou-se pelo menos um quarto de hora � medita��o ou � ora��o. 10. Se ler pelo menos sete vers�culos da B�blia ou um cap�tulo de algum livro instrutivo sobre a Verdade para esta Era. 11. Se fizer um tratamento especial diariamente para pedir ou demonstrar a Compreens�o. (H� que afirm�-la sabendo que Deus esta conosco, ou encarregar a Senhora Mestra Ascendida Nada do Raio Rubi, como As Hostes do Raio Dourado). 12. Se treinar para dar o meu primeiro pensamento a Deus, ao despertar-me. 13. Se pronunciar o Verbo pelo mundo inteiro todos os dias, ou em nossos exerc�cios di�rios, ou especialmente ao meio dia. 14. Se praticar a Regra de Ouro de Jesus, em lugar de unicamente admir�-la. Ele disse: �Fa�a aos outros o que deseja que fa�am para voc�. O importante da Regra de Ouro � que devemos pratic�-la ainda que os outros n�o a pratiquem. Mas tamb�m, n�o h� regra que n�o tenha seu oposto, de maneira que n�o permita que os outros te fa�am o que voc� seria incapaz de fazer para eles. 15. Se perceber perfeitamente que o que vejo � somente um �espelho�, o qual me � poss�vel transformar por meio da Ora��o Cient�fica. Para poder demonstrar a harmonia e perfei��o em toda a sua vida, pergunte-se uma vez por semana se voc� est� cumprindo com todos estes pontos. Onde quer que se mencione o perd�o, se pode inserir a Ora��o da Chama Violeta: �Eu sou a Lei do perd�o e a Chama transmutadora de todos os erros cometidos por mim e por toda a humanidade�. Esta afirma��o � para os estudantes que j� conhecem as Chamas. MEU MUNDO CONT�M TUDO Quantas vezes voc� se encontrou na situa��o em que te falta algo para continuar o que est� fazendo, seja vestindo-se, ou falta um alfinete ou uma agulha ou uma linha; se for no trabalho, falta uma caneta ou um instrumento qualquer, etc. Voc� est� vendo somente uma apar�ncia material nada mais. A verdade est� sempre no esp�rito, como voc� j� sabe. Ao pensar e buscar a correspond�ncia no espiritual, ou seja, que voc� pense: �Como � a situa��o no plano espiritual?�. Sempre sua mente diz: �� perfeita�. Medite ent�o sobre qual seria a perfei��o neste caso. A perfei��o no caso em que voc� est� se vestindo e falta um alfinete ou agulha ou linha, seria que voc� tivesse neste momento o que te est� faltando, ou que voc� n�o tivesse necessidade dessas pequenezes, N�o � verdade? Pois bem, voc� j� viu que seu corpo est� feito das subst�ncias do plano que ele habita; cont�m todos os elementos que se pode encontrar em todos os outros objetos, artigos, etc, que h� no planeta; al�m do mais, voc� foi acumulado em todas as suas vidas passadas tudo o que pode necessitar e usar; cada experi�ncia com todos os acess�rios utilizados para t�-la cumprido e superado j� est�o no seu corpo et�rico, como mem�ria, e no seu corpo causal como haver construtivo. Voc� tem plena autoridade de declarar: �Meu mundo cont�m tudo, e n�o � verdade que eu possa carecer de algo que necessite em qualquer momento. Espiritualmente, o que necessito est� comigo e reclamo a apar�ncia material, por que faz falta para minha mat�ria neste momento�. Voc� ver� um pequeno milagre, se compreendeu bem o princ�pio como te expliquei. Ou voc� encontra um alfinete ou uma agulha com linha, quase sem necessidade de procur�-los, ou vem na sua mente imediatamente o que possa suprir a falta, a forma de resolver a situa��o, ou algu�m entra e te d� o que voc� precisa. No caso de que algum de voc�s me fa�a a pergunta que fizeram outros: �E que aconteceria se me encontrasse em um deserto e me faltasse �gua, por exemplo, e n�o conseguisse ach�-la!�. Respondo que uma vez que voc� conhece esta Lei, este Princ�pio, e o aplique duas ou tr�s vezes, jamais acontecer� novamente na sua exist�ncia nenhum caso em que possa te faltar algo, absolutamente nada de que voc� possa necessitar. Este caso do deserto sem �gua � c�rmico. � uma experi�ncia que foi necess�ria em um determinado momento, mas se voc� est� agora aprendendo leis espirituais t�o adiantadas com esta, j� passou a experi�ncia do deserto, superou-a e jamais voltar� a apresentar-se o caso. O passo dado est� superado, e n�o h� que d�-lo novamente. A CUCA Voc�s sabem o que � a Cuca. � um monstro com que se assustam as crian�as para que se comportem bem. O Dr. Fox diz: �Esse artigo � para as pessoas que tem uma preocupa��o. Eu jamais repreendo �quele que est� preocupado. Isso equivale a chutar a quem est� ca�do. Por acaso uma pessoa se preocupa por que lhe diverte? Logicamente, h� pessoas �queixosas� e �reclamonas�, que lhes agrada atuar desta maneira. Esta � uma condi��o que necessita urgente de aten��o, mas n�o � um caso de �preocupa��o��. N�o, a preocupa��o � um inferno da qual a v�tima sente grande al�vio ao ver o menor sinal de escapat�ria. � poss�vel realmente evitar a preocupa��o? Depende do que voc� compreenda ou n�o da Verdade do Ser. Se em verdade a compreende, a resposta � que sim. Considere o seguinte: A Cuca na qual voc� n�o cr�, n�o tem nenhum poder para te preocupar ou molestar. A Cuca, aquela da sua inf�ncia, j� n�o te assusta nem te engana, por que voc� j� n�o cr� nela. Mas quando voc� tinha tr�s anos de idade ela tinha o poder de acelerar seu cora��o, de deixar-te l�vido e de fazer tremer seu joelho, at� mesmo de te fazer vomitar toda a comida que havia no seu estomago. Em condi��es especiais ela poderia at� te matar. No entanto, hoje n�o te faz nem piscar, por que voc� j� n�o acredita nela; e isto � tudo. Nada mudou em realidade. N�o existe esta Cuca nem jamais existiu. A �nica diferen�a radica em voc� mesmo. Voc� mudou sua maneira de pensar. Descobriu que era uma mentira e portanto voc� est� livre. Agora, exatamente a mesma coisa acontece com toda outra forma de Mal que esteja manifestando-se em sua experi�ncia, j� que todo Mal � uma Cuca e nada mais. Est� te acontecendo por que voc� acredita nele, e desaparecer� no momento em que voc� deixe de acreditar nele. A �nica vida que o mant�m vivo � voc� que d� com sua cren�a. Qualquer situa��o, e at� qualquer objeto material pode ser mudado por meio de um Tratamento Espiritual, ou do que n�s chamamos de Ora��o Cient�fica. N�o importa que coisa vai acontecer amanh�, acontecer� algo muito diferente por causa da Ora��o Cient�fica: Um tornozelo torcido, as conseq��ncias de haver manchado um terno com tinta, um processo que aconteceu a semana passada, a opera��o que voc� vai fazer semana que vem e todas as conseq��ncias que possam sair da�, todos podem ser apagados totalmente, at� da consci�ncia de todo mundo, o car�ter de todas estas coisas podem ser mudados, para fazer ver, que s�o b�n��os para todos os interessados. �s vezes acontece que voc� compra um artigo, e quando chega em casa percebe que n�o era o que te convinha, e cr� que j� � muito tarde. N�o importa. Trate o caso cientificamente e ver� que depois de tudo a compra foi correta, voc� ficar� feliz com a aquisi��o, ou de alguma outra maneira ter� satisfa��o por t�-lo comprado, j� que tudo se torna bom ao trat�-lo com a Ora��o Cient�fica. Tudo isso � a Verdade, de maneira que isso comprova que o plano material n�o � �Real�, no sentido de ser fixo ou permanente, e uma vez que captamos esta Verdade j� n�o tem o poder de nos fazer mal ou nos incomodar. A verdade � que nossas condi��es materiais, s�o o reflexo exterior das convic��es que temos na mente, e como temos o poder de mudar estas convic��es, � evidente que podemos mudar os reflexos exteriores tamb�m. Seu problema deste momento � exatamente como a Cuca de sua inf�ncia. O �nico poder que tem a Cuca � o que voc� lhe est� dando ao acreditar nela. Voc� tem que desistir de acreditar nela, e a forma de conseguir � a de orar o suficiente, cientificamente, ou conseguir que algu�m te ajude e ver� este quadro infeliz transformar-se em algo totalmente diferente, ou desaparecer completamente. Com suficiente ora��o voc� pode conseguir que se apague da sua mem�ria; mas isso n�o vai ser necess�rio, j� que voc� n�o vai querer esquecer a Cuca, por que ela � indiferente para voc�. Voc� v� por que � que se pode exterminar a preocupa��o? Quando voc� possa dizer: �Sim, este momento parece uma calamidade, mas eu sei que com um bom tratamento posso mudar esta situa��o em algo completamente diferente�; ent�o voc� j� pode dizer que as preocupa��es terminaram para voc�, e � somente quest�o de tempo para que a sa�de, a harmonia e a prosperidade sejam permanentes na sua vida. Diz a B�blia: �O Nome do Senhor � uma Torre Forte. O pensador correto entra nela e ser� salvo�.O DINHEIRO O Mestre Fillmore, fundador de Unity, disse: "N�o � um crime ser rico, e n�o h� nenhuma virtude em ser pobre, como nos fizeram crer os reformadores. O mal consiste em acumular o dinheiro, impedindo que circule livremente para que chegue at� quem o necessite. Aqueles que colocam suas riquezas, para trabalhar de forma que contribuam com o bem estar das massas, s�o a salva��o de um pa�s. Se todos tivessem o que chamamos de 'consci�ncia de pobreza', a mis�ria seria geral como � na �ndia e na China, nestes pa�ses os milh�es de habitantes est�o perenemente atados ao pensamento de sua pobreza, sofrem de escassez em todas suas formas, desde o ber�o at� a tumba. O peso do pensamento pobre recai nas terras, e elas, anos ap�s anos ret�m seus produtos de maneira que milh�es morrem de fome". A consci�ncia da Prosperidade h� que form�-la. Primeiro h� que ir negando todas as velhas e falsas id�ias de carestia, restri��o, de depend�ncia dos canais fixos. A id�ia de que algo � muito caro prov�m do estado do nosso bolso. Fazemos a compara��o do custo com a quantidade que possu�mos, e decidimos instantaneamente se podemos adquirir ou n�o. Se nosso haver � pouco, o objeto nos parece caro. Se nosso haver � grande, n�o damos nenhuma import�ncia ao custo e o adquirimos. N�o � que o objeto seja caro, mas sim, a consci�ncia que � pobre. No entanto, voc� estar� pensando que h� coisas pelas quais os comerciantes pedem muito. Mas eu repito que se voc� tivesse muitos milh�es para gastar n�o passaria pela sua cabe�a pensar se o comerciante est� pedindo muito ou n�o. Portanto, n�o � carestia, mas o estado do seu bolso, e este depende do estado da sua consci�ncia. Desde pequeno voc� deve ter ouvido em sua casa o assunto do dinheiro, do custo do que se podia ou n�o adquirir. S�o poucos os que podem fazer alarde de que quando eram pequenos pediram para que lhes comprassem algo e que seus pais n�o responderam: "Hoje n�o podemos comprar porque n�o temos dinheiro". Este "n�o temos dinheiro" assumiu imediatamente o car�ter do monstro que tudo nega, que tudo interrompe, que tudo malogra; Este "monstro" se diverte em nos ver privados e suspirando, at� que terminamos dobrando a cabe�a resignados � fatalidade. Qu�o poucos podem dizer que seus pais respondiam: "vamos pensar que Papai do C�u nos quer dar e que est� somente esperando o momento para nos dar a surpresa". � esse pensamento que desejo que voc�s aprendam e memorizem hoje, e que o repitam mentalmente ou em voz alta, cada vez que tenha um desejo ou uma necessidade, e que se encontrem comparando o que tem no bolso, com o custo do que est�o desejando. "Vamos pensar que Deus NOS QUER DAR e que somente est� esperando o momento para nos dar a surpresa", para ir formando a consci�ncia de prosperidade. Voc�s j� sabem que a Verdade � que em esp�rito tudo j� est� dado, concedido e esperando que o reclamemos; e que por isso os ensinamos a agradecer antes que apare�a. Mas essa id�ia se empenha em te fazer acreditar. O subconsciente n�o tem discernimento. Para ele, sua palavra � lei. O que ele escuta voc� dizer, o que v� no seu pensamento, o quadro que voc� imagina s�o ordens que ele se esmera em cumprir com a mais r�pida exatid�o. O �nico que o sacode � a voz do Eu Superior. As altas vibra��es da Verdade desmoronam o petrificado (dizemos cristalizado) no subconsciente, e que te custariam anos de psican�lise para chegar a descobri-los. E ainda assim o psicanalista te dir� que se voc� n�o substitui com algo o "prego que acaba de tirar", se recai no mesmo mal. Por isso � que a Metaf�sica primeiro nega o mau, depois afirma a Verdade para ir substituindo o que vai se apagando pelo mais alto e potente: A Verdade, que n�o se pode apagar jamais. A afirma��o simples, infantil, que te dei para que decorasse, encerra uma tripla inten��o. A primeira � que voc� v� formando a id�ia de que tudo prov�m de Deus, ou seja, da Subst�ncia Divina, e que se apaguem em voc� as id�ias de canais fixos. Seus canais fixos s�o, ou o sal�rio que recebe, ou a organiza��o em que trabalha; e se n�o tem necessidade de trabalhar, os seus canais fixos s�o: ou a empresa de seu pai ou de seu marido; ou as terras que produzem sua renda, enfim, o que seja que te forne�a o dinheiro que voc� usa para seus gastos. Toda a ra�a est� acostumada a pensar que se estes chegam a falhar ocasionariam a ru�na. Poucos percebem que os canais da prosperidade e de abund�ncia s�o infinitos por que s�o de Deus, e s�o Deus. Ignoram o que voc� j� sabe, que toda necessidade j� vem equipada com o material que requer para preench�-la, ou seja, (como se diz em metaf�sica) a oferta e a demanda s�o uma. Na terra s�o duas coisas opostas; mas na Verdade s�o uma s�, a mesma coisa. A segunda inten��o que leva a afirma��o que te dei �, que voc� se acostume que a vontade de Deus � magn�nima: que Deus anseia que voc� tenha precisamente ISSO que est� necessitando ou desejando, porque o desejo e a necessidade de algo se produzem no momento em que se est� preparado para goz�-lo ou aproveit�-lo. Nem um minuto antes e nem um minuto depois. Mas, se faz anos que voc� deseja, ou sente falta de algo, este "algo" tem os mesmos anos batendo � sua porta, para que voc� o receba, e � o seu subconsciente que o est� repelindo e fazendo-o esperar; para cumprir a ordem que voc� lhe deu, ao aceitar a id�ia de que seria imposs�vel realizar o seu desejo; ou porque voc� o considerou muito caro, proibitivo ou muito dif�cil. A B�blia explica isso da seguinte forma, e que repeti muitas vezes: "Toda terra onde ponhas a planta do teu p� te dei por heran�a". Os p�s s�o s�mbolos da Compreens�o, e terra � s�mbolo de Manifesta��o. Ou seja, a tradu��o desta frase maravilhosa �: "Toda manifesta��o que voc� possa CONCEBER j� te dei". A heran�a � o que ningu�m pode nos tirar. � nossa por direito. A terceira inten��o que leva a afirma��o que te dei est� na frase: "... e somente est� esperando o momento para nos dar a surpresa". Constantemente os estudantes percebem que n�o obt�m uma demonstra��o t�o r�pida quanto eles esperavam, e reclamam comigo. Quase me culpam do n�o cumprimento, como se eu tivesse prometido algo e n�o lhes dei! Esta � uma atitude infantil. � um "acesso de criancice" que ficou de quando eram crian�as na casa de seus pais, e prova que foram crian�as mimadas, a quem n�o se negou jamais sua menor vontade. A demonstra��o sempre est� feita e preparada para aparecer; somente est� esperando o momento oportuno. H� uma infinidade de motivos que obstruem a sa�da ou que destroem o momento oportuno, e a manifesta��o tem que esperar que haja outro momento oportuno. Um dos motivos mais comuns � a inconsist�ncia ou falta de firmeza, uma vez que se pensou, invocou, reclamou e fez o tratamento. Ou o estudante sente d�vidas; ou cede � tenta��o de sair comentando; ou expressa com suas palavras conceitos que negam a Verdade que declaram no tratamento. Tudo isso � muito natural. N�o se deve ficar impaciente, nem consigo mesmo, nem com a demora da demonstra��o. N�o somos perfeitos, estamos aprendendo a ser. O subconsciente n�o tem culpa de estar pesado e achatado por velhas id�ias e costumes. Outro defeito muito comum � pensar que se deve ficar repetindo o tratamento para que este se realize. Isso equivale a estar continuamente abrindo o forno para mexer com a colher na torta que est� assando. Um tratamento se faz uma s� vez, o melhor que se possa. V�-se a Verdade e se declara; agradece-se e se deixa a Deus a realiza��o. Quando venha � mente o pensamento daquilo que estamos necessitando e que n�o acabou de realizar-se, deve-se fazer o que chamava o Dr. Emmet Fox: "Fazer um tratamento ao tratamento", ou seja, diga isso: "Eu j� fiz o tratamento e n�o tenho por que me angustiar nem me preocupar, obrigada Pai". Voc� pode agradecer infinitamente, tanto quanto queira. Isso sim reafirma a demonstra��o, e o regozijo. "Regozijais e da� gra�as a Deus em tudo". Quando voc� d� a algu�m um presente surpresa, ou quando te fazem uma surpresa. � uma SURPRESA. Ainda quando voc� est� desejando algo e algu�m te presenteia, te surpreende e te faz feliz. A frase do tratamento te deixa esperando a surpresa que Deus vai te mandar, no momento em que menos espera, e esta expectativa entusiasta � a f� que move montanhas. N�o confunda com esperan�a. A esperan�a � a irm� pobre da f�, diz o Dr. Emmet Fox. A esperan�a � angustia misturada com d�vidas. A f� � expectativa de gozo. Duas coisas muito diferentes. Qu� diferente � dizer: "Tenho esperan�a...", e "Tenho f�...". Chegaram-me not�cias de que pelo menos dois de meus estudantes est�o precisando de dinheiro. Pode-se ser muito adiantado espiritualmente e n�o ter a consci�ncia de prosperidade. Assim como se pode ter uma grande consci�ncia de prosperidade e n�o ser nada espiritual. � que se desenvolveu um aspecto da vida, e n�o se tocou o outro. Quando se est� manifestando falta de abund�ncia h� que trabalhar neste aspecto. H� que meditar muito sobre a abund�ncia. Como disse a uma de minhas disc�pulas estes dias, ali onde o homem n�o toca com seu pensamento de escassez se manifesta a abund�ncia de forma opulenta; por exemplo nas selvas, etc. Se n�o vivemos cortando a grama no jardim, se amontoa at� tapar a casa, isto � porque pensamos constantemente que h� que viver cortando-a. Nas selvas n�o h� quem pense "aqui n�o cresce nada". N�o h� quem jogue veneno para mat�-la. N�o h� quem pense "que ver�o bravo! As matas v�o secar! E n�o vai chover!". O Mestre Fillmore continua dizendo: "O pensamento angustiado tem que ser eliminado, e h� que adotar o abandono perfeito da natureza, e quando a esta atitude se some a realiza��o de que se possuem recursos ilimitados, se ter� cumprido com a Lei Divina da Prosperidade". Para conseguir esta atitude de abandono de toda preocupa��o, h� que meditar sobre a abund�ncia divina manifestada. H� que se examinar para ver onde estamos colocando o freio inconsciente � prosperidade e � abund�ncia. H� que afirmar, contra toda a evid�ncia, que somos filhos e herdeiros de tudo o que possui o Pai, e que n�o somente Ele anseia por nos ver manifestar riquezas e satisfa��es, al�m de que TODA A HUMANIDADE NOS DESEJA O MESMO. Que Ningu�m quer privar-nos, nem hostilizar-nos, por que toda a humanidade cont�m a Deus, e Deus n�o se divide em dois para desarmonizar com Ele mesmo. H� uma maneira de produzir o que remedia uma necessidade imediata. N�o serve para produzir abund�ncia constante, mas produz o que "tapa o buraco do momento". � fazer um quadro mental, feito de pura imagina��o, e ver-se recebendo quantidades de dinheiro, de notas e moedas, tanto que n�o se sabe o que fazer com elas. H� que ver-se enchendo a carteira, depositando no banco, distribuindo e sentindo a satisfa��o de poder dar e fazer os outros felizes. Mas h� que fazer at� poder sentir com os dedos a textura do papel, o ru�do das notas, o peso das moedas, etc. H� que repetir isso muitas vezes para que o subconsciente se impressione e o reproduza. N�o h� que se perguntar: "De onde vir�?". O canal deixe � Deus; isto � talvez o que ficar� de valioso quando voc� termine de gastar o dinheiro que vai chegar, ou seja, a constata��o de que os canais de Deus s�o infinitos e inesperados. N�o se esque�am de insistir que venha segundo a gra�a e de maneira perfeita. A MAGIA DO D�ZIMO A pr�tica do D�zimo � um costume de toda a vida para muitos dos disc�pulos da Verdade. Tanto que j� pensam no total do seu dinheiro como se fosse somente o noventa por cento de que realmente disp�e, j� que automaticamente colocam de lado os dez por cento que consideram pertencente a Deus, sem que jamais sonhem em quebrar este costume. Isso o fazem inteligentemente, � dizer como Princ�pio, por que perceberam que � o correto. O resultado desse proceder � que estas pessoas est�o livres de toda dificuldade monet�ria. Ainda que possam ter outros problemas, jamais sofrem de priva��es, nem de falhas em sua prosperidade material. Eles cumprem com a Lei, de maneira que inevitavelmente manifestam o resultado. Este fato est� sendo amplamente conhecido hoje em dia, mas o que n�o � muito bem compreendido � o Princ�pio Espiritual que o rege. Me fazem toda esp�cie de perguntas com respeito � forma de dar o D�zimo, em quais circunst�ncias � pertinente n�o dar o D�zimo, quais somas se deve dar, em que forma deve ser dividido o D�zimo, e que se a pr�tica do D�zimo � uma pr�tica infal�vel para enriquecer-se, etc. A Verdade do D�zimo � que aqueles que colocam o dez por cento de sua entrada para o servi�o de Deus, e n�o com o objetivo principal de lucrar, mas simplesmente por que sentem que assim deve ser, encontram que sua prosperidade aumenta por saltos, at� que todo temor de pobreza desaparece; mas aqueles que d�o o D�zimo porque em seu foro interno consideram uma boa invers�o, esperando que seja devolvido muito mais do que d�o, s�o sempre decepcionados, e desde seu pr�prio ponto de vista est�o gastando mal o seu dinheiro. Diz Malaquias no vers. 10, cap.3: "Tragam todos os D�zimos ao meu celeiro e que haja alimento em minha casa, disse o Senhor dos Ex�rcitos, e ver�s se n�o te abro as Janelas do C�u e te derramo tal ben��o que n�o haver� lugar em que receb�-la". O D�zimo foi recomendado em muitas partes da B�blia, e em todas as idades, onde houve crentes em Deus que fizeram desta pr�tica a pedra angular de suas casas, este edif�cio constru�do sobre esta pedra angular lhes assegurou de toda necessidade material, coisa T�O ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA ALMA. � muito conhecido o fato de que v�rios dos mais pr�speros nos neg�cios de hoje, grandes industriais, atribuem seu �xito ao haver formado este h�bito em sua juventude e o ter mantido. Milhares de estudantes da Verdade escaparam do que parecia ser uma pobreza sem esperan�as, entrando na seguran�a e no conforto pela pr�tica do D�zimo. O Princ�pio, ou Lei do D�zimo, uma vez reconhecido e aceito, faz surgir a pergunta: "E o que se deve fazer com o D�zimo?" Na Ci�ncia Divina, o D�zimo n�o se refere � caridade em geral, nem �s doa��es materiais. Dedica-se � divulga��o do Conhecimento da Verdade em uma ou outra forma, geralmente na manuten��o de institui��es ou atividades que se ocupam disto. Qualquer um que compreenda a Id�ia Espiritual sabe muito bem que o �nico que salvaria o mundo � conhecer a Verdade, para ficarem livres de toda dificuldade; enquanto o homem n�o chegue a conhecer a Verdade metaf�sica nada o beneficiar� realmente; enquanto este conhecimento n�o se fa�a geral, n�o importa quanta instru��o secular, nem quantos descobrimentos cient�ficos, nem projetos de reformas sociais, nem reconstru��es pol�ticas conseguir�o algum bem efetivo; e que uma vez que este conhecimento se fa�a geral, todos os problemas pol�ticos e sociais se ajustar�o automaticamente, e ser�o desnecess�rias todas as formas de caridade e sistemas de benefic�ncia. N�s, que conhecemos a Verdade do Ser, somos deposit�rios da humanidade. Aqueles que desconhecem esta Verdade continuar�o dando seu dinheiro para promover obras ben�ficas, mas n�s sabemos que o nosso primeiro dever � a divulga��o da Verdade. "Conhece a Verdade e ELA os far� livres", disse Jesus. Determinar a quantidade do D�zimo � muito simples. N�o �, como sup�e alguns estudantes, a d�cima parte daquilo que possam economizar cada m�s. Significa a d�cima parte de toda quantidade. Logicamente, um mercador ou comerciante deduzir� os gastos do seu neg�cio antes de contar seu lucro, mas � sobre o lucro, antes de deduzir qualquer gasto pessoal ou de vida, que se deve fazer o D�zimo. As pessoas que vivem de sal�rio recebem seu lucro l�quido diretamente desta forma, mas dever�o somar toda outra entrada, como dividendos, investimentos, etc. � logicamente in�til repetir que n�o h� a menor obriga��o de dar o D�zimo, em absoluto, at� que n�o venha a cada um o estado de consci�ncia que lhe fa�a ver que � prefer�vel faz�-lo.Quero dizer, que � melhor n�o dar o D�zimo at� que se esteja preparado mentalmente para faz�-lo. O dar como uma suposta obriga��o, ou um sentido de dever, � dar com temor, e nunca nenhum temor trouxe alguma prosperidade. O pagamento de um D�zimo � um ato de f�. Constantemente acontece que um estudante da Ci�ncia Divina sente um desejo profundo de p�r toda sua f� em Deus, e de possuir uma f� verdadeiramente cient�fica. Desejar isso � t�-lo automaticamente; no entanto nem sempre se pode conseguir a convic��o absoluta deste �ltimo, e pelo fato de n�o poder sentir esta sensa��o ele se cr� com pouca f�, quando na verdade n�o est�, mas se ele pratica o D�zimo por convic��o de que � o correto, isto ser� a prova de sua f�, n�o obstante o que digam seus sentimentos pelo momento. Alguns cr�em que por que est�o "apertados" n�o lhes � poss�vel dar o D�zimo neste momento, mas que o far�o quando as circunst�ncias o permitam. Isto � perder todo o significado, porque quanto maior seja a presente dificuldade, maior a necessidade de dar o D�zimo, pois sabemos que a dificuldade presente � devida a uma atitude mental (provavelmente subconsciente) e logicamente as circunst�ncias n�o poder�o mudar at� que haja uma mudan�a na atitude mental. O dar o D�zimo, em verdade espiritual, ser� uma prova de que a atitude est� mudando, e ser� seguido pela demonstra��o desejada. O segredo de demonstrar prosperidade pelo D�zimo, � de compreender e realizar que a �nica origem de nossa provis�o � Deus, e que o neg�cio ou o emprego, os investimentos ou os clientes representam somente o canal atrav�s dos quais se est� manifestando neste momento a Provid�ncia que nos vem de Deus. A pr�tica de dar o D�zimo por motivos espirituais � a prova concreta de que se aceitou esta id�ia, e a conseq��ncia inevit�vel desta aceita��o � a prosperidade vis�vel. � f�cil ver, a diferen�a que existe entre a pr�tica espiritualmente compreendida e a outra (material e in�til) de separar a d�cima parte, normalmente com m� vontade ou com esperan�a de fazer um bom investimento. Como uma express�o de que se considera justi�a espiritual, o D�zimo � um �xito inevit�vel; como investimento ego�sta vai seguramente ao fracasso. A resposta � pergunta de quando se deve pagar o D�zimo, � tamb�m muito simples. O momento correto para pagar o D�zimo � ao receber o sal�rio, ou o pagamento semanal ou semi-anual, dependendo de como se recebe a renda. Geralmente � melhor pagar pequenas somas do que uma s� grande, mas n�o se pode dar uma regra geral. "Dai, e ser-vos-� dado"; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitar�o no vosso rega�o; por que com a mesma medida com que medirdes tamb�m vos medir�o de novo.(Lucas 6: 38.). Muitos Mestres da Verdade s�o testemunhas dos benef�cios infal�veis do D�zimo. Um deles, John Murray, escreveu: "De acordo com a Lei Hebraica o D�zimo quer dizer a d�cima parte, e se refere a uma forma de impostos pela qual os hebreus tinham que dar, pela Lei Lev�tica, o d�cimo de sua produ��o (da terra ou de animais, etc.) para o servi�o de Deus. � not�vel que enquanto este sistema prevaleceu a na��o hebr�ia prosperou, coletiva e individualmente, e onde quer que tenha sido aplicada honestamente jamais falhou. Se o fazendeiro se negar a dar � terra uma quantidade de milho e batatas, das que recebeu desta terra, n�o ter�amos colheitas. Porque ent�o esperamos receber abund�ncia de Deus, se damos t�o mesquinhamente � sua santa causa? Aqueles que d�o o D�zimo sempre est�o seguros de que tem a Deus por S�cio". A conex�o entre o D�zimo e a prosperidade � depois de tudo, simplesmente uma express�o daquela lei que diz que aquilo que n�s fazemos ao Universo, o Universo faz para n�s. O que damos, generosidade ou parcim�nia, recebemos de novo. Igual atrai igual. O que o homem semeia, colhe, e nenhum homem escapa da lei. O Lev�tico diz: "E todo o D�zimo da terra, assim seja de semente ou de fruto de �rvores, pertencem ao Senhor. � Santificado ao Senhor". (Lev�tico 27: 30) "Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as prim�cias de toda tua renda. E se encher�o os teus celeiros abundantemente, e transbordar�o de mosto os teus lagares". (Prov�rbios 3:9, 10.). Depois que Jacob teve a vis�o que lhe disse que havia uma escada m�stica desde a terra at� o c�u (a escada da Ora��o Cient�fica e a atividade justa) decidiu imediatamente adotar a pr�tica do D�zimo realizando que... "Deus estar� comigo, e me proteger� em meus caminhos, e me dar� o p�o e a roupa". O DEGRAU EM QUE VOC� SE ENCONTRA Se voc� gostou de tudo que leu at� agora, neste ensinamento para a Nova Era, se v�rias vezes em sua leitura voc� se encontrou dizendo: "Mas eu j� sabia isso instintivamente!" - "Eu diria que sou um Metaf�sico nato, porque pratico muito dessas coisas!", ent�o voc� j� atravessou por todas as outras seitas, religi�es e credos que existem no planeta, no curso de suas vidas passadas. Todas suas pr�ticas e teorias voc� as tem acumuladas. O construtivo est� em seu Corpo Causal, que � a Aura do seu Eu Superior. O destrutivo est� nos seus ve�culos inferiores (corpo f�sico, corpo emocional, corpo et�rico e corpo mental), mas, sobretudo, no seu corpo et�rico est� toda a mem�ria de tudo o que te aconteceu em todas suas vidas: nada se perde. Anote muito bem isto. Nada se perde. Ent�o, se te atraem os ensinamentos Metaf�sicos; se voc� os compreende e te absorvem, quer dizer que voc� est� preparado para subir um degrau. Se n�o o aceita; se n�o o entende; se n�o te atraem; melhor dizendo, se te repelem, significa que ainda n�o pode digeri-los. Voc� tem que ficar em outra seita, uma menor, onde n�o se pratique o Princ�pio de Mentalismo. Em algumas, voc� o encontrar� explicado superficialmente, mas sem dar-lhe maior import�ncia. Todas essas seitas e doutrinas t�m coisas que voc� instintivamente anela. Elas te dar�o um ac�mulo de conhecimentos que enchem a boca, a mente e as satisfa��es. Tamb�m v�o te impor numerosos ritos, rituais, pr�ticas f�sicas, proibi��es, dietas, ataduras, tudo o qual se pode encerrar em uma palavra: LIMITA��ES. Mas se voc� as necessita, esse � o seu degrau do presente. N�o queremos denegrir, nem minorar, nem desprestigiar nenhuma doutrina. N�o � porque um irm�ozinho seja uma crian�a que � visto como um inferior! Somente queremos te dar seguran�a com respeito ao degrau em que voc� se encontra agora. Como e por que sabemos que a Metaf�sica � o �ltimo ensinamento enviado ao planeta pelos Mestres da Sabedoria? Por muitos sinais. Vamos come�ar pelo princ�pio; nenhuma outra doutrina te ensina a resolver seus problemas (A chave mestra); nem a manifestar tudo o que voc� deseja (Te presenteio...); nem a converter o imposs�vel em poss�vel (A Cuca); nem te ensina a levar os teus neg�cios ao triunfo com do�ura e harmonia (Deus nos neg�cios); nem a manifestar o bem estar material em curto tempo (A magia do D�zimo); nem te brinda um desenvolvimento espiritual imediato (Como Desenvolver o Amor Divino e A Presen�a). Quando viemos a esta reencarna��o, nos apagaram todos os conhecimentos adquiridos em outras vidas porque Jesus disse: "Bem aventurado os pobres no esp�rito, porque deles � o Reino dos C�us". Os conhecimentos enchem de orgulho intelectual. Quem estiver preparado para entrar nos estudos espirituais da Nova Era, se mostram pregui�osos nos col�gios durante sua inf�ncia e sem vontade de empreender estudos intelectuais quando adultos: Um passo dado n�o h� que d�-lo novamente. Aquele que sinta desejos de acumular conhecimentos � porque lhe faltou faz�-lo em vida anterior. Terceiro ponto: A Nova Era � a Era da Liberta��o. Nesta Era se acabaram os ritos complicados, os milhares de pequenezes que tiram o tempo para coisas melhores, mais interessantes. Assim, na �poca do Templo de Jerusal�m, a religi�o que imperava ordenava que cada levita tinha que cumprir com mais de seiscentos detalhes religiosos, rituais e exig�ncias diariamente. O Dr. Fox diz que os pobres viviam segundo uma consci�ncia de inaptid�o, de escravid�o, de pecado, pois, de acordo com o Princ�pio Criador ou Lei do Mentalismo, sentir-se e considerar-se pecador � de fato estar em pecado. N�o sendo poss�vel cumprir com semelhante rigor, se castigava de maneira impiedosa. Se os Diretores de seitas e religi�es que voc� pratica, manifestam enfermidades, mis�ria, dor, tristeza, calamidades, etc, voc� saber� que esses frutos s�o produto de mentes cheias de erros e falsidades, pois Jesus disse: "Por seus frutos os conhecereis". N�o continue escutando-os. Eles n�o tem nada a te ensinar. Voc� � mais adiantado que eles. Mais adiante no seu estudo de Metaf�sica voc� aprender� a queimar o seu carma e dos outros tamb�m, sem dor, sem sofrimento, aplicando a Divina e maravilhosa Chama Violeta (da Libera��o pelo Amor) que � o presente do Ascendido Mestre Saint Germain, avatar da Nova Era, e ent�o voc� poder� ir invocando do seu pr�prio Corpo Causal todos os conhecimentos e habilidades que s�o seus por direito de consci�ncia, e que est�o acumulados. Pelo momento voc� pode ir praticando esta f�rmula: Eu sou a Sabedoria Divina de Deus, Ele em mim tudo sabe...continue com a afirma��o intitulada "O VERBO PODEROSO", que voc� j� leu anteriormente. A Pr�tica da Presen�a de Deus (que � como realmente se chamam estes estudos) vai te limpando e desatando, vai te instruindo quase sem necessidade de livros, pois Jesus disse: "O Esp�rito Santo, que o Pai te enviar� em meu nome, te ensinar� todas as coisas". Vai te libertando de uma infinidade de limita��es, que antes voc� acreditava que era seu dever cumprir; e uma das liberta��es maiores que te chegar� � que voc� saber� curar � dist�ncia, resolver os problemas alheios tamb�m � dist�ncia (j� que voc� n�o ter� estes problemas), o qual te liberta de trabalhar no material como t�m que fazer os outros que n�o t�m o recurso Divino que voc� disp�e, e muitas vezes voc� ver� situa��es transformarem-se somente com a sua presen�a, pois seu estado de consci�ncia (Consci�ncia Espiritual e Consci�ncia Divina) � que eleva a freq��ncia eletr�nica das vibra��es baixas em sua volta, pois estas pertencem a outros. Entenda: A Consci�ncia que voc� tem de que em voc�, em seu pr�ximo, est� a PRESEN�A DE DEUS! O QUE � O CRISTO? Sempre ensinei que o Cristo � nossa Verdade. A Verdade de cada um, e que � perfeito e Todo-poderoso. � o mais nobre de cada um. Vamos esmiu�ar para compreender melhor. Voc�s j� sabem que tudo tem vida. Aquele que tem vida ouve, sente e responde. Algo morto ou adormecido, n�o escuta, n�o sente, nem responde; correto? Lembram disso. Vida � a capacidade de ouvir, sentir e responder, agir ou reagir. Vamos desenhar v�rios planos. Poremos aqui 1: VIDA. Toda coisa vivente que se despertou para a vida, ante tudo tem vida. Agora vem: que tipo de vida? Elemental? Terrena? Se for elemental, ser� do ar, da �gua ou do fogo? Se for terrena ser� mineral, vegetal, animal ou humana? Uma vez que se definiu isto, vem a individualidade. Tudo � Uno e Indivis�vel, mas cada coisa mostra uma faceta, ou talentos especiais, virtudes ou atributos que n�o s�o comuns a todos. Nos humanos, por exemplo, que aspecto apresenta? Tem a pele negra, branca? Os olhos azuis, negros? Que peculiaridade manifesta?E se h� t�o infinita variedade de classes, aspectos, virtudes, peculiaridades, talentos, tipos, ra�as, reinos, etc, por que se diz que tudo � Uno, e um mesmo ser? Primeiramente sabemos que tudo, absolutamente tudo, sai de uma mesma fonte, isso que chamamos Deus. Por conseguinte, tudo � n�o somente Um filho de Deus, mas O FILHO DE DEUS, por que n�o h� repeti��o exata. Cada coisa � individual. Isso mesmo, uma s� coisa, um s� exemplar. Bom, mas nessa variedade infinita, h� algo que delata a filia��o, a irmandade, a igualdade. Tem que haver algo que seja exato em todos. Uma esp�cie de marca de f�brica, porque precisamente sai de Deus. Assim como em uma fam�lia em que todos os membros sejam de diferentes tipos, que nenhum se parece ao outro, mas h� algo em todos que assinala o parentesco ou filia��o. Algo na forma do nariz, ou nas orelhas, ou na forma de falar. Algo que liga a pessoa com o sobrenome. O que nos une a todos como familiares de Deus? O que nos identifica? Tr�s coisas: Consci�ncia, Intelig�ncia e Amor. Todo ser vivente tem consci�ncia, intelig�ncia e amor. Ningu�m � t�o mau que n�o ame ainda que seja � sua m�e ou ao seu cachorro. Ningu�m que esteja vivo deixa de manifest�-lo de alguma forma. Ou lhe pulsa o cora��o, ou est� respirando, algo est� consciente nele; algo responde, algo sente, algo ouve. Est� vivo, portanto, j� tem consci�ncia. E isso est� simbolizado pelas tr�s cores prim�rias: AZUL, AMARELO E VERMELHO. Tudo, absolutamente tudo tem estas tr�s cores. Tudo tem consci�ncia, ou vida, o que � o mesmo: vontade, isto � azul. Tudo tem intelig�ncia: amarelo; tudo tem atra��o, repuls�o, ades�o e coes�o, ou seja, amor: vermelho. Tudo em todos os Reinos da Cria��o. Os ouvidos humanos s�o torpes. O ser mais fino de ouvido, n�o escuta o responder das matas, nem as c�lulas do seu corpo, por exemplo. Ningu�m percebe que os planos invis�veis, astrais, et�ricos, s�o uma barafunda de sons, de vozes, uma gritaria de tudo o que cont�m vida. Dissemos que tudo o que tem vida escuta, sente e responde. O corpo humano, sendo maci�o, s�lido, n�o suporta esta "gritaria". Eu pe�o para voc�s, que quando lhe despertem estes sentidos espirituais n�o se encontrem sozinhos. Que estejam acompanhados, e a melhor companhia � a do Cristo, ou seja, o Eu Superior que tudo pode, tudo sabe, tudo domina; que � infinito consolo, infinito amor e ternura. Agora, que � ent�o o Cristo? � a express�o destas tr�s condi��es, Consci�ncia, Intelig�ncia e Amor em seu mais alto grau. Amor em seu grau mais puro. � Vontade Azul pur�ssimo, a de Deus mesmo. � Intelig�ncia Ouro pur�ssimo, alt�ssimo como Deus mesmo. � a ess�ncia da divindade. � tudo o que somos, mas em escala mais alta, mais pura, nobre, boa e perfeita. � a ess�ncia da Verdade. � o padr�o e o desenho da Vontade de Deus para n�s, cada um. Devemos meditar sobre isso todos os dias. Ao pensar Nele nos enchemos de energia do plano Cr�stico. Continuamos pensando Nele e aos vinte segundos experimentamos um passo como um degrau, nos sentimos mais perto. Nos pr�ximos vinte segundos o sentimos, ou come�amos a sentir como uma do�ura e como algo que nos eleva. Aos terceiros vinte segundos nos sentimos felizes, que o amamos e que Ele nos ama. Se fizermos isso cada dia nos pareceremos mais a Ele, desenho divino de cada dia. Nos fazemos melhores, mais puros, belos, inteligentes, vivos e alertas. Mas lembrem tamb�m que Ele tem voz e ouvido. Que n�o � o mesmo ouvido e a mesma voz do nosso corpo. � um Ser unido e separado ao mesmo tempo. Unido a n�s e separado de n�s. Por isso lhe podemos falar e saber que nos responde. Espero que hajam adiantado um pouco a compreens�o do Cristo Interior, porque quero que todos queimem o carma antiq��ssimo que est� cristalizado, e este o queima O Cristo, a quem Emmet Fox chamou "O Senhor do Carma". H� o Cristo c�smico, e h� o Cristo individual, ou seja, o Ser Divino, Glorioso, dentro de nosso cora��o, feito de luz universal e criado por Deus Pai e M�e. Este se desenvolve tal como semente atrav�s de quatorze mil anos de evolu��o. (Em nossa consci�ncia). O Ser Cr�stico � um Ser inteligente, vivente em cada um de n�s, e que est� mais interessado em voc� do que voc� mesmo. Durante milh�es de anos esteve te dando alento e te manteve com a esperan�a de conseguir uma oportunidade de exteriorizar o projeto divino que voc� tem no plano de Cria��o. Aceite isso agora e deixe que este Deus, atrav�s de voc� cumpra Seu pr�prio padr�o de perfei��o, Sua maestria e dignidade, Seu equil�brio e beleza, Sua Harmonia e liberdade. Fa�amos juntos a seguinte afirma��o: "Eu aceito agora a verdade de que possuo um Ser Divino, glorioso, que neste momento est� desenvolvendo e trazendo � minha vida e � meus sentidos a realiza��o da minha pr�pria divindade. Afirmo que possuo no centro da minha cabe�a um g�nglio (chacra) chamado 'F�', que gera e produz toda f� que me � necess�ria, de maneira que n�o posso jamais voltar a dizer que minha f� � insuficiente. Se tenho a Deus em mim, se todo meu ser � feito da ess�ncia de Deus mesmo, do corpo de Deus mesmo, meu Pai-M�e, tenho em mim todas as qualidades e todos os atributos de Deus mesmo. Obrigada Pai que isso � a Verdade". H� somente um poder no universo. Aceite agora a Presen�a de Deus no seu cora��o, que est� mais perto que seus p�s e suas m�os, mais perto que o ar que entra pelo seu nariz, porque � sua pr�pria vida que faz bater o seu cora��o, essa Presen�a de Deus que se chama "EU SOU", � una e indivis�vel como a batida de seu cora��o. Ponha a m�o sobre o cora��o quando meditar, e invoque sua maravilhosa Presen�a para que guie sua medita��o. A cada dois mil anos o Mestre do Mundo manda � Terra um "Cristo", ou seja, um ser perfeito que deseja encarnar e trazer � massa de humanos desta era, a religi�o que conv�m � esse aspecto da evolu��o. Esta religi�o, no curso de dois mil anos se converte em est�mulo espiritual das massas encarnadas nesse momento. � medida que v�o sucedendo as eras de evolu��o, o Mestre do Mundo mandou novos Cristos, um depois do outro. � lament�vel que o Mesmo Cristo n�o pudesse continuar atrav�s de todas as mudan�as, j� que todas as religi�es se viram afetadas por resist�ncias, antagonismos e rebeli�es que sempre foram provocadas pela onda religiosa precedente, quando seria maravilhoso que a onda que viesse depois da outra, somasse a essa seu �mpeto, sua for�a � pr�xima, fazendo-se um grande crescente em que toda a humanidade pudesse encontrar-se cara a cara com sua pr�pria divindade. Hoje estamos ao final dos ciclos de tempo! Frente a abertura de outro ciclo de dois mil anos, quando a entrada do Raio Cerimonial (assim se chama o s�timo raio), come�a a se fazer sentir pelas vidas. Este raio ser� a religi�o das massas. O Cristo n�o � um corpo, � uma consci�ncia. J� sabem o que os ensinei, que as consci�ncias tem vida e intelig�ncia. A consci�ncia cr�stica ou nosso Cristo existe porque no come�o da nossa cria��o, pelo Criador, o que funcionava em n�s era essa consci�ncia pura e bela. Ela ficou nas altas esferas, esperando que n�s cheguemos a nos reunir com ela. Se chama o Cristo; e todos esses Cristos se dirigiram ao Tribunal C�rmico, que est� composto por sete entidades de sabedoria; e lhe pediram permiss�o para fazer press�o em cada um de n�s; limpando-nos de todas as cristaliza��es para poder evoluir rapidamente, tirando e varrendo do mundo todo o negativo e estabelecendo o reino dos c�us na terra o mais r�pido poss�vel, pois a terra est� em grande perigo de destruir-se por falta de luz, como voc�s j� sabem. A terra est�, no que chamam os Mestres, em um estado decadente e os humanos n�o se incomodam, n�o querem mudar por mais que fa�am nossos guias e seres de luz e anjos e, nossos Cristos est�o sofrendo, coisa ins�lita, como voc�s compreender�o. Este � um estado de caos universal que amea�a. O Tribunal C�rmico primeiro deu permiss�o para que dois mil Cristos fizessem o experimento. Somos dez bilh�es de seres humanos entre os encarnados e os n�o encarnados que pertencemos � evolu��o humana, e n�o mais de tr�s bilh�es est�o encarnados de cada vez na terra. O experimento deu resultado e a permiss�o foi aumentada para duzentos mil, logo a um milh�o e logo a dez milh�es. A VIDA Um dos aspectos de Deus, ou "aquilo que chamamos Deus", � Vida. Deus � Vida; entre tantas outras coisas, Deus � nossa vida e a de tudo que existe. A vida toda � uma s�, a sua, a minha, a da planta, do inseto, da ave, etc. N�o nos pertence individualmente. � uma imensa vida na qual n�s estamos flutuando. Somos cada um uma esponja, em um oceano de vida. Estamos acostumados a pensar que cada um separadamente possui uma quantidade de vida, e que esta, como a �gua em um pequeno po�o, rodeado de terra, vai evaporando e secando, e que pode cair dentro dela algo sujo que a infecte e contamine. N�o. A ela, a esse manancial imenso, inesgot�vel e indestrut�vel, n�o lhe pode acontecer absolutamente nada. Ela n�o pode morrer. � um turbilh�o de energia que flui atrav�s de n�s, que nos penetra e que portanto nos mant�m vivos, ou seja, que n�s somos seres viventes por que estamos nela. Como a ra�a inteira cr� que o ser humano � um pequeno po�o de vida separado e ilhado, que � suscept�vel � enfermidade, ao desgaste dos anos, e � morte, toda a ra�a manifesta essa cren�a; mas quando se apague esta opini�o, a for�a de neg�-la e afirmar a Verdade, deixar�o de enfermar-se, de envelhecer e morrer. Quanto mais se pense e se medite na Verdade, mais r�pido se livrar� o ser humano dessas falsas cren�as, por que a Verdade � acumulativa; "Conhe�a a Verdade e ela os far� livres", disse Jesus, e tamb�m disse: "O reino dos c�us � semelhante a levedura, que uma mulher tomou e escondeu em tr�s medidas de farinha, at� que tudo foi fermentado". Mais claro n�o pode ser. O reino dos c�us n�o � aquele que nos ofereceram para outro plano se nos portarmos bem. (� o estado de felicidade, harmonia, e adiantamento que estamos buscando aqui). Esta medita��o que lhes est� esclarecendo algo que voc�s n�o conheciam; que lhes est� removendo c�lulas que estavam adormecidas, � a levedura a que Jesus se refere. Esta verdade que escutam hoje continuar� trabalhando em voc�s, at� que um dia, de repente, lhes ilumina a id�ia como um sol. Por que haver� fermentado toda a massa. Estamos habituados e muito endurecidos pelo costume de nos ver uns aos outros, que n�o nos assombra o milagre que representa um personagem que fala, pensa, se move, ouve e vive somente por ele mesmo, sem nenhum fio que o conecte a uma corrente el�trica; sem que esteja plantado na terra; e o outro milagre que acontece a cada minuto? Um beb� que ao ser separado da m�e que lhe comunicava sua vida, continua vivendo. E nada disso nos chama a aten��o. Tudo isso deveria nos provocar um constante assombro e contempla��o. Que � isso? Como � isso? Ou voc�s acreditam que esta maravilha, esse milagre o faz a x�cara de caf� com leite? A comida e o comer s�o resqu�cios que ainda temos do reino animal, s�o instintos animais. Como eles n�o pensam, ainda n�o tem intui��o, somente instinto. Ainda os rege aquela c�lula primitiva que era um est�mago, ou desejo rudimentar. Eles obedecem cegamente ao Princ�pio de Gera��o e � lei de evolu��o que ordena a combina��o dos elementos e a altera��o paulatina de vibra��es. O homem j� � pensante, racional e intuitivo. Suas vibra��es se intensificam ao pensar nas mais altas. Ao escutar, compreender e aceitar a verdade de todas as coisas, acelera sua freq��ncia e logicamente se eleva de plano. A medita��o, como � pensar de maneira profunda e determinada em altos conceitos, adianta o ser rapidamente. Por isso os estou fazendo meditar. N�s somos filhos de Deus, feitos de sua pr�pria subst�ncia. Somos esponjas em um oceano de Vida. N�o necessitamos alimento exterior. Quando nos compenetrarmos e realizarmos esta verdade, nos encontraremos comendo menos e menos, automaticamente, sem fazer nenhum esfor�o nem sacrif�cio. A levedura da verdade ter� penetrado toda a massa; as c�lulas do corpo estar�o vibrando em altas freq��ncias. A vida � por si mesmo alimento. Ela � sa�de, energia, beleza. � Vida. J� ouviram falar de Teresa Neumann? A mulher alem� que manifestou tudo isso nesta nossa era! Passou para outro plano faz uns quatro anos. N�o conhe�o os pormenores de seu transpasso, mais devem ser muito interessantes e significativos, ainda que apesar de tudo estava imbu�da de conceitos bastante obscuros. Um dia deixou de comer e beber, e assim, viveu uns quarenta e cinco anos, ou at� que se foi deste plano. Durante v�rios anos esteve completamente vigiada por fiscais do governo alem�o para comprovar esta verdade. Eu fui fazer uma reportagem para uma revista, e tive que investigar tudo o que se publicava sobre ela. Suas fotos eram de uma mo�a gorda, cheia de sa�de e energia; uma fazendeira que ordenhava vacas, plantava e fazia as colheitas, trabalhava com a picareta e a enxada perfeitamente. Tinha uma manifesta��o muito original que acontecia na sexta-feira da semana santa, lhe abriam as feridas de Cristo nas m�os e nos p�s. Mais tarde chegou a conserv�-las sempre abertas, n�o se infectavam, e jamais voltou a provar uma gota de �gua ou um bocado de comida. O governo alem�o o comprovou. Na B�blia as palavras comer e beber significam "meditar e pensar". Beber ou pensar � a coisa fluida, l�quida, que n�o h� como mastig�-la. Comer ou meditar � demorado, profundamente mastigado e digerido. "O que come minha carne e bebe o meu sangue, tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no dia posterior. Por que minha carne � verdadeira comida e meu sangue � verdadeira bebida. O que come minha carne e bebe meu sangue, em mim mora e Eu nele... este � o p�o que desceu do c�u... o que come este p�o viver� eternamente". Deus � vida, O Filho de Deus � essa mesma vida. Pensar, meditar na verdade de Deus, � comer deste p�o, � apropriar esta verdade. Apropriar � aceitar, crer, voc�s j� sabem que o que um sabe, o manifesta. Medite pois, sobre a vida nos termos que te dei. Deus � Vida, a sua, a minha, a de todos (somos esponja em um Oceano de Vida). A Vida n�o necessita alimentar-se do exterior. Que coisa poderia comunicar vida a Vida mesma, se ela � a doadora de Vida! A MORTE Quando uma m�e v� seu filho agonizando, ou quando morre uma crian�a pequena, ou quando desaparece um pai ou uma m�e, deixando uma fam�lia inteira sem sustento, sem apoio, vem algu�m e, para consolar, diz aos doloridos: "Esta � uma prova que Deus nos manda. H� que se resignar ante a vontade do Pai". Voc� j� sabe que isto � blasf�mia, que indica f� no mal e cren�a em um Deus cruel, inventado pela mente dos homens. Primeiramente, voc�s j� sabem que a morte n�o existe, somente se est� mudando o modo de viver. � somente uma das milhares de mudan�as que efetua o ser humano no processo de sua evolu��o. Quando a fam�lia cresce, a casa fica pequena, e se mudam para uma maior. Quando um par de sapatos n�o serve mais, os trocamos por outros novos. Aquela casa e aqueles sapatos cumpriram sua miss�o: e isto � a morte. O t�rmino de uma miss�o. Voc�s me dir�o que uma crian�a n�o morre porque se tornou sem serventia, ou porque j� aprendeu o que veio aprender.N�o me dir�o que um jovem de 24 anos est� usado, gasto, velho e que n�o serve; agora � que come�a sua miss�o. A vontade de Deus � que o ser humano termine de cumprir sua miss�o e que chegue ao t�rmino desta gozando de todas as suas faculdades, forte e s�o. Nem a Deus, nem ao homem � vantagem que uma pessoa desperdice uma grande parte da sua vida na Terra surdo, cego, feio, neste estado desnecessariamente desagrad�vel que se chama "a velhice". Deus tamb�m n�o quer que se trunque, se interrompa ou se malogre o prop�sito de uma vida. Voc�s perceberam que quando desaparece uma pessoa muito velha, ningu�m se afunda em desespero. Aquela morte produz somente uma emo��o doce, carinhosa, at� acompanhada de um sorriso terno, os filhos do que se vai tem suas vidas transbordantes de seus pr�prios interesses, apenas sentem nostalgia pelo velhinho ou velhinha; e ao terminar de enterr�-lo todo mundo volta � sua vida sem maior como��o. Isto � o ideal. Esta sim � a vontade de Deus; que os seres queridos se separem sem desespero, sem a sensa��o de terr�vel vazio, e que fiquem somente boas recorda��es, al�m de ficarem contentes pela certeza de que ele foi para um lugar melhor. Em lugar de desperdi�ar poder e energia, temendo que morra um filho, uma m�e ou esposo (esta � a maneira mais certa de ver isto acontecer) h� que empregar esta energia no dizer: "Eu n�o quero que morra nenhum dos meus at� que termine de cumprir sua miss�o. Fa�a-se a vontade de Deus. Obrigada Pai que j� me escutou". E cada vez que a id�ia apare�a na mente diga-lhe: "N�o, obrigado. N�o te necessito. Conhe�o a Verdade", como quem despede a um vendedor inoportuno que est� � porta. Este � o conhecimento da Verdade que liberta, � o que se chama "F�". Voc� percebeu porque �s vezes um ser morre antes do tempo, e porque n�o pode morrer se algu�m dos que o rodeiam tem f�. Se um metaf�sico entra no quarto de um doente, as vibra��es positivas do seu pensamento mudam a polaridade negativa que impera neste ambiente; porque a luz sempre domina a escurid�o; porque o positivo domina o negativo; porque o Bem domina o mal; porque a verdade desvirtua a mentira. Ele sabe que aquela vida � valiosa e que Deus n�o quer que seja truncada. O primeiro que faz � recordar as palavras que nos deixou Jesus: "Toda autoridade me foi dada sobre o c�u e sobre a terra", e com a f� do que conhece a Verdade, a declara e o doente se cura. Voc�s perguntar�o o que perguntam todos os principiantes: E se tenho uma doen�a incur�vel? E se sofreu um acidente que lesou um �rg�o vital? E se n�o sobrevive independente do que lhe fa�a? Primeiramente, a religi�o cansou de ensinar que "para Deus nada � imposs�vel". Isto h� que levar a s�rio, quer dizer literalmente, que para o poder espiritual um �rg�o destru�do ou um mal dos chamados "incur�veis" representam obst�culos unicamente para os humanos. S�o menos que nada para a Vida. Ela � indestrut�vel, e est� previsto que ela mesma se repara, se as mentes humanas n�o lhe fecham o caminho com suas falsas cren�as. O p�lo negativo tamb�m � de Deus: tudo � de Deus. Contra o livre arb�trio n�o atua nem Deus mesmo; e se voc� prefere situar-se no p�lo negativo ter� tudo o que pertence a ele. Ao p�lo positivo pertence o sorriso. Ao negativo pertence a cara feia. Se voc� quer mudar de p�lo em plena manifesta��o negativa, sorria, declare o Bem presente, aben�oe-o e diga ao negativo "N�o quero te ver". Isto � tudo, e ver� transformar-se o negro em branco, o triste em alegre, o mal em bem. Prove-o. Na maioria dos "milagres" que fazia Jesus, Ele dizia ao paciente: "Tua f� te salvou" e o demonstrava, desde curar uma chaga, curar um paral�tico, dar a vista a um cego e, por �ltimo, ressuscitar mortos. J� n�o curava �rg�os destru�dos ou males que se diz "incur�veis", mas mortos, mortos, mortos, j� na tumba em decomposi��o, como L�zaro. Manifestando assim que para a f� n�o existe o "imposs�vel". Os disc�pulos perguntavam a Jesus o mesmo que voc�s perguntam �s vezes: "Porque n�o me aconteceram tal e qual coisa quando eu fiz tudo o que voc� me disse para fazer?". E Ele lhes respondia: "Por vossa pouca f�". Nunca disse que era por ele ser o Filho de Deus e os outros n�o; mas ao contr�rio. Disse: "Sois deuses", e de certo os digo que se tiv�sseis f� como um gr�o de mostarda dir�eis a este monte, passa-te de aqui para l� e este passar�. E NADA OS SER� IMPOSS�VEL. Tampouco repreendia a algu�m por n�o ter f�, porque ele sabia que a f� vem com o conhecimento. Explicou-lhes porque n�o podiam fazer os milagres que ele fazia; e lhes disse: "Todas essas coisas que eu fa�o, as far�o voc�s tamb�m, e coisas maiores ainda". N�o sei que outra interpreta��o se pode dar a algo t�o categ�rico e t�o claro. Jesus ensinava metaf�sica. A prova � que todo aquele que estuda metaf�sica faz "milagres" como Jesus. Agora dir�o voc�s que muitas vezes se manifestam milagres a pessoas que n�o conhecem nem um �pice de metaf�sica. Est� claro! O �nico que se necessita � ter f�. Esta f� que chamam de "cega" e que, no entanto produz resultados, isto � simples, pois o paciente situa seu pensamento em Deus ou em alguma entidade, em um santo, ou em Cristo, ou no plano espiritual; e ao mesmo tempo sente a confian�a que colocou nele. Confie, sua ansiedade se relaxa. Cale e espere. Tenho visto, e tenho escutado in�meras vezes voc� protestar: "mas eu tinha certeza, total certeza que isso ia dar resultado, e nada!" Certeza? Muita certeza? Com os m�sculos tensos? Contando a todo mundo que chegue perto de voc� o mal que voc� est� cert�ssimo de curar? A diferen�a � sutil, mas creio que voc� me compreendeu. Cada vez que Jesus curava a algu�m, lhe dizia: "V� e n�o digas a ningu�m". Isto n�o era por mod�stia, mas porque formava parte da t�cnica. O pintinho n�o arrebenta sua casca at� que esteja completo, com penas e tudo. Voc� n�o tira uma gelatina de seu molde at� que esteja firme. "Como � em cima � em baixo". Toda cria��o atravessa sete etapas antes de manifestar-se no exterior. Estas etapas �s vezes s�o recorridas em um cent�simo de segundo, dependendo do poder espiritual de quem as executa. Se sua compreens�o e seus conhecimentos s�o grandes como em Jesus, a manifesta��o � instant�nea e significa que as sete etapas se sucederam com velocidade at�mica; mas, se � um principiante na ci�ncia espiritual, as etapas demoram, �s vezes, at� anos para cumprir-se. As palavras s�o pensamentos falados. S�o vibra��es de som, atrav�s delas se dispersa a energia, e neste caso, se tira um impulso � manifesta��o. Os estudantes, ou principiantes devem frear o desejo de comentar os "tratamentos" que est�o fazendo; os que pensem em fazer e os que acabam de fazer; at� que a demonstra��o esteja muito segura, muito firme. No hebreu antigo, se dizia: "O Sabat" a �ltima etapa criadora (quando surge uma demonstra��o e se sabe que o trabalho terminou). Esta palavra deu origem a nosso "S�bado". Na b�blia, desde O G�nesis at� S�o Jo�o, diz que o Sabat cessa todo o trabalho. A cria��o est� descrita como tendo ocorrido em 7 dias (as 7 etapas que mencionei acima) e que no "Sabat" Deus descansou de sua obra, ou seja, no s�timo dia. A psicoterapia est� descobrindo o que a metaf�sica sempre conheceu: A rela��o que h� entre as id�ias dos humanos e seus males f�sicos. Ainda a medicina geral t�o contr�ria a reconhecer o mental-espiritual, chegou a ver nas preocupa��es a causa da �lcera e dos infartos. N�o demorar� muito em descobrir que os ressentimentos e o ato de ficar remoendo s�o cultivos que produzem c�ncer. Os sentimentos reprimidos por medo de pecar ou de ofender, assim como a consci�ncia de culpabilidade, causa paralisia, artrite e alergia. A mat�ria � a esponja que absorve tudo o que o homem n�o deseja que saia ao exterior. H� um tipo de sentimento que � muito forte e violento, tanto que nenhuma mat�ria humana o pode suportar, � o que chamamos de "negativo abstrato". Por exemplo: o �dio desenfreado de uma ra�a contra a outra; de uma na��o contra a outra, etc. �s vezes se desafoga por meio de uma guerra e ambos os lados se destroem, se empobrecem; mas enquanto isso, o "�dio" tem que buscar uma sa�da; pois n�o pode materializar-se na sutil e refinada textura do copo humano porque pertence a uma regi�o inferior, e finalmente encontra seu asilo em formas inferiores: os animais selvagens, o le�o, o tigre, as serpentes venenosas, os insetos pe�onhentos, os espinhos daninhos de certas plantas e embaixo da terra! Ao contr�rio, h� sentimentos e pensamentos t�o elevados, t�o espirituais e belos que tamb�m n�o encontram formas na mat�ria, por esta ser grosseira em compara��o a eles, mas flutuam em volta de quem os criou. Este "positivo abstrato" se encarna com todo o belo que encontra; nos copos de leite (flor) com suas formas geom�tricas, nas flores, perfumes, etc, at� onde suporte a vibra��o material. Agora, n�o h� ser humano um pouco adiantado que n�o tenha ficado extasiado, ainda que seja uma �nica vez, ante uma paisagem, um por do sol, um belo quadro, uma bela flor, um beb�, um rosto amado, um poema, uma m�sica, uma cor, ou um pensamento lido. Estas emo��es com os pensamentos que as acompanham s�o puros, sem mal�cia, desinteressados, feitos de sensibilidade e de amor. N�o h� nada no plano f�sico que os possa encarnar; no entanto s�o "cria��es" dos homens e tomam forma vivente. Converte-se em entidades poderosas. A estas entidades belas, luminosas, potentes, chamamos "anjos", e h� seres humanos que possuem legi�es que est�o ao mando de seus donos e criadores. A estes se referia Jesus quando disse: "Fazeis tesouros nos c�us, que n�o se esgotam, onde o ladr�o n�o chega nem a tra�a os destr�i. (Ver o Direito de Consci�ncia no Mandamento 'N�o roubar�s')". Voc� escutou dizer "as ora��es das m�es chegam ao trono de Deus"? As pessoas consideram que esta � somente uma forma po�tica; n�o significa o que expressa. Mas quer dizer que quando o amor de uma m�e � desinteressado, sem ego�smo, ela vive produzindo formas ang�licas e dirigindo-as at� o objeto de sua ternura. Quando seu carinho est� impregnado de temor e angustia, a forma j� n�o � Ang�lica, mas distorcida. �s vezes se torna diab�lica e produz o que ela teme. A crian�a adoece, sofre acidentes e tamb�m morre prematuramente. A pobre n�o sabe e cr� que � a vontade de Deus. Ela sofre sua tortura resignada, e da� vem o s�mbolo humano da m�e que � Maria com seu filho morto nos bra�os, e o nome Maria significa "MAR" (amargo). Nada disto � necess�rio. N�o representa a Verdade. Para proteger a quem quer que seja, contra nossos pr�prios conceitos e falsas promessas, n�s os metaf�sicos fazemos tratamentos nos seguintes termos: "De acordo com a vontade de Deus, eu n�o quero que nenhum dos meus seres queridos sofra de enfermidades, falta de harmonia, acidentes, nem que morram antes de haver cumprido seu cometido neste mundo; portanto, n�o teremos nunca que sofrer, nem eles pela minha desapari��o, nem eu pela deles. Est� � a Lei de Deus e eu me amoldo voluntariamente a ela. Obrigado Pai pela sua grandeza". Se voc� se sente capaz de entender este pensamento, para incluir a outros que n�o sejam do seu circulo familiar imediato, melhor. De agora em diante n�o ter� jamais que temer a dor da morte, nem a sua nem de outros. Geralmente as pessoas repelem violentamente, ou com terror, uma id�ia de morte. Isto � contra producente. Quando a id�ia apare�a, ou seja, que se apresente � mente, tudo o que se tem que fazer � dizer-lhe com toda calma, mas com firmeza: "N�o obrigado. N�o me � necess�rio. Conhe�o a verdade", em seguida pensar em outra coisa. A id�ia que vem sem provoca��o, n�o � sua. � um pensamento alheio que flutua, que entra e sai, ou que passa atrav�s de voc�, por que a err�nea interpreta��o da morte est� t�o generalizada e � t�o antiga, que toda a ra�a est� paralisada nesta id�ia. Por isso disse Jesus: "O �ltimo inimigo a vencer � a morte", ou seja, a id�ia da morte. Ningu�m quer morrer. Quem teme a morte, por isso mesmo, morre antes do tempo. A vida foi recortada pelo temor; de novecentos anos que viveram os patriarcas, a noventa que � o lapso que se vive hoje. Raros s�o os casos de cem anos ou mais. Estes s�o de temperamento pl�cido. Temos o direito inviol�vel de conservar todas as nossas faculdades e todos nossos �rg�os intactos, tanto tempo como sejam necess�rios; e como em todo momento nos s�o necess�rios enquanto vivamos em um corpo f�sico, tem que servir-nos ao maximun de capacidade, at� o momento exato em que passamos ao plano incorp�reo. N�O � VERDADE que se tenha que perder ve�culos e instrumentos t�o indispens�veis como os dentes, o ouvido, a vista, os p�s, as m�os, os �rg�os vitais, enfim, todo o equipamento humano. Este � um universo inteligente e n�o seria inteligente fabricar um autom�vel sem rodas, um televisor sem tela, um telefone sem campainha, etc, etc. "Como � abaixo � acima". De agora em diante, cada vez que a sua anatomia queira manifestar algo imperfeito, assim como cada vez que te venha uma dessas id�ias erradas de temor de perder ou danificar-se uma faculdade, diga cortesmente, mas com firmeza: "N�o. Nada disso. N�o quero. Voc� existe para minha conveni�ncia, para servir-me, e Deus n�o faz uma id�ia incompleta. Obrigado, n�o o necessito, n�o me serve para nada uma id�ia t�o absurda". Esta pequena bronca vai para tua pr�pria consci�ncia, teu subconsciente, ao qual lhe deste no passado uma ordem que ele est� cumprindo; pois a mat�ria n�o tem nem voz, nem voto. Ela n�o sabe nada. � unicamente um veiculo, uma coisa. N�o se deve por isso desprezar qualquer dos canais que nos proporciona o esp�rito divino. A medicina � um canal, e um recurso previsto para aqueles que desconhecem a Verdade. Se sua f� n�o se estabeleceu ainda, voc� deve aproveitar todas as vantagens e todas as armas que tem � m�o. Ao mesmo tempo, como a mat�ria e o esp�rito n�o podem se divorciar, h� elementos materiais que o esp�rito utiliza em um dado momento, como h� elementos espirituais que a mat�ria recebe com vantagem. Refiro-me a que h� vibra��es que mudam a ordem qu�mica em uma subst�ncia, e subst�ncias qu�micas que emanam radia��es especiais. Depois de feito um tratamento espiritual, �s vezes nos vem um impulso de lan�ar m�o de um processo estritamente f�sico. H� que obedecer. � uma inspira��o. A intelig�ncia divina sabe o que faz. Ver� como o esp�rito utiliza seus ve�culos materiais. � �s vezes assombroso. Mas nos demonstra uma vez mais que Deus n�o est�, como se acreditava, separado de sua Cria��o, mas intimamente ligado e interpenetrando-a toda. Utilize todos os canais de Deus. Todos. Quando utilizar um canal f�sico, digamos um m�dico, um procedimento, um comprimido de aspirina, o que seja; aben�oe o canal. Assim voc� aumenta o bem que cont�m para voc� e para outros. Assim estar� praticando a Presen�a de Deus, pois Deus � o Bem. Utilize seus anjos. Pode ser que voc� tenha legi�es. Est�o para te servir. Sua natureza � vida, amor e bem. A tudo o que queira ver protegido, "coloque um anjo". Quando voc� deitar para dormir ponha um anjo em cada porta e em cada janela. Jamais poder� aproximar-se algu�m que tenha inten��es negativas; caso consiga sentir� uma s�bita falta de vontade e se afastar� rapidamente, porque as vibra��es potent�ssimas do bem dominam �s do mal, como a luz ilumina a obscuridade. Quando sair deixando sua casa sem ningu�m, a rodeie de anjos. Sente um anjo ao lado do motorista que te leva, ou que leva os teus seres queridos. Isto � o amor em a��o. Prove-o uma s� vez e ficar� convencido para sempre. Com tudo isso, voc� dever� ter percebido que a morte � somente um renascer. � continua��o de Vida. Para finalizar quero aben�oar-te com esta afirma��o: H� em sua vida uma s� presen�a, um s� Poder. "Deus", o Bem onipotente. MEDICINA ALOPATA-PSICOL�GICA Para nossos estudos, ainda que a Medicina tenha uma grande variedade de ramos e especializa��es, diremos que tem dois grandes ramos: A Geral e a Especializa��o. Diremos que a Geral estuda estritamente ao corpo humano, a anatomia e aos males que se manifestam nesta anatomia. � pois, um estudo da mat�ria normal, em estado saud�vel, e os estados anormais que se manifestam, junto com as terapias que os curam. A especializa��o ent�o se limita somente a um setor, como a psiquiatria, por exemplo. Mas vejam que nenhum m�dico alopata (que � a medicina corrente) quando voc� o consulta por uma dor de est�mago, por exemplo, jamais pergunta se o doente � feliz em sua casa ou em seu trabalho, se tem perturba��o de �nimo por causa das pessoas que o rodeiam e se t�m preocupa��es. Agora � que se est� come�ando a compreender que a �lcera estomacal � produzida por problemas que preocupam (porque h� problemas que interessam mas n�o fazem sofrer). Nenhum m�dico se interessa em saber se as condi��es de vida de um paciente s�o agrad�veis ou n�o, e como veremos, h� quantidades de doen�as que n�o s�o outra coisa que inc�modos e infelicidade, desajuste com o meio em que se vive, inconformidade com uma situa��o-ambiente. O psic�logo e o psiquiatra tentam determinar se o doente est� reagindo a uma condi��o exterior, mas como ningu�m vai consultar um psiquiatra quando tem uma dor de est�mago, o que acontece por regra geral � que o m�dico a quem se consulta se limita a averiguar qual dos alimentos n�o se digere bem, e abre um livrinho que cont�m os nomes de uma infinidade de rem�dios e para que servem. Da� copia uma receita ou d� uma amostra gr�tis. Se o paciente retorna porque n�o passou a dor, o m�dico ent�o diz: "Ah! Isto � uma colite", "ou uma apendicite cr�nica". Aconselha a opera��o, logicamente para apendicite, ou recomenda uma dieta estrita para a colite, e o paciente segue na mesma. O doente se cura somente ao fim! J� veremos porque. Em metaf�sica estudamos o meio ambiente e os problemas do doente, e sabemos a qu� se devem muitas das doen�as; sabemos que a colite � psicossom�tica. Que os males do f�gado, do est�mago, dos intestinos tamb�m, e que o a��car no sangue � uma complica��o ps�quica muito interessante e profunda. Como n�s sabemos que tudo tem sua origem na mente, podemos relacionar tamb�m os sucessos exteriores com os interiores, e vice-versa. Deus nos fez para sermos e estarmos felizes. Um ser feliz jamais est� doente. O mesmo que, um doente jamais � feliz. Voc�s todos conhecem o fato de que ao interromper o circuito do mau humor com um sorriso, se cura o f�gado. Desaparece a b�lis. Est� escrito em meu livro "Metaf�sica ao Alcance de Todos", mas vamos recordar. Quando uma pessoa sofre um desagrado e amarra a cara como dizemos, este gesto � somente um pensamento exteriorizado ou atuado, tem influ�ncia direta com a gl�ndula Pineal, que � a gl�ndula da vis�o ps�quica e astral. Da� baixa a amarga vibra��o pelo l�quido cefalorraquidiano na coluna vertebral, logo impregna o f�gado, amarga e forma b�lis, e essa b�lis causa outra vez a express�o de desagrado na cara, como tamb�m o gosto de amargor com que a pessoa amanhece. � um c�rculo vicioso muito f�cil de cortar. Tudo que h� que fazer � sentir-se feliz. Como se faz para se sentir feliz? � f�cil tamb�m tendo vontade. Primeiro h� que sorrir. Obrigatoriamente, ainda que n�o se tenha vontade. O primeiro sorriso ser� sem d�vida nenhuma for�ado, com as comissuras dos l�bios apontando para baixo, mas o segundo esfor�o ser� melhor. Depois h� que come�ar a agradecer em voz alta por tudo o que voc� v� que possui. Desde um f�sforo, a roupa, os m�veis, os familiares, se o sol est� brilhando ou se a chuva est� caindo. Tudo, absolutamente tudo, representa um bem em seu momento apropriado, e nos faria falta em um dado momento se n�o o tivermos, de maneira que, pensando nisso temos vontade de agradecer, de agradecer a Deus. E � isto; estamos pensando em Deus, sentimos gratid�o, e esta combina��o ado�a o f�gado. Corta-se o circulo vicioso e se cura o mal. Se todos segu�ssemos esta pr�tica, jamais nos perturbaria o f�gado ou a vida. Quando voc� se sentir MUITO AFLIGIDO, para curar instantaneamente a afli��o, h� que declarar imediatamente: "Bendigo o bem nesta situa��o". N�o h� forma mais eficaz de fazer desaparecer toda afli��o, para impedir que se converta em causa e efeito de um mal maior, e para evitar formar carmas, pois como voc�s sabem, o ato de aben�oar o Bem, transforma o mal em bem, e � ver a Deus onde aparenta estar o mal. � a mais perfeita express�o de f�! N�o h� mal que possa resistir � ben��o do Bem, que esteja ocultando-se atr�s de uma apar�ncia de mal. Comprovem e ver�o como se transforma o mal em bem, e se cura toda afli��o. A colite e os males intestinais s�o resultados nervosos dos temores e desagrados que se esteja experimentando na vida di�ria, no lar ou no trabalho. A diarr�ia, �s vezes, � ocasionada por excesso de estudo de coisas espirituais. Pareceria pela l�gica, que o espiritual deveria curar automaticamente tudo que esteja mal, n�o � verdade? Mas se a pessoa mistura seu pensamento negativo, pessimista e doloroso com s�plicas a Deus, est� criando um disparate. Est� formando uma figura errada de Deus. O que formou � um deus (com min�scula) doloroso e purgativo, mas n�o de miseric�rdia. Muitas vezes os principiantes percebem que depois das primeiras li��es de metaf�sica "lhes solta o intestino". Eles n�o relacionam isto com as li��es, logicamente, mas � ocasionado porque receberam muito material novo, muitas id�ias de uma vez, e o organismo se defende eliminando tudo o que n�o pode assimilar, e que se vai pelos intestinos. Temos quatro corpos inferiores. O corpo emocional, o corpo mental, o corpo et�rico e o corpo f�sico. Do corpo et�rico lhes direi que � o dep�sito de todas as recorda��es de todas as nossas vidas. L�gico que se em vidas passadas h� grandes impress�es, experi�ncias destacadas, ou que duraram muito tempo, estaremos muito influenciados por estas express�es, e tudo o que nos acontece "tingimos" com a cor desta experi�ncia, ou desta convic��o destacada. Por exemplo, conhe�o uma senhora que passou muitas vidas, ou pelo menos uma vida inteira e muito recente sendo profundamente cat�lica, na �poca vitoriana em que tudo era melodrama. As novelas, as com�dias, etc. Ela ent�o trouxe a esta vida um costume muito arraigado de converter tudo em melodrama, e todo o religioso em doloroso. Para ela a figura de Cristo est� representada pelo Crucificado e a Mater Dolorosa a seus p�s. At� o sorriso dela � com a sobrancelha em acento circunflexo. � claro que, ainda que ela deseje ardentemente ser feliz, n�o pode, porque seu corpo et�rico a obriga a seguir no sentido da dor. � o caso em que goza com a dor, porque � onde ela se sente mais c�moda, mais em casa, mais familiar, compreendem? Al�m do corpo et�rico disforme, tem o corpo emocional muito grande, muito descontrolado, o qual a torna excessivamente emotiva. Ser� muito dif�cil para ela aceitar as novas ondas metaf�sicas, que v�o alinhando os quatro corpos em um s� molde, para funcionar em harmonia e ordenadamente. Com respeito ao a��car no sangue, ou o que comumente chamamos de "diabetes", lembrem-se de todos os que sofrem deste mal e recordar�o que geralmente todos s�o de car�ter doce. As condi��es externas, contr�rias ao seu modo de ser, os afetam enormemente. A princ�pio se encontram impedidos de reagir; n�o podem protestar, nem explodir de ira por que isto � contr�rio ao seu ser. A eles lhes faria muito bem poder defender-se com uma explos�o de palavras, mas n�o conseguem por sua do�ura original. Ent�o essa do�ura se acidifica, se acumula e tem que se desafogar por algum lugar. O coma diab�tico � a incapacidade de suportar o excesso da carga de do�ura envenenada, que se manifesta em a��car por quantidades superiores ao habitual, pois uma vez formado o circulo vicioso � a defesa que o organismo adota. Defesa relativa, j� que esta forma de defesa tamb�m mata, mas o caso � que por incapacidade de reagir no exterior, se reage �s custas do interior; e quem "engole" o excesso � o sangue. Conheci um psicanalista que recomendou a um paciente ter sempre � m�o vinte pratos de lou�a para que quando tivesse um desagrado os arrebentasse, lan�ando-os contra uma parede. Sem duvida, o fez para que esse paciente n�o se reprimisse, pois sem d�vida tinha tend�ncia a ser introvertido. Mas seria um bom rem�dio para os diab�ticos. Vou terminar contando um caso que tive recentemente. Empreguei uma mo�a para trabalhar em casa. Esta mo�a vinha precedida com o diagn�stico m�dico de apendicite cr�nica; a opera��o n�o era urgente, mas tinha que ser operada, assim dizia o m�dico. Aos tr�s dias que estava em minha casa lhe deu a dor. Eu decidi comprovar primeiro se era do ap�ndice ou n�o, pois eu suspeitava que eram resultados do ambiente da casa que ela havia deixado. Era uma casa onde n�o havia paz, onde nada do que se fizesse resultava bem feito, por que uma anci� doente mantinha aquilo fervendo. A mo�a tinha dor com v�mitos; isto � cl�ssico de apendicite, como tamb�m � t�pico dos desgostos. Podia ser uma coisa ou outra, mas eu n�o ia deixar-me influenciar pelo diagn�stico m�dico. Dei-lhe tr�s balinhas de menta e lhe disse: "Chupe uma agora mesmo. Dentro de meia hora chupe outra, e na terceira meia hora chupe a terceira". Passou-lhe a dor e ent�o aproveitei e lhe disse: "Melhor que essa dor n�o se repita, porque o combinado com a senhora que te mandou para mim foi que, se repetisse a dor eu te devolveria a ela e ter� que continuar trabalhando onde estava. Al�m do mais, vou te dar a boa not�cia de que voc� n�o tem apendicite cr�nica. O que tem � uma dor nervosa pelos desgostos que voc� tinha constantemente, e como aqui voc� n�o tem desgostos n�o h� raz�o para que tenha esta dor. Voc� est� feliz comigo? Sim senhora. Est� em paz? Sim senhora. Tem tudo o que quer? Sim senhora. Muito Bem, ent�o j� se acabou esta dor". E assim foi. Quem me deu esta inspira��o foi Jos� Greg�rio Hernandez, que � meu protetor, eu disse-lhe que, se havia que oper�-la que ele mesmo o fizesse. DISSE S�O PAULO: "ORAR SEM CESSAR" QUE � ISSO? Se voc� n�o tem tempo para ora��o, o tratamento e a medita��o, ou seja, se voc� n�o tem tempo para dedicar a Deus, � porque todo o seu tempo est� ocupado com problemas e doen�as. Esta � uma maneira sutil de te dizer que todo o tempo que voc� dedicar ao espiritual passar� livre de tudo o que hoje te preocupa. S�o Paulo disse em sua primeira epistola aos Tessalonicenses: "Orai sem cessar". N�s sabemos que ele n�o quis dizer com isso que pass�ssemos a vida ajoelhados repassando o ter�o. N�s sabemos que todo pensamento, toda emo��o, toda palavra que pronunciamos equivalem �s ora��es mais sinceras; e que o temor mental que mantemos � o que determina o car�ter mau ou bom do que nos acontece. Todo o dia e todos os dias estamos orando. Como? No mal ou no bem. Orar sem cessar significa que devemos manter nossa mente e nossa alma vibrando no plano alto. Todos voc�s j� sabem que o positivo � de alta vibra��o. Que a Verdade espiritual � de alt�ssima. Que pensar no Bem � da mesma alt�ssima vibra��o. Que o sorriso, o canto, a adora��o, o agradecimento com sentido comum, a calma em lugar do nervosismo, a caridade no lugar da cr�tica; todos s�o express�es de amor puro, e este � o estado de alta vibra��o que equivale � mais potente ora��o que se possa fazer. Manter-se em paz, contente e equ�nime, � orar sem cessar. Agora lhes direi o vers�culo completo de S�o Paulo. Diz assim: "Estejam sempre em gozo. Orem sem cessar. Em tudo d�em gra�as a Deus; porque esta � a vontade de Deus em Cristo Jesus com respeito a v�s". N�o � assombroso ver como p�de este grande metaf�sico que foi Paulo de Tarso resumir em t�o poucas frases a t�cnica na �ntegra da ora��o cient�fica? A ci�ncia da vida em uma c�psula: Estai sempre em gozo, orai sem cessar, em tudo da� gra�as a Deus, porque esta � a vontade de Deus para v�s. N�o � poss�vel colocar nem uma palavra mais, depois que se conhece os "por qu�s" destas recomenda��es. Eu resumi ainda mais o ensinamento, sem que isto signifique que quero me fazer aparecer maior que Paulo de Tarso! N�o, mas uma vez que voc�s absorvam a Verdade atr�s da apar�ncia, eu lhes digo que basta recordar as duas frases: "Estejam sempre em gozo e em tudo d�em gra�as a Deus", assim � que todos voc�s j� sabem o que quero dizer: "Orai sem cessar". Vou dar-lhes alguns exemplos simples e pr�ticos que, se os adotarem, ter�o certeza de estar orando sem cessar. O primeiro � a sauda��o: 1 - O verbo saudar quer dizer "sa�de dar", ou dar sa�de. Querem voc�s algo mais generoso, mais desinteressado e mais nobre que o dar sa�de ao amigo e ao familiar ao v�-lo?Mas a sauda��o perdeu todo o seu significado com o costume e a rotina. Se faz somente como gesto de cortesia, para cumprir com a boa educa��o, ou, se voc� sa�da algum conhecido pela rua � um sinal de mero reconhecimento. O metaf�sico procede diferente. Faz uma de duas coisas. Ou bem coloca inten��o na sauda��o, e junto com o sorriso e o gesto pensa: "Te dou sa�de", ou diz mentalmente: - "Sa�do o seu Cristo interior", e n�o se limita unicamente aos amigos e familiares. Brinda a toda pessoa a quem se dirija, ao chofer de t�xi que o conduz, � vendedora, � foto que v� no jornal, ao entregador, ao cobrador, ao caixa do banco, e muito especialmente aos aleijados e aos mendigos que encontra no seu caminho pela rua. Essas insignific�ncias s�o dardos carregados de vibra��es de luz potente, que fazem maior bem a quem os recebe do que a moeda corrente se � um pobre; ou ao passar indiferente se � um conhecido. Al�m do mais, se devolve em sa�de e amor. Voc�s comprovar�o ao ver a atra��o que exercem, e na boa acolhida que lhes mostrar�o em todas as partes. Nunca mais ter�o queixas de como foram tratados por todos aqueles a quem contatem, e lhes surpreender� os elogios com que ser�o descritos; isto � porque a boa vontade tem um �m� irresist�vel. N�o bendigam a tudo o que v�em. Jamais aben�oem aos passantes ou ao vulgo. O ato de aben�oar acumula aquilo que � aben�oado, e n�o � prova de amor e de sabedoria aben�oar os efeitos, pois se estar� aumentando e engrandecendo tamb�m o c�mulo de erros, e de acordo com a lei do bumerangue, eles correr�o at� aquele que lhe d� t�o bela acolhida, produzindo-se uma grande confus�o mental. H� que aben�oar a Verdade, o Filho de Deus, o Cristo interior (se voc� gosta mais deste termo) qualquer que seja a imagem do Ser perfeito que voc� conceba, invoque-o quando apare�a a ocasi�o; � o seu eu mesmo que est� olhando em um espelho. Deus e o Filho s�o um mesmo. Se � mais f�cil para voc� pensar que cada �tomo que est� vendo � subst�ncia Divina, pense assim. Aceite sua pr�pria inspira��o. � a sua, a que te conv�m; a que te oferece teu Deus. Dar sa�de, ao saudar, � mais que desejar bom comportamento para o corpo. Isto seria somente dirigir-se aos efeitos. Se refere � sa�de espiritual, ou seja, � aben�oar (ou dizer o Bem) � mente e � alma; � desejar luz e Verdade ao pr�ximo. � ajudar a limpar os erros do mundo. O mundo se encontra melhor porque voc� est� nele. "Bom dia, Boa tarde, Boa noite, obrigada", dito com a inten��o que encerra (e que se perdeu de vista no mundo), � ir distribuindo o Bem e a Gra�a. Estas fluem at� onde termina o ciclo respectivo e refluem multiplicadas at� onde sa�ram, ou seja, at� voc�. A segunda forma de orar sem cessar: 2 - Todos os dias voc� tem coisas � fazer, deveres que cumprir, alguns te incomodam, te enfadam, s�o duros; outros s�o meras rotinas, de outros voc� gosta, s�o prazenteiros ou interessantes, como sentar-se para ler o jornal ou ir a uma festa, etc. Dedique-os. Tanto os agrad�veis como os desagrad�veis. Antes de come�ar diga: "Dedico isso ao Bem", e se voc� esquecer de faz�-lo porque ainda n�o adquiriu o costume e n�o se lembrou quando come�ou e j� est� pela metade, dedique da mesma forma. Te surpreender� ver como todos os seus afazeres "pesados" se tornam t�o leves que voc� n�o vai senti-los: os benef�cios ser�o para voc� como verdadeiros encantos; e o melhor � que todas as pessoas que est�o fazendo o mesmo que voc�, em lugares diferentes, e que voc� nem sequer conhece, se beneficiar�o com as ondas de bondade que voc� lhes est� enviando. Voc� lhes far� leve a carga, lhes comunicar� seu bom humor, e este bem aben�oa a voc�. A terceira forma de orar sem cessar: 3 - De noite quando voc� deitar para dormir, que seja o seu �ltimo pensamento: "Perd�o a tudo que necessite o meu perd�o, e a mim mesmo. E ainda que saiba que no plano espiritual n�o h� nada que perdoar, perd�o porque assim transformo a id�ia do que cr� fazer-me o mau. Convido aos meus mentores invis�veis a utilizar meu sonho para eu fazer o bem onde seja oportuno. Obrigada Pai". Seria muito estranho que voc� n�o dormisse em seguida, pois os protetores agradecem sua boa vontade de ajudar, e te cobrem com vibra��es de paz e do�ura at� que voc� esteja profundamente adormecido. O corpo astral sai ao adormecer o corpo material, e �s vezes viaja longas dist�ncias. O subconsciente cuida extremosamente de seu corpo e ao perceber o menor perigo, o menor ru�do, o atrai at� sua mat�ria com grande velocidade. Este sonhos que se tem as vezes, de que se est� caindo verticalmente, ocorrem sempre no �ltimo instante antes de despertar, e s�o quando o corpo astral est� voltando para a mat�ria. N�o demora nem segundos. N�o h� que assustar-se. Tamb�m n�o te custou nada a ajuda que voc� ofereceu e que os guias aproveitaram. Se voc� se lembra de ter sonhado, e se o sonho � coordenado e muito claro, h� que escrev�-lo ao acordar. Mais tarde voc� esquecer� dos detalhes e � importante n�o perd�-los porque na maioria das vezes eles cont�m mensagens do Mestre. Voc� viu como se pode orar sem cessar e sem que se interrompa nada na nossa vida di�ria? Viu como aproveitar tudo o que at� agora estava desperdi�ando? Somente assim voc� poder� se dar ao luxo de n�o ter que assistir �s aulas ou confer�ncias que te oferecem com tanto amor; j� que o Esp�rito da Verdade se encarregar� de instruir-te; e ainda que n�o costumo sugerir algo que contenha a menor amea�a, � meu dever advertir que aquela frase: "S�o muitos os chamados e poucos os escolhidos" se refere �queles que, tendo a grande fortuna de encontrar-se com a oportunidade de aprender a verdade, de diminuir o comprido caminho da sua evolu��o, e que por descuido, ou por preferir coisas de menor valor que o adiantamento espiritual, depreciam este esfor�o e n�o se voltam � ele, s�o os chamados que n�o foram os escolhidos. N�o � por favoritismo que n�o foram escolhidos, j� que no esp�rito todos s�o herdeiros do Reino. � porque, como diz a par�bola do Semeador: "A semente que cai sobre a rocha s�o os que quando ouvem, recebem a palavra com gozo, mas estes n�o t�m ra�zes, os quais por algum tempo cr�em, e em tempo de tenta��o se afastam". Quando se deixa perder a semente, se passam muitas vidas antes que volte a apresentar-se a oportunidade, e encerramos com a frase do meu Mestre: "Se voc� n�o encontra tempo para dedicar a Deus, � porque todo seu tempo est� dedicado a problemas e enfermidades". COM RESPEITO AO ESPIRITISMO Uma de voc�s me fez uma pergunta. Se fomos esp�ritas em vidas passadas, se fomos m�diuns, videntes, clariaudientes, se nos projet�vamos e desdobr�vamos, porque n�o conservamos a faculdade, nem lembramos nada disso na vida presente. Resposta: Nem sempre � assim. Algumas pessoas conservam algo da faculdade ps�quica, ainda que, nem sempre na mesma forma que se manifestou em uma vida passada, visto que ela tamb�m evoluiu. Por exemplo, conhe�o uma pessoa que � m�dium de incorpora��o. Esta � uma das faculdades mais adiantada entre todas as faculdades ps�quicas. Isto significa que ela teve faculdades em uma vida anterior, ou em v�rias, e nesta se lhe desenvolveu a faculdade da mediunidade. Ela n�o se lembrava de nenhuma outra vida, n�o � vidente nem clariaudiente. Agora, sabemos quem foi em sua �ltima encarna��o e sabemos tamb�m que foi uma grande clarividente. Outra raz�o pela qual n�o lembramos � que, ou a empregamos mal e nos castiga nesta encarna��o, ou nos apaga para que possamos evoluir em outras vias e para n�o nos distrairmos. As faculdades ps�quicas s�o uma grande tenta��o para quem tem uma miss�o diferente � cumprir. O plano astral �, pois, muito absorvente, em alguns casos muito interessante mas em outros casos torturante. As pessoas que come�am a desenvolver as faculdades, �s vezes passam por provas e experi�ncias terr�veis. A Quarta Dimens�o, por exemplo, agiganta e agu�a. De maneira que se a pessoa est� desenvolvendo a vid�ncia, v� formas gigantescas. Al�m do mais, os "detratores", que � como se chamam os desencarnados que n�o tem outra distra��o do que a de embromar os novos m�diuns adoram assustar, e at� atemoriz�-los. Apresentam-se com formas espantosas, os perseguem e encurralam e assim, com a voz, os desesperam com mil jogos, amea�as e tormentos. Quando uma pessoa j� superou o plano da Quarta Dimens�o, se apagam as faculdades ps�quicas para que possa evoluir e adiantar-se em um plano superior. A Metaf�sica � um estudo cient�fico que necessita paz e concentra��o e est� sob os ausp�cios do Raio Verde. Por isso se chama "A Verdade". Se estiv�ssemos submetidos a um tormento constante de desencarnados que n�o nos deixassem dormir com gritos e murm�rios ao ouvido, dentro do travesseiro, se durante o dia nos perseguissem com mol�stias de toda �ndole, n�o poder�amos estudar e nem praticar a Metaf�sica. Ficar�amos loucos; ou supondo que n�o nos molestassem dessa forma, nos interromperiam constantemente para nos pedir tratamentos e ajuda. N�o nos seria poss�vel elevar-nos a um estado de consci�ncia positiva porque manteriam nossa aten��o ocupada com planos de negatividade. Por isso � que eu lhes digo que se voc�s est�o estudando metaf�sica nesta vida, significa que nas vidas passadas j� superaram todas as seitas materialistas (n�o pensem que isto que acabo de dizer � absurdo). Nas religi�es h� as materialistas como a Cat�lica, que � eminentemente material. Ela n�o tem a menor id�ia dos Princ�pios Criadores como o Mentalismo, Correspond�ncia e Causa e Efeito. O USO DAS PALAVRAS CRIADORAS "EU SOU" Quando um individuo pensa, sente, escreve ou pronuncia as palavras "EU SOU" imediatamente desperta ou alerta a aten��o da energia vital que nele existe e em tudo o que o rodeia. � como se o universo inteiro se detivesse ante este sinal, para proceder � manifesta��o e a dar forma ao que vem depois. Porque isto? Porque as palavras EU SOU s�o sagradas. Porque s�o isto precisamente, o sinal estabelecido desde sempre e at� sempre, para indicar � energia vital que chegou o momento de CRIAR. Criar algo pela vontade do Filho de Deus que somos cada um de n�s. A Vida te obedecer�. Sempre obedeceu ao mandato mental ou aud�vel que est� precedido das palavras m�gicas "Eu Sou". Em metaf�sica se diz que s�o o nome de Deus Criador, e que por isso somos feitos a imagem e semelhan�a de Deus, j� que assim se chama nosso Eu Superior. Ele, nosso Eu Superior, � a Presen�a de Deus no lugar em que estamos. E aquele que j� esteja consciente disso; aquele que empregue o Eu Sou com sabedoria est� com Deus. Por isso dizemos que UM COM DEUS � A MAIORIA. Refiro-me exatamente a quando uma pessoa j� conhece o poder deste nome, jamais o usa para expressar um decreto negativo, uma mentira, mas somente para fazer um Bem, para transformar uma situa��o indesej�vel, para expressar a Verdade, e a Verdade � um dos Aspectos de Deus. Recordem o Evangelho de S�o Jo�o, um dos mais grandiosos vers�culos de toda a B�blia, e o menos compreendido; agora voc�s o ver�o claramente: "No princ�pio era o Verbo; e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Tudo foi feito por ele (o Verbo) e sem ele nada teria sido feito do que foi feito. Nele estava a vida... e o Verbo se fez carne e habitou entre n�s". O Verbo � "SER", Primeira Pessoa. EU SOU. Este Verbo � o que se chama de o Logos Criador. � o que se usa sabendo o poder que encerra, est� com Deus, � Deus no momento e lugar em que se usa. Nada no Universo se nega a cumprir seu mandato. Por isso diz o vers�culo "Est� com Deus, � Deus". Quando cheguem a suas casas leiam todo o cap�tulo para que se alegrem compreendendo-o. N�o h� mestre maior do que a pr�pria experi�ncia. Voc�s todos sabem que cada vez que fazem um tratamento; cada vez que lograram um verdadeiro milagre, eu lhes disse: "N�o mencione novamente o problema, ou a situa��o, ou a doen�a curada". Todos os principiantes, ao dar gra�as pelo tratamento, come�am novamente a contar e comentar "porque voc� n�o pode imaginar como era aquilo..." e passam a RECONSTITUIR os fatos que acabamos de desbaratar. Gozam reconstruindo-o! Isto lhes explicar� o porque das reca�das, tanto de problemas como de doen�as. Voc�s T�M que acabar com o h�bito de voltar atr�s! E v�o me dizer o mesmo de sempre: "mas � muito dif�cil acabar com um h�bito!" E que culpa tenho eu que seja dif�cil? Claro que � dif�cil, porque � isso mesmo, um h�bito, mas h� que acabar com ele. Mas, para facilitar o caminho, vou dar-lhes um lenitivo. � a forma de impedir que o problema fique pior, pois se lembrarem Jesus dizia a todo doente que curava: "N�o torne a pecar, n�o seja que tua situa��o posterior se fa�a pior que a anterior". Quando se consegue um magn�fico resultado com a ajuda de um dos mestres, ou de um dos disc�pulos j� conscientes, � porque foi feito todo um processo muito bem constru�do pela pessoa consciente, j� que os principiantes est�o cheios de conceitos errados, cheios de ignor�ncia. Quando eles compreendem que suas pr�prias palavras destru�ram o que haviam ganhado, voltam a fazer aquele tratamento maravilhoso, e a ora��o que expressam � mais ou menos a seguinte: "Ai Pai! N�o deixe que este bandido desgra�ado volte a fazer o que tanto me fez sofrer...", ou assim: "Ai Pai, n�o deixe que volte esta doen�a que tantos anos me teve assim e assim...". Isto � ressuscitar o problema e p�r lenha na fogueira recordando ressentimentos e rancores. A manifesta��o que isto tr�s � muito pior do que era antes do primeiro tratamento. O rem�dio que lhes dou � para que n�o caiam em erros piores. Quando voc�s virem que o problema voltou, depois de estar resolvido, ou a doen�a depois de haver sido curada ou melhorada notavelmente, voc�s j� sabem o que aconteceu. Ent�o digam a ora��o ou afirma��o seguinte, SEM REPETI-LA porque � tremendamente poderosa: EU SOU A RESSURREI��O E A VIDA DO DECRETO CONSTRUTIVO QUE FIZ COM RESPEITO A ESTA SITUA��O, ME PERD�O POR ESTA RECA�DA. EU SOU A LEI DO PERD�O E A CHAMA TRANSMUTADORA DE TODOS OS ERROS COMETIDOS POR MIM E POR TODA A HUMANIDADE. OBRIGADO PAI QUE J� ME ESCUTOU. E por mais que eu fale nunca ser� muito: cuidem de suas palavras. Cuidem de seus decretos depois de pronunciar o santo e m�gico, poderos�ssimo EU SOU! EU SOU A RESSURREI��O E A VIDA DE TODA GL�RIA, E O BEM QUE EU CONHECI JUNTO AO PAI ANTES QUE ESTE MUNDO EXISTISSE. EU SOU PERFEITO Esta � a afirma��o que expressa a absoluta lealdade ao Pai, a nosso Eu Superior, e ao Cristo em n�s. EU SOU PERFEITO (ou PERFEITA). No entanto, h� entre voc�s aqueles que n�o se sentem sinceros ao expressar-se assim. Vou explicar que se sentem d�vida, � porque est�o contemplando a Consci�ncia terrena, o que chamamos de consci�ncia carnal, e que esta n�o quer jamais aceitar o espiritual. Isto � justo e natural porque nos foi dado uma consci�ncia carnal, terrena, para que possamos funcionar no material; se n�o tiv�ssemos um intelecto e uma consci�ncia terrena como poder�amos viver na terra? Seriamos fantasmas, e n�o nos sentir�amos como pertencentes � terra. Voc�s compreendem? Acontece que ela (a consci�ncia terrena e carnal) sempre est� vendo os horrores que fazem os humanos, as guerras, as vingan�as, os roubos e brigas, os crimes, os enganos, o �dio, o desamor, enfim, tudo o que vemos diariamente em todas os lados, nos jornais, na televis�o, r�dio, etc; e ela pensa com suma raz�o: "E como vamos aceitar o dito de que somos perfeitos? Somos infames! Onde est� o perfeito?". E isto que acabo de dizer certamente � o que voc�s, e em especial os principiantes, encontram perfeitamente justificado. Mas n�o, N�O est� justificado. Apesar de tudo o que aparenta justific�-lo, voc�s j� sabem que diz�-lo, ou pens�-lo somente, equivale a um decreto categoricamente negativo. Voc�s j� sabem que a grande Verdade est� no esp�rito, e que o esp�rito � Perfeito. Voc�s j� sabem que se declaram infame ao Ser, e atrav�s do Verbo ser, sou, somos, s�o, est�o mentindo, al�m de que est�o assentando um decreto ou lei que h� de manifestar-se na vida. E aqui est� o ponto do assunto. Se voc�s, ao declarar e decretar que algo � infame e imperfeito, sabem muito bem que isso vai manifestar-se, ent�o declarem ou decretem o contr�rio, que � a Verdade, e tamb�m o ver�o manifestado. Sobretudo, que o fato de repeti-lo vai formando o "momentum", ou �mpeto que lhe dar� mais e mais for�a para manifestar-se o mais r�pido poss�vel. � medida que o repitam, � medida que voc�s recordem a voc�s mesmos que o EU SUPERIOR � PERFEITO e que essa � a Verdade, v�o gravando no subconsciente, criando no consciente, afirmando com o superconsciente e...o Verbo se faz carne; manifestando-o em todos os ve�culos que agora est�o acreditando na manifesta��o imperfeita. Para que voc�s se acostumem com a afirma��o, comecem dizendo: "Eu Sou potencialmente Divino e Perfeito". Assim est�o declarando a Verdade de todas as maneiras, mas n�o ofendem os ouvidos carnais que cr�em na mentira da imperfei��o. Al�m do mais, ganham dois pontos maravilhosos com esta afirma��o; o primeiro � que nos eleva a consci�ncia, coisa que tanto insistimos que voc�s fa�am; segundo que d� uma euforia e uma alegria t�o agrad�vel que � recomend�vel que empreguem a afirma��o para curar-se do mau humor e do enfado quando estes os ataquem. MEDITA��O H� quatro passos na medita��o. H� quatro galerias que se sucedem quando uma pessoa medita. A primeira � a Imagem. Come�amos a meditar e temos uma imagem do que queremos saber, pensar, descobrir, etc. Digamos que vamos pensar no Cristo Interior. A id�ia com que come�amos se chama imagem. � imprecisa, mental e sentimentalmente falando. Aos vinte segundos ap�s estar pensando na imagem nos vem uma id�ia diferente, mais clara, mais satisfat�ria. E esta se chama o Ideal. J� temos uma id�ia mais l�cida do nosso Cristo Interior. N�o � uma figura, entenda-se. � um sentimento, uma compreens�o. Aos vinte segundos de estar meditando sobre este sentimento, ou seja, que enquanto estamos sentindo aquele sentimento, desde que n�o o tiremos da mente, este passa � consci�ncia, o vemos e sentimos mais claramente. Quase podemos explicar em palavras. Se pud�ssemos contar para outra pessoa, dir�amos algo assim: "Entrei em um lugar mais amplo, mais aberto, mais puro, onde existe somente amor entre os seres". Aos vinte segundos temos euforia; felicidade, uma grande paz, satisfa��o, consolo, contentamento, e estamos sorrindo com o rosto iluminado. Se outra pessoa nos visse diria: "Esta � a realiza��o. A Id�ia se identificou com o nosso ser". Emmet Fox diz: "N�o analise o Amor de Deus; sinta-o", e eu n�o queria ter que analis�-lo para voc�s, mas para mim foi �til a explica��o que lhes acabo de dar, e quero que seja �til e conveniente tamb�m para voc�s. Agora voc�s sabem que n�o necessitam mais do que sessenta segundos para estar em contato com Deus. Um minuto, nem mais nem menos. Se voc�s t�m o interesse e a paci�ncia de manter a mente em um s� ponto durante vinte segundos, sentir�o os passos que lhes expliquei. Agora j� compreendem o que diz o Dr. Emmet Fox, que uma pessoa pode estabelecer seu contato com Deus, ainda que seja no meio da Times Square, e que n�o � preciso isolar-se em algum lugar ou encontrar-se em solid�o (porque este � o costume) pois, voc� ver� que o dia que mais necessitar� de Deus voc� estar� no meio de um tumulto ou de um terremoto. O necess�rio � voltar seu pensamento � Deus, e aos vinte segundos j� estar� no SIL�NCIO, ou seja, este estado misterioso de que tanto falam e ponderam os m�sticos, pois o Sil�ncio � simplesmente um estado de paz, de amor, de confian�a em Deus. Um instante de intimidade com Ele. A VOZ DA SUA ALMA H� um velho ad�gio que diz: "Deus tem um destino para cada ser e, logicamente, tem um para voc�". O mestre Fox diz que o �nico problema que temos � encontrar nosso lugar correto na vida. Que ao encontrar isto, tudo o mais acontece automaticamente. Nos encontramos felizes; saud�veis, porque se est� saud�vel quando se est� feliz. Seremos pr�speros, e com toda a oferta necess�ria para cobrir todas nossas necessidades, o qual implica que seremos completamente livres, pois n�o se pode ser livre enquanto se � pobre. A pobreza disputa com a liberdade e vice-versa. Mas, apesar de que se consiga renome e todo o dinheiro do mundo, se voc� n�o est� no seu lugar, o que Deus fez para voc�, n�o ser� feliz. Universo � harmonia unificada. Um plano Divino. Em um projeto Divino n�o pode existir uma pe�a sup�rflua, nem algo indesejado. N�o pode ser que Deus haja criado uma entidade espiritual como voc� sem um prop�sito especial. Isso significa que h� um lugar especial para voc�, e como Deus jamais se repete, nem se repetiu ainda (suas digitais o comprovam), quer dizer que este lugar foi criado especialmente e nada mais que para voc�, n�o pode ser ocupado por mais ningu�m, a n�o ser por voc�. N�o h� duas pessoas que se expressem de forma id�ntica. Por isso � que n�o pode existir realmente nem sombra de competitividade. N�o tem que haver duas mil pessoas lutando para obter um mesmo lugar. Este lugar � somente para uma dessas pessoas, e existem mil novecentos e noventa e nove coloca��es para as demais. Mas como podemos conhecer NOSSO lugar pr�prio? Pode ser que voc� n�o se considere nenhuma maravilha, e duvide que Deus tenha alguma ocupa��o maravilhosa para voc�. Sua vida talvez seja mon�tona, pouco aventurada e estar� pensando que � muito pouco prov�vel que, de repente, se encha de coisas belas e espl�ndidas. E supondo que fosse assim, como voc� poder� fazer para averiguar a maneira de realiz�-lo? A resposta � simples como tudo o de Deus. Desde muito antes deste momento, Deus est� sussurrando em seu cora��o esta coisa maravilhosa que Ele deseja para voc�. Esta coisa t�o incrivelmente adequada e maravilhosa se chama O DESEJO DA SUA ALMA. Nem mais nem menos. Aquele segredo que voc� guarda no seu cora��o, aquele que voc� n�o se atreve a mencionar por medo de cair no rid�culo, este desejo que te parece imposs�vel de realizar, esta � a voz de sua alma. � a voz de Deus que te chama para que voc� ocupe o lugar que Ele guardou para voc�. N�o comece a formular desculpas com respeito a que "suas obriga��es tornam imposs�vel fazer o que voc� queira, etc, etc." Ou que "sua fam�lia...", ou as "condi��es em que voc� nasceu...". A Verdade, confesse-o, � que voc� est� frustrado, e a frustra��o � a ess�ncia da negatividade. Se voc� est� frustrado n�o est� cumprindo a Vontade do Pai, portanto, neste momento voc� est� ocupado em coisas que n�o s�o do seu agrado ou satisfa��o, e deve estar fazendo-as mal, ou n�o t�o bem quanto poderia faz�-las, j� que voc� est� se obrigando, e obrigar-se � distorcer a alma. Tamb�m est� privando a um grande setor da humanidade de algo que somente voc� pode dar-lhes. "Por seus frutos os conhecereis". Se voc� est� descontente, enfastiado, sem ilus�es, est� insatisfeito porque n�o est� ocupando o seu lugar, nem fazendo o que te pertence. De maneira que o descontentamento � �til, pois indica que voc� deve orar cientificamente para que se apresente o SEU LUGAR. � algo que voc� ama fazer. � o que mais goza fazendo. Lembre do seguinte: Quando Deus te chama � Seu Servi�o, Ele paga todos os gastos em qualquer tipo de moeda! Tudo o que seja necess�rio para cumprir com a sua miss�o, Deus prov�. Dinheiro, oportunidades, conhecimentos, treinamentos, liberdade, for�a, valor, TUDO! Sempre que voc� esteja disposto a unir sua vontade � DELE. A voz da sua Alma � A Voz de Deus, e a essa voz h� que obedecer, cedo ou tarde. O RETRATO DA CONSCI�NCIA TERRENA DE HOJE Cada fam�lia que se forma, cada casal que se casa e tem filhos, se dedica a acumular uma fortuna. Esta fortuna a consegue, se � que a consegue, a custo n�o somente de trabalhos e sacrif�cios, como de esfor�os para ganh�-la com todos os truques modernos de esperteza, competi��o desenfreada, cobrando mais ou levando vantagem cada vez que pode. Cada vez que o s�cio ou comprador, ou seja, que o pagador do momento � algu�m rico, n�o se leva em considera��o que o pagador tem um sem fim de obriga��es oriundas de seus meios. "Tem dinheiro e pode pagar", � a consigna. Por sua vez, o pagador sabe que v�o lhe cobrar a mais, e tenta de todas as maneiras conseguir tudo pela metade do pre�o, tentando espremer o vendedor do momento, tendo por certo que este quer se aproveitar, seja esta a verdade ou n�o, n�o importa, "h� que estar com os olhos abertos", esta � outra consigna. Assim, se t�m as duas consignas: "Tem dinheiro e pode pagar, portanto se tem que tir�-lo". � a consci�ncia de roubo que impera em todas as partes. Esta consci�ncia, como os pensamentos se transmitem, entram e saem das mentes, e ficam onde encontrem afinidades. S�o recebidos pelos atrasados, os de pouca evolu��o e os impulsionam ao roubo, �s brigas e ao crime. Esta � uma das raz�es da criminalidade vigente. Esta tens�o constante das partes, faz com que n�o se possa pensar em outra coisa. A tens�o penetra no pobre corpo f�sico que adoece com �lceras, porque a preocupa��o e o c�lculo permanecem tamb�m durante as horas das refei��es; com c�ncer porque o veneno dos desgostos � absorvido pelo corpo, e os infartos porque n�o se usa para nada o amor do cora��o, que � o �leo que a tudo suaviza, tudo cura. Todo o contr�rio, quanto mais intelig�ncia e menos sentimento melhor para o neg�cio. Eu poderia continuar enumerando males causados por estas consignas, mas creio que bastam estes exemplos. Estas consignas e esta consci�ncia se estende atrav�s de todas as atividades da vida. N�o � somente nos neg�cios de compra e venda. Em um hospital se atende a um doente, se opera a outro, com os olhos postos em seu bolso. O �nico amor que se evidencia � o do m�dico e do cirurgi�o pela arte de suas m�os. Mas n�o � amor puro, como seria se este m�dico se desvelasse por seus doentes. L�gico que sempre h� quem trabalhe com amor, mas geralmente se atua o melhor que se pode por interesses criados. O cirurgi�o opera o melhor que pode por uma combina��o de interesses no assunto que est� operando, no interesse em seu prest�gio e isto n�o � virtude, entenda-se. Pouco importa que o rotulem de ladr�o aproveitador. O importante � que digam "que maravilha de cirurgi�o, n�o h� outro igual", para que esta fama lhe permita cobrar o que tenha vontade, sem considera��es. O amor pelo seu trabalho est� fundamentado pelo lucro, e para que todo esse lucro? Para comprar ch�caras, s�tios, autom�veis, viagens, roupa e m�veis que por sua vez lhe aumentem o prest�gio; para adquirir "p�rolas", que se fazem obrigat�rias porque todo mundo as t�m. Pagam-se os mais caros col�gios e vestem as crian�as com as roupas mais luxuosas que se possa adquirir. Este constante "pugilismo" necessita que a mente esteja todo dia ocupada em toda esta seq��ncia material. N�o se d� um instante de pensamento ao espiritual, as condi��es que v�o encontrar do outro lado, como se isso n�o existisse, nem sequer fosse preciso consider�-lo. Do outro lado o que se encontra � o seguinte: O corpo f�sico � uma esponja que chupa os excessos mentais, an�micos e sensoriais. Suportamos a excessiva emotividade porque temos um corpo que a absorve. Ningu�m sabe que esta absor��o se converte em danos aos �rg�os e � pele, os quais adoecem. S�o os ataques constantes a todos os humanos. Depois da morte n�o h� corpo f�sico que chupe estes excessos, e a emotividade descontrolada, mal educada, transborda. O ser est� mais sensibilizado e sente tudo profundamente. Escuta tudo o que dizem dele os que aqui ficaram. Como estes n�o sabem que o que morreu est� escutando, falam, exageram e caluniam de acordo com a sua vontade. O que os escuta se desespera porque n�o pode debater nem desmentir. Pede a gritos para encarnar, para livra-se da tortura e obter o esquecimento que d� a reencarna��o, a inconsci�ncia dos males passados. Este � o inferno, que acabo de descrever; � o purgat�rio caso possam suportar estes males at� que tenham sa�do e se tenham retirado. Chega o dia da morte e o que interessa � que a vi�va e os filhos tenham ficado bem "financeiramente"; � prova de mis�ria ou de dificuldades. � considerado que se deu uma boa educa��o �s crian�as, porque lhes foi ensinado a conduzir-se na vida com a mesma s�rie de t�ticas. Se for mulher, que se case com um rapaz destas mesmas condi��es. A forma de descansar a mente, e os sentimentos esgotados e deprimidos por for�a do clima negativo em que se circula todo dia e todos os dias, � dando ou assistindo a uma festa para levantar o �nimo for�adamente. Em vez de liberar Carmas, pois para isso viemos � terra, acumulam muito mais, os quais se comprimem sobre os anteriores j� existentes, formando crostas endurecidas que se chamam cristaliza��es. Estas, para serem dissolvidas requerem terremotos, inunda��es, cataclismos e isto, � o que est�o vendo os m�diuns videntes, pois as derrubadas que est�o ocorrendo no plano destas cristaliza��es se devem primeiramente � luz violeta que est� se deslizando em algumas mentes, e segundo a que est� aumentando o n�mero de pessoas estudantes de metaf�sica e, por conseguinte, est�o negando defeitos e afirmando virtudes. Isto derrama vibra��es an�logas, que atuam em todos os lados, e fazem contato com outras iguais. "Como � em cima � em baixo, como � em baixo � em cima". Se aqui s�o imprescind�veis grandes maquin�rios para desbaratar rochas e montanhas � for�a de golpes, igualmente acontece com estas constru��es cristalizadas. Necessitam golpes para desbarat�-las, primeiro romp�-las, segundo tritur�-las e terceiro limpar e varrer o p�. Por�m, no plano espiritual h� uma condi��o a mais, que n�o h� no terreno. Cada monstruosidade fabricada por n�s, por nossas mentes e nossos sentimentos tem vida, pensam, escutam e falam. O que pensam e dizem sempre � relacionado com o material que lhes foi dado no momento de sua cria��o. Se foi uma cria��o de f�ria, de �dio e vingan�a no momento em que � liberada no ar, no momento em que se rompe a corti�a que a aprisiona em nosso subconsciente, ela sai ao ar gritando tudo o que a fabricou. Ela n�o quer ir embora, esse � seu criador e luta para ficar com ele. Os m�diuns clariaudientes os ouvem e cr�em que s�o "pessoas" que os est�o perseguindo. Ouvem em palavras os pensamentos que eles mesmos tiveram com rela��o aos demais e, naturalmente, como tudo se devolve, os escutam clamando contra eles mesmo. Esta persegui��o (vamos cham�-la assim) dura um tempo, enquanto a v�tima aprende a repudi�-la, a negar, a afirmar, a meditar, orar, empregar a chama violeta, etc. Mas se n�o s�o metaf�sicos, como aprendem? Por fim se retiram, indo parar em outras cavidades humanas, para quem estes estados mentais s�o necess�rios em sua evolu��o. Parece que isso � um contra-senso, mas n�o �. A uma pessoa muito t�mida lhe faz falta um reflexo de decis�o e pujan�a. Chamamos de reflexo � atua��o destes pensamentos j� formados e estabelecidos no subconsciente. Voc�s j� sabem que cada vez que se oferece uma oportunidade prop�cia, o subconsciente supre o reflexo necess�rio. Se nossos pensamentos foram bons, corretos, felizes, se produz um reflexo de bem estar e se manifesta uma situa��o feliz. Se foram negativos se produz o contr�rio. Agora, por lei de a��o e rea��o a excessiva timidez atrai seu contr�rio, a rea��o abre o campo para que entre e se aloje a for�a contr�ria. Neste caso � um benef�cio que aquela cria��o de viol�ncia, que se soltou de algu�m que n�o a necessita mais, v� se alojar na mente de um t�mido excessivo, porque a combina��o produz um meio termo. Cada condi��o atua sobre a outra e produz o reflexo que fazia falta � pessoa t�mida. As pessoas que n�o s�o clariaudientes, n�o escutam suas cria��es clamando contra eles, mas, por sua vez sentem um mal estar horr�vel de culpa, de terror, que n�o sabem explicar, e como n�o sabem defender-se daquilo que elas n�o v�em nem escutam, sofrem muito. E atribuem a isto toda classe de raz�es que n�o s�o exatas. Castigam-se e se culpam, falam muito em seus estados depressivos e isto faz com que piorem. Por isso � que se diz que os iniciados sofrem muito. Mas a provid�ncia cuida deles e encontram quem lhes ensine estas coisas, encontram mestres e a seu Cristo. S�o iniciados, e j� conhecem o caminho e a forma de atuar. Eu agora lhes estou ensinando, para que quando se encontrem com estes estados de consci�ncia antigos de voc�s mesmos, saibam a que se ater e saibam catalog�-los, sobretudo saibam transmut�-los, dissolv�-los com as luzes, as quais voc� aprender� no pr�ximo livro intitulado: "O Maravilhoso N� 7". N�O PODE SER SEU DEVER... Se est� tentando viver a vida espiritual, voc� tem direito � paz da sua alma e ao progresso harmonioso. Se estas coisas est�o te faltando, pe�a � Sabedoria Divina que te demonstre o motivo da falta. � seu dever dedicar um tempo razo�vel � ora��o di�ria em forma de medita��o, ou uma leitura espiritual, ou repassar suas afirma��es preferidas, e viver o resto da sua vida de acordo com a Vontade Divina, at� onde for poss�vel para voc� neste momento. Se na verdade voc� est� cumprindo este dever sinceramente, voc� n�o pode fazer mais, e n�o tem porque se angustiar ou reprovar-se, nem ter sensa��o de culpa pelo fato de que n�o esteja conseguindo o que no momento presente n�o � poss�vel para voc�. Por sua vez: N�O PODE SER SEU DEVER fazer algo que esteja al�m das suas for�as ou do seu alcance no momento. Deus � seu Pai, e um pai amoroso nunca exige o imposs�vel de um filho que se comporta bem com ele. N�O PODE SER SEU DEVER fazer o que voc� n�o tem tempo de fazer. Deus � a Sabedoria Infinita, que na Terra se manifesta pelo Senso Comum, e n�o � senso comum esperar que se cumpram mais deveres do que os que cabem em um dia de vinte e quatro horas. N�O PODE SER SEU DEVER fazer o que n�o pode COM O DINHEIRO QUE VOC� N�O POSSUI! Se voc� est� enfrentando uma situa��o semelhante, � que algo anda muito mal nos seus pensamentos. O primeiro que � evidente � que voc� cr� que Deus � uma grande mentira, um ogro gigantesco que te lan�ou ao mundo com as m�os atadas, para que fracasse de uma vez por todas! Lembre-se do Salmo 46, que come�a dizendo: "Deus � nosso ref�gio e fortaleza e nossa pronta ajuda nas tribula��es". E termina dizendo "Aquietai-vos, e sabeis que Eu sou Deus". Mas isso voc� tem que acreditar e afirm�-lo crendo no que afirma, e n�o simplesmente repeti-lo como um papagaio, pois � tua f� a que move as montanhas. N�O PODE SER SEU DEVER fazer algo que sacrifique sua pr�pria integridade ou seu progresso espiritual. Ningu�m no mundo pode te obrigar a mentir por exemplo, e N�O � VERDADE a apar�ncia de que n�o h� trabalho, ou que n�o h� servi�o, ou que o dinheiro est� muito dif�cil de ganhar, ou que "est� dando muito infarto e c�ncer", etc, etc, etc. MENTIRA, MENTIRA, comprove voc� mesmo afirmando e crendo no contr�rio. N�o sacrifique o seu progresso espiritual nem sua pr�pria integridade crendo que "AS CIRCUNST�NCIAS" te obrigam a dizer o contr�rio! N�O PODE SER SEU DEVER fazer hoje o que em realidade pertence ao dia de amanh�. No plano espiritual (que � a Verdade), n�o h� tempo. N�o h� passado nem futuro. Tudo ocorre no presente, se voc� pensa e diz (crendo no que diz) que Hoje tudo est� resolvido; Hoje est�o cobertas todas as necessidades; hoje voc� tem toda a for�a, toda a paz e toda ajuda que voc� necessita; e que amanh� ser� outro HOJE, voc� perceber� que esta � a Verdade, como tamb�m compreender� que nossos temores s�o sempre por um amanh� problem�tico. Jamais s�o por HOJE. A B�blia diz: "Hoje � o dia da Salva��o. Hoje � o dia aceito". Porque Deus vive em um eterno Presente, jamais anda apressado, e sempre est� "em um sorridente repouso". N�O PODE SER SEU DEVER cumprir um dever remoto sacrificando um dever pr�ximo. O Serm�o da Montanha diz que primeiro tire o cisco que est� em seu olho, e depois a trave que h� no olho do seu vizinho, porque se n�o limpa primeiro a sua vista n�o poder� ver para ajudar o vizinho. N�O PODE SER SEU DEVER estar apressado, ou triste, ou desanimado, ou bravo, ou ressentido ou antag�nico, EM NENHUMA CIRCUNST�NCIA. A B�blia diz: "O gozo do Senhor � minha for�a". Isso quer dizer que para ter �xito, para poder trabalhar, para conseguir nossos objetivos, para ser felizes, para nosso bem estar e nosso adiantamento, temos que estar positivos, e positivos significa contentes; porque o Cristo dentro de n�s n�o pode fazer nada por n�s enquanto estamos negativos. Ele goza com nosso gozo, e se afasta quando nos permitimos estar derrotistas. A continua��o do presente Livro da S�rie Metaf�sica ao Alcance de Todos � o "Maravilhoso N� 7" de Conny M�ndez. |