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O SÍMBOLO DA MEDICINA
Saiba o significado daquela cobrinha enrolada naquele bastãozinho
“Os gregos eram muito místicos e tinham um deus e uma lenda para cada
atividade e para a medicina não poderiam ser diferentes, criaram um deus com
barbas densas vestindo uma túnica comprida e mantinha o peito desnudo,
empunhando um cajado com uma serpente enrolado em seu eixo, era Asclépio, o
deus da medicina, talvez aqui estejam as origens do símbolo dos médicos
porem este é tema para um próximo artigo. Quando Coronis estava nas últimas semanas de sua gestação, traiu Apollo com um mortal. Tomado de profunda ira, Apollo pôs fim à vida daquela amante que vilipendiara os seus sentimentos de maneira torpe. Mergulhado em profunda dor dirigiu-se à pira fúnebre aonde o corpo de Coronis principiava a arder e com movimentos precisos retirou de seu ventre uma criança cujo coração ainda palpitava Desta maneira dramática nascia o deus Asclepius através da primeira cesariana já realizada, bem antes do imperador romano Caius Julius César dar os seus primeiros vagidos A sua guarda e educação foi confiada a Chiron um centauro famoso por sua sabedoria e dominava como ninguém as artes da cura e da medicina. Em pouco tempo o discípulo superou o mestre, a sua fama ultrapassou as fronteiras do mundo helênico, realizando curas milagrosas, restabelecendo a vida para aqueles que haviam morrido. Estes feitos despertaram preocupações em Hades o deus que cuidava dos mortos, e se persistissem os prodígios de Asclepius muito em breve não haveria mais ninguém nos seus domínios. Hades queixou-se a Zeus, e ele concordou que os mortais deveriam seguir os seus destinos, e desta maneira, Asclepius foi considerado culpado de alterar a ordem da natureza, e Zeus feriu-o mortalmente com raios certeiros Considerando toda a sua obra em benefício do homem o grande Zeus colocou-o entre as estrelas transformando-o na constelação Ophiuchus (aquele que carrega a serpente) e desde então tem iluminado os caminhos daqueles que se dedicam à arte de minorar os sofrimentos dos seus semelhantes.” Dr Juglans Regia “Dois símbolos têm sido usados ultimamente em conexão com a medicina: o símbolo de Asclépio, representado por um bastão tosco com uma serpente em volta; e o símbolo de Hermes, chamado Caduceu, que consiste em um bastão mais bem trabalhado, com duas serpentes dispostas em espirais ascendentes, simétricas e opostas, e com duas asas na sua extremidade superior. Ambos os símbolos têm sua origem na mitologia grega; o de Asclépio, deus da medicina, é o símbolo da tradição médica; o de Hermes, deus do comércio, dos viajantes e das estradas que foi introduzido tardiamente na simbologia médica. Seu uso em lugar do bastão de Asclépio pode ser considerado uma “heresia” (J.M. Rezende). Há várias interpretações para o símbolo de Asclépio. Em relação ao bastão:
Em relação à serpente:
O símbolo de Hermes e apropriadamente utilizado em emblemas de associações comerciais, escolas de comércio e escritórios de contabilidade. Com o símbolo médico é usado principalmente nos Estados Unidos por serviços médicos oficiais e pelas empresas que oferecem planos de saúde. Consideramos oportuno iniciar uma campanha de esclarecimento, nas Faculdades de Medicina, junto aos estudantes do curso de graduação, no sentido de alerta-los sobre o único e verdadeiro símbolo da medicina: o bastão de Asclépio com uma só serpente. O Dr. Aleksander Dobriansky, exímio cirurgião cardiovascular e artista plástico bissexto, interpretou o símbolo da Asclépio para a medicina brasileira, desenhando um bastão de pau-brasil envolvido por uma serpente Bothrops jararaca, a mais brasileira das serpentes. Em fundo azul surge o Cruzeiro do Sul, a contelação que melhor caracteriza o nosso céu.
Selmo Porto (Semiologia Médica)
HUMORSe rir fosse o melhor remédio, Jô Soares e Chico Anísio trabalhariam na Roche®, na Libbs®, na Alcon®...
MAMA ECTÓPICAAula de Anatomia III da professora Cândida. Seminário sobre pelve dado pelo aluno Carlos Eduardo (vulgo Tripinha). Lá do fundo aquela voz pergunta a ele: “E aquela artéééééria da mama?”
“Vá pegar sua chave na coordenação do curso de Bioquímica” – Frase encontrada numa folha colada no carro da aluna Luisa Abero. (detalhe: a desligadinha esqueceu a chave do carro em cima do mesmo)
“Mulher é um ser desprezível, só serve como saco de pancada e pra explorar a gente” – Melhor nem dizer o nome do colega, só as iniciais: AVTESRM
NEM EINSTEIN EXPLICAPablo Mattos explicando numa mesa de bar como bateu a frente do carro em outro: “Pablo, mas tu só anda rápido, por isso o outro carro bateu no teu”. “Não, Crato, mas os dois carros tavam parados”.
INTERPERÍODOS 2003/2 A Coordenadoria de Esporte do CAZERO promoveu no período de .... a .... de mês o torneio interperíodo de futsal. Foram XX equipes participantes.Vale ressaltar a dedicação das equipes, que competiram com bastante empenho e alguns fatos interessantes:A equipe campeã do interperíodo 2002/2 foi desmembrada devido o “Fenômeno Semírames” (é assim que se escreve?), que distribuiu os jogadores para outros períodos.A evolução da equipe Ratus novergicus (única equipe que não tem o nome vinculado ao período), que evoluiu muito em relação o torneio passado.A excelente campanha do time campeão, o Internato.A revelação do torneio, a equipe do atual 3º período, que chegou às finais após uma ótima campanha e uma notáve1 melhora em relação ao campeonato anterior.
CALVÍCIE E CÂNCER DE PRÓSTATA
A calvície pode ser mais do que um golpe de vaidade – talvez seja uma sinal de alerta para os futuros problemas de saúde. Um estudo da Duke University descobriu que essa característica também pode indicar um risco maior de câncer da próstata – até duas vezes mais alto se a calvície do homem já era aparente aos 30 anos. “Essas descobertas são preliminares”, diz a dermatologista Mary Gail, da Universidade Rochester, “mas fazem sentido”. Níveis elevados de hormônio masculino como a testosterona – que reduz os folículos pilosos – podem aumentar o colesterol e a pressão arterial, ambos ligados a doenças cardíacas. Os hormônios também podem contribuir para o câncer de próstata. O lado bom desses indícios tão óbvios? A calvície é uma advertência para se ficar de olho na pressão arterial e no colesterol, e conversar sobre os riscos de câncer de próstata com o médico. MÁRIO FAUSTINO Um ícone da literatura piauiense Mário Faustino dos Santos e Silva nasceu em Teresina, em 1930.Em 1940 mudou-se para o Pará, passando a residir em Belém. Já em 1947 publicou seus primeiros poemas, traduções e contos, no jornal Folha do Norte. Em 1951 passou a cursar Línguas e Literatura Inglesas no Pomona College, na Califórnia.Em 1955 publicou o livro O homem e sua hora. Durante quase três anos, escreveu ensaios críticos de poesias no Jornal do Brasil. Apesar de te falecido jovem, Faustino legou uma vasta produção literária, incluindo ensaios, poesias e traduções. Era leitor assíduo de grande nomes da literatura universal: Horácio, Dante, Shakespeare, Baudelaire, Brecht e muitos outros.Era um excelente crítico literário.Simpatizava e apoiava o Concretismo. "Preocupou-se tanto em captar a tradição poética, aprendendo em contato com ela, quanto se interessou em captar a sensibilidade do nosso tempo", afirmou Benedito Nunes.O homem e sua hora (1955) acusam o começo de uma nova tendência literária no Brasil. A diferente forma de fazer poesia de Faustino incitam a publicação de outras obras dos vários autores das diferentes vertentes literárias das décadas de 60 e 70. Segundo Carlos Evandro Martins Eulálio "Mário Faustino se inclui entre os poetas desvinculados da Geração 45, e que têm suas primeiras produções publicadas ainda na década de 50" (A literatura piauiense em curso. Mário Faustino. Teresina: Corisco, 2000: 33). Obras do autor: Últimos poemas, O homem e sua hora, Primeiros poemas e Poesia traduzida.
COMO SE AUTOPROTEGEM OS NEURÓNIOS? A lesão de células nervosas após acidentes vasculares cerebrais está na origem de incapacidades cognitivas ou motoras, as quais são por vezes irreversíveis. Na origem da lesão está a diminuição do aporte de oxigénio e de nutrientes às células nervosas, devido à interrupção da circulação sanguínea. Assim, e enquanto esta estiver deficitária urge minorar o sofrimento dos neurónios para minimizar as seqüelas subseqüentes. Uma prática clínica que tem vindo a ser introduzida com sucesso é a diminuição da temperatura corporal dos pacientes. Em trabalho realizado no Laboratório de Neurociências do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa e publicado numa prestigiada revista de neurociências americana (A.M. Sebastião, A. de Mendonça, T. Moreira, & J.A. Ribeiro - Journal of Neuroscience, 21, 8564-8571, 2001), elucidam-se alguns dos mecanismos celulares e moleculares que contribuem para o sucesso deste tipo de intervenção, e demonstra-se que a mesma poderá ter a sua eficácia reforçada se se potenciar a acção de substâncias libertadas pelas próprias células em sofrimento. Algumas destas substâncias, como a adenosina, tem uma particular vocação para proteger os neurónios tal como realçado pelo mesmo grupo de investigadores, em artigo de revisão publicado internacionalmente (A. de Mendonça, A., A.M. Sebastião & J.A. Ribeiro, Brain Research Reviews, 33, 258-274, 2000). As células nervosas contêm, pois, mecanismos de autoprotecção eficientes, e a sua identificação facilitará seguramente o desenho de estratégias mais eficazes para o combate a perturbações do funcionamento do sistema nervoso que se seguem, tão freqüentemente, aos acidentes vasculares cerebrais. (FONTE: Instituto de Medicina Molecular - IMM- Portugal) http://www.imm.ul.pt/Novidades.htm
O QUE É A DENEM? Adaptado do texto de apresentação do site da DENEM A DENEM (Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina) é uma entidade sem vínculos com partidos políticos que representa mais de 50000 estudantes em todo o Brasil. Foi criada em 1986 no Ceará. Através da DENEM, os estudantes de medicina das várias escolas médicas do Brasil discutem experiências, projetos e o sistema de saúde do Brasil. A DENEM representa os estudantes de medicina do Brasil perante várias entidades médicas e estudantis (Conselho Federal de Medicina, CRM’s, UNE, executivas de outros cursos, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, entre outros). Para facilitar a organização e os trabalhos, a DENEM é dividida em várias Acessórias: Educação e Saúde, Científica, Meio Ambiente, Políticas de Saúde, Cultura, Extensão Universitária, Políticas Educacionais. Para uma maior integração, a DENEM se divide em três esferas: Coordenações Locais, Coordenação Nacional e Acessórias. A Coordenação de Relações Internacionais, que faz parte da Coordenação Nacional, mantém as relações internacionais da DENEM, mantendo intercâmbios e debates com a IFMSA – Federação Internacional da Associação dos Estudantes de Medicina, da qual a DENEM é membro. As Coordenações regionais são representações locais da DENEM e integra o trabalho das Coordenações Locais. Existem oito regionais: Norte (MA, PA, AM, AC, RO, RR), Centro-Oeste (GO, MT, MS, TO, DF), Sudeste 1 (RJ, ES), Sudeste 2 (MG), Sul 1 (RS, SC), Sul 2 (PR, SP), Nordeste 1 (AL, SE, BA), Nordeste 2 (PI, CE, RN, PB, PE). As decisões da DENEM são tomadas pelos estudantes, nos encontros nacionais e regionais. Para participar das decisões e atuações da DENEM, basta se integrar às atividades do Centro Acadêmico e participar dos encontros promovidos pela DENEM: ECEM (Encontro Científicos dos Estudantes de Medicina), COBREM (Congresso Brasileiro dos Estudantes de Medicina), EREM (Encontro Regional dos Estudantes de Medicina), OREM (Olimpíadas Regionais dos Estudantes de Medicina) Seminários do CENESPES (Centro Nacional de Estudos e Pesquisas em Educação e Saúde).
A ESCOLHA ENTRE DOIS CAMINHOS
A medula óssea de um ser humano de 70 kg produz diariamente cerca de 200 bilhões de glóbulos vermelhos, as células que transportam oxigénio para os tecidos, e 70 bilhões de glóbulos brancos (granulocitos de diferentes tipos e linfócitos), encarregues da defesa do organismo contra infecções por microorganismos. Todas estas células circulam no nosso sangue, maduras e funcionais, mas a sua origem remota reporta-se a um pequeno grupo de células muito imaturas, residente na medula óssea, chamadas células estaminais ("stem") hematopoiéticas (ou produtoras de sangue). As células estaminais possuem duas notáveis propriedades: são pluripotentes, isto é, podem diferenciar-se em qualquer dos tipos celulares do sangue, e auto-renovam-se, originando células iguais a si mesmas. Graças a estas propriedades, o organismo é capaz de manter uma quantidade normal de células do sangue ao longo da vida e, em caso de hemorragia ou de infecção, aumentar rapida e transitoriamente os seus glóbulos vermelhos ou glóbulos brancos para fazer face às necessidades do momento. Foi também o conhecimento da existencia de células estaminais hematopoiéticas, descobertas nos anos 60 por Till e McCullogh, que esteve na base do desenvolvimento de um dos mais eficazes tratamentos de leucemias, doenças malignas de células do sangue, a transplantação de medula óssea. Neste procedimento, medula óssea de um dador normal é infundida num doente cuja medula óssea foi deliberadamente destruida por quimioterapia para eliminar a doença. As células estaminais contidas na medula doada irão originar no doente todos os tipos de células do sangue, agora inteiramente normais. A esperança de compreender cada vez melhor a biologia de células estaminais hematopoiéticas tem levado, nos últimos anos, cientistas de todo o mundo a investigar os mecanismos que explicam que uma célula estaminal pluripotente possa escolher um determinado caminho de diferenciação em detrimento de outros possíveis. O grupo de investigadores liderado por Leonor Parreira no Centro de Biologia e Patologia Molecular (CEBIP) do recém-criado Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa, obteve recentemente uma das respostas àquela pergunta. Num trabalho publicado em 1 de Outubro no Journal of Experimental Medicine, os investigadores demonstram que um gene conhecido pelo seu envolvimento no desenvolvimento embrionário de várias espécies, quando expresso por células provenientes do microambiente da medula óssea, é capaz de condicionar, na célula pluripotencial, a escolha entre dois caminhos alternativos de diferenciação celular. Este trabalho, feito em colaboração com o Instituto Gulbenkian de Ciência, assenta noutro anteriormente desenvolvido por Domingos Henrique, também investigador do CEBIP, onde foi identificado o papel desse mesmo gene no desenvolvimento embrionário do sistema nervoso na galinha. O gene em causa (chamado Delta) origina uma proteína da membrana celular que, ao ligar-se a outras moléculas (chamadas Notch) existentes em células adjacentes, desencadeia nestas a activação de programas genéticos envolvidos em processos de diferenciação celular e desenvolvimento embrionário. Na tentativa de perceber se o gene Delta poderia também estar envolvido na diferenciação da célula estaminal hematopoiética, Ana Jaleco e Hélia Neves, duas investigadoras do grupo de Leonor Parreira, recorreram a técnicas de engenharia genética para induzir a expressão do gene Delta em células provenientes do microambiente de medula óssea. Verificaram então que células pluripotenciais hematopoiéticas humanas expostas ao contacto com um microambiente expressando a proteína Delta perdiam a capacidade de se diferenciar em linfócitos B (as células que no nosso sistema imunitário são responsáveis pela produção de anticorpos) optando por se diferenciar em linfócitos T (o outro tipo de células linfóides do nosso sistema imunitário). O estudo ilustra assim como a escolha do destino de diferenciação de uma célula progenitora hematopoiética não depende apenas da pluripotencialidade intrínseca da própria célula mas também da constituição molecular do nicho ecológico em que ela habita. Para além de ter contribuído para elucidar um mecanismo biológico fundamental da diferenciação hematopoiética, este trabalho poderá ter implicações em outras áreas da investigação biomédica. O sistema experimental aqui desenvolvido permite a expansão de progenitores hematopoiéticos humanos normais podendo ser utilizado, por exemplo, para estudar os mecanismos utilizados por virus, e outros agentes infecciosos, para infectar progenitores hematopoiéticos ou ainda para estudos de sensibilidade de progenitores hematopoiétios a fármacos citoestáticos usados em quimioterapia humana. (FONTE: Instituto de Medicina Molecular - IMM- Portugal) http://www.imm.ul.pt/Novidades.htm
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::: Centro Acadêmico Zenon Rocha :: Webmaster: João Rubens A. R. :: Coordenadoria de Assistência Estudantil :::
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