| QUE AMIGUINHAS GOSTOSAS Penso que a vida � demasiado boa para se desperdi�ar com preconceitos, e que devemos partilhar tudo o que pudermos. Assim, vou contar um dos epis�dios er�ticos da minha vida sexual. Era ver�o e eu vinha saindo de uma rela��o de bastante tempo, o que deixa sempre algumas marcas. Como � costume, nessas situa��es a pessoa predisp�e-se mais a estabelecer conhecimentos e amizades novas, quanto mais n�o seja para afugentar a solid�o. Tenho um amigo que passava pela mesma situa��o que eu. Uma noite resolvemos ir a um barzinho bonitinho na nossa cidade, e l� encontramos uma colega dele de trabalho com uma amiguinha. Conversa para c�, conversa para l�, acabamos indo para o meu apartamento, um miminho de casa, embora s� com um quarto. Depois de alguns copos, a C. (vou chamar-lhe assim) veio sentar-se no meu colo. Ela n�o � bonita, nada disso, mas tem um corpo e spetacular- pernas esculturais, bunda perfeita, embora os seios algo pequenos para o meu gosto. Estando no meu colo, disse-lhe que estar�amos melhor em meu quarto, para espanto do meu amigo e da outra rapariga, a S. . Como eu j� tinha visto que eles trocavam olhares algo mais que discretos, n�o me preocupei muito - a �nica coisa era que a mo�a s� tinha 18 anos! Mas voltando ao que interessa, ou seja, ao meu quarto, deitei a C. na cama (de solteiro), beijei-lhe suavemente o corpo tirando pe�a por pe�a a sua roupa. Quando ficou s� de suti� e calcinha pediu que a deixasse fazer-me o mesmo. Ent�o tirou-me a camisa e deu-me a massagem mais sensual que algu�m j� me tinha dado, usando as pontas dos dedos e a l�ngua como s� ela sabe. Eu estava ficando cada vez mais excitado pois virei-me de costas para baixo e enquanto sentia aquela l�ngua e os dedos, contemplava o que ela me deixava ver de seu corpo. N�o ag�entei mais e disse-lhe para parar um pouco como estava - sentada no meu colo, com a p�bis em cima do meu pau, duro como ferro! Ela parou e a� aproveitei para lhe tirar o suti�. Como j� tinha dito antes, os seios n�o s�o o seu principal atributo, mas responderam ao toque de m�o e aos beijos e mordidelas que lhe dei a tal ponto que pediu que parasse que estava a ficar quente demais. Entretanto eu tamb�m estava a escaldar pois ela aproveitava e ro�ava o clit�ris ainda vestido em meu pau. Parei e pedi-lhe que se levantasse um pouco, e comecei a tirar-lhe a calcinha branquinha. A� ela desvairou, juntou as pernas um pouco para facilitar e puxou as cuecas at� baixo. Estavam todas molhadas na zona central... e cheirava a sexo que at� matava. Assim nua deu para ver que ela n�o cortava os pentelhos, e era dona de uma aut�ntica floresta. N�o resisti ao espet�culo, deitei-a de costas e enterrei a minha boca naquela mata, fu�ando e lambendo at� atingir o que queria- o clit�ris e a bucetinha. Ela estava pouco � vontade pois dizia que n�o se tinha lavado desde a manh�, o que para mim estava dando mais tes�o, mas deixou de frescura quando sentiu o prazer a tomar conta dela. Beijei-a e chupei o mais que pude at� ela gozar (e como gozou!) e depois deitei-me de lado, � espera. S� que a� ela disse que por hoje ir�amos s� um pouco mais � frente, ou seja, n�o iria haver penetra��o alguma. Refilei um pouquinho mas ela calou-me fazendo-me uma finita danada, com a doca a ro�ar o pau, mas sem o abocanhar, e os tomates. Esta expectativa deu comigo em doido e me vim imenso, para alegria e riso dela. Entretanto meus amigos entraram no quarto e a viram completamente nua ainda em cima de mim. Ficaram doidos e queriam ir embora. Tapei-a e disse-lhes que esperassem um pouco, mas eles estavam podres. � que o ch�o era duro e o meu amigo respeitador como �, n�o queria comer a S., embora tes�o n�o lhe faltasse. Assim foram embora todos e eu fiquei em casa sozinho. No dia seguinte, outra nossa amiga comum, a G. foi ter comigo a casa e convidou-ne para irmos tomar um copo. N�o recusei pois essa era de todas a melhor! Fomos at� � praia, tomamos um caf� e depois passeamos no meu jipe pela areia, pois ela gostava. Ela estava incomodada com o fato de estar ali comigo, dizendo que a C. poderia ficar zangada. Respondi que a C. n�o me era nada, apenas uma amiga que eu curtia, e que isso n�o a deveria incomodar, pois eu era tanto amigo de uma como de outra. Ouvindo isto, ela me perguntou se o grau de amizade era o mesmo, e eu disse que sim. Para meu espanto, a mulher p�s uma m�o ma minha boca e logo de seguida a outra entre minhas pernas. Sem me dar tempo para reagir, colou sua boca na minha e me deu um beijo de tirar a respira��o. Doidos como ficamos come�amos a tirar tudo quanto era roupa, ali mesmo no carro. Quando ela estava nua eu vi aquele corpo deslumbrante, em todos os sentidos. Come�amos ent�o a nos masturbar simultaneamente mas eu n�o tirava os olhos daqueles seios excelentes e passei a beij�-los. Ela ficou de tal maneira inerte que pensei que tinha desmaiado. Quando chamei por ela, disse-me que se tinha vindo, num orgasmo doce, e queria mais. Parei um pouco para pensar e lembrei-me que est�vamos no carro, quase na via p�blica, e que de certo ir�amos ter problemas. Puz o motor a trabalhar e arranquei para casa. Ela n�o perguntou nada, apenas disse "vai depressa". N�o sei como � que aquele carro andou tanto! Pelo caminho, a safada n�o se vestiu e passou todo o tempo a punhetar-me. A dada altura p�s meu pau em sua boca e come�ou uma chupada de loucura. Pedi-lhe que tivesse calma, que ainda t�nhamos um acidente. Chegados a casa, a safadinha puxou a roupa para cima e subiu as escadas a correr. Se algu�m a visse... quase nua... e eu atr�s dela a morrer de tes�o. Quando entramos foi de loucos. S� deu tempo para rasgar o resto do que nos cobria e iniciar um 69 no ch�o que me levou quase a gozar. Fomos para a cama e ela perguntou pela camisinha. Passei-lhe uma e ela colocou-a, a princ�pio com a m�o e depois com a boca. Coloquei-a de 4, lambi aquele cu todo e a bureta toda molhada, pegajosa e cheirando t�o bem, um perfume! Apontei minha pica para aquele bot�o escuro mas a� ela disse que n�o "a� n�o que d�i demais. Por favor, n�o tentes" Fiquei triste pois queria comer aquele cu que imaginava h� tanto tempo. Entrei por tr�s e ela se veio logo. Cavalheiro como sou, perguntei se deveria parar. A� ela saiu e me mandou deitar. Sentou-se no meu colo e esfregou-se toda em meu corpo. J� cheirava a sexo por todo o lado, quando decidiu empalar-se em mim. Foi de loucos, por vezes com carinho, outras � selvagem. Vim-me naque espet�culo mas ela estava t�o desvairada que n�o percebeu e continuou se mexendo freneticamente. Meu pau n�o diminuiu, at� parecia que n�o me tinha vindo. A� a maluca come�ou a vir-se e esteve em orgasmo por um temp�o. Bastava mexer um pouquito que gemia de forma escandalosa. Entretanto eu estava superatrasado. Ela j� n�o ag�entava mais e saiu, iniciando uma punheta de mais de dez minutos. Eu queria vir-me, mas a id�ia de terminar o espet�culo n�o o permitia. Entretanto ela j� me suplicava por tudo que gozasse pois j� estava sem for�a nas m�os. Disse-lhe que ainda n�o conseguia, que ficava para a pr�xima. N�o perdendo tempo, abocanhou aquela pica toda enlameada da sua tes�o e da minha porra, i iniciou o chup�o mais louco da minha vida. Ela estava sem mais energias que n�o para a boca. Puxei-a para mim e fiquei com aquela cona toda cheia de porra � minha vista. Aquilo nunca tinha me acontecido, mas n�o me contive e lambi-a toda, chupei cada canto do seu sexo. Sentido que quase me vinha, disse-lhe que tirasse que a sujava. Ouvindo isto, apertou-me ainda mais com os l�bios, chupou com mais for�a e punhetou-me a base da pica dura. Claro est�, vim-me naquela boca como nunca. Ela tamb�m gozou mais uma vez, mas ficou como que inerte, sem energias. Puxei-a para a minha boca e beijei-a longamente. Quando ela deixou de mexer a l�ngua j� a sua respira��o me dizia que dormia profundamente. |
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