| SOBRE OS M�DIUNS | |||||||||||||||||||||
| Voltar | |||||||||||||||||||||
| Mais algumas considera��es sobre mediunidade | |||||||||||||||||||||
| Mediunidade | |||||||||||||||||||||
| Recado ao M�dium | |||||||||||||||||||||
| M�dium � aquele que tem a sensibilidade de sentir e intermediar o mundo espiritual. Existem v�rios tipos de mediunidade, como o de incorpora��o, de intui��o, vid�ncia ocular e intuitiva, psic�grafo, de efeitos f�sicos e mais uma por��o de divis�es. Como temos por objetivo a Umbanda, vamos estudar mais aqueles que s�o usadas tradicionalmente, que s�o os de incorpora��o e intui��o. Por n�o sentir nenhuma vibra��o muita gente acha que n�o tem mediunidade. Acontece que muitas vezes a mediunidade ainda n�o foi mexida e ela fica adormecida at� que uma energia qualquer, somada com a vontade e dedica��o do m�dium, despertem essa sensibilidade. Existem pequenos sinais que s�o t�picos de quem � m�dium. O primeiro deles � o medo. A pessoa tem medo porque acredita no mundo dos fantasmas, o mundo paralelo. Se ela cr� nisso, � porque pressente a exist�ncia deles, n�o deixando de ser um sinal de f�. Aquele que n�o tem nenhuma sensibilidade, nada sente e nada percebe, � o que n�o tem medo. Arrepios, palpites e adivinha��es, telepatia e outros dons semelhantes, s�o sem d�vida outra indica��o da mediunidade. A f� e a vontade de conhecer o sobrenatural � um t�pico indicio da mediunidade. Conheci v�rios m�diuns que faziam parte da corrente e n�o sentiam a m�nima vibra��o, e ap�s alguns anos tornaram-se excelentes m�diuns de incorpora��o e consulta. O interessante que o m�dium necessita de uma religi�o, seja ela qual for. Tem pessoas que por comodismo dizem que acreditam em Deus e isso lhes basta. No fundo s�o m�diuns, pessoas medrosas, que n�o t�m a coragem de negar a exist�ncia do Criador, n�o por cultura religiosa, mas por inequ�voca demonstra��o de recusarem um vinculo com as obriga��es de um compromisso religioso. Os que mais sentem a manifesta��o dos esp�ritos junto de si, s�o os que, mais uma vez pelo medo, correm em busca das religi�es para negarem a incomoda presen�a de um esp�rito junto de si. Existem manifesta��es dos esp�ritos em m�diuns latentes t�o impressionantes que se a fam�lia tiver preconceito com o espiritismo, acaba levando-os aos m�dicos e at� a interna��o em hospitais psiqui�tricos. | |||||||||||||||||||||
| Vamos iniciar com os m�diuns novos, �vidos da espiritualidade conhecida atrav�s dos trabalhos de um grupo. Prefiro exemplificar o m�dium comum, aquele que n�o tem nada lhe incomodando ou prejudicando que o fa�a procurar cura no espiritismo. � o m�dium que gostou e se empolgou com a religi�o e algo lhe puxa para dentro da corrente, alguma coisa dentro do seu cora��o que lhe induz a acreditar nos esp�ritos. O m�dium entra t�mido, sente-se deslocado e algumas vezes at� envergonhado, achando que todas as pessoas do terreiro a est�o observando. Come�a assim at� ficar mais solto e � vontade, quando sente a vibra��o do terreiro e das linhas espirituais que est�o trabalhando. Como sente arrepios, tonturas e at� mesmo um certo descontrole, incorpora e sai andando no terreiro sem saber o que fazer. Aqui quero explicar �s pessoas que os dirigentes, de qualquer terreiro, est�o observando e cuidando para que o m�dium n�o caia, n�o se machuque e muito menos se exceda na incorpora��o. � o que chamamos incorpora��o na vibra��o, ou seja, o esp�rito est� ao seu lado mas ainda n�o incorporou como devia. Chama-se o m�dium de umbanda de �cavalo�, acho que para podemos explicar bem como as coisas acontecem e para frente vamos explorar bastante essas compara��es. Um cavalo ainda n�o domado � separado para a doma. O domador, antes de monta-lo, com bastante paci�ncia, ensina-o a usar o cabresto, o freio e com muita cautela p�e sobre seu lombo a sela, para que ele sinta um leve peso, j� o acostumando para finalmente ser montado. � o que acontece com o m�dium que incorpora na vibra��o. Vale dizer que o treinamento do cavalo � longo, levando, �s vezes, meses para que o domador possa monta-lo. Com os m�diuns � a mesma coisa: demora, por isso tenham paci�ncia, mas de repente, em qualquer momento, o esp�rito incorpora em sua totalidade, e da mesma forma que o cavalo vai sentir um peso mais forte, o m�dium vai sentir a presen�a do seu com certeza maravilhoso orix�, e faz com o m�dium passe a outra fase de seu desenvolvimento. - O m�dium na Umbanda � chamado de cavalo porque o esp�rito toma seu mental e tamb�m o corpo, diferente do kardecismo que o esp�rito toma s� o mental do m�dium. |
|||||||||||||||||||||