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Com nossos agradecimentos ....

Cuidados e dicas aqui prestados s�o indicados pela Royal Canin.

EDUCA��O E COMPORTAMENTO DOS C�ES (2)

O c�o n�o tem a menor no��o da diferen�a entre um pano de ch�o ou um belo tapete. Para ensin�-lo, podemos colocar jornais no local onde ele deve fazer "pipi", e aos poucos ir levando o jornal para fora de casa, ele compreender� rapidamente.

AS TRAQUINAGENS

N�o existe c�o que n�o fa�a traquinagens. � necess�rio lembrar-se que ele n�o possui nossas no��es de valor. Se o deixarmos morder os chinelos velhos, como ele vai aprender que n�o deve morder aqueles sapatos caros?

O c�ozinho n�o compreender� porque seu dono � tolerante no primeiro caso e fica "roxo" de raiva no segundo! Procure pensar no lugar do c�ozinho. "Um bom amo � aquele que o guia e n�o que o castiga".

A LINGUAGEM

Nossa esp�cie � privilegiada com a linguagem verbal, mas a linguagem gestual � tamb�m importante. Os c�es s�o muito sens�veis � ela.

Basta prestar aten��o como eles reajem � entona��o de voz com que usamos as palavras. De fato, eles reajem a todo tipo de manifesta��o corporal: gestos, ordens, express�es do rosto e olhar. Toda ordem deve ser acompanhada pelo nome do aninal.

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A ORDEMcao.jpg

As ordens devem ser repetidas v�rias vezes at� que ele compreenda e associe:

"N�o": Deve ser categ�rico, com voz firme.

"Sentado": batendo levemente na parte final de seu dorso, com uma das m�os e segurando seu queixo com a outra; logo em seguida, felicite-o.

"Deitado": Procede-se da mesma maneira, mas retirando-se as patas dianteiras para se obter a postura.

"Quieto": � a etapa mais dif�cil que deve ser repetitiva em curtos per�odos. N�o esque�a. N�o esque�a de felicit�-lo sempre que ele conseguir realizar uma tarefa.

O JOGO

� um bom momento de aprendizagem, onde ele pode manter a personalidade aberta e adapt�vel.

O c�o usa sua boca, como n�s usamos as m�os. Por isso, ele precisa ter seus pr�prios brinquedos, para que aprenda a n�o mexer em tudo. Cuidado com os exerc�cios, para que n�o fique extremamente cansado.

A COLEIRA

Um c�o que atende sistematicmente ao seu "nome" e ao "N�O", � um c�o bem-educado.

Como a limpeza e a coleira, as ordens s�o melhor aprendidas, quando come�am desde cedo.

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"O CHAMADO"

N�s come�aremos � associar o chamado, com a distribui��o de alimento: a efic�cia � garantida. Pouco � pouco, as car�cias e felicita��es ser�o utilizados tamb�m.

Se tomarmos o cuidado de cultivar os olhos do c�o uma imagem positiva, sem d�vida, teremos sempre uma resposta positiva para nosso chamado.

Um nome para o c�o.

Se ele � de ra�a pura, um nome oficial � mencionado no seu pedigree. Mas podemos escolher qualquer nome que quisermos para o dia a dia.

Evite nomes complicados e/ou dif�ceis de pronunciar.

Seu c�o pode ter dificuldade em atend�-lo.

SUAS OBRIGA��ES

Atividades di�rias

Grande ou pequeno, o c�o necessita de uma atividade f�sica di�ria, elas n�o devem consistir apenas nas sa�das para fazer "xixi". Passeios em parques, em torno do quarteir�o ou mesmo brincadeiras no jardim s�o de grande import�ncia.

OS COMPORTAMENTOS MAIS COMUNS

pastor1.jpg O c�o pastor.

� muito ativo sen�o incans�vel.

Quando est� passeando tem a tend�ncia de andar em c�rculos em volta da fam�lia, como que para proteg�-los. Tem uma grande percep��o de seu lugar na hierarquia familiar.

molosso.jpg O moloss�ide (molosso).

Antes de qualquer coisa que se possa pensar, eles n�o s�o agitados nem curiosos. De humor constante, n�o se irritam com facilidade. S�o c�es de guarda geralmente muito equilibrados, mas s�o um pouco possessivos.

terriers.jpg (47419 bytes)Os terriers.

Energ�tico e independente, ele nunca se cansa e sempre toma a iniciativa para uma nova brincadeira. � um pouco barulhento e resistente, as vezes � um pouco teimoso.

trenó.jpg O c�o de tren�.

Tem o temperamento independente, � um verdadeiro l�der e como seu instinto de ca�a � muito forte, n�o � recomend�vel que ele seja criado com aves e outros pequenos animais. S�o grandes corredores e conservam um instinto de fuga muito forte tamb�m.

retrievers.jpg (41873 bytes)O c�o de ca�a (de aponte, os retrievers).

Vers�til, se adapta facilmente em qualquer ambiente e aprende tudo rapidamente. � muito companheiro e fiel mas n�o suporta maus tratos.

companhi.jpg C�es de companhia.

� dentro desse grupo que encontramos individualidades interessantes. S�o animais muito dependentes do seu dono, mas s�o muito inteligentes e aprendem a fazer tudo. S�o muito dedicados e carinhosos, chegando ao ponto de pressentir as necessidades do seu dono.

galgos.jpg (40649 bytes)Os lebre�ides (galgos).

S�o calmos e silenciosos na maior parte do tempo. Mas as vezes ele tem a necessidade de liberar a sua energia e ele o faz correndo, pois s�o c�es muito r�pidos. Podem ter o car�ter um pouco independente, mas ao mesmotempo s�o muito obedientes.

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