P
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Padrinho: dirigente espiritual, chefe de terreiro.  Pai de Santo. Babalorix�.  Termo utilizado na Umbanda para designar � Entidade Espiritual e/ou M�dium que foi escolhido por um Filho de F� para batiz�-lo.
Parati: Aguardente (Exu, Z� Pilintra).
Patu�: Amuleto que se leva pendurado ao pesco�o ou pregado na roupa.  Antigamente eram saquinhos de couro ou de pano, com boca amarrada com cord�o met�lico, junto a uma conta de vidro da cor da divindade protetora. Atualmente s�o de forma quadrada ou retangular, em couro natural ou sint�tico, mas cores rituais, contendo Figas de Guin�, B�zio, Estrela de Salom�o, etc; ou peda�os de ervas as vezes ora��es. 
PA =erradicar doen�as, ant�doto, TU = propiciar, WA = viver, existir (viver, sem doen�as).
Perna de Cal�a: Significado homem na linguagem de exu e pretos velhos.
Pito: Cachimbo (pretos-velhos).
Ponteiro: Pequeno punhal utilizado em magias e diversos rituais.
Ponto Cantado: Letra e melodia de c�ntico sagrado, diferente para cada entidade.  � uma prece evocativa cantada que tem por finalidade atrair as entidades espirituais, homenage�-las.  Quando chegam e despedi-las quando devem partir.  Assim os pontos podem ser apenas de louvor ou cantados com finalidades rituais durante determinadas cerim�nias.
Ponto de Abertura: C�ntico de abertura de uma sess�o.
Ponto de Chamada: C�ntico que invoca as entidades para virem aos templos.
Ponto de Defuma��o: Cantado enquanto � feita a defuma��o do ambiente e dos presentes.
Ponto Riscado: Desenho formado por um conjunto de sinais cabal�sticos, que riscado com pemba ajuda a chamar a entidade ao mundo terreno. Quando riscado pelo m�dium incorporado identifica a entidade.
Porteira: Entrada do templo.
Povo da Encruza: Exus.
Povo de Rua: Exus.
Preceito: Determina��o. Prescri��o feita para ser cumprida pelos fi�is.
Puxar o Ponto: Iniciar um c�ntico. � geralmente feito por um og�.
PEMBA � � um p� preparado com diversas folhas e ra�zes para ser utilizado nos rituais para diversas finalidades. Pode ainda ser, um tipo de giz que os  guias  utilizam para riscar os pontos que os identificam.
Q
Quartinha: Vasilha de barro. Com al�as � para feminino, sem abas orix� masculino.
Quebrar as For�as: Neutralizar o poder de qualquer feiti�o, seja para o bem ou para o mal.
Quimbanda: Linha ritual da umbanda que pratica a magia negra.  Essa linha � assim chamada pelos umbandistas da �Linha Branca� pois os praticantes se dizem apenas umbandistas.  A Quimbanda, influenciada mais diretamente pelos negros Bantus, Angolas, Cambindas, Benguelas, Congos, Mo�ambiques, etc. Cultua os mesmos orix�s e entidades que a umbanda �branca� mas trabalha principalmente com exus que s�o considerados esp�ritos desencarnados. Havendo entre eles os exus em evolu��o e os quiumbas, mediante encomenda, realizam ou desmancham feiti�os.  Visando favorecer ou prejudicar determinadas pessoas, geralmente os terreiros de quimbanda chamada macumba para os leigos tem as mesmas caracter�sticas dos da linha de umbanda.  H� congas com imagens de santos cat�licos representativos de orix�s, imagens de caboclos e de pretos velhos tendo os exus (ou o exu chefe do terreiro) altar � parte, dentro do sal�o.  As giras de exu s�o freq�entes na linha da umbanda s�o raras.  Realizadas a partir da meia noite de 6a. feira.  Exus e pombas giras dan�as, fumam charutos ou cigarrilhas, bebem marafo, dizem  gentilezas ou palavr�es aos assistentes e d�o consultas, sobre sa�de ou problemas pessoais.  A cortina do conga fica fechada.  A quimbanda cultua muito Omolu, orix� ligado a terra e � morte.  No cemit�rio � feita uma parte da inicia��o de muitos quimbandeiros, devendo o iniciado, deitar algumas horas sobre um t�mulo entre velas e cantigas do dirigente e iniciados do terreiro, tendo de cumprir antes e depois diversas obriga��es, as roupas em geral s�o as mesmas da linha da umbanda, havendo por�m muito uso do vermelho e preto, cores de Exu e de Omolu.  S�o muitos usados em trabalho com p�lvora, p�s e ervas m�gicas, galos e galinhas pretas.  Os despachos s�o colocados em encruzilhadas em cruz (machos), ou em T (f�mea) com velas, flores e fitas vermelhas em alguidares.  N�o sendo negativos todos os despachos de rua.  H� caboclos e pretos velhos que incorporam na quimbanda, dando consultas em giras separadas dos Exus.
Quiumbas: Esp�ritos atrasad�ssimos que pertencem ao Reino da Quimbanda, s�o obsessores apossam-se dos humanos ou �encostam-se� neles, dando-lhes id�ias obsedantes de doen�a, males suic�dios, etc.  S�o ainda mistificadores, fazendo-se passar por esp�ritos mais elevados.  Chamados tamb�m �rabos de encruza�, est�o no s�timo e �ltimo plano da hierarquia espiritual sendo vigiados e controlados pelos exus.
R
Rabo de Saia: Mulher na linguagem dos pretos velhos e exus.
Receber: Dar informa��o a entidade espiritual, entrar em transe.
Receber Irradia��o do Guia: Entrar em meio transe ou comunicar-se de algum modo com uma entidade superior.
Riscar Ponto: Fazer desenhos de sinais cabal�sticos que representam determinadas entidades espirituais e que possuem poderes de chamamento das mesmas ou lhe servem de identifica��o.
RONK� � Quarto de santo destinado � inicia��o.
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