O Vampiro


           
Primeiramente, respondendo sua  pergunta: Sim, para a sua felicidade ou infelicidade, vampiros existem. Realmente existe muita literatura certa sobre o fato! Desde que a Igreja cat�lica descobriu a exist�ncia de seres sobrenaturais, (salientando que o significado de sobrenaturais � nada mais que algo fora do natural), rotulou-os como sendo criaturas do Diabo, oriundas do inferno, ou que quer que seja, assim como existem humanos que matam e estupram at� crian�as por mero prazer, traem a pr�pria m�e por dinheiro, e nesse caso, s�o at� mais perigosos do que n�s.
 

O Sangue
         Sim! N�s bebemos do sangue dos que ainda respiram e o sangue humano � a subst�ncia mais sublime que n�s podemos saborear, ela satisfaz a nossa fome como a fome dos humanos, mas al�m disso, nos fornece uma incr�vel sensa��o de coito, como num ato sexual, s� que muito mais prazerosa do que isso. N�o me lembro de ter tido qualquer ato sexual mais extasiante que minha pior refei��o. Tamb�m n�o creio que qualquer outro que n�o de nossa esp�cie o tenha feito. Precisamos do sangue freq�entemente para o nosso sustento. Pode parecer cruel para voc�s mortais, e pareceria cruel para mim mesmo se ainda fosse um mortal, s� que n�o podem nos culpar por isso. Somos uma esp�cie que luta para viver. Ca�amos nossas presas assim como voc�s matam bovinos, su�nos e outros animais menos inteligentes para os mesmos fins. E voc�s s�o ainda piores, sem queres ofender, porque matam tamb�m por esporte. Ca�am animais em extin��o para obter partes de seus corpos apenas por dinheiro. Somos seus predadores assim como um tigre � predador de uma lebre. Ent�o n�o podem achar justo querer nos matar porque praticamos o �nico ato que nos mant�m vivos. Mas ainda assim, os que tomam conhecimento de nossa exist�ncia, o fazem.


As Bestas?

          
N�o somos bestas assassinas como as que voc� provavelmente viu num daqueles filmes nojentos de terror. N�o perambulamos maltrapilhos pelas ruas, rosnando e gemendo, � procura do sangue. Depois da transforma��o, � sabido que nos afastamos completamente de nossos antigos h�bitos porque seria deveras evidente para um familiar ou conhecido nos identificar como um novo ser. A transforma��o muda muito nossa apar�ncia e nossa necessidade. N�s temos uma facilidade de conseguir empregos noturnos e bem remunerados, porque existe uma infra-estrutura vampira, alheia aos mortais, que garante o nosso bem estar. Podemos estar entre voc�s e mesmo assim nunca saber�o que o seu patr�o, o diretor da sua escola, aquele vigia noturno ou mesmo o bispo de sua igreja na verdade � um vampiro imortal, que como qualquer outro, dedica parte de sua noite � ca�a ao sangue. Em geral somos vaidosos, porque procuramos ocultar ao m�ximo nossa apar�ncia. A maquiagem � necess�ria se quisermos ter uma pele mais rosada. As roupas longas tamb�m escondem partes de nosso corpo, at� mesmo quando num pa�s tropical. E existe um antigo lema entre os vampiros que diz: �Devemos ser fortes, bonitos, e sem arrependimento.�


O interior

            Talvez esta seja a caracter�stica mais marcante, infelizmente, na vida de um vampiro: Todos n�s temos nossos instintos, mortais e imortais. Homens humanos constantemente sofrem de uma ere��o do p�nis simplesmente ao ver uma f�mea da mesma esp�cie, ao mesmo tempo que uma mulher perde toda a sua racionalidade ao ser tocada em seus pontos heterog�neos. Tudo isso para assegurar a propaga��o da esp�cie. Da mesma forma, existe um instinto, mil vezes mais forte, que nos induz a desejar o sangue. � como uma consci�ncia interior, que nos avisa de que o alimento � o sangue, e dele devemos beber. � extremamente dif�cil ser controlado, visto que como qualquer instinto, toma conta de nossos pensamentos e anestesia o que chamamos de racionalidade, at� que a fome esteja saciada. A parte mais cruel � que, se estivermos muito famintos, podemos atacar um ente querido, um amigo, algu�m que esteja do nosso lado. Podemos at� cometer canibalismo contra outros vampiros. Entenda que por mais conscientes que somos, os mortais n�o passam de ossos de c�lcio envoltos por uma carne macia regada ao l�quido que nos seduz. Verdadeiros petiscos. Todos voc�s s�o lindos. Da mais carism�tica crian�a ate o mendigo mais sugismundo, voc�s s�o criaturas lindas para n�s. Desta forma, com este instinto que ao mesmo tempo assegura nossa sobreviv�ncia nos pondo num estado inconscientemente predat�rio, tamb�m nos p�e num estado posterior de remorso e depress�o. Imagine voc� mortal o que seria se acordasse de um transe son�mbulo e descobrisse que durante o sono matou toda a sua fam�lia? Tente imaginar a situa��o. Como se sentiria? Ao mesmo tempo que o vampirismo � uma gl�ria que nos torna seres h�bridos, tamb�m � uma maldi��o que nos condena ao sofrimento eterno.


 
Imortalidade

            
Nem todos possuem a energia para a imortalidade. Nem todo o vampiro consegue viver para sempre como um assassino. Se j� leu ou viu Interview With The Vampire (Entrevista com o Vampiro), vai entender isso pelos olhos do Vampiro Louis. Muitos de n�s somos como ele. E mais ainda. Assim como n�o podemos viver sem sangue, n�o podemos viver muito tempo sem um companheiro vampiro. O instinto interior que nos acompanha desde a Transforma��o nos faz nos apaixonar com muita facilidade. E logo encontremos algu�m com quem desejamos estar para sempre, algu�m que n�o queremos ver ser tragado pelo tempo, pela velhice, e pela morte, tornando-o um como n�s.
N�o podemos viver entre os mortais. N�o podemos nos aproximar muito daqueles que t�m o privil�gio de envelhecer. De morrer. De nascer de novo para uma nova vida. Imagine voc� se fosse um de n�s. Um mortal. Algu�m para quem o tempo nada significa al�m de algo que passa, leva o que era velho e traz o novo para mais perto. E voc� fica. Intacto. Voc� provavelmente, em alguma ocasi�o, ir� se apaixonar por algu�m. Entenda que nossa paix�o n�o significa a uni�o de dois seres como num casamento. N�o representa sexo. Pode ser algu�m que se tornou seu melhor amigo. Uma senhora que lembra sua m�e em vida. Um velho s�bio. Algu�m que nasceu com um dom que te encanta, ou mesmo uma musa, uma mulher, que consideras como sendo sua alma g�mea. Voc� deixaria essa pessoa viva? Deixaria que o tempo a levasse, que esculpisse rugas em seu corpo e enfraquecesse sua vitalidade at� que numa iminente ocasi�o, n�o seja mais nada al�m de p�? Deixaria que a imortalidade o privasse de ficar com essa pessoa para sempre? Eu duvido muito. N�o conhe�o muitas exce��es. Certamente presentearia o seu amor com o Dom Negro. Com O Presente Das Trevas. Com A Maldi��o. E assim, consuma-se a transforma��o. Agora voc�, como a maioria de n�s, tem algu�m a quem amar. A quem dividir sua eternidade. Isso as vezes alivia a dor de nunca morrer.


Destrui��o

            
Somos praticamente imortais. O tempo n�o nos afeta. A velhice n�o nos alcan�a. Um tiro pode nos perfurar ao meio, e isso d�i tanto quanto em voc�s, mas a bala � expelida e a regenera��o n�o demora mais do que alguns segundos. Um .38, por exemplo, cicatriza em menos de 10 segundos, enquanto um .457 leva um pouco mais de tempo. Mas isto � relativamente irrelevante. Podemos cair de uma aeronave, e ter nossos corpos esmagados e os membros separados pelo impacto, e isso seria horrivelmente doloroso, mas nosso corpo levara poucos minutos para se reformar novamente, igual a como estava antes da fatalidade.
N�o?!?!?!?!!!! N�o somos Deuses e podemos ter a morte final, existem algumas coisas que podem destruir um vampiro. Uma fogueira extrema, como a de uma fornalha ou de um cremat�rio, podemos ser mortos se todo o nosso sangue for sugado por um de nossa esp�cie em espec�fico, press�o de �guas profundas, certas doen�as vamp�ricas, a decapita��o de nossas cabe�as e a mais terr�vel de todas, o sol. Ningu�m ainda descobriu que energia existe em seu vento solar, inofensiva aos vivos, que tanto nos afeta. Alguns poucos segundos expostos � sua luz celestial e cada c�lula de nosso cadav�rico corpo entra em combust�o espont�nea, e morremos em menos de um minuto, como se f�ssemos atirados a mais quente fornalha.
Quando um vampiro � destru�do, sobra apenas o que seria de seu corpo se n�o fosse conservado pela vampiriza��o. Um vampiro criado a 24 horas se tornaria um cad�ver normal. Um de 24 anos seria apenas um esqueleto enquanto aquele de 24 s�culos, imagino eu, n�o seria nada al�m de p�. Como vimos n�o somos Deuses, apenas gastamos p sangue que adquirimos para nos regenerar.


O ref�gio dos imortais

             
� evidente que n�s nos escondemos muito bem de voc�s. Ou voc� poderia acreditar no que eu estou dizendo, e nossas p�s-vidas se tornariam um inferno ainda maior do que j� �. Sim. N�s somos mais fortes fisicamente e sobrenaturalmente. Tamb�m somos mais inteligentes, visto que a intelig�ncia s� tende a aumentar com o passar das eras. E tamb�m a maturidade. Assim como muitos, posso matar um mortal apenas com um olhar, e fa�o uso disso quando desejo me alimentar, ou mesmo me livrar de uma testemunha. Mas voc�s s�o muito perigosos para n�s, em vista de sua maioria num�rica. Existe cerca de dez mil mortais humanos para cada membro de nossa classe. Se o conhecimento de predadores humanos chegasse aos ouvidos das autoridades, ou mesmo de fan�ticos religiosos, como aconteceu a alguns s�culos atr�s na Santa Inquisi��o, nossa esp�cie estaria em extin��o. Por esse motivo, n�s temos muitas precau��es quanto a voc�s.


Nossa Apar�ncia

              Por um acaso j� viu um cad�ver? Depois de algumas horas, ele se torna p�lido, devido a parada da corrente sang��nea. Seu corpo, apesar de duro, fica muito el�stico, por causa da in�rcia dos m�sculos, as veias e art�rias se tornam evidentemente azuladas, devido ao desaparecimento do sangue. Todas essas caracter�sticas tamb�m se adequam a n�s. Se nos visse nus, sem absolutamente nada ocultando nossa m�rbida apar�ncia, indubitavelmente que perceberia como somos diferentes. � por isso que nos preocupamos muito em tomar certas provid�ncias. Existe no mercado de cosm�ticos, colora��o de pele praticamente perfeitas, muito mais eficientes do que �p� de arroz muito usado na Idade M�dia. Uma infinidade de produtos que fixam-se facilmente � pele e escondem nossas veias. Procuramos n�o abusar muito, porque por mais perfeita que seja a maquiagem, um exagero poderia levantar suspeitas. Uma tintura branca, usada para pessoas que sofrem de descolora��o da epiderme (vitiligo), j� � bastante suficiente. �. A nossa pele ainda assim permanece p�lida. Mas isso tamb�m � comum entre os mortais. Procuramos usar roupas compridas. Mesmo com nossos corpos praticamente mortos, as unhas e os cabelos n�o param de crescer, e por isso, aqueles que proveram de humanos machos, ainda permanecem com p�los nos membros e t�rax. Nessas regi�es, � dif�cil usar maquiagem sem que a mesma se fixe tamb�m no p�lo. Por isso, temos que cobrir a maior parte do corpo. Dos que proveram de humanos f�meas, costuma-se depilar todo corpo e m�o existe tal necessidade. Como n�o transpiramos, isto n�o significa problema algum para n�s. A noite tamb�m � uma grande aliada. Sabemos que os mortais t�m uma certa defici�ncia visual quando em ambientes de baixa ilumina��o. Apenas procuramos caminhar pelo lado mais escuro da rua. A cabe�a baixa tamb�m ajuda.


Sarc�fagos

             Quando o sol se encontra acima de nossas cabe�as, ningu�m nunca pode explicar porqu�, atingimos um estado de incontrol�vel sonol�ncia. � extremamente dif�cil nos movermos durante o dia ou a tarde, e por isso, temos que ter bastante cuidado ao escolhermos um lugar para dormir. � prefer�vel um por�o. Um lugar embaixo da terra, onde n�o exista risco de que num acidente qualquer os raios de sol venham a penetrar no aposento. Alguns apenas cobrem suas janelas com algo que impe�a a passagem da luz. Os mais antigos ainda dormem em caix�es, ata�des ou sarc�fagos. Os mais jovens n�o se separam do confort�vel espa�o de uma cama. De uma forma ou de outra, o importante � que, de maneira alguma, o vento solar toque nessa pele, que provavelmente entraria em combust�o espont�nea. Com o passar do tempo, um vampiro aprende que NUNCA, JAMAIS, SE DEVE CONFIAR EM NINGU�M. Nem mesmo em seu melhor amigo. Ningu�m pode saber onde um vampiro passa seus dias. Os que sabem, como visinhos e pessoas que o v�em entrar em sua casa, n�o devem o conhecer. Nunca nos aproximamos de nossos visinhos porque costumam ser bastante curiosos. Deve haver apenas uma �nica c�pia da chave do ref�gio, e ela deve ficar com o seu dono, porque � a �nica garantia de que tudo estar� l� quando necess�rio. E sua seguran�a deve ser extrema. Trancas poderosas provam-se �teis nos momentos mais inesperados. E muito comum tamb�m � o uso de trancas inteligentes, como as antigas alavancas de estante ou as modernas trancas de senha, que apenas o propriet�rio sabe como abrir.


Nossa Sociedade

            
Como os mortais, precisamos interagir com o mundo. Temos que sair todos os dias para trabalhar, nos alimentar, nos divertir. Enfim. Durante grande parte de nossa p�s-vida, entramos em contato com mortais. � o seu empregado, advogado, contador, professor, colegas de bar, al�m daqueles que voc� nem mesmo conhece, mas � obrigado a dialogar como caixas, vendedores, oficiais, etc... E para isso, a parte mais dif�cil de nossa m�scara, h� uma grande sociedade que prov� uma infra-estrutura que garante o nosso lugar na sociedade de voc�s. Grande parte de n�s, os mais velhos principalmente, conseguimos juntar uma consider�vel soma em dinheiro desde os tempos mais antigos. Esse dinheiro est� hoje sendo investido em todas as bolsas de valores do mundo, e assim garante o sustento de um grupo seleto de imortais no qual eu tamb�m me incluo. Algumas vezes, precisamos entrar em torpor. Dormir durante d�cadas ou at� s�culos. Por esse motivo, costumamos usar as imortais contas da Su��a, criadas especialmente para n�s, que n�o podemos nos identificar, pois mudamos de identidade de tempos em tempos. Outros preferem roubar daqueles que se alimentam. Eu fa�o isso geralmente para confundir as autoridades e fazer com que pensem que a v�tima foi assaltada. E isso somente quando mato, porque n�o se deve matar toda vez em que se alimenta. Mas certamente, o dinheiro que eu recolho dos corpos de minhas refei��es n�o pagam nem a minha conta de telefone. Mas tamb�m existem aqueles que trabalham, e outros, como eu, que freq�entam a faculdade, um curso, ou uma escola. Para n�s, � f�cil conseguir empregos noturnos. Se desejamos cursar algo e n�o existem cursos dispon�veis em hor�rios noturnos, fazemos com que sejam. Temos as prote��es dos poderes Pol�tico, Legislativo e Judici�rio porque de certa forma, dominamos o mundo e controlamos toda a pol�tica mundial. Alguns pa�ses que n�o desejo mencionar, t�m vampiros sentados na cadeira da presid�ncia.  


A Jyhad (A Guerra)
          
 Assim como no nosso mundo, n�o existe apenas uma vis�o do certo e o que deve ser feito, por causa disso quando foi criada a Camarilla outro grupo tamb�m iniciou sua pr�pria organiza��o, o Sabbat.  Eles tem outra vis�o do mundo, enquanto a Camarilla se baseia em moldes sociais pr�ximos ao nosso, o Sabbat assume sua natureza e percebe que s�o diferentes e muitos cr�em serem t�o superiores aos mortais que os ignoram e os tratam como gados, usando-os ao bel prazer como apenas algu�m que nos alimenta. Se eles est�o certos ou errados n�o podemos dizer, � apenas outra forma de vis�o do mundo.  Com tudo isso eles disputam lugar no mundo com a Camarilla ferozmente, gerando graves conflitos que geralmente leva a viol�ncia e a destrui��o de muitos.
    


O "Abra�o"
           O abra�o � o processo atrav�s do qual um novo vampiro � criado. Ele raramente � dado � toa; afinal, mais um predador significa mais competi��o por recursos. Alguns vampiros Abra�am em busca de companheirismo, outro para ter conspiradores ou bodes expiat�rios para suas maquina��es, outros para "devolver" algo � sociedade dos Membros. Crias em potencial podem ser observadas por semanas, meses, ou anos, sem nunca saber que est�o sendo cogitados para imortalidade. Para Abra�ar um novo vampiro, o senhor drena o sangue de sua v�tima escolhida, como quando se alimenta. No entanto, quando a v�tima tiver sido drenada at� o ponto da morte, o senhor coloca uma pequena por��o de seu sangue vamp�rico na boca da v�tima. Mesmo uma ou duas gotas de sangue podem concluir o processo. O Abra�o pode at� ser oferecido a um mortal que j� tenha falecido, desde que o corpo ainda esteja quente. Durante o Abra�o, o corpo se modifica, descartando as imperfei��es presentes em todo mortal e tornado-se mais belo, ainda que com a gra�a de um predador. A nova cria desperta novamente, mas seu cora��o n�o bate e nem seu sangue circula. Ele agora � um dos mortos-vivos. Ele acorda sofrendo com uma fome terr�vel, seu primeiro contato com o monstro (ou a Besta) que tamb�m foi despertado dentro dele. Durante as pr�ximas semanas, o jovem vampiro, geralmente sob a tutela de seu senhor, sofre uma s�rie de sutis (e outras n�o t�o sutis) transforma��es. Ele aprende a usar os poderes concedidos pelo sangue, como grande velocidade e compreens�o de animais, descobre a Fome endurecedora dentro dele e como refre�-la. Ele aprende a ca�ar, o que � muitas vezes um problema, j� que a necessidade o for�a a ser um predador de sua pr�pria esp�cie. Ele tamb�m aprende que o Abra�o realmente transforma os vampiros em mortos-vivos. Emo��es sutis e nobres s�o t�picas dos mortais, e ele pode descobrir que n�o � mais capaz de sentir prazer de verdade, alegria ou amor, a n�o ser em suas mem�rias. � este o �ltimo fator que muitos jovens Membros n�o conseguem suportar durante suas primeiras semanas. Alguns optam por receber o sol da manh�, em vez de antecipar anos de conforto frio. Para aqueles vampiros que sobreviverem �s primeiras noites, um mundo muito maior os aguarda.


Gera��es
           Como criaturas que s�o (para todos os efeitos) imortais, a idade carrega um grande peso entre os Membros. Mais importante, a gera��o de um Membro pode marca-lo como um jovem ou um anci�o. Em algumas seitas, idades e gera��es podem ser as maiores barreiras contra avan�os de qualquer esp�cie. Esse � um caso que se pode realmente dizer que menos vale mais. De acordo com a hist�ria dos Membros mais aceita, os vampiros descendem de Caim, aquele de fama b�blica que matou seu irm�o Abel e foi subseq�entemente banido para as terras de Nod por Deus. Dizem que o vampirismo de Caim foi uma maldi��o de Deus como puni��o por seu crime. Caim gerou tr�s crias, que geraram suas pr�prias crias, e assim por diante, at� as noites modernas.


  Segunda Gera��o - Diretamente gerados por Caim, pouco se sabe sobre esses tr�s. Acredita-se que eles morreram pelas m�os de suas crias ou durante o Grande Dil�vio.
  Terceira Gera��o
- Estes vampiros s�o conhecidos como os Antediluvianos, assim chamados por serem anteriores ao Dil�vio, e dizem que deles que os cl�s descendem. Todo cl� teve um fundador Antediluviano em algum momento, e muitos acreditam que eles repousam atrav�s das eras em topor. Eles s�o os verdadeiros jogadores da Jyhad, aqueles que movem os pe�es em ponto e contraponto, como tem feito nos �ltimos s�culos. Os Antediluvianos s�o considerados praticamente divinos no escopo de suas habilidades, e todos os vampiros temem seu toque sobre as n�o-vidas dos demais, pois ningu�m escapa ileso.
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Quarta e Quinta Gera��es
- Chamados de Matusal�ns, esse vampiros existem h� mil�nios e s�o quase t�o poderosos quanto os Antediluvianos. Eles se envolvem na jyhad por tr�s de Membros menores, fora do alcance da vis�o, j� que seu potente sangue os torna um dos alvos preferidos dos diableristas. Dizem que os mais influentes membros da Camarilla e o regente e os pr�ncipes do sab� s�o Matusal�ns.
 
Sexta, S�tima e Oitava Gera��es
- membros dessas gera��es tipicamente considerados anci�es. Eles s�o os jogadores mais vis�veis da jyhad, muitos pr�ncipes, primog�nitos e justi�ares tendem a vir de suas fileiras. A maioria dos anci�es considera inconceb�vel o fato de poderem estar sendo manipulados na Jyhad, ainda que eles muitas vezes o estejam sem saber.
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Nona e D�cima Gera��es
- Os ancillae andam por um caminho perigoso: apesar de velhos e experientes demais para serem ne�fitos, eles s�o muitas vezes considerados inexperientes e fracos demais para se manterem entre os anci�es. Muitos preferem conhecer a noite em seus pr�prios termos, e os de gera��es mais antigas est�o geralmente entretidos com outras preocupa��es para fazer muito em rela��o a isso. Como adolescentes mortais, os ancillae est�o privando um pouco do poder e da influ�ncia que poder�o em breve possuir.
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D�cima Primeira, D�cima Segunda e D�cima Terceira Gera��es
- Ne�fitos e jovens ancillae v�m dessas gera��es. A maior parte � relativamente nova no vampirismo e, apesar de mais poderosos que os mortais de onde v�m, eles s�o como insetos entre as gera��es mais antigas. Inexperientes e muitas vezes embriagados com seu novo poder, alguns cometem excessos.
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D�cima Quarta e D�cima Quinta Gera��es
- Estes Membros s�o t�o afastados de Caim que seu sangue tornou-se fraco e a maldi��o n�o se manifesta com tanta for�a neles. Dizem que alguns s�o capazes de suportar a luz do sol ou ingerir comida, apesar de raramente poderem gerar crias. Membros mais antigos temem essa juventude moderna, pois o Livro de Nod afirma que aqueles com sangue fraco anunciar�o a chegada da Gehenna.




A Inquisi��o

             � fato que a Igreja Cat�lica Romana descobriu a exist�ncia da Fam�lia durante os anos da Inquisi��o. Institu�da em 1229, a Inquisi��o dedicava-se � supress�o de diversas heresias que se espalhavam pela Europa. Parcialmente em resposta � ascens�o da seita dos C�taros no sul da Fran�a e no nordeste da It�lia, o Papa Inoc�ncio IV aprovou em 1252 o uso da tortura. Contam-se hist�rias de que as cren�as dos C�taros eram apoiadas por muitos Membros no sul da Fran�a, e que alguns deles ca�ram nas m�os da Inquisi��o quando seus confrades foram for�ados a confessar suas heresias. Caso tenha acontecido assim, isso explicaria a escalada r�pida das pr�ticas tir�nicas de certos l�deres da Inquisi��o. Talvez eles tenham visto, com seus pr�prios olhos, provas do mal encarnado no mundo. Qualquer que seja a verdade por tr�s desses eventos durante o s�culo XIII, todos os ind�cios levam a crer que certas fac��es dentro da Igreja permanecem cientes da exist�ncia dos vampiros. Cientes e preocupadas. Na verdade, a Inquisi��o continua existindo, ainda que numa forma diferente e com outro nome. Hoje a Inquisi��o � uma organiza��o de eruditos e pesquisadores do oculto, assim como a patrocinadora dos maiores ca�adores de vampiros. Embora originalmente fosse apenas um comit� para investigar heresias, tornou-se uma organiza��o implac�vel devotada � elimina��o e � tortura de indesej�veis, tradi��o a que n�o renunciou inteiramente. Embora a Inquisi��o n�o seja mais sustentada ou apoiada pela Igreja, a maior parte de seus membros pertence � Igreja Cat�lica. Apesar de terem adotado um novo nome, Sociedade de Leopoldold, e dizerem estar interessados apenas em pesquisa, s�o proeminentes entre os ca�adores de bruxas. Conhecem as melhores formas para imobilizar e matar vampiros, e mant�m a maior parte dos antigos arquivos. Por�m, eles ainda n�o conhecem muito sobre a Fam�lia atual. Concentram seus estudos nos velhos arquivos e em especula��es intermin�veis, e ocasionalmente embarcam em ca�adas e realizam julgamentos. Raramente matam os suspeitos, pelo menos n�o imediatamente, t�m o h�bito de promover julgamentos minuciosos. Seu objetivo final � livrar o mundo do sobrenatural. O C�rculo Interno da Camarilla decretou que os Membros n�o devem se intrometer nas atividades da Sociedade de Leopoldo. Ela deve ser ignorada e evitada a qualquer custo melhor n�o lhes dar nada para estudar do que oferecer ao mundo inteiro alguma coisa com a qual se preocupar. � bem mais f�cil lidar com um grupo de fan�ticos que com um bando de m�rtires. A Inquisi��o conservou grande parte de sua antiga reputa��o, sendo respeitada e temida em toda parte. Apenas os mais ing�nuos acreditam que os prop�sitos e pr�ticas da Inquisi��o mudaram; os mais velhos, especialmente aqueles que viveram durante o primeiro per�odo da persegui��o, sabem com o que est�o lidando. Muitos anarquistas aproveitam toda e qualquer oportunidade para atormentar, iludir e embara�ar integrantes da Inquisi��o, a despeito dos decretos baixados pelo C�rculo Interno. Contudo, os membros da Sociedade de Leopoldo possuem v�rias prote��es contra vampiros. Eles est�o aprendendo a usar objetos sagrados para se protegerem dos poderes vamp�ricos. Al�m disso, contam com a colabora��o de diversos grupos quando iniciam uma imca�a �s bruxas. Entre os membros mais influentes da Sociedade est�o os Dominicanos, que supervisionaram parcialmente a primeira Inquisi��o. Muitos Membros temem a participa��o dessa Ordem, esquecendo as circunst�ncias e o clima que conduziram � Inquisi��o. Tamb�m esquecem o fato de que S�o Tom�s de Aquino, o renomado fil�sofo e te�logo foi um Dominicano durante aquele per�odo. Os interesses exatos dos Dominicanos permanecem obscuros at� hoje. Tamb�m existem relatos de um grupo dissidente radical dentro da Sociedade de Jesus, os Jesu�tas, que est�o no meio de uma controv�rsia com o Santo Of�cio. Persistem rumores de que isto possa ter alguma rela��o com a destrui��o de alguns Membros h� cinco anos na Arg�lia. Acredita-se que o respons�vel tenha sido um ex-irm�o jesu�ta de nome Sullivan Dane. Dane pode ter conseguido usar o incidente na Arg�lia como uma prova para alguns de seus ex-confrades jesu�tas de que a amea�a da Fam�lia � real, n�o um produto de sua imagina��o. Ele e alguns de seus confrades t�m diverg�ncias com seus superiores e com o Santo
Of�cio a respeito desse assunto.


Diablerie
          A esta altura, se meus esfor�os tiverem igualado o meu intento, estar� claro para ti que a sociedade da Fam�lia � t�o variada quanto a dos vivos. Temos nossos pr�ncipes e nossos mendigos, nossos sonhadores e nossos homens de a��o, nossos her�is e nossos criminosos, nossos idealistas e nossos pervertidos. O assunto que vou expor agora � pouco mais que especula��o, mas cada vez mais estou inclinado a acreditar nos rumores. Disse-te que o sangue do senhor confere poder ao sangue da Ca�a, de modo que o corpo � sustentado em sua n�o-vida. Segundo os boatos, o sangue do senhor perderia seu poder com o passar dos s�culos e mil�nios, o que obrigaria a um vampiro excepcionalmente velho beber sangue de membros da Fam�lia para sobreviver. Ainda que, cad�veres, sejamos poupados da decomposi��o, o tempo exige seu pre�o. O Sangue n�o � absolutamente imortal. Um vampiro jovem das primeiras gera��es � capaz de subsistir do sangue de animais, mas � medida que os s�culos passam - ou que o sangue afina com a transmiss�o - o sangue de animais, e em seguida o dos humanos mortais, perde sua capacidade de sustenta��o. Dizem que os Antediluvianos ca�am os Membros da mesma forma como ca�amos os mortais, e n�o existe fim para as hist�rias de sua devassid�o. Cada vez mais, por�m, espalham-se rumores de Membros jovens fazendo o mesmo. A raz�o para isto n�o � clara. Talvez as gera��es mais jovens portem t�o pouco do Sangue, que ele lhes sirva apenas durante alguns s�culos, ou talvez os jovens busquem os poderes dos Antediluvianos imitando seus h�bitos. J� refleti demoradamente se isso seria a causa da guerra entre os de minha esp�cie - a Jyhad que dura h� tanto tempo. Os Antediluvianos escondem-se porque temem ser mortos por aqueles que buscam seu sangue e consequentemente seu poder. Os Anci�es condenam os anarquistas porque temem ser devorados por eles. Os anarquistas temem a todos que sejam mais velhos que eles porque sabem que constituem a ca�a de um predador terr�vel. O conflito entre os de minha esp�cie � uma guerra horripilante e canibal. Mencionei anteriormente que a Jura � realizada ao se beber do sangue de outro vampiro (normalmente o de um senhor ou pr�ncipe). � sabido que beber o sangue de sua pr�pria V�tima n�o gera esse v�nculo, e parece tamb�m que os antediluvianos - e aqueles outros que habitualmente ca�am os de sua pr�pria esp�cie - est�o aptos a fazer isso sem criar qualquer tipo de v�nculo ou obriga��o. Este fato, mais que qualquer outro, torna a Diablerie (como veio a ser conhecida) uma coisa chocante e pervertida para a Fam�lia, e o vampiro que seja identificado como Devasso pode ser eliminado por qualquer vampiro que o descubra. Ele deve ca�ar com cautela, uma vez que pratica o jogo mais perigoso do mundo. Com toda sinceridade, duvido que algu�m considere a nossa exist�ncia muito divertida. Os anci�es, desnecess�rio dizer, negam completamente esses rumores. Admitir tais coisas incitaria uma revolu��o t�o terr�vel quanto o levante da Quarta Gera��o. Ainda assim existem evid�ncias que podem ser encontradas pelos mais persistentes, embora os antediluvianos cubram seus rastros com extrema cautela.




Inconnu

       "Inconnu" � o termo usado para descrever os vampiros que se afastaram dos outros de sua esp�cie. Trata-se mais de uma classifica��o que de uma seita. Os Inconnu s�o frios, poderosos e, como tal, nutrem pouco desejo pela companhia de seus iguais. Preferem viver nas florestas entre os animais not�vagos e dormir sob o solo durante o dia. ( N�o se sabe como conseguem manter-se em paz com os metamorfos que governam as �reas selvagens.) Certos Inconnu ainda vivem dentro das cidades, e talvez at� mesmo se interessem pela Jyhad, mas segundo as leis de sua seita n�o podem se envolver nela. Alguns freq�entam as reuni�es do Conclave da Camarilla, causando estupefa��o entre os outros Membros. Os Inconnu, como todos os Membros da Fam�lia, s�o sempre convidados aos Conclaves. A maioria dos Inconnu alcan�ou uma idade t�o avan�ada que dorme durante meses ou anos antes de acordar. Assemelham-se aos Antediluvianos no aspecto de j� n�o pertencerem completamente ao este mundo, tendo evolu�do � margem dele. A maioria possui milhares de anos de idade e s�o os vampiros mais poderosos que um Membro poderia vir a encontrar. Muitos Inconnu s�o Membros das quarta e quinta gera��es que estiveram em algum momento envolvidos na Jyhad. Conquistaram suas posi��es na hierarquia pelo poder conferido pela idade ou devorando seus pr�prios anci�es. Passaram a se esconder por medo das amea�as � sua exist�ncia e por desgosto pelo mundo moderno. Acreditam que apenas segregando-se do mundo podem escapar do Jyhad. Apesar dos esfor�os da seita, alguns de seus Membros ainda envolvem-se com a Jyhad. Em geral o Inconnu pune os Membros de sua ordem que continuam a tomar parte na Jyhad ou a se envolver nos assuntos dos Membros inferiores. Esta � a sua �nica lei. Uma minoria apreci�vel dos Inconnu conseguiu atingir a Golconda. Isto pode explicar o descaso pela Jyhad e suas abordagens racionais a muitos problemas da Fam�lia. O Inconnu n�o permitir� a nenhum Membro que fira qualquer um de seus integrantes, a despeito do que esses integrantes tiverem feito. Todos os direitos de puni��o s�o reservados apenas aos pr�prios Inconnu, mas � muito dif�cil entrar em contato com eles para fazer uma peti��o para tal. Nesse aspecto, o Inconnu � uma seita enigm�tica e misteriosa. Sua organiza��o e prioridades, se realmente pode-se dizer que as possuam, s�o absolutamente desconhecidas.




As Tradi��es

        A Camarilla criou para seus seguidores seis normas ou leis conhecidas como As Seis Tradi��es, s�o elas resumidas:

 Tradi��o da Mascara
A Primeira e mais importante das tradi��es: Qualquer membro que revelar a exist�ncia da fam�lia a um mortal, ou elimina o mortal ou a Camarilla elimina o mortal e o membro que se revelou a este mortal.

 Tradi��o do Dom�nio
Cada territ�rio, tem seu Pr�ncipe, a quem todos os membros da Camarilla devem respeito, pois ele � o governante da sociedade vamp�rica exercendo a lei da Camarilla, e fiscalizando a M�scara, qualquer membro de outro territ�rio deve pedir permiss�o ao Pr�ncipe para permanecer e ca�ar em seu territ�rio. Caso essa permiss�o n�o seja pedida as penas variam de ex�lio a Morte.

 Tradi��o da Prog�nie
Para obter mais controle sobre seus membros a Camrilla pro�be a procria��o da esp�cie sem o conhecimento do Pr�ncipe, caso essa permiss�o n�o seja pedida as penas variam de ex�lio a Morte.

 Tradi��o da Responsabilidade
Ao criar um novo membro, seu mestre � respons�vel por ele at� que se torne um Ne�fito. Enquanto for de responsabilidade do mestre, qualquer ato cometido pela crian�a da noite recair� sobre o mestre.

 Tradi��o da Hospitalidade
Qualquer membro de outro territ�rio deve pedir permiss�o ao Pr�ncipe do territ�rio para permanecer e ca�ar em seu territ�rio. Caso essa permiss�o n�o seja pedida as penas variam de ex�lio a Morte.

 Tradi��o da Destrui��o
 "Tu �s proibido de destruir outro ser de sua esp�cie. O direito de destrui��o pertence apenas a teu anci�o. Apenas os mais antigos entre v�s tem autoridade para convocar a Ca�ada de Sangue."
 

...

Agora mortal, j� sabes demais. Por�m n�o me importa. O conhecimento que te dei nestas linhas mal escritas, � apenas um aviso, de que existe muito mais por tr�s do obscuro v�u da noite do que b�bados e marginais. Voc� n�o se encontra mais no topo do sistema alimentar; e pode ser sugado a qualquer momento. Ou pior, pode se transformado num de n�s, e obrigado a sugar todas as noites. N�o penses que isto � tudo. Ainda h� muito mais. Coisas que n�o interessa a voc� saber, coisas que poderiam revolucionar a sua forma de pensar. Coisas que nem eu mesmo sei. Eu espero que n�o saia matando o primeiro ser suspeito de pertencer � nossa esp�cie quando estiver na rua. N�o ir� conseguir e provavelmente estar� cavando sua pr�pria sepultura. Tamb�m n�o fique com medo de que um dia voc� venha a ser uma v�tima de nossas presas. A morte pelo nosso Beijo geralmente � prazerosa para a v�tima assim como para o vampiro, al�m de que muitas vezes o vampiro suga t�o pouco que a v�tima nem fica sabendo do ocorrido. Mas preste aten��o para a verdade. A realidade � muito mais do que voc� imagina ser. A ci�ncia ainda n�o explicou 1% do que realmente existe. Continue navegando. Aproveite a chance que lhe foi dada. Voc� acredita em sorte? Eu n�o. Prefiro acreditar em destino.

Vida longa a ti e � tua fam�lia
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