Clique na foto Tratamentos
contra o cancro
A cirurgia é, par da radioterapia, o tratamento clássico contra o cancro e, è até hoje, o que oferece melhores resultados de cura. Não há neste campo grandes inovações , apenas novas cirurgias, dantes impossíveis.Como vêm, impossível, só é aquilo que antes, nunca tinha sido |
feito,
até conseguir fazer-se.
Cirurgia
A
remoção é a solução.
Novas cirurgias
Fazem-se
em todos os hospitais ocidentais, , incluindo os portugueses cirurgias da
metásfases hepática do cancro renal. Com esta operação consegue-se
cerca de 20% numa patologia antes
incurável.
Gânglio sentinela
Quando
se operavam alguns cancros, como o da mama, tiravam-se também todos gânglios
da axila. Existe agora uma cirurgia, chamadagânglio sentinela, que
consiste em, remover apenas um. Melhora a qualidade de vida dos
doentes.Faz-se em Portugal. Quimio-terapia
Fármacos que atacam o ciclo celular dos tumores
A quimioterapia é a utização de fármacos que actuam no ciclo celular impedindo o crescimento das células cancerosas. |
| Associações são os grandes avanços na quimioterapia, sendo a utilização de um conjunto de vários fármacos. Segundo os especialistas em Oncologia, os medicamentos que se utilizam são os mesmos em todo o mundo desenvolvido. A ampliação do espectro é um outro tipo de tecnologia também inovadora em oncologia. Ampliação do espectro consiste em compostos, em outras palavras, os fármacos que até aqui estavam a ser utilizados contra certos tipos de tumores revelaram-se- em combinação com outros produtos-eficazes contra outros cancros. Isso acontece com um fármaco que servia para tratar o cancro do cólon e que actualmente, em combinação com o cisplatino, se revelou um instrumento muito eficaz contra alguns cancros de pulmão. Este tratamento é empregue em Portugal. Precisamente a nova geração de fármacos destinados a evitar os tradionais efeitos secundários. Os oncologistas dispõem de medicamentos para combater as náuseas, anemia, depressão, entre vários outros. A excepção continua a ser a alopecia (perda de cabelo). |
Radioterapia
Esta é a resposta mais agressiva para acabar com a enfermidade. A radioterapia é outra clássica
terapia contra o cancro, mas ao contrário do que acontece com a
cirurgia, esta técnica está a viver inovações há alguns anos. Os
aceleradores em 3D,ou radiocirurgia, dividem o feixe em vários outros mais pequeno. Assim pode dar-se
mais radiação; mas apenas sobre as células enfermas, sem afectar as sãs.
O Hiperfraccionamento consiste em diminuir a intensidadede cada sessão e aumentar o número de sessões com maior
quantidade de radiação em menor tempo. Eficaz em alguns casos de cancro
do pulmão. Além desta técnica existe a combinação
com quimio, que é cada vez mais empregue. Utiliza-se a
quimioterapia como estimulante das radiações.A radioterapia e a radioterapia intersticial são duas formas ligeiramente
distintas para combater, tumores que se tratam exclusivamente com tais
técnicas (por normalidade são o métodos mais escolhidos), sobre tudo
tumores da próstata em estados incipientes. Evita-se a cirurgia, ou
cancros da pele e da cara, para evitar deformações resultantes da
cirurgia.
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São aplicadas no doente uma
varetas de Irídio-Radioactivo-sobre o tumor durante dois a quatro dias, e podem observar-se resultados supreendentemente bons.
Anticorpos
mono-clonáveis
O uso actual
de Anticorpos monoclonáveis são também
uma das grandes novas esperanças dos tratamentos, embora ainda trenham
correspondido às grandes expectativas que criara. De momento, utilizam-se
fundamentalmente nos linfomas e no
cancro da mama. Actuam
reunindo-se aos receptores das células tumorais, para impedir o seu
crescimento. O mais utilizado pelos especialistas é a herceptina, criando
grandes esperanças aos doentes com cancro da mama com metásteses.
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Imunoterapia
Potenciar a resposta natural do organismo é o que a imunoterapia
define. O interferão alfa é um dos compostos mais eficazes para
melanomas, tumores renais e leucemias, cancros onde é de grande importância
a resposta imunitária por parte do doente. Já se conseguiu diminuir
parte da toxidade desta substância. Um problema que até aqui limitava,
oudesaconselhava, bastante a sua possibilidade de uso.
Terapia
hormonal
É mais uma terapia eficaz em certos casos de
cancros hormono-sensíveis; abrindo caminhos novos para os fármacos.
Existem diversos tumores para os quais o tratamento de
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primeira escolha é a hormonoterapia, que consegue
inibir o crescimento cecular. Os cancros da mama e da próstata, nos seus
primeiros estágios, são os que têm vindo a ser sujeitos a este
tratamento apresentado melhores resultados. Inibidores
O combate continua fora do
ciclo celular. A quimioterapia combate os tumores no ciclo celular, mas há
outras vias. Há bem pouco tempo os cientistas decidiram criar fármacos
capazes de inibir o crescimento celular, abrangendo proteínas, vasos
sanguíneos; os estudos são tão recentes que a maioria só é utilizada
em ensaios clínicos. Um novo inibidor-o nome genérico imatinib mesylase- mostrou-se muito eficaz nalgumas leucemias, bloqueando o aparecimento de
uma proteína anómala que favorece o crescimento tumoral. Em fase de
ensaio clínico, são vários os fármacos cujo objectivo é o bloqueio
dos vasos que alimentam essas células tumorais. A endotatina activos.
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Terapia
genética
A grande esperança do futuro
existêncial dos seres. É a única terapia que ataca a origem da doença-
os genes- e não as suas consequências-os tumores. O avanço desta terapia é lento, embora os
peritos esperem que dentro de dez anos surjam os primeiros resultados
concludentes. Tudo quanto está a ser feito a nível da terapia genética
é através de ensaios clínicos, a maioria
nos estados
Unidos.
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Genes intactos- A introdução de genes intactos na cadeia do Adn é a base da terapia genética. O agrupamento é simples: O cancro é causado pela mutação de um gene ou de um grupo de genes, se introduzirmos genes sãos, tudo voltará a funcionar correctamente. Este tipo de solução está a ser ensaiado com todos tumures, mas há que esperar no mínimo 10 anos para se obter resultados mais concretos.Genes suicidas- Trata-se de uma modificação sobre a anterior, que consiste na introdução de genes capazes de causar o suicídio celular-apoptase-que o cancro parece alterar.
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Multiarrays-São
armazéns de informação concreta sobre a multiplicidade de tumores, de
modo que cada novo cancro possa ser comparado com outros já anlisados,
com vista a saber-se quais as probabilidades de
evolução. Esta tecnologia está ainda em fase de desenvolvimento.
Teste genético-Alguns indivíduos com risco
familiar de sofrer um cancro podem fazê-lo. Alguns dos hospitais
nacionais, através das consultas de risco familiar, têm acesso ao teste,
dentro de um contexto experimental. O IPO e o instituto Ricardo Jorge
fazem também rastreio.
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Os diagnósticos pessoais têm permitido reduzir o número de mortes por cancro. Todas
empresas farmacéuticas dedicam-se a este campo, que lhes garante
excelentes resultados económicos-os fármacos anticancerígenos estão
entre os mais caros- e por isso decorrem constantemente milhares de
ensaios clínicos com os novos medicamentos ou terapias. Muitas das inovações
aguardadas com mais interesse estão nesta fase. Actualmente os ensaios clínicos
Podem contribuir para desenvolver mais alguns anos de vida aos
doentes. |
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