| CATECUMENTATO DE INICIA�AO CRISTA E CATECUMENATO CRISMAL -Introdu�ao |
| A PR�-EVANGELIZA��O
OU
PR�-CATECUMENATO 1. Introdu�ao: Nos motivando a partir de alguns aspectos do Documento da V Conferencia da America Latina . Queremos come�ar com a Conclus�o do Documento de Aparecida Desejo da Confer�ncia � despertar o continente para o impulso mission�rio � novo Pentecostes � ir ao encontro das pessoas - N�o podemos ficar tranq�ilos em espera passiva em nossos templos, mas � imperativo ir em todas as dire��es para proclamar que o mal e a morte n�o t�m a �ltima palavra, que o amor � mais forte, (548) Cuidar do tesouro da religiosidade popular � fortalecer a f� (549) Presen�a da Igreja nas periferias e junto aos pobres (550) Miss�o Continental = CELAM Aux�lio de Maria Um pedido: �Fica conosco, Senhor� (554) Cap�tulo 6 - O caminho de forma��o dos disc�pulos mission�rios 6.1. Uma espiritualidade Trinit�ria do encontro com Jesus Trindade-amor � base do encontro com Cristo � a)������ O encontro com Jesus Cristo �N�o se come�a a ser crist�o por uma decis�o �tica ou uma grande id�ia, mas atrav�s do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que d� um novo horizonte � vida e, com isso, uma orienta��o decisiva� b)����� Lugares de encontro Na f� recebida e vivida na Igreja (246) Na Sagrada Escritura � Desconhecer a Escritura � desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunci�-lo � educar na leitura e medita��o da Palavra (247) � necessidade de Pastoral B�blica = anima��o b�blica da pastoral (248) � Lectio divina (249) Na Sagrada Liturgia � Eucaristia = lugar privilegiado de encontro (251) � viver segundo o Domingo - Sem uma participa��o ativa na celebra��o eucar�stica dominical e nas festas de preceito n�o existir� um disc�pulo mission�rio maduro � Pastoral do Domingo com prioridade nos programas pastorais (252) � Comunidades sem eucaristia tamb�m podem viver segundo o domingo com a celebra��o dominical da Palavra � rezar pelas voca��es (253) d)������ Maria � disc�pula fiel Com ela chega a cumprimento a esperan�a dos pobres e o desejo de salva��o � nela encontramo-nos com a Trindade (267) Ela � art�fice da comunh�o (268) Trouxe o evangelho � Am�rica (269) Escola de f� (270) Ensina-nos o primado da escuta da Palavra � � m�e da Palavra encarnada (271) Ensina: atitudes de aten��o � servi�o � entrega � gratuidade � Casa e escola de comunh�o 6.2. O processo de forma��o dos disc�pulos mission�rios Aspectos do processo : - Encontro com Jesus Cristo � testemunho pessoal � an�ncio do querigma � a��o mission�ria - Convers�o - Discipulado � catequese permanente e vida sacramental - Comunh�o � n�o h� vida crist� fora da comunidade - Miss�o � insepar�vel do discipulado 6.3. Inicia��o � vida crist� e catequese permanente Inicia��o crist� : Desafio � imaginar e organizar novas formas de nos aproximar dos afastados a fim de que valorizem os sacramentos, participem da comunidade . Encarar esse desafio com decis�o, coragem e criatividade. Incia��o crist� inclui querigma � catecumenato batismal para os n�o batizados. Par�quia = lugar da inicia��o crist� � tarefas irrenunici�veis a iniciar na vida crist� os adultos e os n�o evangelizados a educar na f� as crian�as a iniciar os n�o batizados que querem abra�ar a f� a Ritual de Inicia��o Crist� de Adultos Proposta � o continente assuma esse processo como maneira ordin�ria e indispens�vel de introdu��o na vida crist� e como catequese b�sica e fundamental (294) Catequese permanente Tem havido progresso (295) Limites � forma��o teol�gica e pedag�gica dos catequistas � materiais e subs�dios muito variados e sem integra��o com a pastoral de conjunto � falta colabora��o das fam�lias � p�rocos n�o se empenham muito (296) Catequese � n�o s� ocasional � Da�: Dioceses � estabelecer processo catequ�tico org�nico e progressivo � Diret�rio de Catequese Catequese n�o apenas forma��o doutrinal � escola de forma��o integral � Subs�dios a partir do Catecismo da Igreja Cat�lica e do Comp�ndio da Doutrina Social da Igreja. Catequese � acompanhar a f� na religiosida de popular. |
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