APÊNDICE
D
Exemplos
de Equipamentos de Comunicação de Dados
·
Converte
as Interfaces V.35, X.21, V36 ou RS-530 em interface E1
·
Opera
na taxa de 2,048 MBps em E1
Converte a interface E1
G703 a 2,048 Kbps sem estruturação de quadros para as interfaces de dados
V.35, X.21, V.36, RS-530. Permite a
operação com canal transparente ( não estruturado pela G.704), com taxa na
interface de dados V.35, V36 igual a taxa da interface G.703.
Possui um alcance de 300m ( 1000 pés) a partir do equipamento G703. Oferece um loop de diagnóstico, de acordo com a forma V.54 ( loop 3) de loop local analógico (LLB) da ITU-T. Os loops são enviados pela interface DTE ou por um jumper na placa de circuito impresso.
![]() |
![]() |
Capacidade para até 8
placas de interface e facilidade de cross connect entre qualquer time slot de
qualquer porta.
O Mux E1 constitui-se de uma unidade básica para montagem em bastidores de 19 polegadas com 2U (unidade de altura) contendo placa de CPU, fonte e alojamento para 8 placas de expansão, fonte de alimentação 93 a 253 Vac ou 36 a 72 Vdc com seleção automática (opcionalmente pode se ter fonte redundante). Cada placa de expansão adiciona uma ou mais interfaces.
Estão disponíveis as
placas de interface: G.703/G.704 (E1 módulo com 1 porta), V35 ou V36/V11 ou V28
(módulo com 2 portas), E1 em fibra óptica monomodo (módulo com 1 porta).
O Mux E1 pode trabalhar
como um cross connect, com várias portas E1. Os timeslots de cada porta (V35,
V36/V11 ou V.28) podem ser mapeados em qualquer outra porta e em timeslots
diferentes. Com isto é possível consolidar em um único canal, tráfego de vários
canais E1 subutilizados, por exemplo. Permite definir uma porta E1 (óptica ou
elétrica) como sendo backup de outra porta E1 (também óptica ou elétrica).
Havendo interrupção no link principal, os dados passam a ser transferidos
através do link de backup.
Possíveis fontes de sincronismo: relógio interno gerado pelo Mux, externo de 2048Khz com entrada através do conector BNC, regenerado a partir do sinal recebido de qualquer porta E1 ou relógio regenerado a partir do sinal recebido de qualquer porta E1 ou de qualquer porta V35.
Interface de configuração,
testes e monitoração do Mux E1com o operador, através de programa gráfico em
ambiente Windows 95 ou Windows 98. A conexão com o micro através de uma porta
de controle com interface V.24/V.28 (RS232), disponível em conector DB9 fêmea.
Os
canais de dados podem se configurados para modo DCE ou DTE.
Possui
relé de alarme com contatos disponível em conector DB9 fêmea e pode ser
fornecido opcionalmente com uma CPU de 32 bits, que possibilita download de
novas versões de software para memória Flash e também implementa um agente
SNMP.

