A ATITUDE DO CATEQUISTA

1. Aceitem as fam�lias como elas s�o!
N�o cheguem tentando �consertar� o que, do nosso ponto de vista, parece errado! As coisas s�o como s�o porque t�m motivos para isso. Os catequistas precisam aprender a observar, conviver e caminhar junto antes de qualquer julgamento precipitado.

Isso vale especialmente nos casos em que h� alguma irregularidade. Muitos catequistas t�m pressa de regularizar a situa��o dos casais que n�o se casaram na Igreja. Essa, por�m, � uma etapa posterior no processo da catequese familiar.


2. N�o desistam nas primeiras dificuldades!
H� certos casos t�o dif�ceis que o catequista pensa em desistir, achando-se incapaz de acompanhar aquela fam�lia. � bom lembrar, antes disso, que a presen�a acolhedora � a primeira atitude e, em geral, a que mais d� resultado a longo prazo. Muitas vezes, o sil�ncio � a melhor resposta...

3.  N�o imponham sua presen�a!

As fam�lias s�o as principais interessadas no processo de catequese familiar. Elas devem estar de acordo com a presen�a do catequista e a metodologia usada. O contr�rio cria uma resist�ncia que s� ser� superada com muita dificuldade. Que o catequista n�o seja um intruso inoportuno na vida de nenhuma fam�lia!

4. Pe�am a colabora��o de todos!
Pai e m�e n�o s�o os �nicos agentes da catequese familiar. Todos podem colaborar de acordo com suas capacidades e interesses, com a orienta��o dos catequistas. Crian�as e idosos, jovens e adultos, todos t�m sua contribui��o a dar.

5. A vida tem prioridade!

� muito bom ter uma programa��o preparada, com os temas necess�rios para atingir o objetivo da catequese. Freq�entemente, por�m, o tema preparado fica de lado e o assunto passa a ser alguma dificuldade urgente da fam�lia. A prioridade, na maior parte das vezes, deve ser dada ao assunto proposto pela fam�lia.

Nem sempre o catequista vai estar preparado para o que vier. Ou�a com naturalidade e, se poss�vel, procure aux�lio de um catequista mais experiente.

Fonte: Ecoando
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