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A HOMEOPÁTIA E A SUA APLICAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA Por Dra. Márcia do Carmo Martins – CRMV-RJ 2020 - Clínica Veterinária Gabizo Podemos entender emoção
e sensibilidade Miasma Psórico, como a relação conflitante do ser consigo
mesmo, comprovado através de enfermidades a nível do mental. Derrubando a concepção
materialista de que o ser humano ou animal sejam apenas um conjunto de órgãos
com engrenagens independentes. Baseado nestes princípios,
os conceitos que se seguem propõe a utilização dos medicamentos homeopáticos
que agem na esfera mental, na Etologia Veterinária e padrões anômalos dos
animais domésticos. O estudo da homeopatia
em Medicina Veterinária é complexo no que se refere a ação dos medicamentos
no início do desequilibrio da Energia Vital. Na maioria das vezes o
alívio não tem oportunidade de atuar em primeira instância, pois a dependência
que o animal tem do homem, cerceia a ação do profissional. Este quando solicitado,
geralmente encontra a Estidade Clínica já definida, que é o ponto onde a
Alopatia intervem com medicamentos de ação contrária a dinâmica natural da
cura, segundo a Lei de Hering. Desencadeando a supressão
da enfermidade, com alívio temporário ou permanente dos sintomas, transferindo
o processo patológico para áreas mais profundas e vitais, gerando a Metástase
Mórbida. A veracidade é o
caminho natural deste tipo de terapêutica e as diversas espécies animais
existentes e que normalmente freqüentam as clínicas veterinárias possuem
características que por inúmeros fatores possam a ter um desenvolvimento
progressivo evoluindo para o que Halsemann denominou de Miasma Crônico. Mas o primeiro sinal ou
sintoma vem sempre evidenciado de sensações impróprias à vida dos animais,
constitui um grande desafio ao profissional homeopata. É preciso que se
compreenda que a Medicina Veterinária, não depende única e exclusivamente do
médico, pois sensações tais como, as subjetivas de bem estar não são possíveis
de serem dectadas com presteza. A observação dos
proprietários é condição satisfatória para que se chegue a um denominador
comum e se estas ofereçam o diagnóstico adequado ao caso à ser tartado. No entanto observa-se
freqüentemente que a prisão domiciliar (criação de animais domésticos)
interfere significativamente na conduta do paciente, que adquire vícios
impostos pela convivência com seus proprietários. O que muitas das vezes,
nos obriga a uma dupla anamnese, pois de uma forma ou de outra, um dos dois
perde a individualidade em funçaõ da carência, cobrança ou desafeto. Estando esta
particularidade evidentemente relacionada ao mental em virtude da agressão
sofrida, por conta da vaidade e arbitrariedade humana. |