Eu sou a brisa da manhã caindo no seu rosto
Sou o palpitar do coração querendo sempre mais
Sou a lágrima que desliza levando embora o desgosto
Sou o cantar da passarada acalmando os seus ais.
 
 
 
 
Eu sou o balbuciar das palavras da criança inocente
Sou o caminho a percorrer nas longas estradas da vida
Sou o afagar das mãos trêmulas do ancião carente
Sou o ninho que acolhe as aves nas matas perdidas.
 
 
 
 
Eu sou o borbulhar das águas puras nas vertentes
Sou o esplendor da lua brindando com a natureza
Sou o bailar das borboletas nos dias mais quentes
Sou a flor do seu jardim esnobando a sua beleza.
 
 
 
 
Eu sou o forte manancial das águas cristalinas
Sou o canto das aves anunciando o amanhecer
Sou a luz matinal despedindo-se da noite que termina
Sou o encanto dos jardins num eterno florescer
 
 
 
     
 
                
 
 
   






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