Arrábida "Unpluged"
Azeitão, Setúbal, 16JAN00
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AZEITÃO |
| Distância Total: 26 kms. - 2 níveis |
| Grau de Dificuldade: Médio / Elevado |
| Tipo de Terreno: Acidentado e com algumas Passagens Técnicas |
| Duração Aproximada: 04:00 - Local de Partida: Rotunda de Picheleiros |
Organização de Bike Team e Arrábida Aventuras |
| + RITMO E TRAÇADO ESCOLHIDO LANCHE BRINDES |
- CONFUSÃO PELA QUANTIDADE DE BETETÍSTAS VOLUME SONORO DO BRIEFING PONTUALIDADE NA SAÍDA |
| Grau de Agradibilidade Betetística * * * * |
ROAD BOOK
(aguarde pacientemente o carregamento das imagens)

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COMENTÁRIOS
De: A.
Pedro Roque Oliveira <[email protected]>
Assunto: Domingo 16 de Janeiro, Azeitão pela manhã.
Data: Domingo, 16 de Janeiro de 2000 22:04
Domingo, 16 de Janeiro de 2000, Azeitão pela manhã.
Apesar da enorme confusão que é sempre um passeio do Bike Team
- BT - (a quantidade de betetístas é sempre impressionante) a
qualidade do percurso foi de tal forma que compensou largamente
este aspecto menos agradável.
"Agradável" também a circunstância de existirem
muitas miúdas (a verem os ciclistas passarem, a efectuarem os
trabalhos administrativos inerentes à organização, a distribuírem
a bebida "alada" a meio do percurso e quatro ou cinco a
pedalarem ...) tal como era de esperar. Francamente não
entendemos a que se deve o desinteresse feminino pelo velocípede
(em Portugal, bem entendido).
Para além do interesse pedagógico relacionado com o
reconhecimento dos caminhos da zona, que parcialmente já conhecíamos
(nunca tivemos a sensação de estarmos perdidos, apesar de nunca
termos passado antes em muitos dos trilhos), aspecto que não é
despiciendo uma vez que pretendemos ali voltar em breve, pelo que
é de salientar a alta valia técnica dos caminhos, não é por
acaso que a Arrábida é considerada uma das mecas betetísticas
portuguesas.
A destacar: a descida e a subida intermináveis do Alto da
Madalena, as escarpas, na qual houve muito betetísta que
preferiu a passagem apeada (algo que honestamente não entendemos
uma vez que estávamos todos cobertos pelo seguro ...); o "rédebule"
que, apesar de ser uma beberragem de duvidosa reputação, foi
consumido avidamente por todos (as asas extra davam muito jeito
por causa das subidas que se avizinhavam) e aquelas descidas de
compêndio, de todos e para todos os feitios - "trilhos
singulares", estradões, sobre calcário, com lama, sem lama,
com salto ou sem salto - que fizeram as delícias dos
participantes.
A passagem sob o "alpendre da velha" foi o momento mais
pitoresco da jornada (mais agradável, mesmo, foi só a chegada e
as expressões de alívio de muitos ...).
Não podemos olvidar a quantidade de correntes quebradas com que
deparamos - amigos betetistas é necessário prestar mais atenção
a esta peça fundamental da máquina, é que sem travão, sem
suspensão ou sem mudanças o velocípede ainda pode rolar, sem
corrente é impossível (e ficar, sem quebra correntes, ou sem
jeito para a mecânica, parado a meio do percurso é um cenário
pouco simpático, convenhamos), cautelas pois na limpeza e
lubrificação regulares (ainda assim, evitem as agulhetas dos
bombeiros ...). Cuidado igualmente com a passagem das velocidades
nas subidas, antecipar, sempre que possível as mudanças, por
forma a minimizar as desmultiplicações que deverão ser sempre
(à falta de embraiagem) efectuadas aliviando a potência do
pedaleio por forma a evitar os "esticões" que testam o
limite da resistência do material.
Igualmente consolidamos a nossa convicção de que, também no
BTT, "o hábito não faz o monge". Passamos a explicar:
o parque estava repleto de máquinas caras e sofisticadas, mas à
"cabeça" do percurso encontrávamos sobretudo velocípedes
"normais". A máquina ajuda, obviamente, mas não faz
milagres, sobretudo quando são necessários técnica, boa forma
e experiência para levar de vencida as dificuldades (principalmente
para superar os desníveis).
A organização do BT esteve em bom nível, o trajecto foi muito
bem escolhido e estava impecavelmente balizado. Refira-se
negativamente, todavia, a circunstância do "briefing"
inicial não ter sido escutado pela maioria , o que teria sido
importante (da próxima vez coloquem um "calmeirão"
que fale aos presentes, de cima de uma viatura e que GRITE, com
um vozeirão de sargento do exército, para o megafone). E pasme-se
- desta vez a distribuição das t-shirts foi equitativa (lamento
Diogo, mas quem sabe, talvez para a próxima ...) e os
salgadinhos até que estavam muito saborosos.
Soubemos posteriormente que houve betetistas que andaram perdidos.
Talvez não fosse má ideia que existisse sempre uma espécie de
"vassoura" que impedisse que alguns participantes, por
avaria, incapacidade física súbita ou por completa desorientação,
à semelhança das provas de roda fina, ficassem perdidos para trás
e que, simultaneamente recolhesse as marcas plásticas do
balizamento.
Em suma, memorável, pelo ficaremos a aguardar, com ansiedade, o
próximo BT na Serra de Sintra.
Saudações Virtuais, Virtual Best Regards
António Pedro Roque Oliveira - [email protected]
__O
_-\<,_
(_)/ (_)
De:
Hugo Santos <[email protected]>
Para: A. Pedro Roque Oliveira <[email protected]>; João
Raposo <[email protected]>; Fernando Alves Soares
<[email protected]>; João Sousa <[email protected]>
Assunto: Balanço do Viquende e Raide em terras porcinas!!
Data: Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2000 21:12
(...) Após os comentários do nosso Centurião Pedro Rock pouco
mais me resta acrescentar sobre o passeio na Serra Arrábida.
Sublinho exactamente o elevado nível de andamento implementado (chegámos
nos 20 primeiros e não eram apenas 20 participantes ;-)), e a técnica
requerida em algumas partes do trajecto. A REPETIR sem dúvida,
com mais calma.
PLANOS FOTOGRÁFICOS DA INCURSÃO BTT
(aguarde pacientemente o carregamento das imagens)
hhhhh |
![]() Briefing á partida na Rotunda de Picheleiros em Azeitão |
![]() Quem senão Tiago Semedo para encabeçar os betetístas
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![]() Algumas passagens eram complicadas |
![]() Pausa com o imponente maciço calcário da Arrábida em fundo
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( photos by Bike Magazine)