Era uma vez um pa�s distante habitado por reis, rainhas, pr�ncipes e princesas.
No reino havia uma linda floresta que diziam ser encantada, pois era nela que viviam as fadas e duendes do reino.
Bem no meio da floresta havia um lindo lago azul, todo cercado de florzinhas coloridas e era bem ali o lugar preferido de Fedra a princesinha.
Todos os dias a menina caminhava at� o lago, apreciava sua beleza, conversava com os p�ssaros e at� se banhava, enquanto brincava com a saparia do lugar.
Certo dia, Fedra encontrou pelo caminho Katita, uma misturinha de bruxinha boa com fadinha que logo a interpelou pedindo que voltasse ao castelo, pois uma bruxa mal humorada havia chegado em sua vassoura e estava em busca de algu�m para enfeiti�ar.
Fedra toda amedrontada fez seu caminho de volta e se p�s a lamentar.
Se havia bruxa na floresta, n�o mais poderia passear, encontrar-se com seus amigos e nem no lago se banhar.
Muito triste ficou e do pal�cio real nunca mais se afastou
O tempo passou, Fedra ficou uma linda princesa e j� adulta resolveu dar um passeio esquecendo�se da tal bruxa malvada dos seus tempos de crian�a.
Diante do lago lembrou-se com ternura de seus amiguinhos do passado e de repente bem ao seu lado, viu aparecer o sapinho com quem dividia suas tardes de alegria. Imediatamente sentou-se numa pedra e com ele tagarelou at� o sol se esconder.
De repente um trov�o, um raio cortando o c�u e n�o deu tempo para mais nada! Estava diante dela a bruxa mal falada. Elisa Lu soltou uma terr�vel gargalhada transformando Fedra numa estatua de pedra.
O encantamento duraria at� que um pr�ncipe de outro reino por ali passasse e por ela se apaixonasse. Triste sorte da princesinha!

Acontece que num reino encantado tudo tem sua magia e naquele mesmo dia um cavaleiro esbelto parou no lago para matar a sede de seu cavalo. Viu a est�tua de Fedra e ficou encafifado. Como pode uma beleza dessas haver se petrificado?
Mas s� que o cavaleiro n�o era pr�ncipe nem nada e teve que seguir seu rumo pegando novamente a estrada.
Alguns dias se passaram e a saparia do lago apareceu para brincar e o sapinho, amigo de Fedra olhando a estatua, extasiado, deu um pulo certeiro e deu-lhe um beijo apaixonado.
No mesmo instante Fedra voltou a ser gente e para sua surpresa, bem na sua frente, o sapinho que foi seu amigo um dia, era agora um belo pr�ncipe. Os dois n�o se continham de alegria, pois o amor venceu o mal e os dois felizes se casaram e se mudaram para o reino ao lado, pois o sapinho nada mais  era que um pr�ncipe encantado.
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