Palestra de Divaldo Pereira Franco

 

 

                                                EU ACREDITO EM DEUS !!

 

Senhoras, senhores , jovens, queridos irm�os no ideal espirita, aben�oe-nos Jesus, o amigo

incondicional de nossas vidas. No dia 23/11/ 1793, na catedral de Notredame, em Paris, o orador

Gaspar Chometri levantou-se no p�lpito ( altar) e diante da nave da igreja g�tica totalmente repleta,

 proferiu o discurso dando id�ia do direcionamento da revolu��o francesa. Ap�s as palavras iniciais,

Guerra e Gaspar Chometri asseverou peripit�rio  ( inflamado � aos gritos) :

- Deus morreu! A Fran�a que se libertou dos Bourbon, (Durante o s�culo XVI, (16) os reis Bourbon

governaram Navarra e Fran�a. J� no s�culo XVIII, (18)  membros da dinastia Bourbon detiveram

tronos na Espanha e no sul da It�lia.)  n�o tem destas cidades de Deus. A partir deste momento,

o nosso Deus � a raz�o, dispensamos qualquer express�o de Deus, e devemos combater as religi�es.

A massa que se acotovelava, no grande santu�rio parisiense, algo aturdida, acompanhou de imediato,

uma prociss�o que foi improvisada e que no andor carregava, a jovem bailarina Kandeiu, do teatro

da opera, vestida de branco, com barrete fr�gio ( esp�cie de bon� sem pala, um gorro , ou uma

cobertura com que os cl�rigos protegem a cabe�a) representando a raz�o.  E a partir daquele

momento os revolucion�rios franceses decretaram a morte de Deus. Asseveravam que a

humanidade n�o tem necessidade de qualquer uma realidade espiritual, especialmente da pr�pria

divindade. Logo depois, no ardor desta onda de negativismo espiritualista, no ano de 1802,

Napole�o Bonaparte, para poder assentar os seus arraiais em Paris, firmou a segunda concordata

entre o governo da Fran�a e o Vaticano, trazendo Deus de volta a seu pa�s. Atrav�s deste

documento, o celebre Ckursso desejava fortalecer, a sua posi��o e para tanto recorreu ao poder

democr�tico da religi�o para trazer a divindade de volta ao solo franc�s. E Deus que havia sido

exilado, atrav�s do entusiasmo de um orador arrebatado, era trazido de volta, por meio de um

decreto imperial. No dia 02/12/1804, naquela mesma catedral, Napole�o Bonaparte era consagrado,

como o novo primeiro imperador da Fran�a. Enquanto o coro de 200 vozes cantava a musica que

foi elaborada especialmente para aquele momento de pomba e circunst�ncia, o Papa Pio 7�, que

fora convidado especialmente para a solenidade, levantou-se e ergueu a almofada de veludo que

tinha a coroa imperial, e Napole�o, em um gesto de aud�cia, acercou-se do Papa, quebrou o

protocolo e alto corou-se , para demostrar a sua animosidade ao Papa reinante, ato continuo,

 ele corou Josefina como Imperatriz. Mas merece recordar-mos, que dois (2) meses antes apenas

no dia 3 de outubro daquele referido ano 1804, na cidade de Lion, pr�ximo a Paris, 400 Kilometros

nascia Hipollyt Lion Denizard Rivail, que a humanidade conhecera mais tarde como psiudonimo

de Allan Kardec. Deus estava agora em entonizado ( coroado) atrav�s de Napole�o primeiro

como supremo governante da Fran�a. No entanto, no ano de 1815, uma rea��o de natureza clerical,

para poder impor Deus aos seus advers�rios, matou 15.000 mil protestantes, que eram vitimas de

 um certo Tresthel�, e a carnificina foi t�o cruel, que as �guas do Rio Luara, ficar�o polu�das pelo

numero volumoso de cad�veres,  logo depois a cultura Francesa e a Europ�ia, entrava no per�odo

 de modorra e apesar de no s�culo 19 ser considerado o s�culo das luzes, o materialismo passou a

 tomar conta das mentes humanas. A partir do ano de 1859 com as experi�ncias not�veis de

Tcharles Wevilin e a sua descoberta teorizada no processo da evolu��o, na sele��o natural, nas

diferen�as das especieis, nascia uma doutrina que demostrava, o fragante erro b�blico, a respeito

da cria��o. E o materialismo tomou conta da Europa, atrav�s de homens e mulheres not�veis, que

 na intimidade dos seus laborat�rios recentemente libertados do tac�o ( dos dogmas religiosos), e

fora dos velhos por�es medievais, gritavam da desnecessidade a respeito de Deus. Entre outros o

pensamentos do grande alem�o Frederic Nitch, que havia escrito uma obra revolucionaria, ele

colocava na boca da personagem principal, uma grande ironia a respeito de Deus.

- � verdade que Deus morreu ? Pergunte ao louco na pra�a publica. O celibre assim falava zaratrusta.

- Se Ele morreu...quem cuidar� de ascender as estrelas a noite, dar alimento aos p�ssaros e aos peixes

no mar, e uma grande tristeza se abateu sobre a massa, e o loco continuou dizendo :

- Agora que Deus morreu, para que as igrejas ? Para que as catedrais ? Elas ser�o transformadas em

mausol�u para guardarem a mem�ria de Deus e Nitch, ao escrever esta obra revolucionaria negando

 a realidade de Deus, j� colocava na boca do louco o tormento esquizofr�nico, que logo mais iria

 mata-lo,no m�s de agosto do ano seguinte em 1900. Mais ao lado dele o Shopphayer tamb�m

alem�o, pregava a desnecessidade de Deus e os mais eminentes na �rea da ci�ncia das grandes

universidades Europ�ias diziam :

- A alma... a alma n�o existe, a alma � uma sudorese ( transpira��o) cerebral. Da mesma forma que

o f�gado produz a b�lis, e os rins produzem a urina, o c�rebro produz a alma. Na hora que o c�rebro

deixa de funcionar, a alma desaparece e alguns intelectuais anato patologista ( estuda a anatomia

 patol�gica, ci�ncia que estuda a origem, os sintomas e a natureza das doen�as)

como Florans Luvyerr e outros declaravam zombeteiramente:

- Nos temos dessecado milhares de cad�veres e nunca vimos a alma.

Materialismo tomou conta da cultura no fim do s�culo 19 e apresentou-se sob 3 aspectos, o

materialismo dial�tico ( aquele que argumenta bem), o materialismo hist�rico e o materialismo

mecanicistas ( obras e tratados a respeito desta ci�ncia) . Quando irrompe o s�culo 20 e vem a t

err�vel hecatombe (matan�as, cerim�nias, sacrif�cios de muitas v�timas)  de 1914 a 1918

( �poca da inquisi��o, A Inquisi��o era um tribunal destinado a defender a ortodoxia da f� cat�lica:

 vigiava, procurava, corrigia e/ou condenava aqueles que fossem suspeitos de heresias. )

O materialismo ceifava as vidas que depois de acionadas, deixaram classificadas a ERA DO TERROR,

 fazendo com que as pessoas logo depois, se voltassem a procura de Deus. Quando aconteceu a

segunda guerra mundial e ao terminar esta hecatombe, cuja cicatrizes ainda n�o est�o conclu�das,

 no subterr�neos de Paris, nos metros de Londres, nas cidades dizimada ( desfeitas) , apareceram

filosofias esdr�xulas (sem significados), como o nada�smo, patrocinadas por JanPosacre,

Madame dy Bofoa, e pelo cinismo de uma juventude que n�o tinha Deus. E que diziam:

- Para que Deus? N�s vimos a guerra! Aonde estavam os religiosos, n�s vimos pais entregarem

filhas por uma barra de chocolate, nos vimos as pessoas descerem ao subterr�neos do metro

ca�ando largatichas e ratos para poderem comer. Para que uma vida digna? Derrepente vem a

 bomba e tudo desaparece...

E novamente uma onda de caus (efeitos desastrosos) tomou conta daquele per�odo do s�culo 20,

negando Deus. E demonstrando que Deus era uma mera topia (ilus�o), foi quando, religiosos

holandeses, escrevendo a respeito da vida de Jesus, publicar�o o celebre catecismo, no qual

te�logos ( teologia � estudo sobre Deus e os textos sagrados)  da Holanda diziam:

- N�s somos crist�os, mais n�o acreditamos em Deus! N�s temos a prova Historia da presen�a

de Jesus, mas Deus deve ser uma   utopia ( ilus�o), uma personalidade mi dica (m�stica- simb�lica).

Foi neste per�odo dos anos 60, quando os Rippes abandonaram a civiliza��o em busca da deprava��o

rotulada de amor e fugiram do chamado contesto para usar coca�na e �pio ( drogas), No Afeganist�o

e em outros paises da �sia como Tibete e outros onde o comercio de drogas era licito ( livre) .

Deus pareceu desaparecer das paginas da Historia.

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Foi Nesse momento que apareceu uma obra extraordin�ria, escrita por um professor de Historia

natural dos Estados Unidos, o  Dr, Cressey Morrison  , examinando esta onda de materialismo,

 ele que havia sido professor de Historia natural do museu de Nova York, por 40 anos,

escreve na sua obra:

- Eu creio em Deus ! J� que esta na moda a nega��o de Deus...caracterizando um ser

 intelectual aquele que discorda de Deus, eu tenho orgulho de afirmar , EU CREIO EM DEUS!!

E tenho 7 raz�es que me levam a crer em Deus. Por exemplo:

1� (raz�o)  Se qualquer um de n�s pegarmos 10 moedas met�licas de 1 real, e as

numerarmos de 1 ate 10, e colocarmos em nosso bolso, vamos tentar uma experi�ncia. Tentemos

 retirar a moeda numero 1, a nossa probabilidade de �xito � de uma vez em 10 tentativas, porque s�o

10 moedas. Imaginemos que retiremos a moeda numero 1 e a devolvemos , vamos tentar retirar a moeda

numero 2, a nossa probabilidade de �xito � de uma vez a 100 vezes, se nos devolvermos a moeda

de numero 2 e tentarmos retirar a de numero 3 imediatamente, a nossa probabilidade de �xito � de

uma vez em 1000. E se devolvermos a moeda de numero 3, e formos retirando at� a de numero 10 ,

a nossa probabilidade de �xito � de uma vez em dez bilh�es de vezes logo uma coisa t�o simples

que os senhores podem tentar.

Quando eu olho a terra, e vejo a beleza do universo EU CREIO EM DEUS!

Porque se por exemplo:

2 -  A atmosfera da terra mede 60 Kilometros N�O � POR ACASO! Se fosse por

exemplo 40 Kilometros a vida na terra seria imposs�vel. Porque os meteoros, os meteoritos

que diariamente caem na terra e s�o ralados na atmosfera tombariam e destruiriam tudo que

existe, porque eles caem diariamente aos milhares e gra�as a esta atmosfera de 60 Kilometros

eles v�o sendo ralados e terminam como pequeninas pedras insignificantes, logo algu�m pensou ...

3 � A velocidade da terra � de 1.600 Kilometros por hora em volta do seu eixo central, gra�as a

isso nos temos 12 horas de luz e 12 horas de trevas. Mas imaginemos se por acaso esta velocidade

fosse de apenas 160 kilometros por hora, os dias mediriam 120 horas e as noites 120 horas.

A vida seria imposs�vel, porque durante as 120 horas de calor tudo morreria e aquilo que

sobrevivesse, durante o frio de uma noite de 120 horas tudo morreria, logo algu�m pensou ...

4 � Se a crosta da terra fosse mais alta de apenas 3 metros, a vida na terra seria totalmente

imposs�vel, porque faltaria oxig�nio suficiente, para manter a nossa exist�ncia.

5 - Se o fundo do mar fosse mais fundo apenas 3 metros todo oxig�nio que esta na atmosfera

iria para intimidade das �guas e n�s os animais da superf�cie n�o poder�amos viver.

6 - Se por acaso a lua estivesse apenas 70.000 mil quil�metros de n�s a vida seria imposs�vel,

 porque o magnetismo da lua, � o respons�vel pelas mares e estando t�o perto da terra, as mares

 seriam t�o altas, que diariamente lavariam a terra duas vezes produzindo eros�es e destrui��o.

7 � O sol esta distante de n�s 150.000.000.000 milh�es de kilometros, mas N�O � POR ACASO,

imaginemos que ele estivesse apenas a 100.000.000 milh�es de kilometros a vida seria imposs�vel,

 por causa das altas temperaturas , dos raios infra vermelhos, ultra violeta, Mas imaginemos que

ele estivesse a 200.000.000 milhoes de kilometros a vida seria imposs�vel, porque a terra estaria

coberta por uma espessa camada de gelo. Logo algu�m pensou ...

N�o foi o acaso,saber que estes pequenos dados, demonstram que, para que a vida na terra fosse

 fact�vel ( que possa existir) algu�m programo para que pud�ssemos viver, conforme n�s vivemos.

Ent�o EU CREIO EM DEUS! Que criou as condi��es apenas para o nosso planeta existir.

- 2� raz�o - Mas eu creio em Deus por uma 2� segunda raz�o que se chama VIDA! Se eu

perguntar ao senhores o que � a vida ? Cada um me dar� uma defini��o diferente. Ningu�m me

dar� a mesma defini��o. Se a pessoa for bi�logo dir� que a vida � resultado deste automatismo

 celular a fatalidade biol�gica. Se for filosofo dir� que a vida � este passeio encantado no pais da

fantasia. Se for poeta, escritor , agricultor, analfabeto, cada um tem da vida a defini��o, mais

compat�vel consigo mesmo. E at� hoje ningu�m conseguiu definir a vida de uma maneira global.

Porque a vida escapa. A vida � resultado da uni�o de dois fatores um protoplasma

(� a parte viva da c�lula. � um sistema f�sico-qu�mico de natureza ...

Os principais constituintes qu�micos do protoplasma s�o as prote�nas) e o raio de sol .

O raio de sol incidindo ( cair )  sobre o protoplasma permite que ele se biparta � o fen�meno da citocinina celular

(A citocinina � um horm�nio vegetal, respons�vel pelas divis�es celulares. ... A citocinina � respos�vel

pela expans�o celular, quando o tecido vegetal n�o ou  citocinina, bem como quanto a sensibilidade

celular �s. diversas subst�ncias reguladoras de ... condicionada � sensibilidade celular e aos n�veis, )

E ele vai se multiplicando at� construir a vida. Mais a vida � um qu�mico maravilhoso. Uma planta

introduz a raiz em um adubo apodrecido e transforma em perfume na flor e fruto saboroso e

agrad�vel no seu momento de exuber�ncia. A vida � um grande escultor, basta que n�s olhemos,

as folhas de qualquer planta, os mais importantes bi�logos, tem comparado as folhas das arvores

 e nunca descobriram duas folhas absolutamente iguais. Porque a vida � caprichosa. Mais a vida

� este extraordin�rio engenheiro que transforma a �gua e umos em a��car e em madeira. Por isso

EU CREIO EM DEUS! Por causa do milagre da vida.

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- 3� ( raz�o )  Mas eu Creio em Deus por uma 3� (terceira) raz�o que se chama o INSTINTO

DOS ANIMAIS, todos n�s falamos sobre o instinto mais ningu�m sabe onde ele se localiza, nos

diremos amor por instinto, eu reagi por instinto, � s� uma palavra, mas este mecanismo n�s ainda

n�o sabemos.

N�s n�o sabemos por exemplo, porque que o Salm�o quando chega a �poca da desova, ele

abandona todas as �guas dos rios em quest�o e nadando contra a correnteza, eles v�o desovar nos

lugares em que nasceram. Se pegarmos o Salm�o e colocarmos no afluente do mesmo rio que �

 diferente os afluentes ele sabe que esta errado, ele retem a desova, e continua nadando at�

encontrar as �guas t�pidas ( quentes) do lugar em que ele nasceu, para depois ele morrer.

Quem ensinou ao Salm�o? Bem foi o instinto!  A vespa quando vai desovar ela sabe uma por��o

de coisas. Ela sabe que todos os insetos j� nascem adultos e que todos os insetos j� nascem com

fome, parece at� brasileiro no nordeste. Ent�o a vespa sabe que os seus descendentes s� pode

comer carne viva. Se comer carne morta eles morrem. A vespa faz um buraco no ch�o, desce,

 abre uma c�mera subterr�nea, sobe, pega um barro ( um pouco de argila) um gr�o e tapa o buraco.

Voa e vai procurar uma larva ou um gafanhoto,ela d� uma picada no gafanhoto ele fica im�vel,

ningu�m conseguiu dar uma picada igual para imobilizar um gafanhoto sem matar, ela carrega o

 gafanhoto, abre o buraco, leva o at� a c�mera, desova, na parte secund�ria do gafanhoto,

 na extremidade do abd�men, voa tapa o buraco e morre. Os seus filhos quando nascem,

come�a a comer o gafanhoto do abd�men at� a cabe�a, quando o gafanhoto morre eles

 est�o em condi��es de voar, e cuidar da pr�pria vida. Quem ensinou a vespa ? Este mecanismo

se ela errar ... todas as vespa morrer�o.

As enguias, quando as enguias v�o reproduzir-se todas elas do mundo inteiro abandona

as �guas dos mares e dos oceanos e nadam em dire��o das �guas das Bermudas, que s�o a parte

 mais abissal (abismo � profundo) dos oceanos do mundo chegando ali elas se reproduzem e

morrem, os seus descendentes voltam para o mesmo lugar de onde vieram seus pais. As enguias

europ�ias, porque est�o muito longe das Bermudas, tem a sua reprodu��o atrasada um ano,

para terem tempo de nadar, e chegarem na mesma hora que chegam, suas irm�s americanas e

nunca se encontrou enguias Americanas em �guas Europ�ias, ou enguias Europ�ia em �guas

americanas. Porque ? Por causa do Instinto !

O Jo�o de barro, quando chega a primavera, ele trepa no galho mais alto da floresta

e coloca o bico na dire��o do vento, ent�o ele descobre em que dire��o vai soprar o vento do

 futuro inverno, constr�i a sua casa com a porta no sentido oposto, para que o vento n�o entre

para matar os teus descendentes, e n�o erra nunca, porque se ele errar, a prole

( descend�ncia � gera��o) morre, o que mata de inveja o servi�o de meteorologista que n�o

acerta nunca! Por esta raz�o o instinto dos animais diz o  Dr, Cressey Morrison  :      

 EU CREIO EM DEUS !!!

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- 4� (raz�o)  Mas eu creio em Deus por um 4� fator que se chama

GENES E CROMOSSOMAS.

Genes = (Estudo da Gen�tica, genes, hereditariedade, Projeto Genoma Humano, problemas

gen�ticos, doen�as gen�ticas.)

Cromossomos = ( cada um dos corp�sculos de cromatina que aparecem no n�cleo de uma c�lula,

durante a sua divis�o)

Corp�sculos = (Os corp�sculos lip�dicos s�o estruturas localizadas dentro dos leuc�citos �

c�lulas presentes no sangue que atuam em processos imunol�gicos )

 

Todos n�s somos resultados de Genes e de Cromossomas, se por acaso, reduzisse a popula��o

da terra  e ficasse ( 5 bilh�es e 700 milhoes de pessoas, aconteceu de genes e cromossomas, toda

a humanidade caberia num dedal de costureira e n�o encheria o dedal. Ali nos temos a humanidade

 inteira, a cor do cabelo, a cor dos olhos, a carie dentaria, o car�ter a personalidade, as emo��es.

Gra�as a esta descoberta, EU CREIO EM DEUS!

 

- 5� ( RAZ�O ) � Mas eu creio em Deus por uma 5� raz�o, que se chama a

INTELIGENCIA, PORQUE O Instinto � semelhante a uma nota mon�tona, que se repete,

sempre a mesma, sempre igual, o primeiro Jo�o de Barro agiu assim, o derradeiro vai agir assim.

Mas a intelig�ncia s�o as 7 notas musicais, � esta capacidade de conceber, esta capacidade de

descrever, � toda a sinfonia da natureza. Por isso EU CREIO EM DEUS.

 

- 6� ( RAZ�O ) � Creio em Deus por uma 6� raz�o, o EQUILIBRIO , que existe no eco

 sistema. N�s sabemos e j� o dissemos, que todo inseto nasce adulto, os insetos respiram atrav�s

de tubos, a medida que eles crescem, os tubos N�O crescem, ent�o eles morrem por falta de ar.

 � o que acontece com a cigarra. Ela n�o morre de cantar, a cigarra primeiro n�o canta, ela trita

as patas e produz este agrad�vel ru�do que ningu�m ag�enta atrav�s das patas, mas a medida

que ela vai crescendo os tubos n�o d�o o ar necess�rio e ela morre, mais N�O � POR ACASO!

 A ci�ncia j� descobriu  750.000 (setecentas e cinq�enta mil ) fam�lias de insetos na terra.

J� imaginaram se eles carecessem e os tubos carecessem, n�o estar�amos aqui, porque as

 formigas todas estariam com corpo de elefantes e as pulgas com corpo enormes de rinocerontes.

Ent�o algu�m  pensou... para manter o equil�brio. Os australianos vivem num continente, pa�s

 extraordin�rio, mas n�o podiam plantar por causa dos ventos que sopravam dos oceanos, eles

tiveram a id�ia de fazer cercas vivas, cercas vegetais e importaram uma Palm�cea (Palm�cea,

fam�lia bot�nica das palmeiras.), cactus, para servir de parede natural contra os ventos, mas eles

n�o se lembraram de que aquele cactos transportado para a Austr�lia, n�o tinha inimigos naturais

 ( n�o tinha insetos), que se encarregassem de alimentar-se deles, e em breve foi uma calamidade,

porque os cactos come�aram a multiplicar-se, destru�ram fazendas, cidades, em 10 anos eles

ocuparam uma �rea maior que o Imp�rio Brit�nico, na Europa, eles jogaram Herbicidas ( veneno),

 utilizaram de lancha chamas, de tratores, mas o vento carregava o polem e aparecia em todo lugar

e a Austr�lia esteve para desaparecer do mapa por causa dos cactos, fizeram encontros de de

 herbatologistas ( estudantes de insetos voadores) de estudiosos de insetos na cidade de Sidnei ,

depois de debaterem por v�rios dias, algu�m disse � Temos que salvar a austr�lia, encontrando

o inseto que seja bom reprodutor e que se alimente s� de cactos, porque ai a coisa estar� resolvida,

come�ou uma busca internacional.

 E voces n�o sabem onde foram encontrados estes insetos ? Insetos famosos e bons reprodurtores,

no nordeste do Brasil. Levaram os insetos brasileiros com os bisouros e jogaram nos cactos.

Eles come�aram a comer os cactos e a se reproduzir, e os australianos come�aram a ficar�o

apavorados, agora quando acabar os cactos, o que faremos com os bisouros ?

Mas entrou a lei do equilibrio e em breve ficar�o bisouros para cactos e cactos para os bisouros.

E ai esta a Australia. Por isso eu creio em Deus e no eco sistema!

 

7� raz�o - Mais eu creio em Deus por uma setima raz�o! A IMAGINA��O !

 

S� atraves da imagina��o � que se pode conceber o incocebivel. S� atraves da imagina��o � que

se pode pensar termos de finito dentro do infinito. E � a imagina��o que me leva a conceber Deus

como disse o salmista Davi no cantico 19 v 01, o ceus proclamam a gloria de Deus e o universo

fala da obra das suas m�os. � verdade se numa noite de inverno e c�u transparente sem ilumina��o

 artificial sairmos caminhando por uma estrada e adiarmos o impirio ficaremos deslumbrados

 com os astros e diremos meu Deus, eu vejo melhoes de estrelas. E nos enganamos, porque

somente s�o visiveis ao olho n� 5.000 mil estrelas, quer dizer 2.500, porque as outras 2.500

estavam do outro lado. Quem duvidar hoje a noite  pode come�ar a contar. Mas se n�s usarmos

 o binoculo, podemos ver 15.000 mil, se usarmos o telesc�pio medial poderemos ver 150.000 mil,

se usarmos o telescopio de monte palomar da california, poderemos ver 30.000 milhoes, se usarmos

o telescopio hobol , poderemos ver 1.000.000.00 bilh�o de de estrelas, apenas na nossa galaxia, e

diremos aquela � sirios, � Ebedelgese, � a espiga da virgem, porque as estrelas s�o como as mulheres,

quando jovem brilham, s�o estrelas de primeira grandeza, a medida que o ano passa, o tempo,

dicam amarelas como o sol, uma estrela de 5� grandeza. E a medida que o tempo passa, ficam

com manchas, avermelhadas � uma estrela em decadencia, poderiamos mostrar as estrelas de

acordo com seus brilhos e saberemos por exemplo que o sol � 1.500.000.000

( Um milh�o e quinhentas mil ) vezes maior do que a terra e que betegelse � um milh�o e

quinhentas mil vezes, maior do que o sol e olhemos a nossa galaxia, a via lactea e dizemos

Meu Deus esta via lactea, tem duzentos bilhoes de estrelas e o nosso universo tem cem milhoes

de galaxia, atraves do telescopio Hobou diariamente nos podemos ver galacias que ser�o

absorvidas pelos buracos negros e outras galaxias que surgem ent�o n�s dizemos

EU CREIO EM DEUS ! E automaticamente sentimos uma emo��o diante deste finito que � t�o

grande que o Dr. Jemes Jins astrofisico ingles, disse para n�s que n�o somos astronomos,.

- Quereis ter uma ideia das distancia que separa as estrelas umas das outras, tomai um avi�o

super sonico, viajai sobre a Eurasia ( a Europa e a Asia) e pegai 3 abelhas e atirai as pela janela

elas ter�o menos espa�o para voar do que os astros no infinito. Quremos entender a grandiosidade

da crian��o quando olhamos o nosso sol, este calorzinho que estamos sentindo, � resuldado da sua

combust�o interna, ele gasta  420 milhoes de de toneladas de massa por segundo que converte

 em energia. O que que vale dizer, que dentro de 15 milhoes de anos, o sol vai morrer e todo

sistema. Oportunamente fazendo esta conferencia em uma cidade ao terminar veio uma mo�a

mais ou menos madura e me perguntou:

- Divaldo � mesmo que universo vai se acabar? Eu disse :

- o universo n�o sei, mas o nosso sistema sim, vai chegar um dia que ele ir� se acabar.

-Quando?

- Dentro de 15 bilhoes de anos.

Ela disse :

- Ai Meu Deus ! o que ser� de mim que ainda n�o me casei.

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N�s olhando este universo grandioso automaticamente levamos a lingua ao veo paladino

( ceu da boca ) e naturalmente tragamos em seco, quando n�s fazemos isso, Deus j� n�o esta

mais l� no universo apenas, esta dentro de n�s. Neste movimento da lingua, n�s acionamos

incontaveis nervos. E se por acaso neste momento, sintimos o odor de uma carinha assada l�

fora, de imediato come�amos a apresentar os acidos e sais que v�o se encarregar da futura

digest�o. Come�am as papilas de nossa lingua, que s�o 5 milhoes a secretar a saliva que �

encarregada de iniciar a digest�o da boca. Aproximemos do churrasco e quando vamos pegar

com a boca cheia d�gua, n�s nos lembramos... Meu Deus agora que me lembrei ( sou vegetariano).

 Largo o churrasco para l�, e pensemos numa salada maravilhosa, ent�o as nossas papilas joga fora

aquelas substancia e come�a a trabalhar outra, porque j� n�o serve aqueles acidos para a digest�o.

E n�s temos agora o organismo preparado para a alimenta��o vegetariana. Mais novamente voce 

diz vou preferir um p�o com um copo de leite, dai a boca e o estomago diz eu n�o aguento este rapaz.

O organismo joga tudo fora e se prepara novamente cantando a gloria de Deus. Se n�s tomarmos

uma piucada de alfinete destruimos milhres de capilares, outros vem e toma o lugar, mas se

 tomarmos um corte, imediatamente vem a hemorragia, que faz o organismo ?Condensa na ferida

que esta aberta uma subistancia especial e compoem um coagulo tamp�o para impedir que todo

nosso sangue se esvaia numa providencia. A ciencia diz que morre diariamente em nosso sangue

30 milhoes de globulos vermelhos por segundos e nascem 30 milhoes de globulos vermelhos por

segundos  cantando a gloria de Deus. O individuo leva a m�o a cabe�a e diz:

-  Agora eu creio. E quando ele coloca a m�o na cabe�a ele esta segurando o mais notavel

computador que a humanidade sequer poder� imaginar. Porque dentro deste craneo, existe no

cerebro 100 bilhoes de neuroneos, celulas nervosas, que nunca se repetem, que depois que

foram concebidas e nasceram conosco, a medida que v�o morrendo as 100 mil por dia, s�o as

 respons�veis pelo nosso envelhecimento, nossa memoria, pela nossa inteligencia, pelos nossos

movimentos, Todos ali codificados nas chamadas sinapcia cerebrais. E de imediato sentimos uma

emo��o e colocamos a m�o no peito, esta bomba que � o cora��o � a bomba mais resistente que a

 humanidade jamais viu. N�o existe na terra um equipamento elastico igual ao cora��o, que comece

a pulsar ap�s a fecunda��o e quando para encerra a vida biologica. Eu tenho um amigo que esta

com 110 anos, a 110 anos que o cora��o produz acido de cistoles sem parar sem descansar, sem

repouso, � justo que derrepente ele diga agora pra mim: Chega! e pare um pouco. Mas este

 cora��o, � t�o notavel e tem uma fun��o, ele bombeia o sangue para cabe�a, cabe�a cora��o,

cora��o cabe�a, cabe�a cora��o p�, com a velocidade de 70 metros por segundos, cantando as

glorias de Deus. N�s diante desta maquinaria extraordinaria, que lamentavelmente o tempo n�o

nos permite prolongar, somos obrigados a curvar-nos e dizer :

- EU CREIO EM DEUS! Mas Deus � muito mais facinante. Como dizia Sao Jo�o Evangelista 

 - � o amor - varios definir�o Deus. Socrates e Plat�o, chamavam Deus de Heidos  em latim

( o mundo d� ideia e da energia ) Aristotales (primo movelis) ( o primeiro motor) Baruto Espinosa,

 filosofo Holandes, naturas em naturez ( a natureza das natureza) As defini��es no nome de Deus

variam finito, mais foi Jo�o Evangelista , que teve ocasi�o de dizer que Deus � amor e Jesus dando

 nos a grandeza de Deus propoz nos amarmos uns aos outros, como ele nos havia amado,

estabelecendo no mandamento unico ali nos profetas, que o amor a Deus acima de todas as

 coisas e ao proximo como a si mesmo. O Amor, na hora que nos amarmos, Deus permanecer�

no infinito do espa�o e no absurdo do cosmo e dentro do nosso ser. Para encontra-lo � nescessario

viajar n�o para fora, e sim para dentro, para sintoniar com a sua vibra��o

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