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A DIETA DE C�ES DE RA�AS PEQUENAS
Pontos-chave (2)
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3 exemplos de curvas de crescimento em pequenas ra�as
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Adestrar o comportamento alimentar implica em ter uma atitude firme a
partir do desmame. Devem-se estabelecer bons h�bitos desde o princ�pio.
Em ra�as pequenas, a superalimenta��o durante a fase de crescimento
promove a multiplica��o das c�lulas adiposas : na verdade, o
desenvolvimento de tecidos adiposos come�a um pouco ap�s o desmame. Um
filhote com excesso de peso durante o crescimento � 50 % mais
suscept�vel a sofrer de obesidade na fase adulta que um filhote com peso
normal.
Considera-se com maior freq��ncia que o crescimento dos c�es de ra�as
pequenas termina entre 10 a 12 meses de idade. Nesta idade, iremos optar
por um alimento adulto para c�es pequenos. N�o � raro um c�o adulto de
ra�a pequena continuar a ser alimentado como um filhote, o que � uma
aberra��o nutricional : Os alimentos para filhotes geralmente s�o muito
ricos em gordura, prote�nas e c�lcio para um c�o adulto quando usados a
longo prazo.
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A necessidade energ�tica de c�es adultos de ra�as pequenas
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Os c�es adultos de ra�as pequenas t�m necessidades energ�ticas b�sicas,
proporcionalmente maiores que as dos c�es de ra�as grandes : um
Yorkshire de 3 kg precisa de cerca de 100 kcal por kg, enquanto um
Terra-Nova de 60 kg ir� precisar de menos 50 kcal/kg. Al�m disso, c�es
pequenos s�o c�es espontaneamente muito ativos : portanto, eles requerem
uma maior ingest�o energ�tica que os c�es grandes, geralmente mais
tranq�ilos.
A pesagem semanal possibilita adaptar o racionamento individual �s
altera��es de peso. Podem ocorrervaria��es de mais ou menos 20 % em
rela��o �s recomenda��es constantes na embalagem.
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Altera��es na ingest�o energ�tica de manuten��o em rela��o ao peso
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O melhor � n�o esperar que o c�o regule ele mesmo seu consumo de
alimento de acordo com suas necessidades. Fatores como isolamento,
monotonia, palatabilidade do alimento, distribui��o de guloseimas tamb�m
interferem no seu comportamento. O h�bito de fornecer sobras de
refei��es tem conseq��ncias muito maiores para os c�es de ra�as pequenas
que para os outros. Em ra�as miniatura, as sobras de refei��es
representam em m�dia 50% da ingest�o cal�rica di�ria. Por exemplo, 25 g
de queijo sui�o fornecem cerca de 100 kcal, ou seja, um ter�o da
ingest�o cal�rica di�ria de um c�o de 3 kg ...
Enquanto oferecer densidade energ�tica suficiente para suprir os altos
requerimentos dos c�es pequenos, a dieta deve incluir uma quantidade
moderada de gordura. O fato � que o excesso alimentar � estocado com
maior facilidade nos tecidos adiposos se a energia for fornecida na
forma de gorduras do que por prote�nas e carboidratos.
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O comportamento alimentar de c�es pequenos
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Para c�es alimentados anteriormente com comida caseira ou alimentos enlatados, a transi��o para um alimento seco � mais f�cil reidratando o produto : desta forma, os aromas s�o mais percept�veis para o animal. O tmanho do croquete deve ser adaptado ao tamanho dos maxilares dos c�es pequenos. Os c�es de ra�as pequenas rejeitam croquetes muito grandes ou
muito duros que apresentam-se com dificuldades de mordida.
Um saco de croquetes que permanece aberto muito tempo perde parte de sua
palatabilidade. Este problema � encontrado com freq��ncia em c�es
pequenos, devido ao baixo consumo di�rio. Um saco de 4 kg pode ser
suficiente para um Yorkshire por 8 semanas ou para um Chihuahua por 4
meses! Hoje, apresenta��es "repartidas" em pequenas embalagens s�o adaptadas as c�es "pequenos comedores". Al�m disso, estas embalagens permitem a estocagem do produto sob tmosfera controlada : assim, ele p ode ser conservado por um longo tempo, sem perder sua palatabilidade.
Apesar de seu pequeno tamanho, estes c�es sabem como ser autorit�rios quando se trata de mendigar sobras de refei��es, biscoitos, a��car, etc.
Para desencoraj�-los de tal comportamento, � melhor oferecer-lhes duas
refei��es di�rias. Se o c�o se recusa a comer na hora da refei��o, �
in�til insistir e deixar o prato no local durante horas: deix�-lo
petiscar o encoraja a um comportamento indesej�vel.
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Digestibilidade do alimento
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Uma boa digestibilidade � um elemento essencial para a sa�de do c�o uma
vez que ela previne o aparecimento de defici�ncias causadas por uma
pobre assimila��o. Ela temb�m previne uma s�rie de problemas digestivos
devido � fermenta��o indesej�vel no intestino grosso. Quando a
digestibilidade � insuficiente, o risco do aparecimento de flatul�ncia e
diarr�ia aumenta, especialmente fen�menos indesej�veis quando o c�o vive
dentro de casa.
Uma maior digestibilidade resulta em uma redu��o marked no volume das fezes. Para cada 100g de mat�ria seca ingerida, um alilmento altamente digest�vel ir� produzir cerca de 50g de fezes. Com um alimento de menor digestibilidade, obteremos um volume duas ou at� mesmo 3 vezes maior. A digestibilidade � portanto um elemento fundamental a ser considerado em rela��o ao ambiente. N�o vamos nos esquecer que a cidade de Paris � respons�vel pela coleta de mais de 16 toneladas de excrementos dos c�es
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Meia-idade em c�es de ra�as pequenas
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Embora os c�es pequenos vivam geralmente mais tempo que c�es de ra�as
grandes, uma s�rie de sinais da idade se tornam aparentes ap�s
aproximadamente 8 anos de idade : comportamento menos din�mico, dores
nas articula��es, pelagem mais grossa com o aparecimento de p�los
brancos, diminui��o do apetite ... Embora n�o possamos ainda falar de um
"c�o velho", j� � tempo de tomar algumas medidas alimentares visando
minimizar os problemas devido � idade.
As dietas "light"(pobres em gorduras e ricas em fibras) somente devem
ser adotadas quando o c�o apresentar um excesso de peso �bvio, o que � o
caso de somente uma minoria dos c�es. Em outros, ao contr�rio, deve-se
manter uma densidade energ�tica suficiente da dieta e a qualidade dos
ingredientes usados deve ser aumentada, para compensar as dificuldades
de assimila��o que podem surgir.
Ao contr�rio do que se acredita, � in�til reduzir a ingest�o prot�ica conforme o c�o envelhece. Uma vez que c�es em crescimento j� n�o s�o capazes de utilizar as prote�nas do alimento t�o bem quanto os c�es jovens, a efici�ncia da ingest�o prot�ica deve ser aumentada :
aumentando a qualidade sem alterar a quantidade. Portanto, o c�o continua encontrando todos os amino�cidos de que necessita em sua dieta.
Para diminuir a velocidade da degrada��o gradual da fun��o renal, apenas a restri��o do f�sforo � justific�vel.
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Conclus�o
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Mesmo se externamente eles s�o algumas vezes sofisticados, os c�es de
ra�as pequenas s�o geralmente bastante resistentes, com uma expectativa
de vida acima da m�dia, contanto que cuidemos de sua dieta desde cedo.
N�o devemos alimentar um Chihuahua como um Dobermann, pois suas
necessidades nutricionais s�o diferentes: deve-se escolher uma dieta que
realmente corresponda �s necessidades dos c�es pequenos. Alguns produtos
s�o elaborados para serem pequenos croquetes. A abordagem da Royal Canin
� diferente : � a formula��o do produto como um todo que se adapta �s
necessidades particulares dos c�es pequenos.
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