Um carro estaciona em um endereço e Doggett sai do carro. Ele entra em um prédio e caminha por um corredor. O local é realmente acabado. Ele chega a uma porta e entra em um quarto. De repente alguém bate em Doggett, jogando-o contra a parede. O homem foge antes que Doggett possa pará-lo. De repente Doggett escuta algo. Ele olha ao redor no quarto e vê uma parede que parece diferente. Ele toca a parede e descobre o cimento molhado. Ele raspar a parede até que de repente até que sangue comece a sair do buraco que ele criou.
Scully está no morgue dando uma aula para seus estudantes. O corpo da mulher que Doggett achou, (nesse momento) ainda não identificada, está na mesa em frente a ela. Scully conta aos estudantes dela que a mulher foi achada presa numa parede por um agente seguindo uma pista. Há três perfurações no abdomen dela, e poeira e barro foi encontrado debaixo das unhas dela. Um dos cadetes pergunta a ela de onde são os cortes no braço e nos pés da mulher. Scully diz que foram causadas por ratos. O agente foi levado ao corpo dela pelo som deles se alimentando. Scully pergunta a eles o que poderia ter acontecido com a mulher. Um cadete diz a ela que a mulher provavelmente foi morta em algum outro lugar e se agarro na terra antes de sucumbir por seus ferimentos. Scully pergunta a eles o que mais poderia ajudar a eles identificarem a identidade da vítima. O Cadete Rudolph Hayes fala. Ele diz a ela que fica óbvio que pela forma que as unhas dela são pintadas e pelo creme de cabelo que ela usa comprado em farmácia, que ela é uma mulher solteira e empregada, que é a razão pela qual ninguém a identificou até o momento. Heys pergunta a Scully qual o nível de alcohol que ela tinha e ele conclui que ela saiu com o homem errado e ele a matou. Ele diz a ela que o homem já matou outras pessoas antes. Scully pergunta a ele como ele sabe disso. Ele diz a ela que é por causa do ferimento abaixo da costela. É de uma faca. Ele diz que ele queria atingir ela uma única vez causando sangramento imediato e morte estantanea. A mulher lutou, e ele não conseguiu atingir ela. Ele ficou com raica e apunhalou mais vezes. Ele diz a Scully que isso é " óbvio." Mais tarde, sozinha no morgue, Scully examina os ferimentos da vítima. Doggett e Reyes vão falar com Scully. Ela tem informação agora. Eles foram capazes de identificar a vítima como Ellen Persich. Ela tinha vinte e oito e era de Redland, Maryland. Reyes pergunta a ela como ela foi capaz de fazer a identificação muito rápido. Scully diz a ela que o bar onde a mulher estava ficava a menos de meia milha de onde uma outra mulher, Rita Shaw, foi morta duas semanas antes, aparentemente pelo menos assassino. Doggett lê o relatório de Scully e diz a ela que Shaw foi achada em um vala, morta com um único ferimento de faca. A mulher que ele achou foi cimentada atrás de uma parede, e foi golpeada três vezes. Dcully diz que não foi ela quem fez as ligações a princípio, mas o laboratório confirmou que a mesma faca foi usada para ambos os crimes. Reyes pergunta como ela descobriu isso. Ela diz que não foi ela, mas sim um de seus estudantes que percebeu que o agressou queria apenas golpear a vítima uma vez e as outras agressões foram feitas porque ele não conseguiu o que pretendia. Doggett pergunta a ela se o cadete tem alguma outra resposta na manga, porque ele quer saber quem saber quem deu as pistas para ele do caso em primeiro lugar. Não é um Arquivo X. Scully diz a ele que ela não sabe, mas ela acha que ele deveria investigar o caso de qualquer forma. Instalação de Treinamento Forensico. - Joplin, Virginia. Hayes está em uma cena do crime examinando um braço machucado. Doggett e Reyes chegam. O cadete começa a cheirar o braço. Ele diz a els que a carne do homem cheira a creosote( um arbusto) , mas sua pele é macia e bronzeada . Ele trabalhava em um local fechado - provavelmente em uam loja de ferragens. Ele diz que o braço dele provavelmente foi cortado em um acidente de carro. Doggett pergunta se ele pode determinar tudo isso apenas olhando para o braço. Hayes diz que ele vê coisas. Monica diz a ele que eles foram até lá agradecer ele. Porque a análise dele, foi o que permitiu eles criarem um perfil. Hayes pergunta que perfil foi esse. Doggett diz a ele que eles estavam procurando um jovem homem ex militar, empregado em um bar onde ele conheceu a vítima. Hayes balança a cabeça e diz que o perfil de Doggett está errado. O assassino está em seus quarenta anos. Ele é um criminoso que chegou de fora do estado. Ele já tem um trabalho no crime organizado. Hayes diz que o homem já matou inúmeras pessoas, e vai continuar matando. Hayes se vira e se afasta. Reyes diz a Doggett que aquilo parece causar perturbação nela. Doggett apenas olha para frente. Hayes chega em seu apartamento. Ele pendura uma foto de uma autópsia em sua parede. A câmera gira para mostrar que sua parede é coberta com fotos de cenas de crimes. Ele tira seus sapatos e cruza o quarto. A câmera gira mais distante e mostra que todas as suas paredes estão coberta com horrendas fotos. Reyes e Doggett entram no bar onde Persich tinham estado. Eles encontram um homem que eles estavam procurando, Nicholas Regali, no bar. Os agentes vão na direção de Regali e mostram a ele suas insígneas rapidamente. O homem diz para que eles não tirem as insígneas tão rapidamente porque ele quer ler elas. Regali lê os nomes soletrando. Ele depois lê alto o nome de Reyes. Reyes diz a ele que ele está violando seus termos de liberdade condicional. Ele diz a ela que está procurando por trabalho. Reyes pergunta a ele se ele estava no bar na noite que Ellen foi morta. Ele diz a ela que não lembra. Ela então pergunta a ele sobre Bent Oak, e diz a ele que o bartender viu ele lá duas semanas antes quando Rita Shaw foi atingida no coração. Ela pergunta a ele o que ele tem a dizer sobre isso. Regali apenas diz a eles que eles não sabem com o que eles estão lidando. Ele diz a Doggett que eles não querem jogar o jogo com ele, e então chama Doggett de "Flatfoot - Pé chato??" Doggett diz a ele que ele acha que sabe com o que eles estão lidando, mas Regali novamente diz a ele que não. Doggett e Reyes saem do bar. Hayes fica pé em seu apartamento olhando para a janela dele. Ele então desliga as luzes e volta para cama. A câmera gira para a sua parede e vemos a foto de um menino, deitado no chão. A foto seguinte é da mesma cena, mas há pernas na foto de um homem próximo ao corpo. A última foto vemos que é Doggett, de pé próximo ao corpo de seu filho Luke.
Cinzas Doggett está deitado na cama, mas ele não pode dormir. Ele sai da cama e vai até seu closet e tira algo de lá. Ele trás uma caixa de volta para cama. São as cinzas de Luke. Tem a data de nascimento e de morte sobre a caixa -January 9, 1986 - August 13, 1993. Doggett senta na cama quase em lágrimas. No escritório, Doggett olha para o caso de Luke. Doggett olha e vê o Cadete Hayes na porta. Doggett diz que está feliz por ele ter ido até lá. Ele diz que queria contar a ele que o perfil dele estava certo. Hayes advinha corretamente que há algo mais. Doggett diz a ele que ele tem um caso que ele quer que o rapaz olhe. Ele continua e diz a Hayes o que aconteceu com seu filho, mas de forma impessoal. Ele diz a ele que um menino de sete anos de idade estava andando de bicicleta pelo quarteirão. Sua mãe estava sentada na varanda contando. suas voltas. Ele acenava para ela todas as vezes que fazia uma volta. Na sexta vez, ele não apareceu. A mãe vai procurar por ele e encontra a bicicleta. Não houve testemunhas, nota de resgate, ou qualquer pista de quem levou o menino ou os motivos. Os policiais procuraram por dois dias e não acharam nada. Depois de três dias eles encontraram o corpo do menino no campo. Doggett entrega a Hayes o arquivo e diz a ele que é sobre o seu filho. Ele diz a ele que ele analisou ele várias vezes, mas depois de nove anos, não há muita conclusão. Doggett diz a Hayes que ele foi de muita ajuda onte, e ele quer saber se ele viu algo no caso. Hayes diz que o caso que ele ajudou ele no dia anterior é o mesmo caso do filho dele. Um pouco mais tarde Hayes leva Doggett até seu quarto e mostra as fotos na parede. Ele diz a Doggett que são todas fotos de crimes que não foram resolvidos. Ele começou a colecionar depois que foi para o FBI, mas não pode dizer a ele porque. Doggett pergunta a ele o que ele faz com eles. Ele diz a ele que se ele senta com eles calmamente por um longo tempo, elas dizem a ele coisas. Doggett olha a foto de Luke e dele mesmo. Hayes continua dizendo que é como ele vê o que ele vê. Doggett pergunta se ele vem seguindo o caso do filho dele. Ele diz a Doggett que ele vem seguindo o caso por muito tempo. Ele diz que o filho dele chama por ele. Doggett diz a Hayes que existe uma grande chance dele ser maluco. Hayes pergunta se ele reconhece o homem na foto. Doggett diz que sim, e diz a ele que é Bob Harvey. Ele é o mais perto que eles já tiveram de um suspeito para a morte de Luke. O cadete diz a ele que o homem morreu em uma acidente de carro no ano anterior em Nova Orleans ( Empendocles) Doggett pergunta se ele quer dizer que Harvey matou Luke. Hayes diz a ele que foi ele quem levou o menino, mas não foi ele quem matou o menino. Doggett pergunta a ele se ele quer dizer que o homem que matou a mulher, Regali, é o homem que matou seu filho. Hayes concorda positivamente. Doggett vai ver o Assistente Diretor Brad Follmer. Follmer diz a ele que tem um encontro com o diretor, e ele tem apenas um minuto para conversar. Doggett pergunta a ele se quando ele estava em Nova York ele trabalhou em uma força contra o crime organizado. Folmmer diz a ele que ele trabalhou. Doggett pergunta a ele se ele já ouviu falar de Nicholas Regali. Follmer diz a ele que ele escutou dele. Ele pergunta porque Doggett quer saber dele. Doggett diz a ele que quando ele estava em Nova York investigando a morte do filho dele , o nome não apareceu. Follmer pergunta a ele porque iria, e pergunta a ele se ele tem razões para acreditar que Regali estava envolvido. Doggett diz a ele que não tem nenhum evidência, mas alguém disse a ele que ele estava msiturado com o suspeito do sequestro de seu filho. Follmer diz a ele que nunca escutou aquilo, e está certo de que ele lembraria se estivesse. Depois de alguns minutos de silêncio, Follmer pergunta a Doggett se ele quer que ele faça alguma investigação por fora e ver o que pode conseguir. Doggett diz a ele que ele apreciaria. Doggett sai do escritório e se depara com Reyes. Ela pergunta a ele onde ele esteve, porque eles deviam se encontrar para estudar o que tem até então sobre Regali. Doggett ldiz a ela que Regali pode está envolvido com a morte de Luke. Reyes pergunta a ele quando foi a primeira vez que ele pensou isso, e Doggett diz a ela que foi desde que ele começou a falar com Hayes. O cadete disse a ele que ele sabia que Regali e Harvey estavam nisso juntos. Reyes pergunta como ele poderia saber disso? Doggett pergunta como ele sabe metade das coisas que ele sabe? Doggett diz a ela que ele investigou. Regali e Harvey ambos estão na mesma prisão ao mesmo tempo. Reyes diz a ele que vários outros também estavam. Isso não quer dizer que eles conheciam um ao outro. Doggett diz a ela que ele foi atrás do cartão de crédito de Regali nos dias anteriores do desaparecimento de Luke e notou o carro dele duas milhas da casa dele. Reyes diz a ele que Regali é de Nova Yorker, e muitas das pessoas de Nova York visitam Long Island. Isso nem é mesmo próximo de uma prova. Ela diz a ele tristemente que ela nunca saberá como isso o machuca, perder o filho, ou quanta dor ele ainda carrega. Ela entende que ele quer encontrar o assassino de Luke, mas ela não quer ver ele desapontado novamente. Doggett diz a ela que não vai acontecer novamente. Woodbury, Long Island A mulher de Doggett, Barbara, está no jardim plantando flores quando Doggett chega a casa. Barbara diz a ele que ele deveria ter ligado para ela antes de ir até lá. Doggett diz que ele tem um outro suspeito. Ela fica com raiva e diz a ele para não fazer isto novamente. Ela diz a ele par anão voltar lá e trazer tudo novamente até que ele esteja absolutamente certo. Doggett não pode dizer a ela que ele está positivo. e que ela pode ter que ver o homem antes. Ela pergunta se alguma vez ele já escutou o que ela disse. Doggett leva sua ex mulher para a linha de reconhecimento. Regali está lá. Ela não reconhece ninguém. Barbara sai.
Scully chega para encontrar Doggett e Reyes e tão logo entra na delegacia, percebe que os dois ainda conversam com um oficial. Doggett parece agressivo. Barbara Doggett se aproxima de Scully e se aproxima, dizendo ser a ex mulher de Doggett. Barbara diz que sabia que ela estava indo até lá. Scully pergunta se ela fez a identificação. Barbara diz que não esperava fazer. Ela diz que Doggett não consegue se livrar do passado. Scully diz que ele se culpa. Barbara acha que se Doggett pudesse resolver o caso, ele poderia mover sua vida em frente, e talvez até mesmo ter algo com Reyes. Scully apenas observa enquanto ela fala com pena do ex marido. No instante seguinte, Doggett e Reyes saem da sala. Barbara deduz que eles vão liberar o suspeito. Doggett diz que sim. Barbara se despede dizendo que o verá no dia seguinte. Doggett se aproxima de Scully e pergunta se os exames que ela fez revelaram algo. Scully diz que eles revelaram que os ferimentos no filho de Doggett e nas duas mulheres de Regali, tem algumas semelhanças, mas que tudo o que pode provar é que o cadete Heyes teve uma dedução brilhante, sem nenhuma claridade de método. Doggett sai dizendo que vai procurar algo que prove o que ele está dizendo. Scully apenas observa, com um triste olhar, enquanto ele e Mônica saem. Uma mensagem O cadete Heyes está em seu penumbro apartamento, observando a foto de Doggett ao lado do corpo do filho. O seu olhar fixo revela que ele observa mais do que qualquer pessoa perceberia simplesmente olhando a película. O rapaz se levante e olha para o faixo de luz que entra pela cortina entreaberta.
Mais tarde, no escritório dos Arquivos X, Doggett examina os arquivos de Regali e nota algo estranho. Ele comenta com Mônica que para um cara sujo como Regali, metido com inúmeras contravenções, sua ficha e sua situação de condicional estão muito relaxadas. Ele acha que ninguém está nem mesmo preocupado que ele seja condenado. Mônica pergunta se ele quer dizer que alguém está sendo subornado. Doggett diz que não consegue pensar em nada mais. Reyes tem um rosto tenso, como se aquele comentário tivesse alertado a ela para alguma coisa.
Algum tempo depois, ela e Doggett vão até a sala de Brad Follmer. Quando o Diretor Assistente abre a porta, se depara com Reyes e Doggett. Ele diz que estava indo ao encontro deles . Reyes diz que eles foram até lá para falar sobre o tempo que ela e ele trabalhavam juntos no escritório de Nova York. Follmer fala que não entende onde ela quer chegar. Reyes tem uma expressão pesada e procura uma cadeira próxima para sentar. Brad parece preocupado que eles estejam tendo aquela conversa na frente de Doggett. Ela diz a ele que três anos antes, ela tinha ido a um restaurante que eles costumavam frequentar e enquanto esperava pelo pedido, se dirigiu até a cozinha do lugar e viu Brad aceitando suborno de um cara da mafia. Brad diz a ela que isso foi o suficiente para ela simplesmente acabar o relacionamento, sem ao menos perguntar a ele o que estava acontecendo. Reyes diz a eles que se preocupava com ele. Brad diz que ela primeiro o julgou por esse caso e depois por encobrir Regali na morte do filho de Doggett. Doggett diz que alguém protegeu Regali. Follmer diz que o homem que Reyes viu estava trabalhando para eles e que ele estava sendo comprado e não o contrário. Ele diz que ele pode provar o que está dizendo e diz que Reyes não pode. Mônica parece insegurar do que acabou de ouvir. Ele diz que ela devia ter ido até ele, especialmente depois de saber o que ele sabe agora. Doggett pergunta o que ele sabe. Brad diz que Doggett estava preocupado com Regali, mas ele examinou os arquivos do cadete e descobriu que alguém com o nome de Heyes morreu em um acidente de carro em 1978 e diz que o cadete que vinha dando informações para eles, era na verdade um paciente psiquiátrico de Minesota. Reyes parece não parece acreditar. Brad diz todas as datas de internação do cadete e diz o rapaz também esteve em Nova York em 1993, o ano em que o filho de Doggett foi morto. Doggett está novamente sem conseguir acreditar. Uma equipe da Swatt entra no prédio de apartamento do cadete e para surpresa de todos, todas as fotos desapareceram do muro e ele está só, sentado em uma cadeira, e não oferece nenhuma resistência a prisão. Doggett observa entorpecido enquanto os policiais o tira do apartamento e olha para as parede vazias do quarto. Mais tarde, na porta do bar Moonleys, vemos Regali entrando em um carro e conversando com uma pessoa. Para nossa surpresa é Brad Follmer que está no volante. Ele parece ser velho conhecido de Regali. Follmer diz ao homem que para sorte dele, Doggett tem um outro suspeito.. mas que ele está lá para saber se ele realmente tem algum envolvimento na morte do menino. Regali pergunta desde quando Brad faz perguntas para ele. Brad se irrita e pergunta mais asperamente. Regali diz que claro que não. Ele pergunta que tipo de cara, ele pensa que ele é. Brad Follmer diz que está acabado e que ele está saindo daquele jogo. Ele diz que não quer mais nenhum comprometimento. Regali diz que vai está acabado quando ele quiser, e que se algo acontecer com ele, ele vai mostrar aos jornais um vídeo de Brad aceitando suborno. Ele diz que Follmer vai sair do jogo quando ele disse. Regali sai do carro, deixando Follmer pensativo e temeroso.
Doggett está novamente no FBI, com Barbara, Scully e Reyes. O cadete perfilado em frente ao espelho desvia o olhar não conseguindo ficar centrado em um ponto fixo. Barbara se aproxima do vidro e faz, desta vez, o reconhecimento positivo do homem. Um pouco mais tarde o Cadete Heyes é confrontado por Scully e Doggett. Scully começa a questionar o cadete dizendo saber tudo que ele fez para entrar no FBI, falsificando sua identidade e mentindo sobre seu estado esquizofrenico para chegar perto de Doggett. Heys diz que sabe que foi reconhecido por Barbara Doggett, embora não tivesse como saber daquela informação. Ele vai além e diz saber que Barbara não reconheceu Regali no dia anterior. Scully diz que não foi Regali que ela não reconheceu porque não foi o mafioso quem matou o filho de Doggett, e sim ele próprio. O Cadete pensa um pouco e diz que aquela é uma explicação. Doggett se irrita e diz que aquela é a única explicação. O cadete balança a cabeça negativamente e Doggett grita com ele, exigindo outra resposta. O cadete, ainda impassivo, diz que ele já falou para Doggett antes. Ele diz que já disse para ele que as fotos de Luke falaram com ele, quiseram mandar uma mensagem para ele. Scully insiste que ele matou Luke. Heyes diz a eles que ele estudou obssessivamente o caso do filho de Doggett e que é isso que pessoas como ele ( esquisofrênicas) fazem, são obsessivas. Ele diz que Barbara o reconheceu porque ele seguiu ela e ficou observando o tempo inteiro. Ele diz ainda que Doggett nunca acreditaria nele se ele simplesmente contasse o que sabia, devido ao seu estado mental. Doggett se dá conta de que foi o cadete que deu a dica para o caso inicial do episódio, onde Doggett encontrou o corpo da mulher, na parede. O jovem cadete diz que Regali estava associado com o homem que sequestrou o filho de Doggett e ele levou Doggett aquele caso, porque ele queria que ele o pegasse. Doggett para pensativo, sem saber em que acreditar. Scully parece na mesma situação. O cadete finda a conversa dizendo que gostaria de voltar para a instituição mental novamente. Doggett sai da sala desnorteado, encontrando com Reyes e Follmer. A parceira tenta chamar sua atenção, mas ele ruma para a porta de saída. Scully vem em seguida e diz para os dois agentes que o cadete contou sua versão da história, mas eles não tem como saber se é verdade. Reyes teme que aquilo que ele contou continue levando Doggett a lugar algum. Follmer apenas observa enquanto Reyes sai. Ele tem uma expressão tensa no rosto. Doggett se dirige novamente para o bar onde encontrou Regali pela última vez. O agente diz que não está lá como agente do FBI, mas como um pai e quer saber o que aconteceu com seu filho. Regali afirma primeiramente que não sabe o que aconteceu com Luck, mas diz que hipoteticamente pode dizer o que teria acontecido. Diante de um Doggett estarecido, ele começa a contar a história. Regali diz que havia um homem de negócios, acostumado a fazer negócio com as pessoas da pior espécie, como Bob Harvey por exemplo. Ele diz que Harvey gostava de garotinhos e que um dia ele viu um garotinho andando de bicicleta e agarra o menino e o leva para seu apartamento. Regali diz que esse homem de negócios não sabia o que estava acontecendo no apartamento de Harvey e entrou, para fazer o negócio habitual. O menino viu o rosto do homem e ele teve que se livrar dele da forma que podia. Regali, apenas observa Doggett e sai após dizer que " Todo problema tem uma solução." Doggett parece não conseguir se mover do lugar. Regali sai do bar. Quando finalmente Doggett se levanta decidido a ir atrás de Regali, com sua arma fora do coldre, escuta um barulho de tiro vindo de fora. Doggett corre e percebe Regali caído no chão. Atrás de si, a figura de um angustiado Follmer, se revela, com a arma apontada na direção do corpo caído no chão. Regali tem um tiro fatal no olho. Libertação Doggett e Barbara estão em uma praia deserta, na beira do mar agitado. Eles tem os pés mergulhados na água e parecem distantes, com a caixa com as cinzas de Luck, nas mãos de Doggett. Ele contempla o mar por um instante, antes de abrir a caixa e depositar as cinzas na água. Os olhos de Doggett são emocionados e Barbara abraça-o por trás, num gesto de conforto. O tempo passa e logo Barbara desaparece do quadro. Doggett sobe os rochedos que levam a estrada e encontra com Reyes, que esteve observando a cena, por todo tempo, junto ao carro. Os dois se abraçam emocionadamente, sem nada dizer.
Fim |