| A ORGANIZA��O DO PROCESSO CATECUMENAL Propostas para implanta��o |
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| CATECUMENATO: o que �? a Processo progressivo de desenvolvimento da f�; a Metodologia centrada no discipulado; a Palavra de origem grega = �lugar onde ressoa alguma mensagem�; a Tem como meta adquirir o modo de ser e de viver consoante ao de Jesus; a Ponto alto: at� o s�culo V; a Retomada: ap�s o Conc�lio Vaticano II. AD GENTES 14: �Aqueles que receberam de Deus por meio da Igreja a f� em Cristo , sejam admitidos ao catecumenato, mediante a celebra��o de cerim�nias lit�rgicas; o catecumenato n�o � mera exposi��o de dogmas e preceitos, mas uma forma��o e uma aprendizagem de toda a vida crist�; prolongada de modo conveniente, por cujo meio os disc�pulos se unem com Cristo, seu mestre. Por conseguinte, sejam os catec�menos convenientemente iniciados no mist�rio da salva��o, na pr�tica dos costumes evang�licos, e com ritos sagrados, a celebrar em tempo sucessivos, sejam introduzidos na vida da f�, da liturgia e da caridade do Povo de Deus. Em seguida, libertos do poder das trevas pelos sacramentos da inicia��o crist� , mortos com Cristo e com Ele sepultados e ressuscitados recebem o Esp�rito de ado��o de filhos e celebram com todo o Povo de Deus o memorial da morte e ressurrei��o do Senhor.� E s c l a r e c e n d o . . . |
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| Catecumenato n�o �...
... sup�rflua introdu��o na f�; ... verniz ou cursinho de admiss�o na Igreja. |
Catecumenato �...
... Processo progressivo de crescimento na f�; ... itiner�rio prolongado de prepara��o e compreens�o vital da f�; ... acolhimento e prepara��o no mist�rio da f�, da vida nova revelada em Cristo e celebrada na liturgia. |
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| I s s o � i m p o r t a n t e . . . Crit�rio de progressividade a fundamenta a qualidade do processo educativo (do menor compromisso ao maior empenho, da escuta da Palavra � mudan�a de costumes e pr�tica de boas obras) a orienta e organiza as ora��es e os ritos preparat�rios; O n d e e n c o n t r a r o r i e n t a � � o ? RICA (Ritual da Inicia��o Crist� de Adultos) a promulgado em 06 de janeiro de 1972 (reeditado no Brasil em 2001); a espec�fico e completo itiner�rio de inicia��o crist�; a retoma a unidade dos sacramentos da inicia��o crist�; a restabelece o catecumenato. I n i c i a � � o C r i s t � Refere-se �s etapas indispens�veis para entrar na comunidade eclesial e no seu culto em esp�rito e verdade. �Inicia��o� significa tamb�m in�cio, ingresso em uma �Vida Nova�: a vida do homem novo no seio da Igreja. Como em toda vida, tamb�m aqui, temos progresso por meio de etapas que s�o representadas pelos Sacramentos da Inicia��o (Batismo, Crisma e Eucaristia). Cada um dos sacramentos n�o permanece fechado em si mesmo, mas est� aberto ao seguinte em crescimento din�mico, progredindo para uma perfei��o mais profunda. �Pelos sacramentos da Inicia��o crist� � Batismo, Confirma��o e Eucaristia � s�o colocados os fundamentos de toda a vida crist�.� (CCE 1212) A q u e m o R I C A s e d e s t i n a ? a A adultos e jovens n�o batizados (catec�menos) (Cap.I); a Adultos e jovens batizados que n�o percorreram o caminho catecumenal e/ou n�o receberam os sacramentos da Confirma�ao e/ou Eucaristia (CapIV); a Crian�as em idade de catequese (Cap. V); a �s pessoas batizadas validamente em outras Igrejas crist�s (Ap�ndice). C o n v e r s a n d o s o b r e . . . � Pr�-catecumenato � o per�odo de evangeliza��o: *Tempo destinado para que seja amadurecida a vontade sincera de seguir a Cristo. * Com a ajuda de um Introdutor e a gra�a de Deus h� uma convers�o inicial, atrav�s da qual a pessoa se sente chamada a afastar-se do pecado e a mergulhar no mist�rio do amor de Deus. � Catecumenato Espa�o de tempo em que os candidatos recebem forma��o e exercitam-se na pr�tica da vida crist�. Elementos: *Catequese *Pr�tica da vida crist� *Ritos lit�rgicos *Coopera��o ativa para a evangeliza��o e edifica��o da Igreja. Import�ncia das Celebra��es da Palavra Finalidade: *Gravar nos cora��es o ensinamento recebido quanto aos mist�rios de Cristo, * Levar a saborear as formas e as vias de ora��o; * Introduzir aos poucos na liturgia da comunidade. Roteiro: Canto, leituras e salmos responsoriais, reflex�o, ritos conclusivos (exorcismo menor, b�n��os ou, se oportuno, rito da un��o: para os catec�menos). � Tempo da Purifica��o da Ilumina��o Per�odo destinado � intensa prepara��o espiritual, a fim de purificar a mente e o cora��o do �eleito� para ilumin�-lo com a consci�ncia mais profunda de Cristo. � Mistagogia Caminho de aprofundamento da experi�ncia sacramental e progressiva inser��o em Cristo e na Igreja. Os respons�veis pelo processo... (RICA 41-48) Comunidade: deve acolher e ajudar os candidatos e os catec�menos durante todo o processo da inicia��o; Introdutor (a): Conhece, ajuda, acompanha com zelosa aten��o e � testemunha dos candidatos; Padrinho (madrinha): acompanha o candidato no dia da elei��o, na celebra��o dos sacramentos e no tempo da mistagogia; Bispo: estabelece e dirige o catecumenato em toda a diocese; O Presb�tero: presta assist�ncia pastoral e pessoal aos catec�menos; O Di�cono: exerce sua fun��o no desenvolvimento do catecumenato; O Catequista: importante para o progresso de crescimento dos catec�menos e o desenvolvimento da comunidade; deve ter parte ativa nos ritos Como come�ar? 1. Formar uma equipe inter-pastoral (Batismo, Crisma, Eucaristia, Liturgia, ...) 2. Estudar os subs�dios , o RICA e outros documentos que s�o publicados. Come�ar a estudar � o mais importante, no momento. 3. O RICA foi feito preferencialmente para os catec�menos, os que n�o s�o batizados. A Crisma e outras formas de catequese, aproveitar�o o que j� fazem, mas ir�o se adequando ao processo catecumenal. 4. Escolher, com a anu�ncia do P�roco, as pessoas de v�rias pastorais e movimentos, com perfil para serem introdutores. 5. Organizar um breve curso para envolver os introdutores no processo: a A meta da Inicia��o Crist�; a O RICA e suas etapas; a O que � Catecumenato; a O acompanhamento espiritual e a atitude do Introdutor; a A Sagrada Escritura; a Aprofundamento dos cap�tulos 5 a 7 do Evangelho de S�o Mateus. 6. Formar os catequistas na �tica do catecumenato. Introdutores e catequistas devem ter reuni�es peri�dicas para trocarem experi�ncia sobre o per�odo do pr�-catecumenato. 7. Marcar as datas dos ritos, e envolver os catec�menos e catequizandos para que eles possam se sentir respons�veis pelo processo. 8. Estar aberto para receber os candidatos durante todo o ano. Da� a import�ncia dos introdutores em todas as pastorais, associa��es e movimentos. |
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