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Toda e qualquer religi�o, tem por base, nossa f�, nossa concentra��o, nossa mentaliza��o, pois � atrav�s dos nossos sentimentos que vamos desenvolvendo nossa espiritualidade e nossa religiosidade, antes de qualquer coisa, temos que sentir e saber que somos regidos e orientados pela mesma for�a que nos criou, que nos gerou. Ningu�m seja de qualquer religi�o ou credo foge a lei da cria��o, que � a for�a divina que a tudo comanda. Umbandista - que teu pensamento se concentre numa realiza��o ben�fica, procurando o aperfei�oamento moral que corresponde ao aperfei�oamento espiritual, fazendo, assim gradativamente a tua evolu��o. Nas horas de medita��o, n�o percas uma s� li��o da escola da vida. Na escola espiritual � necess�rio vigiar constantemente a tua alma, pois ela precisa de doutrina, sejas mais prudente, na maneira de agir e falar. Muita coisa tem sido dita, a respeito de mediunidade e sempre existir� algo a ser dito. Mediunidade � vida, todo ser humano � m�dium. Jesus foi o grande m�dium que com muita caridade fez e s� deixou exemplos de abnega��o, respeito, amor e uni�o. Transmitia a f� e a paz, era o meigo Nazareno que usando sua mediunidade transformou �gua em vinho, multiplicou p�es, expulsou obsessores, curou aleijados e ressuscitou mortos; assim quis ele mostrar ao mundo o poder da f�. Cada um tem sua miss�o dentro de um setor da vida, divergem de certa forma as religi�es, por�m convergem todas para um mesmo ponto - O AMOR. Nos os Umbandistas, temos que desenvolver esta mediunidade, intensificando o sentido de espiritualidade, seja ele de incorpora��o, vid�ncia, psicografia, etc. O desenvolvimento da incorpora��o � em uns �s vezes lento, em outros mais r�pidos, dependendo exclusivamente do entrosamento entre os anjos de guarda do m�dium, que � a for�a que comanda a sua mat�ria desde a gesta��o e, a entidade que tamb�m e uma for�a flu�dica, este entrosamento � �s vezes facilitado e outras n�o. Em geral o guia escolhe para trabalhar no comprimento de sua miss�o um aparelho com o qual tenha alguma afinidade. A incorpora��o traz grandes responsabilidade, � preciso muita sinceridade e respeito. Sabemos que o m�dium pode ser consciente semiconsciente ou inconsciente sendo que a inconsci�ncia �s vezes s� acontece aos poucos e com muito tempo de trabalho. A consci�ncia do m�dium, longe de ser um defeito � uma condi��o, o que � indispens�vel � a sinceridade. Do medium depende a beleza e seguran�a de uma sess�o, a firmeza dos trabalhos e a grandeza da nossa Umbanda.
Cyd�a Paulo de Carvalho Ialorix� da Cabana da Vov� Engr�cia |
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