METAF�SICA AO ALCANCE DE TODOS
CONNY M�NDEZ

INTRODU��O:

Este livro est� escrito no que a autora chama de �Palavras a centavos�, ou seja, est� escrito da forma mais simples, para que seja compreens�vel ao que necessita conhecer a Verdade de Deus e que n�o tem conhecimentos para digerir os textos de psicologia e metaf�sica, tal como est�o escritos.
Cada vez que ouvimos ou lemos algo novo, desconhecido para n�s, se despertam c�lulas de nosso c�rebro que estavam adormecidas; a segunda vez que trope�amos com aquela id�ia nova a compreendemos um pouco melhor. As c�lulas despertadas, come�am a trabalhar a id�ia, e em pouco tempo �se faz a luz� em nossa mente, ou seja, aceitamos a id�ia, a adotamos e colocamos em pr�tica automaticamente. Assim � como vamos despertando, aprendendo, evoluindo e adiantando. N�o � necess�rio fazer esfor�os sobre-humanos para que nos penetrem as coisas na cabe�a. � um processo natural; m�s h� que colocar a boa vontade de reler, voltar a reler e ler novamente, at� que o aprendido seja autom�tico. Isto � tudo.
Leve sempre com voc� este livro, releia-o freq�entemente e cada vez que voc� se depare com uma situa��o angustiosa ou incomoda abra seu livro aleatoriamente, pois ele se abrir� na p�gina que te conv�m consultar e voc� pensar�: �Parece que foi escrito para mim�.
Jesus Cristo disse: �Na casa de meu Pai h� muitas mans�es�. A metaf�sica � uma dessas mans�es, ou seja, o estudo das leis mental-espirituais. N�o se mistura com o espiritismo, ainda que este tamb�m � uma mans�o na casa do Pai.
Que esta pequena obra te traga toda a paz e a prosperidade que trouxe a tantos outros.

Cap�tulo: I

CRISTIANISMO DIN�MICO

Antes de come�ar qualquer of�cio que seja, o candidato que vai desempenh�-lo recebe instru��es ou estuda a t�cnica do mesmo. No entanto h� algu�m que empreende sua tarefa totalmente a cegas, sem instru��es, sem t�cnicas, sem b�ssola, compasso ou desenho, sem no��o do que vai encontrar. � o ser humano; que � lan�ado na tarefa de VIVER.
Sem saber sequer que coisa � a Vida; sem saber por que algumas vidas transcorrem em meio a opul�ncia e as satisfa��es enquanto outras passam na mis�ria e no sofrimento. Umas se iniciam com todas as vantagens que o afeto possa idealizar e, no entanto as perseguem grandes calamidades; e o ser humano se debate em conjecturas, todas erradas, e chega o dia de sua morte sem que ele tenha adivinhado, sequer, a verdade a respeito de tudo isso.
Aprenda a Grande Verdade: O QUE VOC� PENSA SE MANIFESTA. Os pensamentos s�o coisas. � a sua atitude que determina tudo o que te acontece. Seu pr�prio conceito � o que voc� v�, n�o somente em seu corpo e em seu car�ter, mas tamb�m no exterior; nas condi��es de sua vida, no material, etc. Sim! Os pensamentos S�O COISAS, e agora voc� vai ver.
Se voc� tem o costume de pensar que � de constitui��o saud�vel, fa�a o fa�a, sempre estar� saud�vel. Mas se voc� mudar sua maneira de pensar, e se deixar infundir pelo medo das doen�as, voc� vai come�ar a ficar doente, e perder a sa�de. Se voc� nasceu na riqueza, � poss�vel que seja sempre rico; a menos que algu�m te conven�a de que existe �o destino� e, que voc� acredite que o seu pode mudar de acordo com os �golpes e reversos� da vida, por que esta � sua cren�a. Sua vida, o que te acontece, obedece as suas cren�as e ao que voc� expresse em palavras. � uma lei. Um princ�pio. Voc� sabe o que � um Princ�pio? � uma lei invari�vel que n�o falha jamais. Esta lei se chama O PRINC�PIO DO METALISMO.
Se em sua mente est� radicada a id�ia de que os acidentes nos cercam a cada passo; se cr� que a degenera��o da velhice � inevit�vel; se voc� est� convencido de sua boa ou m� sorte, ou o que quer, que voc� espere normalmente, no bem, ou no mau, esta � a condi��o que ver� manifestar-se em sua vida e em tudo o que fizer. Isto � o por que de tudo o que te acontece.
Nunca se est� consciente das id�ias que enchem nossa mente. Elas v�o se formando de acordo com o que nos ensinam, ou o que ouvimos dizer. Como quase todo mundo est� ignorante das leis que governam a vida, leis chamadas �Da Cria��o�, quase todos passamos nossa vida fabricando-nos condi��es contr�rias; vendo tornar-se mau aquilo que prometia ser muito bom; tateando a cegas, sem b�ssola, tim�o ou compasso; culpando a vida pelos nosso males, e aprendendo a custa de golpes e pancadas; ou atribuindo-os �a vontade de Deus�.

Com o que voc� leu at� aqui j� deve ter percebido que o ser humano n�o � aquilo que te fizeram acreditar; ou seja, uma rolha jogada no mar em dia de tempestade, atirada daqui para l� segundo as ondas. Nada disso! Sua vida, suas circunstancias, seu mundo, tudo o que ele �, tudo o que acontece, s�o cria��es dele e de mais ningu�m . Ele � o rei de seu imp�rio, mas se sua opini�o � que ele � somente uma rolha no meio do mar, assim ser�. Ele cr� nisso e o permitiu.
Nascer com livre arb�trio significa ter sido criado com o direito individual de escolher. Escolher o que? O pensar negativa ou positivamente. Pessimista ou otimista. Pensando no feio e no mau, se produz o feio e o mau; pensando no bom e belo, se produz o bom e o belo no exterior e/ou, interior.
A metaf�sica sempre ensinou que o que pensamos constantemente passa para o subconsciente e se estabelece atuando como reflexo. A psicologia moderna, por fim, o �descobriu�.
Quando o ser humano se v� envolto nos efeitos de sua ignor�ncia, ou seja, que produziu para si uma calamidade, se volta para Deus, e suplica que o livre do sofrimento. O homem v� que Deus o atende as vezes, e outras vezes inexplicavelmente n�o. Neste �ltimo caso, � quando seus amigos o consolam dizendo �h� que resignar-se ante a vontade de Deus�; isto � o mesmo que dizer que, todos concordam que a vontade do Criador � m�. M�s ao mesmo tempo a religi�o ensina que Deus � nosso Pai; um Pai todo Amor, Bondade, Miseric�rdia. Todo Sabedoria e Eterno. V� como n�o concordam estas duas teorias? Voc� acha que um pai todo amor, e infinitamente s�bio, possa sentir e expressar m� vontade para com os seus filhos? Os pais e m�es mortais, n�o seriam jamais capazes de atribular a nenhum de seus filhos com os crimes que atribu�mos a Deus! N�s n�o ser�amos capazes de condenar ao fogo eterno um filho nosso, por uma falta natural de sua condi��o mortal, mas consideramos que Deus sim � capaz! � o mesmo que dizer, sem que percebamos claramente, que atribu�mos a Deus uma natureza de magnata teimoso, vingativo, cheio de m� vontade, pendente de nossa menor infra��o, para nos dar castigos fora de propor��o!
� natural pensar assim, quando nascemos e vivemos ignorando as regras e leis b�sicas da vida.
J� dissemos a raz�o de nossas calamidades. As produzimos com o pensamento. Nisto � que somos �imagem e semelhan�a� do Criador. Somos criadores. Cada qual criador de sua pr�pria manifesta��o.
Agora, porque Deus parece nos atender umas vezes e outras n�o? Por que, a ora��o � o pensamento mais puro e mais alto que se possa pensar. � polarizar a mente em grau altamente positivo. S�o vibra��es de luz que lan�amos quando oramos, ou seja, quando pensamos em Deus. Estas vibra��es t�m que transformar instantaneamente em perfeito e belo, todas as condi��es escuras que nos rodeiam, como quando se leva uma luz a um quarto que est� �s escuras. Sempre que quem est� orando, pense e creia que esse Deus a quem pede, � um Pai amoroso que deseja dar tudo de bom a seu filho. Neste caso, Deus sempre �atende�. Mas como geralmente a humanidade tem o costume de pedir assim: - Ai! Pai, Deus, tira-me desta dificuldade, eu sei que vais pensar que n�o me conv�m, por que tenho que cumprir esta prova�...! Em outras palavras, j� se negou todas as possibilidades de receber. Tenha mais f� ent�o neste Deus que te ensinaram como teimoso, vingativo, cheio de m� vontade, que est� esperando que cometamos a primeira infra��o para nos dar castigos de crueldade sat�nica! Pois o que assim pede, recebe somente de acordo com sua pr�pria imagem de Deus. � t�o simples como te digo. Agora, n�o esque�a jamais que a vontade de Deus para voc� � o bem, a sa�de, a paz, a felicidade, o bem-estar, e tudo de bom que Ele criou. N�o esque�a novamente, nunca, que Deus n�o � juiz, nem verdugo, nem o tirano que te fizeram acreditar. A verdade � que Ele criou sete leis. Sete princ�pios, que funcionam em tudo e sempre. N�o descansam um s� minuto. Se encarregam de manter a ordem e a harmonia em toda a Cria��o. N�o � preciso pol�cia no esp�rito. Aquele que n�o anda de acordo com a lei, se castiga ele mesmo (o que se pensa, se manifesta; portanto aprenda a pensar corretamente e de acordo com a lei, para que se manifeste todo o bom e maravilhoso que Deus quer para voc�).
S�o Paulo disse que Deus est� mais perto de n�s que nossos p�s e nossas m�os, mais ainda que nossa respira��o; portanto n�o h� que gritar para que Ele nos escute. Basta pensar Nele para que se arrume o que estava desarrumado. Ele nos criou. Ele nos conhece melhor do que n�s podemos nos conhecer. Ele sabe porque agimos desta ou daquela maneira, e, n�o espera que nos comportemos como santos enquanto somente estamos aprendendo a caminhar nesta vida espiritual.
Vou rogar-lhe que voc� n�o acredite em nada do que te estou dizendo sem primeiro o comprovar. � seu direito divino e soberano. N�o fa�a o que voc� fez at� agora, aceitar tudo o que escuta, e tudo o que v�, sem te dar a oportunidade de julgar entre o bem e o mal.

Cap�tulo: II

A MEC�NICA DO PENSAMENTO

Todo o dia e toda a noite estamos pensando uma infinidade de coisas diferentes. Passa por nossa mente um tipo de filme sem nexo.
Entre tantas id�ias diferentes, paramos para contemplar, examinar ou estudar umas mais que outras. Por que? Por que estas estimularam nossos sentimentos. Nos produziram um sentimento de temor ou de antipatia, de simpatia ou de pena, um sentimento agrad�vel ou desagrad�vel, n�o importa. O fato � que por aquele sentimento a id�ia nos interessa, � repassamos mais tarde, e talvez a comentemos com algu�m. Isto � meditar, e, o que assim se medita passa ao subconsciente e se grava.
Uma vez que a id�ia se grava no subconsciente, se converte em um �reflexo�. Voc� sabe que quando o m�dico bate com algum objeto no seu joelho, sua perna pula; pois ele tocou em um ponto sens�vel e voc� reagiu. Desta mesma forma, cada vez que acontecer na sua vida algo referente � uma das id�ias que est�o gravadas no seu subconsciente, o reflexo reage na forma exata em que foi gravado. Voc� adota uma atitude de acordo com o sentimento original, que sentiu quando pensou pela primeira vez naquela id�ia. Os metaf�sicos denominam isto de �conceito�, ou seja, uma cren�a, uma convic��o.
O subconsciente n�o discerne. N�o decide nada, n�o opina, nem pensa por ele mesmo. N�o tem poder para protestar, n�o tem vontade pr�pria. Estas n�o s�o suas fun��es. Sua �nica fun��o � de por em ordem o reflexo que lhe foi dado. Ele � nesse sentido, um maravilhoso arquivista, secret�rio, bibliotec�rio autom�tico que n�o descansa, nem falha jamais. Tamb�m n�o tem sentido de humor. N�o sabe quando uma ordem foi dada por brincadeira, ou a s�rio. Assim, por exemplo, se o seu nariz � um pouquinho grande, e voc� para fazer gra�a, come�a a cham�-lo de �meu nariz de batata recheada�, o subconsciente que � um servidor exato, n�o tem senso de humor, e somente sabe obedecer incondicionalmente, portanto, utilizar� todos os meios para executar a ordem que voc� lhe deu com as suas palavras e os seus sentimentos... e voc� ver� seu nariz se parecer cada vez mais com uma batata recheada.
A palavra metaf�sica quer dizer �al�m do f�sico�, ou seja, a ci�ncia que estuda e trata de tudo o que est� invis�vel aos sentidos f�sicos. Te d� a raz�o de ser de tudo o que n�o compreendemos; de tudo que � misterioso; de tudo o que n�o tem uma explica��o evidente; e � exata, como voc� comprovara a medida que leia este livro.
Voc� lembra a primeira vez que ouviu a palavra catarro? N�o lembra n�o �? Voc� era muito pequeno. A palavra foi dita pelos mais velhos, que te ensinaram a tem�-la. Pela repeti��o te fizeram compreender, falaram para que voc� n�o molhasse os p�s, que n�o tomasse corrente de ar, que n�o ficasse perto de quem tinha catarro, por que sen�o voc� pegaria, etc, etc. tudo isso foi se gravando no seu subconsciente e formando um reflexo. Voc� jamais teve que lembrar as advert�ncias dos mais velhos. O dano j� estava feito. Da� para frente, seu subconsciente te d� o catarro (o melhor que ele possa te presentear), cada vez que voc� tome uma corrente de ar, ou molhe os p�s, ou chegue perto de um �catarrento� ou cada vez que ou�a dizer que anda por ai uma epidemia de gripe ou de catarro.
Por culpa dos mais velhos, pelo que voc� escutou dizer, pelo que leu nos jornais e nos an�ncios, no r�dio e televis�o, e acima de tudo porque ignora a verdade metaf�sica da vida, voc� aceitou estas id�ias erradas e, elas se converteram em reflexo, que agem sem a sua premedita��o, automaticamente, e s�o a causa de todos os males de sua vida. Voc� tem um carregamento enorme de id�ias dos outros que, afetam todos os departamentos de sua vida, de seu corpo, de sua alma e mente. Preste aten��o, se voc� n�o tivesse aceitado; se pelo direito que te d� seu livre arb�trio de escolher, aceitar ou recusar, n�o tivesse aceitado o negativo, n�o existe germe ou v�rus, nem poder no mundo que pudesse atacar, nem convencer o seu subconsciente para atuar de forma contr�ria ao que voc� lhe dita.
Sua vontade, negativa ou positiva, � o im� que atrai at� voc� os germes, as circunstancias adversas ou as boas. Como j� dissemos, sua atitude negativa ou positiva ante os fatos � que determinam os efeitos para voc�.

Capitulo: III

A F�RMULA INFAL�VEL

Cada mente humana, cont�m acumula��o de opini�es, convic��es ou conceitos errados � contr�rios � verdade e em conflito com os Princ�pios b�sicos da Cria��o � que est�o perenemente manifestando-se nas condi��es exteriores, todas as calamidades e sofrimentos que atingem o ser humano e o mundo em geral; doen�as, acidentes, mal estar, pleitos, desarmonia, escassez, fracasso e at� a morte.
Felizmente, nada disso se ajusta � Verdade do Ser e, felizmente existe uma maneira de apagar todas essas falsas cren�as e de substitu�-las por corretas, que produzam condi��es e circunst�ncias positivas, boas, felizes, corretas, e uma vez corrigido o erro e estabelecida a verdade no subconsciente, nunca mais poder�o acontecer coisas negativas em nossa vida. A ordem foi mudada. O im� mudou de p�lo. � absolutamente imposs�vel atrair algo que j� n�o tem correspond�ncia em n�s.
A formula infal�vel � a seguinte: Cada vez que te aconte�a algo indesej�vel, que voc� fique doente, que aconte�a um acidente, que te roubem, que te ofendam ou que te desagradem...ou que VOC� seja a causa de algum mal � outra pessoa ou a voc� mesmo ... se voc� � afligido por um defeito f�sico, ou moral, ou de car�ter; se algu�m te desagrada, se voc� o detesta, ou se ama muito e sofre por isso; se o ci�mes te tortura; se voc� gosta de algu�m que pertence a outro; se voc� � vitima de uma injusti�a, ou se � vitima de dom�nio de outro. (A lista � intermin�vel, de maneira que veja voc� o que esta te afetando). CONHE�A A VERDADE.
Assim, Jesus Cristo, o maior de todos os Mestres de Metaf�sica, disse �CONHE�A A VERDADE E ELA OS FAR� LIVRES� (Evangelho de S�o Jo�o: 8,32). A VERDADE, a lei suprema � A HARMONIA PERFEITA, a beleza, a bondade, a justi�a, a liberdade, a sa�de (VIDA), intelig�ncia, sabedoria, amor, felicidade. Todo o oposto � apar�ncia. � contr�ria a lei suprema da HARMONIA PERFEITA, logo, � mentira porque � contrario a verdade.
Seu EU superior � perfeito, neste momento e sempre foi perfeito. N�o pode ficar doente porque � VIDA. N�o pode morrer pela mesma raz�o. N�o pode envelhecer. N�o pode sofrer. N�o pode temer. N�o pode pecar. N�o tem que lutar. Voc� n�o pode mudar isso jamais. Ele � belo. � amor, intelig�ncia, sabedoria, felicidade. Essa � a VERDADE. � a sua VERDADE, a minha, a de todos os seres humanos, agora mesmo.
N�o � que o ser humano seja Deus. Assim como uma gota de �gua do mar n�o � o mar. Mas cont�m tudo o que forma e cont�m o mar, em um grau infinitesimal; para um �tomo, essa gota de �gua � um mar.
Qualquer coisa que voc� esteja manifestando; que esteja te acontecendo contr�rio a Harmonia Perfeita, ou que voc� mesma esteja fazendo, ou sofrendo contr�rio a Harmonia Perfeita, se da por uma falsa cren�a que voc� criou, voc� j� sabe, e que, por reflexo voc� esta jogando para fora e atraindo seu igual do exterior. N�o tem liga��o com o seu Eu superior. Este continua perfeito. Suas condi��es e sua situa��o s�o perfeitas.
Agora, em cada uma das circunst�ncias enumeradas acima, voc� deve recordar o que acabo de dizer primeiramente, e depois dizer mentalmente ou em voz alta, como voc� quiser, �N�o o aceito�.
Fale com firmeza, mas com infinita suavidade. Os trabalhos mentais N�O NECESSITAM da for�a f�sica. Nem o pensamento nem o esp�rito t�m m�sculos. Quando disser �N�o o aceito�, fa�a como se voc� dissesse �N�o tenho vontade�, tranq�ilamente, por�m com a mesma convic��o e firmeza, sem gritar, sem viol�ncia, sem um movimento, sem nada brusco. Voc� me entende?
Depois de ter dito �N�o o aceito�, lembre que o seu Eu superior � perfeito; que suas condi��es s�o perfeitas. Agora diga: �Declaro que a verdade deste problema � (harmonia, amor, intelig�ncia, justi�a, abundancia, vida, sa�de, etc, qualquer que seja o oposto da condi��o negativa que voc� esta manifestando neste momento). Obrigado Pai que j� me ouviste�.
Voc� n�o tem que acreditar cegamente no que esta lendo, deve comprov�-lo por voc� mesmo. Na linguagem metaf�sica isso se chama �um tratamento�. Depois de todo tratamento, tem-se que conservar a atitude que se declarou. N�o se pode permitir que entre a d�vida a respeito da efic�cia do tratamento, nem se pode voltar a expressar em palavras os conceitos, opini�es e cren�as de antes, porque se destr�i, se anula o tratamento.
O prop�sito � transformar o padr�o mental que estava dominando o subconsciente, ou seja, o clima mental em que voc� estava vivendo, com toda a sua s�rie de circunst�ncias negativas. S�o Paulo disse: �Sois transformados pela renova��o de vossa mente� (Romanos: 12,2). Esta renova��o se faz mudando cada cren�a anterior � medida que v�o se apresentando em nossa vida (ou em nossa consci�ncia), em conhecimento de acordo com a Verdade.
H� convic��es que est�o t�o arraigadas que s�o o que se chamam em linguagem metaf�sica de �cristaliza��es�. Estas requerem mais trabalho que outras. Mas cada �nega��o� e �afirma��o� que se fa�a a respeito destas cristaliza��es vai-se apagando o desenho original, at� que desaparece totalmente e resta somente a Verdade.
Ver�s os milagres que acontecer�o em sua vida, em seu ambiente e em suas condi��es.
Voc� n�o tem defeitos, somente apar�ncia de defeitos. O que voc� v� como defeitos morais ou f�sicos s�o transit�rios porque ao �conhecer a verdade� do seu Eu verdadeiro, seu Cristo, seu Ser superior que � perfeito filho de Deus, feito � semelhan�a do Pai, come�am a apagar as imperfei��es que voc� esta apresentando ao mundo; isto � um fato constat�vel. Todo estudante de metaf�sica crist� pode confirmar isso que acabo de dizer.
Esta � A GRANDE VERDADE. N�o a esque�a jamais. Comece agora mesmo a pratic�-la. Quanto mais se pratica mais se realiza, mais se evolui e mais feliz te sentir�s.
Lembre-se, voc� � �nico, como as suas impress�es digitais; voc� foi criado por um desenho �nico, para um prop�sito especial que ningu�m mais pode cumprir. Voc� demorou 14.000 anos para evoluir at� onde voc� est� hoje. As express�es de Deus s�o infinitas. Voc� e eu somos somente duas formas destas infinitas express�es. Seu Cristo � um ser inteligente que te ama com del�rio e que tem s�culos esperando que voc� o reconhe�a. Chegou o momento. Fale com ele, consulte-o e espere suas respostas. Ele � o guia e o Mestre �nico para voc�. Quando voc� chegar a compreender, aceitar e realizar essa verdade ser� o nascimento de Cristo para voc�. � o que esta profetizado para esta era. � o Messias. N�o � que Jesus vai voltar a nascer agora; � que cada um vai encontrar o Cristo da sua consci�ncia e no seu cora��o, tal como aconteceu a Jesus. Por isso o chamaram �Jesus Cristo�.

Capitulo: IV

O DECRETO

Cada palavra que se pronuncia � um decreto que se manifesta no exterior. A palavra � o pensamento falado.
Jesus disse duas coisas que n�o foram levadas a s�rio. Uma, �POR TUAS PALAVRAS SER�S CONDENADO E POR TUAS PALAVRAS SER�S JUSTIFICADO� .Isso n�o significa que os outros nos julgar�o pelo que dizemos, ainda que isso tamb�m seja verdade; como voc� j� viu o MESTRE ensinava metaf�sica, s� que a ra�a humana n�o estava ainda madura o suficiente para entender. Em varias ocasi�es Ele o advertiu dizendo que tinha ainda muitas outras coisas que dizer, mas que n�o poderiam ser compreendidas. Em outras ocasi�es disse que aquele que tiver ouvidos para ouvir, que ou�a. A segunda refer�ncia que fez ao poder da palavra foi: �N�O � O QUE ENTRA PELA BOCA QUE CONTAMINA O HOMEM, SEN�O O QUE DA SUA BOCA SAI; PORQUE O QUE DA SUA BOCA SAI DO CORA��O PROCEDE�. Mais claro que isso n�o se pode expressar.
Proponho que voc� preste aten��o a tudo o que voc� decreta em um s� dia. Vamos recordar. �Os neg�cios est�o p�ssimos�. �As coisas andam p�ssimas�. �A juventude esta perdida�. �O tr�nsito esta imposs�vel�. �O servi�o est� insuport�vel�. �N�o se consegue trabalho�. �N�o deixe isso em qualquer lugar porque v�o te roubar�. �Os ladr�es est�o assaltando em todas as esquinas�. �Tenho medo de sair�. �Olhe que voc� vai cair�. �Cuidado, assim voc� se mata�. �Um carro vai te atropelar�. �Voc� vai quebrar isso�. �Tenho uma m� sorte...�. �N�o posso comer isso, me faz mal�. �Minha mem�ria n�o presta�, �minha alergia...�, �minha dor de cabe�a...�, �meu reumatismo...�, �minha m� digest�o...�. �Esse cara � um bandido!�.�Essa da� � uma desgra�ada�. �� l�gico que isso tinha que acontecer comigo...!�. N�o te surpreenda e nem reclame se ao express�-lo voc� veja acontecer. Voc� decretou. Voc� deu uma ordem que tem que ser cumprida. Agora lembre e n�o esque�a jamais, cada palavra que voc� pronuncia � um decreto. Positivo ou negativo. Se, � positivo te manifesta o bem. Se, � negativo te manifesta o mal. Se, � contra o pr�ximo � o mesmo que voc� estivesse decretando contra voc�. VOLTA PARA VOC�. Se voc� � bondoso e compreensivo com o pr�ximo, voc� receber� bondade e compreens�o dos demais. E quando acontecer algo chato, negativo, desagrad�vel, n�o diga �Mas eu n�o estava pensando, nem com medo que isso acontecesse!�. Tenha sinceridade e a humildade de lembrar em quais termos voc� falou de algum �pr�ximo� . Em que momento saiu do seu cora��o um conceito velh�ssimo, arraigado, que talvez seja somente um costume social, como todos os outros citados acima e que voc� n�o tem desejo de continuar usando.
Como o sentimento que acompanha a um pensamento � o que se grava mais firmemente no subconsciente, o Mestre Jesus, que jamais empregou palavras sup�rfluas, o expressou muito bem ao dizer, �o que da boca sai, do cora��o procede�, e isso nos d� uma chave inequ�voca. O primeiro sentimento que nos ensinam � o temor. Nos ensinam nossos pais, primeiramente, logo nossos professores de religi�o. Ao sentir medo nos acelera o cora��o. Costumamos dizer �meu cora��o vai sair pela boca� para demonstrar o grau de temor que sentimos em certo momento. O temor � o que est� por traz de todas as frases negativas que citei acima.
S�o Paulo disse: �Somos transformados pela renova��o de nossas mentes�. Cada vez que voc� se encontre dizendo uma frase negativa, saber� que classe de conceito errado voc� tem arraigado no subconsciente, saber� a que classe de sentimento obedece: temor ou desamor, corte-o, apague-o negando, chame-o por mentiroso e afirme a verdade, se voc� n�o quer continuar manifestando-o em seu interior. Em pouco tempo desta pr�tica voc� perceber� que sua forma de falar � outra, que o seu modo de pensar � outro. Voc� e sua vida se transformar�o pela renova��o de sua mente.
Quando voc� estiver reunido com outras pessoas, voc� perceber� perfeitamente a classe de conceitos que eles possuem, e o constatar� em tudo que lhes acontece. Sempre que voc� escutar conversas negativas n�o afirme nada do que expressam. Pense �N�o aceito nem para mim, nem para eles�. Voc� n�o tem que dizer a eles. � melhor n�o divulgar a verdade que voc� esta aprendendo, n�o porque voc� tenha que ocultar, mas porque h� uma m�xima ocultista que diz: �Quando o disc�pulo est� preparado, o mestre aparece�. Por lei de atra��o, todos os que est�o preparados para subir de grau s�o automaticamente aproximados ao que os possa elevar, portanto n�o fa�a trabalho de catequista. N�o obrigue ningu�m a receber li��es sobre a VERDADE, porque pode ser que aqueles que voc� pensa que est�o mais dispostos, s�o os que menos simpatizam com ela. A isto se referia Jesus quando disse:�N�o deis aos c�es as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas p�rolas; n�o aconte�a que as pisem com os p�s, e, voltando-se, vos despedacem�.

CAPITULO: V

A F� MOVE MONTANHAS?
POR QUE, E COMO?

Todo mundo conhece o ditado e o repete freq�entemente. O repete como o papagaio, pois n�o sabe em realidade o que significa, nem por que, nem como � isso que a f� move montanhas.
Poucos sabem que o medo tamb�m move montanhas. O medo e a f� s�o uma mesma for�a. O medo � negativo e a f� � positiva. O medo � a f� no mal. Ou seja, a convic��o de que algo ruim vai acontecer. A f� � a convic��o de que o que vai acontecer � bom, ou que vai terminar bem. O medo e a f� s�o as duas faces da mesma moeda.
Preste aten��o; voc� jamais tem medo de que vai te acontecer algo bom. E jamais �tem f� que vai acontecer alguma coisa m�. Sempre associamos a f� a algo que desejamos; e n�o creio que voc� deseja mal para voc� mesmo! A isso voc� tem medo, n�o � verdade?
Tudo o que voc� tem medo, voc� atrai e acontece. Agora, quando acontece geralmente voc� diz com ar triunfante: �Aha!! Eu sabia! O pressenti!�.E sai correndo a cont�-lo e repeti-lo para mostrar os seus dotes de clarividente. O que aconteceu na verdade � que voc� o pensou com medo. Voc� pressentiu? Claro. O pressentiu; voc� mesmo esta dizendo. Voc� sabe que tudo o que pensa, sentindo ao mesmo tempo uma emo��o, � o que se manifesta ou se atrai. Voc� o antecipou e esperou. Antecipar e esperar � f�.
Agora preste aten��o, tudo o que voc� espera com f� vem, acontece. Ent�o, se voc� sabe que tudo isso � assim, o que te impede de usar a f� para tudo o que voc� deseja? Amor, dinheiro, sa�de, etc. � uma lei natural. � uma ordem divina. Cristo o ensinou com as seguintes palavras que voc� conhece: �Tudo o que pedires em ora��o, crendo, o receber�s�. Eu n�o o inventei. Est� no Capitulo n�mero 21, vers. 22 de S�o Mateus. E S�o Marcos o expressa mais claro ainda: �Tudo o que pedires orando, crendo o receber�s�. S�o Paulo o diz em palavras que n�o t�m outra interpreta��o: �A f� � a certeza do que se espera, a convic��o do que se v�. Acima te disse que a f� � a convic��o do bem.
Agora te direi que a convic��o vem pelo conhecimento. Suponhamos que voc� vive no interior e que jamais foi a capital. Voc� quer ir para a capital, e toma o trem, o carro ou o avi�o. Voc� sabe onde fica a capital e como chegar l�. Um dia voc� vai para a capital e utiliza a condu��o que melhor lhe convenha, por�m pelo caminho voc� n�o vai com medo de desviar-se para a lua. N�o � verdade? Se voc� fosse um �ndio selvagem poderia estar tremendo de pavor por desconhecer totalmente o que esta acontecendo. Mas sendo uma pessoa civilizada voc� vai tranq�ilo sabendo que mais cedo ou mais tarde chegar� a capital. O que te d� esta f�? O conhecimento.
A ignor�ncia dos princ�pios da cria��o � que faz que o mundo tema o mal, n�o saiba empregar a f�, nem sequer o que � ela.
A f� � convic��o, seguran�a; mas � necess�rio que esteja baseada no conhecimento. Voc� sabe que a capital existe e vai at� ela. Por isso voc� sabe que n�o vai parar na lua.
Agora voc� sabe que quando deseja algo, se tem medo de n�o obt�-lo n�o o obter�. Se o nega antes de receb�-lo, como no exemplo dado na ora��o que dirige a Deus a maioria dos humanos: �Deus meu conceda-me tal coisa, ainda que eu saiba que n�o me dar�s por que vai pensar que n�o me conv�m�; N�o o obter� porque de antem�o j� o negou. Voc� confessou que n�o o espera!
Deixe-me te dar a f�rmula metaf�sica para obter qualquer coisa que desejar. � uma f�rmula; portanto h� que empreg�-la para tudo. Comprove por voc� mesma. N�o creia cegamente.
�Eu desejo tal coisa. Em harmonia para todo mundo e de acordo com a vontade divina. Segundo a gra�a e de maneira perfeita. Obrigado Pai que j� me ouviste�.
Agora, n�o duvide nem um instante. Voc� empregou a f�rmula m�gica. Cumpriu com toda lei e n�o tardar� em ver o seu desejo manifestado. Tenha paci�ncia. Quanto mais tranq�ilo esperar, mais r�pido ver� o resultado. A impaci�ncia, a tens�o e tentar �empurrar mentalmente� destroem o tratamento (a f�rmula � em metaf�sica o que se chama �um tratamento�).
Para que conhe�a o que fez ao repetir a f�rmula, vou explicar o processo detalhadamente. Ao dizer �em harmonia para todo mundo� voc� eliminou todo o perigo de que a sua conveni�ncia prejudique a outro, como tamb�m se faz imposs�vel desejar mal para outro. Ao dizer �de acordo com a vontade divina�, se o que voc� deseja � menos que perfeito para voc�, ver� acontecer algo muito melhor do que esperava. Neste caso significa que o que estava desejando n�o ia ser o suficiente, n�o ia ser t�o bom quanto voc� pensava. A vontade de Deus � perfeita.
Quando voc� diz �segundo a gra�a e de maneira perfeita�, encerra um segredo maravilhoso. Mas deixe-me dar um exemplo do que acontece quando n�o se sabe pedir segundo a gra�a e a perfei��o; uma senhora necessitava urgentemente uma soma em dinheiro e pediu para o dia 15. Tinha absoluta f� de que o receberia, mas seu ego�smo e indiferen�a n�o lhe inspiraram a pedir com alguma considera��o para os outros. No dia seguinte um carro atropelou a sua filha, e no dia 15 recebeu a soma exata que havia pedido. A seguradora lhe pagou pelo acidente da sua filha. Ela trabalhou contra a lei e contra ela mesma.
Pedir �segunda a gra�a e de maneira perfeita� � trabalhar com a lei espiritual. A lei de Deus que se manifesta sempre no plano espiritual. Ali (no plano espiritual) tudo � perfeito, sem obst�culos, sem inconvenientes, sem trope�os nem danos para ningu�m, sem lutas nem esfor�os, �bem suave, bem suave�, tudo com grande amor, e esta � a nossa Verdade. Essa � a Verdade que ao ser conhecida nos faz livres.
�Obrigada Pai que j� me ouviste� � a express�o mais alta de f� que podemos abrigar. Jesus a ensinou e a aplicava em tudo, desde antes de partir o p�o com que alimentou as cinco mil pessoas, at� para dizer como transformar o vinho em seu sangue. Dando gra�as ao Pai antes de ver a manifesta��o. Como ir� vendo, tudo o que ensinou Jesus � metaf�sico.
Tudo que voc� desejar, tudo o que necessitar, voc� pode manifestar. O Pai j� previu tudo, j� te deu tudo, mas h� que ir pedindo a medida que se sinta a necessidade. Somente h� que recordar que n�o se pode pedir mal para outro porque volta para voc�, e tudo o que pedir para voc�, deve pedir tamb�m para toda a humanidade, porque todos somos filhos do mesmo Pai.
Por exemplo: Pe�a grande. O Pai � muito rico e n�o gosta de mesquinhez. E n�o diga �Ai, Papai Deus, me de uma casinha. S� te pe�o uma casinha, ainda que seja pequenininha�, Quando em realidade voc� necessita uma casa muito grande porque a sua fam�lia � numerosa! Voc� receber� somente o que pede. Pe�a assim: �Pai, da� a mim e a toda humanidade, todas as maravilhas do teu Reino� e agora fa�a a sua lista.
Para ir fortificando a f�, fa�a uma lista de coisas que voc� deseja ou que necessita; enumere os objetos ou as coisas. Ao lado desta lista fa�a outra enumerando coisas que voc� deseja ver desaparecer ou em voc� mesmo ou no exterior. No mesmo papel escreva a f�rmula que te dei anteriormente. Leia seu papel todas as noites. Voc� n�o deve sentir a menor d�vida. Agrade�a novamente quantas vezes voc� pensar no que escreveu. A medida que as coisas enumeradas se realizem, risque-as. E ao final quando todas estejam realizadas, n�o seja t�o mal agradecido de pensar: �Talvez, estas coisas iam acontecer de qualquer jeito�, porque � mentira. Voc� recebeu porque pediu corretamente. O exterior se acomodou para deix�-las passar.
Como voc� esta muito acostumado a sentir medo por uma variedade de raz�es, cada vez que voc� se encontre �atacado� por algum medo, repita a f�rmula seguinte que ir� apagando o reflexo gravado no subconsciente: �Eu n�o tenho medo. N�o quero o medo. Deus � amor e em toda a Cria��o n�o h� nada a temer. Eu tenho f�. Quero sentir f�.
Um grande mestre dizia �O �nico que se deve temer � o temor�. Voc� deve repetir a f�rmula ainda quando esteja tremendo de terror; ainda mais neste momento. Somente o desejo de n�o ter medo e o desejo de ter f� bastam para cancelar todos os efeitos do medo, e para nos situar no p�lo positivo da f�.
Suponho que voc� j� conhece o princ�pio psicol�gico que diz, quando se apaga um costume h� que substitu�-lo por outro. Cada vez que se nega ou se recusa uma id�ia cristalizada no subconsciente, esta se apaga um pouquinho. O pequeno vazio que se faz deve ser completado imediatamente com uma id�ia contr�ria; sen�o, o vazio atrair� id�ias da mesma classe, que sempre est�o suspensas na atmosfera, pensadas por outros. Pouco a pouco voc� perceber� que os seus medos desaparecem, se � que voc� tem vontade de ser constante, repetindo a f�rmula em todas as circunst�ncias que se apresentem.
Pouco a pouco voc� ver� que unicamente te aconteceram as coisas como voc� as deseja. �Por seus frutos os reconhecereis�, disse Jesus.
Este grande instrumento � �o poder do decreto�- se apresenta a nossa aten��o naquela extraordin�ria historia da cria��o, que encontramos nos primeiros cap�tulos do G�nese na B�blia. Sugiro que voc� leia este maravilhoso relato. Enquanto l� voc� perceber� que o Homem (isto quer dizer voc� e eu) n�o foi criado para ser a pe�a de jogo das circunst�ncias, a v�tima das condi��es ou uma marionete movida de um lado a outro por poderes fora do seu dom�nio. Ao inv�s disso, encontramos que o Homem ocupa o pin�culo da Cria��o; que, longe de ser o mais insignificante do universo �, pela mesma natureza dos poderes que lhe deu seu Criador, a suprema autoridade designada por Deus para reger Terra e toda coisa criada. O Homem est� dotado dos mesmos poderes do Criador porque � �feito a Sua imagem e segundo Sua semelhan�a�. O Homem � o instrumento por meio do qual a sabedoria, o amor, a vida e poder do Criador Esp�rito, se expressa em plenitude.
Deus situou o Homem em um universo que responde e � obediente (incluindo seu corpo, seus assuntos, seu ambiente) e que n�o tem outra alternativa do que levar a efeito os editos ou decretos de sua suprema autoridade.
O poder de decretar � absoluto no Homem; o dom�nio que Deus lhe deu � irrevoc�vel; e ainda a natureza b�sica do Universo � boa na avalia��o do Criador, pode aparecer ante ao Homem somente como ele decrete que apare�a. Vemos que enquanto o Homem foi obediente ao seu Criador manteve seu poder de pensar e fazer decretos de acordo com o Esp�rito do Bem, que � a estrutura da Cria��o, viveu em um universo de bem, um �Jardim do Eden�. Mas quando o Homem �caiu� ao comer da �rvore do conhecimento do bem e do mal, escolheu basear seu pensamento e usar seus poderes no bem e no mal � o que como agente livre podia fazer � imediatamente encontrou suor e cardos misturados com o seu p�o de cada dia. Desde a �queda� o Homem se atarefou, declarando seu mundo bom ou mal e suas experi�ncias s�o de acordo com os seus decretos. Isto demonstra evidentemente como responde o Universo e qu�o completos e de grande alcance s�o o dom�nio e a autoridade do Homem.

CAPITULO: VI

AMOR

Falta somente este Capitulo: para que voc� termine de conhecer o Primeiro Principio da Cria��o: O Principio do Mentalismo cujo lema � �Tudo � Mente�.
Jesus Cristo disse: �Sois deuses� (Evangelho de S�o Jo�o,cap.10 � 34). Toda a Cria��o, foi um pensamento manifestado, assim o homem, que � um deus em pot�ncia, cria com o pensamento tudo o que ele v� manifestado, em igualdade e semelhan�a de seu Criador. Isto voc� j� aprendeu. Tamb�m aprendeu a mec�nica desta cria��o mental; o car�ter, (positivo ou negativo) do criado; a for�a (f� ou medo), que determina o car�ter; a maneira de mudar o aspecto exterior do que voc� criou (negando e afirmando); o poder da palavra, que � o pensamento falado e portanto confirma as ordens que voc� deu com os seus pensamentos; e finalmente a f�rmula infal�vel para criar, manifestar e obter o melhor, o mais alto e perfeito: �Conhecendo a Verdade�, acatando a ordem do Mestre Jesus. Voc� sabe que esta Verdade � que fomos criados perfeitos por um Criador perfeito, com a ess�ncia perfeita dele mesmo, com livre arb�trio para criar de maneira positiva ou negativa; portanto o mal n�o � uma cria��o de Deus. N�o tem nenhum poder frente � Verdade, que desaparece ao substitu�-lo pelo pensamento e a palavra positiva. Jesus disse: �N�o resistais ao mal� (S�o Mateus,cap.5-39), ou seja, que dominemos o mal com o bem. A �nica Verdade � o Bem.
De agora em diante voc� n�o poder� jamais culpar ningu�m do que te acontecer. Ter� que se olhar frente a frente e perguntar: �Como foi o meu clima mental nesta circunst�ncia? Foi positivo ou negativo? Senti f� ou medo? Quais os tipos de decretos lancei com as minhas palavras?�. �Pelos seus frutos os conhecereis�. Voc� ter� que ser sincero e responder a verdade. Voc� est� feliz com o que esta vendo? Ou te desagrada? Voc� dir�.
Em metaf�sica crist� dizemos que Deus tem sete aspectos: Amor, Verdade, Vida, Intelig�ncia, Alma, Esp�rito e Principio. Todos estes aspectos s�o estados invis�veis, mentais. N�o podemos v�-los nem toc�-los, mas sentimos e apreciamos os seus efeitos. Existem, atuam, s�o reais, s�o coisas e nenhum se pode negar.
Amor se chama ao car�ter de Deus, o primeiro aspecto de Deus, a for�a mais potente de todas as for�as e a mais sens�vel. Poucas pessoas sabem o que realmente � o amor; a maioria cr� que � aquilo que se sente pelos pais, filhos, esposos, namorados, etc. Afeto, carinho, atra��o, antipatia e �dio s�o diferentes graus de uma mesma coisa: sensa��o. O amor � muito complexo e n�o se pode definir com uma s� palavra, mas j� que em nosso planeta se entende por amor a sensa��o, e esta � somente a �pequena borda� exterior do amor, tratemos de aproximar a sensa��o o mais que se possa ao amor, para come�ar a compreend�-lo. O ponto central na escala que vai desde o �dio at� o sentimento que chamamos aqui de �amor�, � a toler�ncia e a boa vontade.
Parece uma contradi��o, mas quando se �ama� muito, muito ou demais, falta toler�ncia e boa vontade. Quando se odeia, falta toler�ncia e boa vontade. Ou seja, tanto o excessivo amor como o excessivo desamor � a nega��o da toler�ncia e da boa vontade. Jesus disse:�Paz aos homens de boa vontade�. O qual implica que, o que passe da� n�o traz paz. A paz esta no centro, o perfeito equil�brio, nem demais nem de menos, em tudo. Todos os excessos, ainda o excesso de Bem (excesso de dinheiro, de amor, de caridade, de ora��o, de sacrif�cio, etc) desequilibram o peso da balan�a: pendem para um dos lados, e tiram a paz. Quando o G�nesis diz:�De todos os frutos do para�so podeis comer, salvo do fruto da �rvore da ci�ncia do Bem e do Mal� se refere a isso precisamente. O tronco da �rvore simboliza o centro, o equil�brio. Os ramos partem deste centro, desprendendo-se para os lados produzindo �frutos�. Alguns se manifestam bons outros maus, simbolizam os extremos. Assim �o fruto proibido� que tanta tribula��o causou ao mundo n�o � outra coisa que os extremos. O excesso em todos os aspectos; pois Deus que tudo criou declarou toda a sua obra �boa� (leia-o em G�nesis) e somente menciona a palavra �Mal� com respeito ao excesso.
Um par�ntese para recomendar-lhe que leia e medite no Capitulo de Eclesiastes que come�a: �Tudo tem o seu tempo...� (A B�blia).
Voltemos ao amor. Aquelas m�es que dizem amar tanto seus filhos que n�o lhes permite separar-se do ninho, nem casar, nem atuar independente delas quando j� s�o homens e mulheres maiores de idade, n�o amam. S�o ego�stas e o que sentem � desejo de possess�o. Aquelas namoradas ou esposas que sofrem torturas de ci�mes, igualmente. Estes tipos de �amor� n�o s�o outra coisa que excesso de sentimento. Ultrapassam a medida e portanto v�o al�m da toler�ncia e da boa vontade.
Geralmente, o excesso de sentimento prova que h� falta de desenvolvimento da intelig�ncia. Isto sem duvida causar� indigna��o nas pessoas que enchem a boca dizendo-se �muito sentimentais�. A ningu�m lhe agrada que outro lhe descubra a sua falta de intelig�ncia, mas podem comprovar. O excesso de emotividade, como todo excesso � �mal�. � prova de que falta o que lhe fa�a contrapeso. O excesso de calor, por exemplo, se equilibra com igual quantidade de frio para ser suport�vel ou desagrad�vel. A intelig�ncia � fria. A emo��o � quente. Uma grande capacidade emotiva � uma qualidade magn�fica e muito desej�vel, sempre que esteja equilibrada com igual capacidade intelectual. Isso � o que produz os grandes artistas. Mas o artista tem a sua arte para verter toda sua pot�ncia emotiva. Por outro lado, a pessoa exageradamente emotiva e com pouco desenvolvimento intelectual verte toda sua paix�o nos seres humanos que a rodeiam, pretende at�-los e que cumpram a sua vontade.
O rem�dio para a excessiva emotividade � pensar e refletir muito, sobretudo meditar durante um tempo e diariamente, na intelig�ncia. Come�ando por perguntar-se: Que coisa � a intelig�ncia? Pensando em que tudo cont�m intelig�ncia no universo, as plantas, os animais, etc e terminando por afirmar �Eu sou inteligente, com a intelig�ncia de Deus mesmo, j� que sou criado da mesma ess�ncia do Criador; pela intelig�ncia, com a intelig�ncia e da intelig�ncia de Deus�. Aos poucos dias de repetir este tratamento se notar� uma mudan�a na elasticidade e acuidade mental; e somente com uma semana do exerc�cio se aprecia a transforma��o na forma de amar aos demais, uma serenidade, uma generosidade peculiar que nunca se imaginaria capaz de expressar. Ao mesmo tempo se nota uma mudan�a total nos demais para com voc�. Isso de deve a que somos �indiv�duos� ou seja, indivis�veis; e o que afeta a um, afeta a todos. O degrau que voc� subir ajuda toda a ra�a.
Agora trataremos do inimigo Numero Um de toda a humanidade: O ressentimento e o rancor, para n�o dizer o �dio. Quase n�o h� seres humanos que estejam livres de ressentimentos, sem saber que isso amarga a vida inteira, influencia no mal toda manifesta��o e � a causa de todas as decep��es que sofremos, ainda quando se aprende a �negar e afirmar�, a �conhecer a Verdade�, a vigiar e corrigir os pensamentos e as palavras. Somente um ressentimento, um rancor gravado no subconsciente e na alma atua como uma fonte de fel emanando sua gota de amargura, manchando tudo e contrariando os nossos maiores e sublimes anelos. Nada, nem a demonstra��o mais perfeita pode perdurar enquanto exista aquele foco infeccioso malogrando nosso pr�prio ser! A B�blia, as igrejas, as religi�es se cansam de advogar pelo perd�o e o amor pelos inimigos; e tudo � em v�o enquanto n�o ensinem a forma pr�tica de impormos o perd�o aos que nos ferem. Muito se ouve �Eu perd�o, mas n�o posso esquecer�. Mentira. Enquanto se recorde o dano, n�o se perdoou.
Vamos dar a f�rmula infal�vel para perdoar e esquecer ao mesmo tempo, para nossa pr�pria conveni�ncia j� que isso nos coloca no ponto central do equil�brio, o da toler�ncia e boa vontade, sendo esse esfor�o AMOR. S�o Jo�o, o Apostolo do amor diz:�O Amor � o cumprimento da lei�. Cumprir com a lei do amor � cumprir com todas as leis. � estar com Deus, em Deus � ser feliz, satisfeitos e completos em todas nossas manifesta��es. Meu mestre dizia:�O homem que ama bem � o homem mais poderoso do mundo�. E aqui a receita para bem amar: Cada vez que voc� sinta algo desagrad�vel com rela��o a outro; ou que voc� esteja ressentido com algo que te fizeram; ou que reconhe�a um franco rancor ou um desejo de vingan�a, ponha-se deliberadamente a recordar (n�o � tentar esquecer o que o magoou), lembrar tudo de bom que voc� conhece daquela pessoa. Reviva os momentos agrad�veis que voc� passou em sua companhia em tempos passados, anteriormente ao momento em que te feriu. Insista em lembrar do bom, suas boas qualidades, o que voc� pensava dela. Se voc� conseguir rir de alguma piada que ela disse ou de algo engra�ado que passaram juntos, o milagre se fez. Se n�o for suficiente somente um tratamento, repita-o tantas vezes quanto seja necess�rio para apagar o rancor e o ressentimento. Conv�m faz�-lo �at� setenta vezes sete�.
Isto � o cumprimento da lei dada por Jesus:�N�o resistais ao mal�. Isto � dar a outra face. � amar aos inimigos, aben�oar aos que nos maldizem, fazer o bem aos que nos aborrecem e orar pelos que nos ultrajam e perseguem, tudo sem nos expor a que nos pisoteiem. Se voc� o faz com sinceridade vai perceber algo muito estranho, � que te sentir�s libertado primeiramente, e logo, que uma montanha de pequenos inconvenientes que aconteciam e que voc� n�o sabia a que atribuir, desaparecem como por encanto e a sua vida entra nos trilhos. Al�m do mais voc� se ver� amado por todo mundo, ainda por aquelas pessoas que antes n�o te quiseram bem.

NEGA�OES E AFIRMA�OES

Frente a uma enfermidade pr�pria ou alheia:
Nego a apar�ncia de toda afec��o f�sica. N�o a aceito nem para mim nem para ningu�m. A �nica verdade esta no esp�rito e tudo o inferior se amolda a minha palavra, ao reconhecer a Verdade. Em nome de Jesus Cristo que nos autorizou, decreto que eu e todos somos Vida. A Vida � sa�de, for�a e alegria. Obrigada Pai que j� me ouviu.

Frente a todo medo (pr�prio ou alheio) :
Nego o medo. Deus n�o criou o medo, logo n�o tem outra exist�ncia que a eu queira dar, e eu n�o o aceito, n�o desejo mais esta apar�ncia criada por mim. Solto e deixo ir toda sombra de medo em mim (ou em ti). Jo�o, o Ap�stolo, disse: �O amor desterra todo temor�. Deus � amor, eu sou seu filho, sou feito em, por e de amor. Esta � a Verdade. Obrigada Pai .

Frente a toda tristeza (pr�pria ou alheia) :
Nego a pr�pria exist�ncia desta tristeza (pena ou depress�o) Deus n�o a autoriza. Apago em mim toda tend�ncia a negatividade. N�o a necessito. N�o a aceito. Deus � bem estar, gozo e alegria. Eu sou bem estar, gozo e alegria. Obrigada Pai por... (comece a enumerar tudo o que tenha, at� o mais insignificante).

Frente a qualquer falha ou escassez :
Nego toda apar�ncia de escassez. N�o � a verdade, n�o posso aceit�-la, n�o a quero. A abund�ncia de tudo � a verdade. Meu mundo cont�m tudo. Tudo j� est� previsto, tudo dado por um Pai todo amor, somente tenho que pedir o meu bem. Mostre-me o caminho, Pai, fale que seu filho te escuta. Obrigada Pai.

Frente a tudo o que n�o seja harmonioso:
Nego a falta de harmonia. N�o aceito esta apar�ncia de conflito. Deus � harmonia perfeita. No esp�rito n�o h� choque, nem contrariedade, nem luta, nem coisa alguma que se oponha ao cumprimento da perfeita harmonia. Obrigado Pai, bendigo a Sua harmonia nesta circunst�ncia.

Pela paz mundial e frente a toda apar�ncia contraria:
Obrigada Pai que �s Paz. Obrigada Pai que nada do que est� contrariando a Paz tem consist�ncia, que tudo � cria��o dos que te ignoram. Perdoe-os que n�o sabem o que fazem. Fa�a-se a sua vontade aqui na terra como � em Ti. Obrigada Pai.

Todo o anterior te dou para que voc� aprenda a formular as suas ora��es. Como todo dia estamos pensando e decretando, todo o dia estamos orando, em forma negativa ou em forma positiva, e criando nossas pr�prias condi��es, estados e sucessos.
O importante � manter-se no animo que expressa a ora��o. Se depois de afirmar voc� se deixar regressar ao p�lo negativo, destr�i o efeito da ora��o. Cuida de teus pensamentos. Cuida das suas palavras. N�o te deixes arrastar pelo que expressam os outros. Lembre-se que eles ignoram o que voc� j� est� conhecendo.
O que pense e pe�a para voc�, pense tamb�m para os demais. Todos somos um em esp�rito e essa � a forma mais efetiva de dar. Melhor que p�o e esmola, j� que o p�o e a esmola duram somente uns instantes, enquanto que a Verdade fica com o outro para sempre. Tarde ou cedo seu Dom espiritual lhe entrar� na mente consciente e voc� haver� feito trabalho de salva��o de um irm�o. O Principio do Ritmo, que � a lei do p�ndulo, o bumerangue, devolve o bem que voc� faz (como tamb�m o mal que voc� faz).
Foi dito que �Um com Deus � a maioria�, de maneira que uma s� pessoa que eleve a sua consci�ncia ao plano espiritual e reconhe�a a Verdade na forma expressada anteriormente, � capaz de salvar da ru�na uma organiza��o, salvar da crise uma comunidade, uma cidade ou na��o, por que atua no plano espiritual que � a Verdade e esta domina todos os planos inferiores. �Conhece a Verdade e ela os far� livres�.
Leituras recomendadas:
- O Serm�o da Montanha por Emmet Fox.
- Li��es sobre a Verdade por H/Emilie Cady
- O Cabalion por Tr�s Iniciados
Os dois primeiros se obt�m escrevendo a �Unity Panamericano, n.100 West 73rd. St.New York,23,N.Y., que e o Centro Hispano de Unity Schoool of Christianity�.

Advert�ncia: Cada livro Metaf�sico deve ser lido muitas vezes. Cada vez que se rele se compreende melhor. Agora, somente os que praticam ficam conosco. Os que somente l�em e n�o praticam, se v�o.

CAPITULO VII

SIGNIFICADO METAF�SICO DOS 10 MANDAMENTOS DE MOIS�S

Parece que ainda n�o foi poss�vel comprovar se Mois�s era o que diz a B�blia ou, se era realmente o filho de uma princesa eg�pcia irm� de Ramses II. Seu nome significa �Extra�do das �guas� (no simbolismo b�blico) e como a B�blia, em grande parte est� formada por relatos simb�licos, destinados a proteger a grande Verdade contra as interpreta��es err�neas daqueles que n�o tenham o amadurecimento necess�rio para coloc�-lo em pr�tica, � muito poss�vel que todo relato b�blico, com respeito a seu nascimento hebreu e sua ado��o pela princesa, seja tamb�m simb�lico e n�o hist�rico.
Em todo caso,  a verdade de sua proced�ncia n�o afeta o que ele ensinou. Mois�s foi um grande iluminado, um grande Mestre da Verdade metaf�sica, que n�o somente libertou o povo hebreu da escravid�o e das condi��es infra-humanas em que se achavam, mas tamb�m ensinou a muitas tribos errantes que foram se juntando ao seu grupo  no deserto; e foi por esta raz�o que diferentes ra�as, descendentes daquelas tribos, adquiriram o culto monote�sta (um s� Deus), conservando-o at� hoje.
Tal concentra��o de pessoas, alguns totalmente primitivos; que n�o sabiam respeitar os outros; que matavam ao outro porque os incomodava; que deixavam perecer a mingua os anci�os porque representavam uma boca a mais; para eles uma mulher era somente uma f�mea que pertencia a todos; e outros n�o t�o primitivos como os judeus que haviam vivido como escravos dos eg�pcios, mas que n�o haviam conhecido outra coisa que o trabalho de sol a sol, sem tr�gua nem descanso; e que na conviv�ncia com os id�latras haviam adotado suas cren�as e esquecido o culto dos seus antepassados; isso obrigou  Mois�s a formular um c�digo de leis simples, ao n�vel mental de todos, expressadas em linguagem quase infantil mas com castigos dur�ssimos para cada infra��o, baseadas na amea�a e no terror, j� que esta � a �nica forma de domar um animal selvagem.
Mois�s foi educado no templo de Heli�polis que era como uma universidade. Ali se ensinava o que chamavam de Geometria naquela �poca, e que inclu�a n�o somente Matem�tica, mas tamb�m a Metaf�sica, Astrologia, Numerologia (significado dos n�meros) e um simbolismo triplo que usavam naqueles tempos para deixar registrada sua sabedoria, a servi�o das gera��es futuras, � medida que evolu�ssem.
O primeiro aspecto desta simbologia era simples, se refere � vida e mundo dos humanos. O segundo aspecto era metaf�sico. Trata da mesma condi��o mas no plano mental. O terceiro aspecto era hierogl�fico e trata do mesmo assunto no plano espiritual, este �ltimo aspecto � t�o profundo, que se diz ser intelig�vel somente para esp�ritos puros, e aqui est� nossa primeira exposi��o do Principio de Correspond�ncia que diz: �Como �  Em Cima � Embaixo� . Embaixo significa, no plano material, nas condi��es humanas, no vis�vel. Em Cima se refere ao invis�vel, ao mental e logicamente ao abstrato, espiritual.
O que diz o Princ�pio de Correspond�ncia � que todas as leis atuam em todos os planos, e que as condi��es de um plano se repetem no plano superior como no plano inferior. Isto voc� ver� claramente daqui para frente.
Assim elaborou Mois�s seus Dez Mandamentos ou Sepher Bereshit (como se chama este c�digo de leis no idioma hebreu), para que a humanidade, � medida que for evoluindo e despertando, v� se iniciando no ensinamento superior; e a seguinte interpreta��o n�o � invento de nenhum homem. Foi deixada em c�digos conhecidos por muitos adiantados, mas mantidas ocultas nestes mil�nios. Como voc� ver�, a humanidade j� aprendeu a primeira li��o, ou seja, que aprendeu a obedecer � lei em seu primeiro aspecto. A maioria � adulta mental e moralmente. H� um grande setor da humanidade que j� esta protestando no seu interior pelas contradi��es que h� entre o dogma e o sentido comum, e este � o sinal que indica o momento de dar o passo � frente. Pois a maioria come�a a raciocinar em alta escala.
Em s�ntese os dez mandamentos dizem:

1- N�o h� mais que um Deus.
2- N�o fabricar�s imagens, n�o as adorar�s nem lhes render� culto
3- N�o tomar� em v�o o nome do Senhor teu Deus
4- Santificar o s�timo dia
5- Honrar�s teu pai e tua m�e
6- N�o matar�s
7- N�o cometer�s adult�rio
8- N�o roubar�s
9- N�o levantar� falso testemunho
10- N�o invejar�s
Este grupo de leis se divide em dois grupos. Oito mandamentos aparentam ser proibi��es e come�am com a palavra �N�o�. Esses s�o os n�meros um, dois, tr�s,seis, sete, oito. nove e dez. Os n�meros quatro e cinco s�o recomenda��es. � primeira vista, o ser humano que ainda n�o aprendeu a raciocinar no plano mental-espiritual, os entende como proibi��es ou normas de conduta. Isto era necess�rio para que a grande maioria da humanidade recebesse a noticia, e logo se acostumasse a n�o matar, n�o roubar, n�o mentir, n�o invejar, a pensar no pr�ximo e na id�ia de um s� Deus.
Nos tempos de Mois�s, a popula��o do mundo se achava reduzida a um n�mero e a um setor da terra relativamente pequeno. No entanto, nesta �rea e neste n�mero pequeno a grande maioria era totalmente ignorante; e outros menos ignorantes; mas somente se contavam alguns realmente adiantados, ou educados. A grande massa humana de hoje sofreu tremendos golpes e pancadas, individuais e coletivos para aprender a comportar-se habitualmente de acordo com as regras �ticas de Mois�s; vendo superficialmente, dir�amos que n�o � assim. Dir�amos que a humanidade segue matando, roubando e mentindo, mas isso n�o � a verdade. N�o � verdade com respeito � grande maioria. Pois esta deseja a liberdade de adorar ao Deus �nico como melhor lhe pare�a. A grande maioria j� n�o rouba e nem mata. A grande maioria ama e cuida de seus anci�os; e finalmente, a terra inteira conhece e cumpre a recomenda��o de descansar um dia por semana.
� a minoria que n�o respeita as leis terrenas. � uma minoria muito reduzida que vive nas pris�es. � a minoria que desconhece a Deus; e finalmente, se ainda existem humanos que ignoram que h� uma coisa chamada �a lei� para castigar os que se comportam mal, estes s�o as  exce��es que comprovam o adiantamento da  maioria.
� chegado pois, o momento merecido pela grande maioria humana, de dar o pr�ximo passo adiante, ou seja, de receber e compreender o segundo aspecto da trilogia simb�lica, j� mencionado; o que trata do plano mental; porque o terceiro aspecto, o hier�glifo, n�o o compreenderemos at� que sejamos limpos de todo erro. Quando se nos possa catalogar de �esp�ritos puros�, ou seja, quando tenhamos aprendido a amar-nos uns aos outros. E vamos ao ponto.
Os tr�s primeiros mandamentos exp�em o Principio do Mentalismo j� tratado, de maneira que n�o vamos discuti-lo agora, somente no final, depois de expor o que encerra os mandamentos n�meros: seis, oito, nove e dez, ou seja, �N�o matar�s�, �N�o roubar�s�, �N�o levantar�s falso testemunho�, �N�o invejar�s�.
Para esclarecer, o voc�bulo �N�o�, n�o tem a mesma inten��o dos cartazes que nos colocam em pontos determinados das cidades e que dizem: �N�o jogar lixo�, �N�o pise na grama�. Esses s�o atos que o cidad�o pode cometer mas que n�o deve, e assim lhe ordena a autoridade. O �N�o� dos Mandamentos significa �N�o podes�, por mais que voc� tente. Que � in�til e absurdo que voc� continue acreditando que o pode fazer,  porque n�o o conseguir�. Meu mestre dizia que o �N�o� do Pentateuco equivale no idioma de hoje, a que algu�m dissera �N�o atravessar� nadando o oceano Atl�ntico�. Por que? Porque voc� j� sabe que n�o se pode nem mesmo tentar. N�o se possui a for�a necess�ria.
O corpo material n�o tem vontade pr�pria. N�o pode opor-se e nem mandar. A vida est� no esp�rito, na alma, no Eu Superior. Quando esta abandona o corpo de carne e osso somente fica a massa inerte, sem a vida, de maneira que se pode apunhalar o corpo de fulano; se pode por cianureto no caf� de beltrano; poderiam seus corpos deixar de existir no plano terreno, mas eles continuariam cheios de vida e conscientes no plano que segue e o �nico que se conseguiria � fazer que a lei do ritmo, ao devolver-se, golpeie voc�. Assim morrer�s pela m�o de outro ou por �acidente�. O conhecido ditado �Olho por olho, dente por dente� da B�blia e o popular �Quem com ferro fere, com ferro ser� ferido� , n�o s�o mitos. Mas n�o � Deus quem castiga (como se cr�) mas as Suas Leis; Seu Princ�pio rege em todos os universos e em todos os planos, tanto para retribuir o Bem como para cobrar o Mal. N�o � em v�o que se diz �A ordem � a primeira lei do c�u�, e Jesus disse �At� os cabelos da tua cabe�a est�o contados�.
Agora voc� compreender� melhor o ditado referente a que nenhum mal pode vir de fora para voc�. Ningu�m pode te fazer um dano se no seu �arquivo� n�o aparece que voc� tenha feito um dano similar a outro. Ningu�m pode �matar� sua reputa��o, nem o seu neg�cio, nem sua felicidade, nem o seu lar, nem nenhum pertence seu; nem voc� pode matar nada disso nos outros,  n�o existem acidentes nem casualidade. As grandes Leis te protegem. A grande maioria se sente incapaz de assassinar o pr�ximo, j� � muito! Mas agora vem o segundo aspecto do mandamento para nos dizer que � in�til tentar causar algum dano ao outro ou aos seus pertences por meio da cal�nia, da fofoca, da mentira ou de �truques�, e que o �nico que se consegue com isso � que a Lei devolva id�ntico mal a quem o fez. O bumerangue volta inevitavelmente ao ponto do qual foi lan�ado.
E agora com respeito a matar um inseto ou um animal. O sentido comum � a forma como se expressar a Sabedoria Divina atrav�s do homem. Aprenda esta m�xima de cor. Repita e recorde-a toda vez que voc� se encontre numa circunst�ncia duvidosa. Pare agora e a repita at� que se grave.
Somos os irm�os mais velhos de toda manifesta��o de vida inferior a nossa. A vida  toda � uma s�, expressando-se atrav�s de tudo o que ela possa animar. Os insetos, as aves e os animais s�o seres humanos em pot�ncia. Est�o em etapas muito prim�rias de sua evolu��o e algum dia, depois de muitos, muitos mil�nios adquirindo subst�ncias e materiais, experi�ncias e pr�ticas, elevando-se de forma em forma, de reino em reino, chegam a condensar tudo isso na forma exterior de um ser humano. Quase nunca se retrocede. Quero dizer que, se pode estacionar e retardar, desviar e optar por um caminho diferente, mas o exemplo de n�o retroceder jamais � dado pela nossa Terra. Ela jamais volta sobre seus passos. Empregou milh�es de anos em transformar-se de nebulosa em planeta e depois em produzir seres viventes. O dia jamais volta das dezenove para as doze horas. O homem n�o pode destruir sua ess�ncia para renascer em animal. Sabendo tudo isso, ao contemplar um animalzinho vivente, deve dar-nos uma compaix�o muito grande pensar no trabalho que est� fazendo e o que lhe est� custando aprender a movimentar-se, adaptar-se e mover-se no seu mundinho de uma dimens�o, e ao destrip�-lo com o p�, estamos cortando bruscamente sua min�scula, mas valiosa experi�ncia. Isso voc� aprender� melhor no Principio de Vibra��o. MAS... e � um mas muito grande, a Sabedoria Divina,  atrav�s do sentido comum, nos converte em ju�zes ainda sendo os irm�os mais velhos.
Vamos dizer que um dia em nossa casa limpa, ordenada e asseada, aparece uma barata ou um inseto asqueroso. Estou cansada de te ver pular com o sapato na m�o e, Grrrac! Pereceu a pobre. E agora voc� me dir�: Mas como! Vou deixar que minha casa se encha desses animais. N�o, em absoluto. N�o pode, nem deve permitir que permane�a nem um segundo a mais abaixo do seu mesmo teto. Voc�, no seu car�ter de irm�o mais velho, tem o dever de vigiar, de ensinar, de corrigir e de frear aos seus irm�os menores. N�o pode permitir-lhes que aumentem indevidamente, nem que se introduzam onde n�o lhes pertence. Tampouco deves permitir que outros, nem sequer um animalzinho irracional, abuse de voc�. Se voc� permite, fazes mal. Mas para isso voc� tem a sua mente, que esses seres ainda n�o tem, e por isso disse Mois�s no G�neses (Cap.I,vers.26) �Fa�amos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhan�a; e senhoreie nos peixes do mar, nas aves do c�u, nos animais, em toda a terra e em todo animal que se arrasta sobre a terra. E criou Deus o homem a sua imagem, a imagem de Deus o criou�. Preste aten��o que este �ltimo � dito tr�s vezes. Quando a B�blia repete tr�s vezes, significa que a frase tem id�ntico significado nos tr�s planos. Em outras palavras, que n�o h� que buscar a interpreta��o metaf�sica ou hierogl�fica; j� que ela expressa uma verdade eterna e fundamental.
Agora, os animais, ou seres irracionais, n�o t�m um esp�rito (digamos) individual. Tem o que chamamos �esp�rito grupo ou alma grupal�, ou seja, que o grande conjunto de cada esp�cie forma um esp�rito; ou talvez seja somente uma part�cula de um esp�rito, (isso eu n�o posso conhecer, n�o cheguei a essas alturas). O certo � que eles (os seres irracionais) atuam em grupo e por linhas j� determinadas de a��o. Por exemplo, as abelhas. Um tipo de abelhas obedece ao instinto de construir enxames de cera. Outro ao instinto de atender a rainha e assim sucessivamente. S�o a��es autom�ticas. Elas individualmente n�o pensam. Pensa por elas o grande conjunto que forma uma mente, e as guia por meio do instinto (pod�amos dizer). Empregando a Lei de Correspond�ncia, vemos como corresponde esta atua��o mec�nica das abelhas a uma situa��o similar no reino humano. Na constru��o de um edif�cio, por exemplo, h� homens carregadores de �gua. H� pedreiros que fazem paredes. H� carpinteiros que fazem portas. H� obreiros especializados em molduras, pinturas, adornos. E todos trabalham quase mecanicamente, cada um em sua linha determinada, todos cumprindo algo que est� na mente do arquiteto. Qual a correspond�ncia no homem? Os p�s fazem o trabalho autom�tico de caminhar; as m�os de manobrar; os olhos de ver; os ouvidos de escutar, etc. E tudo obedece ao impulso que envia a mente atrav�s das linhas que chamamos nervos nos homens.
Sabendo disso, quando voc� encontre um inseto fora do lugar, freie seu primeiro impulso de aniquil�-lo. O esp�rito do seu grupo esta na sua mesma altura mental; forma parte da mente universal; voc� o contata ao dirigir a sua mente at� ele. Simplesmente diga-lhe: �Aqui h� uma c�lula sua que se encontra fora do seu ambiente. N�o � harmoniosa ao meu ambiente. Deus � harmonia perfeita. Leve-a�.
Voc� sentir� uma grande emo��o ao ver que o inseto se det�m im�vel, como recebendo a onda, e em seguida desaparece. Voc� n�o o ver� novamente. E no caso de que a sua pr�pria consci�ncia n�o esteja ainda segura da Verdade que acabo de te ensinar; ou que voc� sinta d�vidas do resultado; ou que fa�a o �tratamento� com MUITA VIOL�NCIA e v� que o animal continua te incomodando, d� a ele  tr�s �chances�. Diga a alma grupal:�Se voc� n�o o levar agora, terei que mat�-lo�. Geralmente voc� n�o ter� que mat�-lo. Em raros casos ele resiste em ir embora; somente quando ele mesmo est� buscando a morte porque j� viveu a sua vida; e neste caso (quando te indique o seu sentido comum, que � a Sabedoria Divina em voc�) mate-o com um golpe forte e seco. N�o o deixe a meio viver, agonizando. E sem viol�ncia do seu animo, sem raiva nem desgosto diga-lhe:�Que voc� evolua em melhor esp�cie�.  Tudo depende da inten��o e o pensamento com que se execute.
H� seitas e ordens que dizem ser �ocultista� que n�o comem carne. Alegam que as vibra��es de dor do animal ao ser morto contaminam a alma humana; alegam tamb�m que as vibra��es da esp�cie inferior degradam o ser. O Mestre Jesus negou esta cren�a quando disse:�N�o � o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que da sua boca sai; por que o que da boca sai, do cora��o procede�. Voc� j� conhece a explica��o desta li��o no capitulo �A Palavra�. E de acordo com Mois�s repetimos: �Ningu�m nem nada de fora pode nos lesar, a menos que tenhamos merecido; a menos que o aceitemos por crer que � poss�vel�. Mas quando conhecemos esta Verdade e a recordamos sempre, nada nem ningu�m, pode nos causar qualquer dano.
O gosto por comer carne ou a necessidade de carne como alimento somente significa que o individuo ainda conserva uma quantidade de sua natureza animal (animal carn�voro, entenda). N�o chegou ainda ao ponto em que suas c�lulas possam prescindir  do alimento ingerido do exterior, isso � tudo. Porque se limitar obrigatoriamente a comer frutas e verduras n�o � uma prova de eleva��o espiritual, j� que a vaca e o cavalo comem somente ervas e gr�os.
Ao come�ar a estudar metaf�sica, ou ensinamento superior, come�am a se limpar as c�lulas do corpo, pelo fato de que se come�a a viver em um mundo mental-espiritual, e de acordo com o Principio de Correspond�ncia, �Como  � Embaixo � Em cima; Como � Em cima � Embaixo�. Todo ser evolui a seu tempo. O estudante nota, cedo ou tarde, que come�a a n�o necessitar da carne como alimento, e chega a desgostar sem que nada, nem ningu�m o obrigue a isso.
Algo muito importante: Quando voc� estudar o Principio da Vibra��o poder� comprovar a verdade cient�fica que diz ser imposs�vel que uma vibra��o de menor freq��ncia possa dominar uma de maior freq��ncia. O animal vibra em um plano inferior ao homem; como poder� ent�o afetar ao homem? Unicamente segundo uma condi��o; que o homem ignore o Principio de Vibra��o e acredite que seja poss�vel ser afetado pelas vibra��es do animal. Crendo, est� aceitando e portanto, submetendo-se a uma lei inferior a ele.
Por essa mesma raz�o � que n�o se pode matar. A vida � positiva. A morte � negativa, ou seja, � a nega��o da vida. A vida � indestrut�vel. Voc� n�o pode matar por mais que tente.

CAPITULO VIII

�N�O ROUBAR�S�

Vamos conhecer o segundo aspecto, metaf�sico ou superior deste Mandamento. N�o podes roubar. N�o poder�s jamais. Nem o tentes. N�o te incomodes em sequer sonhar. � imposs�vel. Ningu�m pode tirar ou roubar algo que te pertence. Poder�o tentar; poder�o at� subtrair de sua pessoa ou da sua casa algum objeto; e enquanto voc� ignora a lei, e portanto cr� que te podem roubar, o objeto pode ficar perdido para voc�; mas, uma vez que voc� conhe�a a lei, lembre dela e repita a sua Verdade, nunca mais te roubar�o, e nunca mais poder� perder-se ou extraviar-se algo seu. Comprove voc� mesmo. N�o acredite cegamente at� haver comprovado na pr�xima vez em que voc� n�o encontre algo que ache que est� perdido. Esta � uma das li��es mais f�ceis de aprender.
Seu corpo de hoje cont�m todas as subst�ncias primitivas do nosso planeta. Terra, �gua e ar; e destes elementos se desprendem todas as subst�ncias. Al�m do mais, voc� tem no seu haver tudo o que acumulou de experi�ncias e conhecimentos em seus milhares e milhares de anos vivendo segundo uma ou outra vida. Mas o primeiro que voc� aprendeu foi comer, e buscar a comida, quando foi uma larva na �gua. Depois de muitos caminhos chegou a mover suas patinhas para caminhar na terra. O comer, o digerir e o movimento dos seus membros se fizeram direitos adquiridos.  J� n�o pode, nem poder� jamais perder estas habilidades. Cada conhecimento ou habilidade que se adquire d� automaticamente o direito de ocupar um lugar mais adiantado do que o anterior.  Voc� percebe agora por que n�o se pode retroceder a um lugar inferior? Como? Sim, � a lei da evolu��o, al�m da lei de atra��o que faz com que tudo atraia o seu igual e afaste o seu oposto. Isto forma parte do Princ�pio de Polaridade, que � inquebrant�vel como todos os Princ�pios. 
Apesar de que, ao iniciar-se em uma nova vida h� que aprender de novo o que j� se adquiriu nas anteriores como caminhar, falar, comer, etc, isto � aparente, nada mais. O que acontece na realidade � que o ser tem que relembrar. N�o re-aprender, pois o beb� come, digere, se move, chora, ri, v�, ouve, seu sangue circula, etc, tudo porque j� o tem no subconsciente. Os talentos, o g�nio, o rapaz que � muito pregui�oso para estudar, todas as habilidades, s�o provas de que j� se fez isto em vidas anteriores e � muito mais f�cil que para outros que tentam faz�-lo pela primeira vez. Mas, o rapaz inteligente e pregui�oso para os estudos, somente est� manifestando que lhe chateia ter que estudar novamente o que j� aprendeu em uma outra vida, ou v�rias vidas anteriores. N�o h� que se preocupar por isso. H� que deix�-lo para que lembre o que tem armazenado no subconsciente. Geralmente acontece que no momento dos exames o rapaz lembra o necess�rio para passar tranq�ilamente, enquanto todos os outros se mataram estudando durante todo o ano. Isto confunde os pais e os professores, mas � uma das provas a favor da teoria da reencarna��o.
A reencarna��o sim existe, mas n�o � obrigat�ria. O livre arb�trio existe para tudo e em tudo. Assim como na Terra cada individuo aproveita ou desperdi�a as oportunidades, de acordo com o seu car�ter ou desejo; no plano astral (o reino das almas ou esp�ritos desencarnados) cada um � livre para aproveitar ou n�o esse recurso que se oferece para evoluir. Assim  como os humanos s�o livres para escolher uma profiss�o ou uma linha de estudos; esfor�ar-se para o seu pr�prio desenvolvimento ou simplesmente viver sem prop�sito ou ambi��o, assim as almas s�o livres de regressar ao plano terrestre para dar outro passo adiante; para adquirir novas experi�ncias; para pagar contas pendentes (chamadas �karma�) ou para cobrar bens merecidos; ou, se lhes agrada a vida que est�o levando, podem permanecer nela todo o tempo que lhe seja conveniente, ningu�m as obriga. Somente que ao final das contas, o adiantamento e bem-estar alheio as induz a desej�-lo tamb�m para elas, e a moeda com que se compra isto � o esfor�o, o conhecimento e a experi�ncia, os quais se adquire na vida ativa da Terra.
Cada conhecimento e cada experi�ncia ficam para sempre como posses adquiridas, compradas e pagas. Essas posses, dizemos que s�o adquiridas �pelo direito de consci�ncia�  e n�o podem nem se perder, nem serem roubadas. Ningu�m pode tirar de ningu�m a intelig�ncia, o talento, as faculdades e os conhecimentos. Mas o que � mais extraordin�rio ainda � que como cada aquisi��o � feita atrav�s de experi�ncia, e esta experi�ncia � acompanhada por objetos, instrumentos, m�veis, dinheiro, propriedades, etc, tudo o que se usou na vida, em uma experi�ncia; tudo que se aprendeu a usar, como a cama, a mesa, os talheres, as lou�as, a roupa, as j�ias, o dinheiro, tudo, at� uma caixa de f�sforos ficam em ess�ncia, ou como negativos de fotografias, gravadas e arquivadas em nosso haver individual, por direito de consci�ncia;  estas propriedades ou possess�es s�o trazidas conosco em cada reencarna��o. Elas aparecem em nossas vidas queira-se ou n�o, e isso � o que faz com que algumas pessoas nas�am na opul�ncia e outras na mis�ria. Nascemos onde se mereceu nascer por direito de consci�ncia. A lei se encarrega de atrair cada qual � sua esfera. A seu lugar pr�prio. N�o h� injusti�a no plano da Verdade. A esta lei se referiu o Mestre Jesus quando disse: �N�o ajunteis tesouro na Terra, onde a tra�a e a ferrugem tudo consome, e onde os ladr�es minam e roubam; mas ajuntai tesouros no c�u, onde nem a tra�a nem a ferrugem a consomem, e onde os ladr�es n�o minam nem roubam; porque onde estiver o vosso tesouro ai estar� tamb�m o vosso cora��o� (Mateus 6 -19 a 21).
Mas claro est� que, como todas as m�ximas b�blicas, est� tamb�m tem tr�s graus de significa��o. O primeiro material, o segundo mental, e o terceiro espiritual.
Como se v� pelo que foi dito acima, n�o h� que viver tremendo de medo de ladr�es. Se at� agora voc� viveu com medo porque podem roubar os seus pertences; ou que entrem ladr�es � noite ou quando sai de sua casa; ou que te cobrem a mais nos com�rcios; porque voc� acreditou em roubos e ladr�es, etc, agora voc� j� pode viver em paz. Ningu�m pode subtrair nem um alfinete que te perten�a por direito de consci�ncia; pois se o possuis, � porque voc� o mereceu em vidas remotas. E se a tentativa � cometida contra voc� (pelo seu pr�prio medo, que possa persistir enquanto voc� adquire a pratica da nova consci�ncia), algu�m te rouba ou voc� perde algum objeto, pronuncie imediatamente a Verdade: �Nada que � meu por direito de consci�ncia pode perder-se ou ser roubado�. Fique tranq�ilo, e n�o pense mais, voc� ver� como encontrar� seu objeto, algu�m te devolve, algu�m te presenteia um igual ou voc� encontra um semelhante. Tudo o que te pertence, est� no seu arquivo mental como o original de um documento, reproduzindo a copia no exterior. N�o pode separar-se de ti. �N�o roubar�s�... N�o poder� se quer tentar.
N�o creia cegamente em nada que voc� acaba de ler. Comprove primeiro. �Por seus frutos os conhecereis�.

CAPITULO IX

�N�O LEVANTAR�S FALSO TESTEMUNHO�

Muitas pessoas estranham de que Moises n�o tenha dedicado um lugar � parte para a mentira entre os dez mandamentos, e pensam que deveria haver outro mandamento que diga �N�o Mentir�s�. Logo ficam satisfeitos ao ver que a mentira, talvez esteja inclu�da no Mandamento n�mero nove. O que acontece � que a mentira foi inclu�da, e tratada extensamente nos Mandamentos n�mero Um, Dois e Tr�s, como veremos adiante, e que n�o somente a mentira n�o foi desqualificada por Moises como carecendo de import�ncia, mas o Sepher Bereshit � uma exposi��o metaf�sica da Verdade e uma acusa��o contra a apar�ncia e as falsas cren�as que v�o se acumulando na humanidade.
Ser� por falta de uma ordem espec�fica deste c�digo de comportamento, que os humanos continuam mentindo de acordo com sua conveni�ncia e vontade? Agora � que v�o saber o que est�o fazendo. 
N�o levantar� falsos testemunhos, se refere diretamente a palavra falada: N�o poder� jamais estabelecer uma falsidade, n�o somente porque a Verdade gritar� e desvirtuar� o falso, mas a lei devolve a �treta� e destruir� a quem tenta levant�-la.
Nos tempos de elei��es vemos como os partidos tratam, por todos os meios, de desacreditar-se uns aos outros lan�ando cal�nias, falsos testemunhos e inf�mias; o ganhador entra no governo com a certeza de que derrotou ao outro. O que ele fez foi acumular testemunhos de sua pr�pria falsidade. Por seus frutos o conhecereis, e como disse Emerson: �O que voc� � grita t�o forte que n�o escuto o que me dizes�; pois o que diz o Mandamento � que o seu pr�prio conceito � o que voc� v�. Se o que voc� v� � bonito, � porque o seu olhar reflete limpeza, pureza e a Verdade de sua alma. Se o que v� � feio, suas palavras traduzem e delatam sua pr�pria falsidade. N�o levantar�s falso testemunho. N�o poder�s por mais que tentes, j� que estar�s mencionando a ti mesmo e n�o ao vizinho.
Na primeira parte voc� aprendeu que o �EU� verdadeiro � perfeito, � belo com todas as virtudes e belezas do seu Criador, j� que foi criado por, com e da pr�pria ess�ncia do Pai, tamb�m aprendeu que este �EU� � a Verdade, minha Verdade, sua Verdade e a de todos, e se estamos manifestando o contr�rio, significa que ainda n�o conhecemos nosso pr�prio poder criador, que � o pensamento: O que pensamos se manifesta no exterior e ao aprender a pensar come�a a corrigir-se a prova exterior. Nossa ignor�ncia n�o � prova de que o Pai n�o soube educar-nos! � prova unicamente que ainda somos crian�as no lar deste Pai.
Se voc� entrega ao seu filhinho uma bola de barro, para que com ela ele fa�a bonequinhos, n�o esperar� que ele produza uma obra de arte n�o �? Mas pouco a pouco ele ir� aprendendo, n�o � assim? Voc� agora est� aprendendo que tem uma s�rie de erros mentais. O que acontece na sua vida e no seu corpo � o resultado de uma s�rie, ou seja, que o seu mundo interior e exterior s�o o espelho que reflete o estado de sua mente e sua alma, e que n�o pode te acontecer nada diferente do que a sua mente projeta. Se voc� quer ser diferente, tem que mudar as suas id�ias e o seu modo de pensar. O Princ�pio de Correspond�ncia diz assim: �Como � em cima � embaixo. Como � embaixo � em cima�, ou seja, que tudo que acontece no seu plano terreno  indica como anda o seu plano mental.
Tamb�m j� aprendeu que comparando o que voc� v� com esta Verdade, saber� se o que est� criando e projetando seu pensamento � a Verdade e o Bem, ou se � um �Falso Testemunho�. J� sabe reconhecer a diferen�a, ent�o, o falso testemunho come�a a transformar-se. Com o pensar e declarar a Verdade se apagar� a mentira como por magia, pois esta n�o tem nem poder nem vida pr�pria diferente do que sua cren�a ou pensamento lhe d�. �Conhece a Verdade e ela os far� livres� disse Jesus.
A Verdade � que o seu �EU� � perfeito como toda cria��o do Pai. � filho de Deus. Se voc� se considera feio, mau, pecador , defeituoso, culpado o manifestar�; mas estes s�o falsos testemunhos e ao compreender isto, negar  rotundamente e afirmar a Verdade do teu Ser,  come�ar� a manifestar a Verdade  e ver o falso testemunho em voc� e em tudo o que te acontece e rodeia desaparecer.
O falso testemunho, como toda mentira, se cura com a Verdade. � o mesmo que dizer, que o falso n�o pode afetar nem atacar a Verdade. Por mais que se tente.
Quando as igrejas falam de �ofender a Deus� � at� ris�vel. A Deus n�o se pode ofender, nada e nem ningu�m. Pode-se tentar, mas sem o mais leve resultado. Um Princ�pio nada pode quebrantar. Al�m do mais, equivaleria  � arranhada infinitesimal que uma formiguinha faz ao subir por uma montanha. Como se ela pudesse causar dor � montanha!


CAP�TULO X

�N�O INVEJAR�S�

Quando uma id�ia se desprende da Mente Divina j� cont�m  em si tudo o que possa ser necess�rio para o seu desenvolvimento. N�o se concebe que Deus seja capaz de idealizar algo e mandar-nos incompleto, para nos  fazer �fundir a cuca� e que fiquemos loucos buscando uma solu��o que s� Ele conhece! Isto � pr�prio de palavras cruzadas feita especialmente para matar o tempo; mas jamais da infinita Sabedoria, Amor e Justi�a tratando-se, muito especialmente, da evolu��o de uma vida que Ele mesmo ocasionou!
O Universo est� baseado na ordem. A harmonia perfeita entre todas as suas partes se comprova simplesmente olhando o sol, e a terra girando para receber  o benef�cio dele dispensado.
Quando se adquire este conhecimento, jamais faltar� nada que seja necess�rio. Quando te sobra algo � porque h� outro que o est� necessitando.
A natureza detesta o vazio. O pr�prio ar, o �espa�o�, est� pleno de �tomos de todas as esp�cies esperando a oportunidade de formar algo no momento oportuno.
A vida vive buscando a oportunidade de animar. Esta � a sua tarefa e ela n�o desperdi�a nem uma fresta favor�vel para introduzir-se. Deixe um potinho de terra em qualquer lugar que receba umidade, e em pouco tempo voc� ver� um raminho verde. Se deixar um copo com �gua esquecido, este n�o tardar� em encher-se de larvas viventes. Antes que o ventre de uma mulher conceba um filho, tudo est� preparado para que  este o receba, para segur�-lo, para aliment�-lo e proteg�-lo at� poder entregar um ser humano �ntegro e completo. O ovinho de um inseto, um r�ptil ou uma ave encerra tudo o que requer para sua forma��o, uma criatura minuciosamente equipada para desenvolver-se em seu reino apropriado. O mesmo acontece com as sementes vegetais. Logo, se existe uma t�o amorosa vontade; uma t�o prevista ternura, uma aten��o t�o esmerada e minuciosa para preparar e cuidar dos pequenos detalhes que algum dia ir�o formar um homem, ent�o n�o pode a este homem faltar-lhe nada; tudo est� previsto, tudo j� criado e � disposi��o deste homem.
�N�o invejar�s� diz o Mandamento. � o mesmo que dizer, voc� n�o tem que invejar o outro nem ansiar, nem se resignar a n�o possu�-lo. O igual j� existe para voc� e j� � seu. Voc� n�o tem nem porqu� lutar por ele. Basta pedir, reclam�-lo, e agradecer de antem�o, para v�-lo aparecer.  Isto a B�blia deixa bem claro! �O que pede recebe, o que busca encontra, a quem toca lhe ser� aberto�. E porque voc� n�o leva isto a s�rio? O tamanho da sua vontade ou a medida da sua necessidade indica o grau de anseio que est� exercendo o presente para entrar na sua vida. Porque � um presente. N�o h� que pag�-lo. Quando voc� sente a necessidade significa que j� est� pago ou merecido. J� chegou o momento que esperava e chegou o momento de aproveit�-lo. Pe�a-o, mas antes agrade�a.
Pode ser que te venha pelas vias naturais terrenas; ou por m�o amiga; ou pode vir como um milagre. Pode cair das nuvens como aconteceu comigo em uma ocasi�o: estando em New Orleans, sem conhecer uma alma, acabou meu dinheiro enquanto esperava uma ordem de pagamento que se atrasou. N�o tinha nem um centavo na carteira e era s�bado � tarde. N�o havia banco aberto at� segunda-feira. Mas eu �conheci� a Verdade e a declarei: �Meu mundo cont�m tudo; n�o falta nada na cria��o. Obrigado Pai que j� me escutou�. Neste momento vi um papel verde que voava no vento da rua e vinha para mim; grudou no meu tornozelo, e ao v�-lo percebi que era uma nota de 5 d�lares. Sem d�vida algu�m a perdeu. Esperei com a nota na m�o para ver se algu�m a procurava. Aquele dinheiro, numa forma milagrosa, foi suficiente at� para pagar o t�xi que me levou ao banco na segunda-feira, onde estava o meu dinheiro.
Os milagres n�o acontecem porque se quebrou um Princ�pio, como acreditam ingenuamente as igrejas, mas precisamente porque se lan�a m�o da a��o do Princ�pio; estuda-se, se conhece, se aplica o regulamento da Lei, ou seja, se atua de acordo com ele; porque nenhum Princ�pio pode jamais se inclinar para condescender, nem se dobra para fazer exce��es. Meu Mestre dizia que se o Princ�pio de Gravidade se detivesse um instante para impedir que um senhor muito importante morre-se ao cair no solo, depois de haver se atirado do �ltimo andar, n�o seria um milagre mas sim o caos universal.

CAPITULO XI

O PRIMEIRO MANDAMENTO

Os tr�s primeiros mandamentos, em verdade s�o um. Os tr�s se referem a uma mesma coisa, e dizem assim:

1- �Eu sou Jehov� teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa de servid�o.N�o ter�s deuses alheios perante mim.
2-  N�o far�s imagens, nem nenhuma semelhan�a do que est� acima no c�u, nem abaixo na terra, nem nas �guas abaixo da terra.
3-  N�o te inclinar�s a elas nem as honrar�s; por que sou Jehov� teu Deus, forte, zeloso, que visto a maldade dos pais sobre os filhos at� a terceira e quarta gera��o dos que aborrecem, e fa�o miseric�rdia a milhares, dos que amam e guardam meus mandamentos.
4-  N�o tomar�s o nome de Jehov� teu Deus em v�o; por que n�o dar� por inocente Jehov� ao que tomar seu nome em v�o�.

Os n�meros que voc� v� marcado n�o s�o para indicar o n�mero de cada mandamento, mas para fazer refer�ncia no texto que segue.
O primeiro que se deve recordar � que, quando a B�blia repete tr�s vezes algum ponto, significa que se deve tomar o sentido ao p� da letra e n�o simbolicamente; al�m do mais este sentido � o mesmo nos tr�s planos de consci�ncia: material, mental e espiritual.
Neste mandamento aparece tr�s vezes a men��o de �Jehov� teu Deus�. A primeira men��o se refere a Deus, Criador de tudo. A segunda se refere � lei, o Princ�pio. A terceira se refere ao �Eu Superior� de cada um de n�s, que � uno com Deus, uno com o Princ�pio; ou seja, que aqui est�o apresentados os tr�s aspectos de uma mesma entidade e poder.
Egito � o s�mbolo da mat�ria; do homem primitivo que n�o alcan�ou ainda o grau de poder compreender ou aceitar o conceito de um Deus �nico, invis�vel. Os Eg�pcios adoravam muitos deuses, �dolos formados e vis�veis. Hermes deu o primeiro passo para inculcar-lhes a id�ia de um Deus �nico. Como primeiro esfor�o, serviu de impulso mas n�o se firmou. Retrocederam � suas cren�as costumeiras. Mois�s veio dar um novo impulso.
Por isso diz: �Eu sou Jehov� teu Deus que te tirei da terra do Egito, da casa de servid�o. N�o ter�s deuses alheios perante mim�
Na interpreta��o terrena para o plano material e para os seguidores de Mois�s no �xodo, isto ordenava fazer tal qual o que diz, que um Deus �nico os havia libertado da escravid�o nas casas de seus amos eg�pcios; que esse novo Deus se chamava Jehov� e que n�o deveriam continuar servindo a seus antigos �dolos.  A frase n�mero 2 estipula as formas desses �dolos, ou seja, que pro�be adorar imagens, aos animais, aos peixes. A frase 3 fala muito claro, os pro�be de venerar e honrar a seus bonecos pintados. � zeloso. Que castigar� n�o somente ao desobediente mas tamb�m a seus filhos, netos e descendentes, mas que ter� piedade daqueles que o obede�am.
Tudo isso � t�o infantil que as gera��es futuras protestaram ante a patente injusti�a, de modo que foi aclarado e declarado pelo profeta Ezequiel. O qual mostra como a mente humana foi desenvolvendo-se e encontrando pueril alguns pontos daquelas ordens de Mois�s.
Para n�s, o significado metaf�sico j� esta di�fano. �Eu sou Deus, que te extrai do conceito material. N�o atribua poderes a outro que n�o seja Eu. N�o fa�a imagens (mentais). N�o temas nem as respeite, nem forme os teus ju�zos de acordo com o que veja no exterior (em cima no c�u, nem abaixo na terra, nem nas �guas abaixo da terra), porque a Lei te entregar� o que ordenem os teus erros (os que me aborrecem) e corrigir� tuas manifesta��es ao empregar a Verdade (fa�o miseric�rdia aos que me amam e cumprem meus mandamentos)�. Os hebreus, andando ao tempo, tomaram as Escrituras t�o a p� da letra, que em suas sinagogas n�o h� nada que possa se quer recordar uma �imagem�, e se recarregaram de todas as imposi��es enumeradas no Lev�tico at� o ponto de que os levitas viviam abrumados por complexo de culpa, j� que era humanamente imposs�vel cumprir os seiscentos e poucos ritos e detalhes di�rios aos quais acreditavam estar comprometidos.
A B�blia � um tratado psicol�gico e metaf�sico. � o livro da Verdade. Ela n�o ordena, somente explica. Encerra uma explica��o e um conselho para cada uma das circunst�ncias da vida, em todos os planos de consci�ncia. O n�mero 4 �N�o tomar�s em v�o o nome de Jehov� teu Deus; porque n�o dar� por inocente Jehov� ao que tomar seu nome em v�o�, se refere diretamente ao que voc� j� sabe: N�o te condene voc� mesmo com suas palavras. N�o diga que voc� � feio, mau, negativo, n�o te aproprie de condi��es que depois lamente ver manifestadas, tais como �minha m� mem�ria�, �meu cora��o doente�, �minha dor nas costas�, �minha p�ssima vista�, etc, pois tudo isso � tomar em v�o o nome de Jehov� teu Deus, e a Lei n�o perdoa (n�o dar� por inocente) o que se decrete em nome do �EU�. Voc� deu uma ordem que o subconsciente far� todo o poss�vel para cumprir em todas as circunst�ncias (at� a terceira e quarta gera��o).  

CAPITULO XII

�N�O FORNICAR�S�

Em princ�pio, esta palavra n�o foi a que empregou nem escreveu Mois�s. O que ele disse foi �N�o cometer�s adult�rio�, e esse foi o primeiro adult�rio que se cometeu ao se transcrever os Dez Mandamentos, o de adulterar arbitrariamente a verdade.
Sendo Mois�s um evolu�do, um s�bio, um experto no conhecimento dos Princ�pios Herm�ticos, era totalmente imposs�vel que ele instru�sse (e deixasse escrita a instru��o)  tentando burlar o Princ�pio de Gera��o. A palavra constitui uma ofensa, um insulto � intelig�ncia humana, neste lugar onde a colocaram os escribas, por ordem de autoridades eclesi�sticas ignorantes.
A mesma substitui��o foi feita grosseiramente nas escrituras do ap�stolo e evangelista Mateus, cap.19,vers.4-12; mas isto trataremos mais adiante. A todo conhecedor dos Princ�pios as substitui��es b�blicas lhe saltam � vista.
Como todos os Princ�pios, o de Gera��o funciona de maneira autom�tica em todos os planos, e em cada plano atua na forma apropriada a ele. No reino at�mico um �tomo se junta com outro para dar nascimento a um elemento, por lei de atra��o, coes�o e ades�o, e estas tr�s s�o condi��es naturais do Princ�pio de Gera��o, ou seja, que formam parte integrante do Princ�pio. Se n�o houvesse sido criado nada; n�o se produziria nada; n�o nasceria nada; nada evoluiria se fosse poss�vel destruir o Princ�pio eletr�nico do magnetismo, a atra��o entre o positivo e o negativo. A ades�o e coes�o ocorrem depois da atra��o. A ades�o � a autodetermina��o do �tomo, em outras palavras, o livre arb�trio que cont�m TODO �tomo de aceitar ou recusar unir-se a outro �tomo que seja ou n�o seu tipo. A coes�o � a faculdade de ligar-se um com o outro em um grau de tal for�a que n�o necessito recordar-lhes o que acontece quando se consegue separar as part�culas de um �tomo (A BOMBA AT�MICA).
Suponho que voc� tenha percebido no que acaba de ler a similaridade que ocorre entre n�s, os humanos. Esta similaridade ilustra com perfei��o o Princ�pio de Correspond�ncia �Como � em cima � em baixo, como � embaixo � em cima�. � o mesmo que dizer �estudando a m�nada se chega ao anjo� com expressa o Caibalion.
Os Princ�pios atuam automaticamente, por cima de tudo e apesar de tudo o que possamos fazer contra. Se os �tomos j� fossem seres humanos, ou se eles falassem em nossas palavras, chamariam a este processo de atra��o, ades�o e coes�o de �fornicar�! N�o � assim? O mesmo seria nos reinos bot�nico e zool�gico, onde uma abelha transfere o p�len de uma flor a outra e desta uni�o nasce uma nova esp�cie. Agora digam se est� nos des�gnios de Deus Criador impedir ou proibir estes processos!
� sabido que opor resist�ncia a um Princ�pio multiplica a for�a que o impele, e busca sa�da por outros condutos, ou seja, que o �nico que se consegue � obrig�-lo a se  desviar; n�o se consegue bloque�-lo.
No reino animal, o Princ�pio de Gera��o � chamado �sexo�. Todo tempo que os humanos continuem reproduzindo-se pelo processo chamado sexual est�o comprovando que uma parte do seu sistema n�o saiu ainda do reino animal. E uma vez que as suas c�lulas evoluam ao reino imediatamente superior, onde o Princ�pio de Gera��o se manifesta de forma diferente, o homem e a mulher n�o podem atuar como animais. J� n�o est�o neste reino e n�o os domina a influ�ncia inferior. N�o sentem desejos sexuais, nem de comer carne. � outra ordem de coisas.
Neste ponto os disc�pulos sempre perguntam: �Ent�o, se todos evolu�mos se acaba a ra�a humana?� N�o, porqu�? Sempre haver� milhares e milhares de seres que tem que passar pelo reino animal. Voc� se gradua, se gradua a sua gera��o, se v�o graduando paulatinamente todos os seres humanos; mas outros v�o chegando, eternamente. Jesus disse: �Os pobres os ter�s sempre com voc�s�; se referia n�o somente aos economicamente pobres, mas tamb�m aos pobres em conhecimentos, aos pobres em experi�ncias, aos pobres em evolu��o.
Tamb�m diz o Apocalipse que o Senhor anunciou para esta Era que �n�o nasceriam mais crian�as�; isto anunciou para o setor humano da sua �poca, que � o mesmo que evolui hoje. J� chega este momento. O sabemos pelo seguinte e muitos outros sinais: a hora mais escura � antes do amanhecer. O moribundo melhora justo antes de morrer. O doente piora antes de curar-se. A popula��o da Terra aumenta em todas as partes de uma maneira extraordin�ria; logo come�ar� a declinar.
Uma das respostas de Jesus a seus disc�pulos,  quanto ao momento de terminar-se o mundo antigo e � entrada do mundo novo foi: �quando caia o manto da vergonha�. Isto significa, quando seja conhecida universalmente a Verdade. A Verdade dos Princ�pios que estamos aprendendo, e muito especialmente a verdade que trataram de adulterar com o t�tulo falso de �N�o Fornicar�s�; pois atraindo a aten��o humana e focando-a, opondo ao mesmo tempo uma proibi��o ou uma resist�ncia, precisamente defraudaram  seu prop�sito, como foi exposto acima. O impulso do Princ�pio de Gera��o se multiplicou, e buscando sua sa�da se desviou; assim podemos ver os efeitos terr�veis. � o mandamento que foi mais adulterado; que ocasionou o maior n�mero de abusos e distor��es mentais e de aberra��es sexuais, de males f�sicos, de desonras, vergonha e castigos. Tudo pela substitui��o arbitraria de uma palavra.
Todos voc�s j� viram estas arvorezinhas japonesas an�s, retorcidas e distorcidas a um grau incr�vel. As vemos como uma curiosidade e como tal as admiramos, mas isso n�o deixa de ser um atentado contra a natureza. Como � uma ave enjaulada e um animal amarrado. Tamb�m sabemos que o proibido adquire um atrativo fora de propor��o. Isso � o que ocorreu com todas as tentativas de frear o Princ�pio de Gera��o, tais como a de dar � ma�a de Ad�o uma interpreta��o sexual, de adulterar e colocar palavras nos textos inspirados; tudo por ignor�ncia, pelo empenho de exercer dom�nio sobre os demais.
O significado  metaf�sico do mandamento �N�o cometer� adult�rio� � precisamente �N�o interpretes mal as Leis porque n�o conseguir�s�, ou seja, que o efeito ser� contr�rio do que voc� deseja e a Lei mesma se encarregar� de dar a mentira � quem a disse.
Para o mestre Jesus, o dogmatismo fan�tico era ainda mais repugnante e mais digno de castigo que a libertinagem sexual e assim o expressou quando disse: �Ai de ti Corazin, ai de ti Bethsaida, digo que a Tiro e a Sid�n ser� mais toler�vel o castigo que a voc�s� Corazin e Bethsaida eram povos b�blicos. Cada nome de povo ou cidade na b�blia � um s�mbolo. Estes dois nomes simbolizam o dogmatismo e o fanatismo; Tiro e Sid�n simbolizam desvios sexuais. De maneira que ele disse textualmente que aos pecados sexuais lhes seria mais toler�vel o castigo que ao dogmatismo e ao fanatismo. Em outras palavras, que seriam mais duramente castigados os fan�ticos religiosos que as prostitutas.
Voltando � refer�ncia que fiz no come�o do cap�tulo, S�o Mateus,cap19,vers.4-12; vou copi�-lo na �ntegra: �Ent�o vieram os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: � l�cito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Ele respondendo lhes disse: N�o tendes lido que aquele que os fez no princ�pio macho e f�mea os fez, portanto, deixar� o homem pai e m�e e se unir� a sua mulher e ser�o dois numa s� carne? Assim n�o s�o mais dois mas uma s� carne. Portanto o que Deus ajuntou n�o o separe o homem. Disseram-lhe eles: Ent�o por que mandou Mois�s dar-lhe carta de div�rcio e repudi�-la? Disse-lhes ele: Mois�s por causa da dureza dos vossos cora��es v�s permitiu repudiar vossas mulheres, mas ao princ�pio n�o foi assim. Eu vos digo, por�m, que qualquer que repudiar sua mulher, e se casa com outra, adultera; e o que casar com a repudiada tamb�m adultera�. Os escribas eclesi�sticos colocaram a cl�usula �Salvo por causa de prostitui��o ou fornica��o� por sua conta e risco. Tinham que meter de qualquer modo a palavrinha, e ficou sem sentido, com o passar do tempo e � Luz dos ensinamentos superiores.
Disseram-lhes seus disc�pulos: Se assim � a condi��o do homem relativamente � mulher, n�o conv�m casar. Ele por�m lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas s� �queles a quem foi concebido (nem todos s�o capazes de receber isso, somente �queles a quem � dado). Porque h� eunucos que assim nasceram do ventre de sua m�e; e h� eunucos que foram castrados pelos homens; e h� eunucos que se castraram a si mesmo por causa do reino dos c�us. Quem pode receber isto, receba-o...
Se voc�s s�o capazes de receb�-lo, viram exposto o Princ�pio de Gera��o at� o momento de mencionar a Mois�s. A explica��o original foi sem d�vida nenhuma mais longa e detalhada, j� que os disc�pulos compreenderam e fizeram o coment�rio: �Se assim � a condi��o do homem com sua mulher n�o conv�m casar-se�, o que � o mesmo �N�o h� para que se casar, se desde o princ�pio foram feitos unos�, ou seja, que quando o p�lo positivo e o negativo se juntam, n�o h� quem os separe.
Cada c�lula que sai do seio de Deus � metade positiva e metade negativa, ou seja, que na linguagem dos humanos, e no plano humano, a c�lula primitiva, ou o �tomo original � feminino e masculino. Ao pouco tempo de estar evoluindo, se separam os dois sexos e continuam evoluindo cada um por seu lado at� o encontro definitivo, no final dos quatorze mil anos que se necessita para adquirir a consci�ncia espiritual.
Esses dois sexos s�o entidades separadas, independentes, destinadas a formar �um par� algum dia. No entanto, h� os que n�o desejam separar-se. Estes s�o o que Jesus chamou �eunucos por causa do Reino dos C�us�.
� altamente confortante para todo aquele ou aquela que se encontra solit�rio no caminho da vida; ou que se considera infeliz e mal casado, saber que em algum plano, encarnado ou desencarnado, n�o importa, mas existe �Ele� ou �Ela�, a outra metade perfeita de cada um, esperando para unir-se � sua alma g�mea, e que temos todo o direito que nos assiste de reclamar esta uni�o.  Se nossa alma g�mea est� desencarnada nos uniremos em outro plano. Se estiver encarnada, nada nem ningu�m poder� nos manter separadas. A Lei ordena tudo harmoniosamente para todo mundo se assim o pedimos: �De acordo com a vontade Divina, segundo a gra�a e de maneira perfeita�. E esta nossa outra metade � exatamente o que buscamos e desejamos. O que nos conv�m por perfeita afinidade. Muitas vezes, em vidas passadas nos encontramos, nos unimos, e esta lembran�a � que nos faz viver buscando-a.
As doutrinas fabricadas erroneamente pelos humanos intercalaram uma lei que diz �o que Deus uniu, que nenhum homem separe�. � exato, mas a interpreta��o est� errada. Pensa-se que isto se refere ao casamento efetuado em uma igreja com palavras pronunciadas por um religioso autorizado. E n�o � assim. J� vimos que se refere � uni�o original do par primitivo, simbolizado por Ad�o e Eva. E n�o � uma amea�a contra o div�rcio, que � simplesmente uma solu��o humana, e um consolo oferecido pela infinita ternura de Deus nosso Pai, para nos confortar dizendo-nos �N�o temas filhinho meu, tens teu amor de sempre e para sempre�.
Jesus vivia consciente em um plano superior.  A Ele era dif�cil descer e falar no plano humano. Por isso ensinou atrav�s de tantas par�bolas, j� que o sentido destas n�o varia; � o mesmo em todos os planos. O sentido de uma par�bola jamais est� sujeito �s palavras que estejam em moda ou em uso.
A refer�ncia aos eunucos � quase uma par�bola. Pode-se tom�-la no sentido humano se assim se deseja. No sentido cient�fico se refere aos n�utrons, que n�o tem carga positiva ou negativa. Metafisicamente, os que se fazem eunucos para o Reino dos C�us s�o os humanos que (como voc�s todos) desejam elevar-se, aprender, e estudar o relativo aos planos superiores. Mas como disse o Mestre: �O que seja capaz de receber isto, que o receba�.
Observem voc�s que os grandes mestres evitam pormenorizar quando se fala deste mandamento. Fazem tal como fez Jesus, dizem algo cr�tico, e que compreenda o que seja capaz de compreend�-lo. Porqu�? Porque a mente desta Quinta Ra�a Raiz que somos n�s, est� evoluindo entre dois planos. Ainda tem grande parte de animal, e o animal n�o raciocina, nem sabe controlar-se. Se lhe d�o a luz verde se descontrola. Se lhe d�o a vermelha se fulmina ele mesmo. � um ponto de equil�brio muito dif�cil de manter. Agrade�amos ao Pai por n�s j� estarmos com um p� levantado para subir o pr�ximo degrau, e lembremo-nos do epis�dio de Jesus, quando vieram apresentar-lhe uma mulher que foi surpreendida em flagrante adult�rio, e que, de acordo com as leis de Israel deveria ser apedrejada at� a morte. O Mestre n�o respondeu nem uma s�laba; come�ou a desenhar com o dedo na terra a seus p�s. Os homens que a trouxeram foram afastando-se um ap�s o outro e quando estavam s�s Jesus lhe disse: �Mulher, onde foram os seus acusadores?� ela respondeu: �N�o sei Senhor�. �Tampouco Eu te acuso. V� em paz�, foi a resposta do Mestre.

A CONTINUA��O DO PRESENTE LIVRO DA S�RIE METAF�SICA AO ALCANCE DE TODOS �
�TE PRESENTEIO COM O QUE QUEIRAS� DE CONNY M�NDES.
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